PROTESTS IN HONG KONG

Hong Kong chief executive Carrie Lam resisted calls to step down after an estimated 2 million people marched through the city’s streets on Sunday.

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Hong Kong chief executive Carrie Lam resisted calls to step down after an estimated 2 million people marched through the city’s streets on Sunday.
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TIANANMEN INADMISSIVEL

E há quem só se indigne com a extrema direita!!!

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Expresso | Tiananmen foi há 30 anos. Amnistia organiza manifestação em Lisboa a 3 de junho

Assinalando o início da invasão da Praça de Tiananmen pelo exército chinês em 1989, a Aministia Portugal prepara uma manifestação em Lisboa, na avenida 24 de julho, em frente à sede da EDP, além de um abaixo-assinado em defesa de um ativista preso na China e o envio de mil postais ao Presidente chinês

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CHINA ABRE A PRIMEIRA FACULDADE DE PORTUGUÊS PARA “APROFUNDAR” CONHECIMENTO SOBRE LUSOFONIA | Blogue do IILP

A Faculdade de Estudos Hispânicos e Portugueses é a mais recente estrutura da Universidade de Estudos Estrangeiros de Pequim (Beiwai). É também a primeira faculdade dedicada ao português na China c…

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AS FILOSOFIAS E A CHINA – UMA CONVERSA COM ANA CRISTINA ALVES

Todas estas conversas sabem a pouco, mas é com pouco que se faz muito. Fica assim cumprida a promessa da entrevista de uma das nossas raríssimas sinólogas, sem exclusão de género.
E porque acredito na inclusão, agradeço a colaboração da Ana Cristina Alves e farei também uma versão em Inglês, para que seja mais extensiva a sua leitura.
NOTA: Esta entrevista não apareceu do nada. É resultado do esforço e disponibilidade da Ana Cristina Alves . Como tal, e por Respeito, não é um produto que se partilhe sem uma palavra. Somos aquilo que fazemos. Respeito os direitos autorais.

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the CHINESE MONEY TRAP

Joao Monteiro shared a post.
11 mins

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The Chinese Money Trap!
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Nas Daily

This is a sensitive topic, but it’s one I’ve wanted to show you for a while.

After traveling the world for 3 years, I think I saw more Chinese construction people than local ones in many countries. Here is why.

—–

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SINCRETISMO CHINÊS ANIMA O NEGÓCIO NÃO SÓ EM PORTUGAL A Civilização mais compatível com o Globalismo Por António Justo

retirado de diálogos lusófonos

SINCRETISMO CHINÊS ANIMA O NEGÓCIO NÃO SÓ EM PORTUGAL

A Civilização mais compatível com o Globalismo

Por António Justo

Ainda a respeito do texto sobre (“Presidente chinês faz negócio em Portugal”), um leitor questionou o facto de eu ter aludido aos direitos humanos para a China (país dos cem nomes) porque é um povo com uma cultura totalmente diferente, e que encara a vida numa perspectiva pragmática em que o ideal cristão da dignidade da pessoa só estorvaria.

De facto, como se nota já na especificidade da língua mandarim, depreende-se dela uma outra estrutura mental que se expressa em outras maneiras de pensar e numa mundivisão totalmente diferente da europeia. Na impressão que se tem com chineses, à primeira vista, nota-se que são pessoas que têm uma maneira mais objectiva e utilitária na maneira de ver, de viver e de se relacionar.

A cultura chinesa é polivalente, e manifesta um génio sincrético que consegue colocar em funcionamento utilitário tradição, deuses, comunismo e capitalismo no sentido de tudo se mover ao serviço dos próprios desejos: daqui se pode depreenderá também uma inclinação especial para o negócio.

É uma civilização que desde o século passado se encontra em mudança total e como tal torna-se imprevisível o futuro desenvolvimento de uma civilização tão antiga e tão rica. No contexto de civilizações e sob a pressão de um globalismo nivelador, a civilização ocidental deveria estar consciente do que tem de específico a guardar para a humanidade, isto é, a dignidade da pessoa humana, mas sem transformar esta consciência adquirida para legitimar ou fomentar guerras, como tem feito sob o argumento da defesa de valores/direitos humanos. Cada povo, cada cultura, cada civilização tem uma coerência interna a ser respeitada mutuamente.

Num mundo cada vez mais ditado pelo negócio e numa competição, que não deveria perder de vista a complementaridade e a inclusão, seria um grande empobrecimento para a humanidade se as relações de futuro só fossem determinadas por um utilitarismo chinês que valorize mais o negócio e a instituição do que o indivíduo, tal como se dá na cultura árabe, no neocapitalismo e no comunismo. Daí também a necessidade da China se abrir ao humanismo cristão e do Ocidente redescobrir em alguns de seus princípios doutrinais tradicionais, uma imanência também característica dos chineses.

Dos chineses podemos aprender a sua relação familiar como base das relações sociais em harmonia com a natureza. A sua relação especial na expressão família, vida e morte, foi certamente transmitida através do culto aos antepassados em sintonia com a natureza e com o universo. Uma mundivisão em que deuses, pessoas vivas e mortas coexistam em relação, sustem um caracter que lhe dá sustentabilidade. Esta mundivisão faz-me lembrar (embora de forma mais abstrata mas também mística) a realidade do mistério da trindade no Cristianismo que possibilita a unidade na diversidade mas que, infelizmente, é pouco comentada na sociedade ocidental.

A sociedade ocidental, tal como a sociedade tradicional chinesa, encontra-se em perigo, devido ao capitalismo liberal do deus Mamon (dinheiro, eficiência material e lucro) que tudo nivela para tornar a pessoa, isto é, transformar o indivíduo em mero cliente para que, deste modo, este se torne mundialmente, massa maleável e compatível e então tornar possível uma plutocracia económica e ideológica de um governo mundial que através de ONGs especiais supera países, regiões, regiões etc.

O confucionismo conseguiu guardar o legado do passado chinês e presenciá-lo de forma orgânica. Sistematizou toda a vida chinesa numa espécie de organigrama que possibilitou uma filosofia de vida social que deu forma e consistência à vida do chinês no seu dia a dia, de forma a fomentar uma corresponsabilidade natural criando sintonia entre vida humana e natureza.

O budismo assimilado pela cultura chinesa assumiu toda essa riqueza de comunhão com a natureza dando-lhe uma perspectiva transcendental também no que respeita à questão da vida depois da morte na complementação do taoismo.

A tradição do culto do imperador e uma visão funcionalista da pessoa facilitaram a assimilação da doutrina comunista ocidental. Esta provocou a questionação de todo o sistema confuciano. Agora o globalismo liberal completa a obra abusando de muitas características da tradição e da antropologia chinesa; aqui a avalanche do globalismo provoca mais facilmente a nivelação geral do que no ocidente onde o travão civilizacional oferece mais consistência. Daí a ferocidade implícita em agendas bastante combativas no ocidente. A revolução cultural em via contra a cultura ocidental é especialmente agressiva contra o catolicismo, tal como o comunismo maoista fora contra o confucionismo.

Os novos regentes em Pequim, para darem consistência ao sistema comunista procuram apresentar Mao Zedong como a nova autoridade conectora do ideal chinês, servindo-se, agora para isso de Confúcio em segundo plano; este não tinha deixado de ser em parte venerado durante a revolução cultural; agora colocado num segundo plano ao lado de Mao revela-se como boa fonte de regras bem apuradas para disciplinar a massa crítica popular e servir de instância contra a corrupção de funcionários. A arte deve substituir a religião no intuito de orientar as pessoas e lhes possibilitar mudança…

Na Europa, a tradição da dignidade humana e dos direitos humanos ainda constitui um certo empecilho ao globalismo liberal (imposição dos interesses globais aos interesses individuais, nacionais e civilizacionais, mediante desconstrução cultural, conexões e agendas), para isso seve-se do relativismo de leis e valores para favorecer a estratégia do seu domínio global através de ONGs que ganhem mais poder de influência que as nações.

Atendendo aos prossupostos do ideário cultural, a China é certamente a civilização mais apta para dar resposta e até para gerir o globalismo como intentona anticivilizacional. Daí a necessidade da Europa se tornar consciente disto e saber defender-se contra a proletarização cultural em via..

A globalização aproveita-se na China de uma mentalidade comunitária (tipo nacionalismo que prescinde do indivíduo) que é, neste sentido, semelhante à islâmica e ao comunismo proletário, em que o indivíduo é considerado apenas um meio, um instrumento a operar em função da sociedade que é superior a ele, pelo facto de este não ser acompanhado da dignidade inviolável humana (caracter divino da pessoa); isto é, para eles, o indivíduo só vale em função do grupo, o que impede uma criação da relação de valores fundamentais da pessoa como soberana, o que é próprio da mundivisão da civilização cristã ocidental (isto é, o que a Civilização cristã tem a transmitir ao mundo: a compatibilidade do humano com o divino, do grupo com a pessoa numa unidade profunda que diria quase natural e, em termos cristãos, de incarnação-ressurreição). O respeito mútuo das civilizações deve ser palavra de ordem porque cada uma corresponde a um corpo orgânico próprio que só pode ser ordenado num superorganismo na qualidade de órgão dele e não instrumentalizada ou até declarada como campo de batalha dos pseudoprogressistas da onda em voga.

Ao falar da necessidade da China se abrir aos valores da pessoa e sua dignidade queria apontar para um aspecto fundamental de um humanismo que daria mais sustentabilidade à China. Estou convencido que este é o caminho que também corresponde a uma verdadeira visão global de Teilhard de Chardin e ao aprofundamento da fórmula trinitária que revela muito de comum (compatível) e de enriquecimento mútuo no diálogo das civilizações.

O bom senso comum reconhece que ninguém é tão rico que não tenha algo para receber e ninguém é tão pobre que não tenha nada para dar! Para isso as civilizações terão de abandonar a sua legitimação da guerra que provém do sentimento de superioridade.

© António da Cunha Duarte Justo

In Pegadas do Tempo, http://antonio-justo.eu/?p=5154

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