que Brasil é este? crianças em passerelle para adoção…

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Brasil

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CHICO BUARQUE PREMIADO

Isabel Pereira shared a post.

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Parabéns, Chico Buarque!

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PUBLICO.PT
O júri da 31.ª edição, reunido no Rio de Janeiro, decidiu atribuir o prémio ao músico e romancista brasileiro.

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Minha gente
Era triste amargurada
Enfrentou a batucada
Pra deixar de padecer
Salve o prazer
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CULTURA.ESTADAO.COM.BR
Cantor, compositor e escritor adiciona mais um prêmio literário à sua coleção
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ainda não temos ministros destes mas lá chegaremos…

Esta senhora é Ministra. Isto é real e assustador. E nós todos somos parte, por ação ou omissão.

-0:17

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“A princesa de Frozen vive sozinha porque é lésbica e vai acordar a Bela Adormecida com um beijo gay”, assegura a ministra brasileira Damares Alves.
E depois eu é que tenho mau feitio?

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RAÍZES DO ESTRANHAMENTO: A (IN)COMUNICAÇÃO PORTUGAL-BRASIL

RAÍZES DO ESTRANHAMENTO:
A (IN)COMUNICAÇÃO PORTUGAL-BRASIL

(Tese de doutoramento em Ciências da Comunicação pela Universidade do Minho e pela Universidade de Brasília)

Resumo

Apesar da língua e de um fundo histórico e cultural comuns, as relações entre Portugal e o Brasil têm sido reconhecidamente permeadas por um sentimento de estranhamento ou desconforto mútuo, mesmo quando no plano estatal – sobretudo em períodos de coincidência ideológica e política dos regimes que os governam – se registam avanços em termos de acordos e tratados celebrados em diversas áreas.

Esse estranhamento opera como fator inibitório do aprofundamento das relações, que estão aquém da intensidade registada noutros casos de relacionamento entre a ex-potência colonial e as ex-colónias, designadamente os Estados Unidos com a Inglaterra e a Espanha com os países latino-americanos. Essa situação de latência não inteiramente realizada entre Portugal e o Brasil já foi caracterizada como “parceria inconclusa”.

Paralelamente, regista-se entre os dois países um défice de comunicação, que tanto pode derivar desse sentimento de desajustamento mútuo como estar, até, na sua origem. Em qualquer caso, essa (in)comunicação tende a reforçar o estranhamento e vice-versa, num perpetuum mobile em que ambos mutuamente se alimentam.

Investigar as origens dessa realidade, sondar na História do passado comum as razões desse estranhamento e dessa (in)comunicação – este o objetivo do presente estudo.

Para tal, procedeu-se a um levantamento historiográfico relativamente detalhado, acompanhando em simultâneo os juízos e interpretações de caráter político e sociológico que os acontecimentos foram suscitando logo na época em que ocorreram ou como foram integrados nos estudos e narrativas posteriores ao longo do processo, muitas vezes contraditório, de construção da(s) respetiva(s) identidade(s).

A investigação mostrou que não estamos perante fenómenos transitórios de fácil superação. O afastamento entre Portugal e o Brasil – traduzido nesse sentimento de estranhamento e nessa (in)comunicação – tem raízes profundas: surgiu em situações históricas de reiterados confrontos e consolidou-se ao longo de dois séculos nas narrativas históricas e sociológicas, tendo depois os seus termos sido absorvidos pelos sistemas escolar e mediático, que os consolidaram – pela repetida popularização – no próprio senso comum.

Ainda que sempre acompanhado e contrariado por uma corrente lusófila, o antilusitanismo – um dos fatores que gerou e alimenta esse sentimento e essa situação – não é, portanto, algo de efémero: está na génese da própria nacionalidade, o que obviamente dificulta qualquer ação que tenha por objetivo superá-los.

Identificadas as raízes do estranhamento e da (in)comunicação, o autor procurou, no final da investigação e à luz das teorias e práticas já existentes, apontar, em traços gerais, o que poderia eventualmente ser feito para ao menos mitigar esse sentimento profundo que paira sobre o relacionamento entre Portugal e o Brasil.

Agradecimentos

Em Lisboa, ao Professor Eduardo Lourenço, pela inspiração e pelo encorajamento.

Em Brasília, ao Professor Amado Cervo, por me ter desafiado a decifrar o enigma.

Em Porto Alegre, à Professora Zélia Leal Adghirni, pela amizade e confiança.

No Rio de Janeiro, à Professora Sylvia Moretzsohn, pelo estímulo.

Em todo o Brasil, à Comunidade Portuguesa, coração que bate mas não se vê, pelo exemplo de vontade e determinação.

Em Portugal, ao Alentejo da minha infância e da minha saudade, com cujo povo aprendi a sonhar e a resistir.

Aos jornalistas Bárbara Reis, do Público; Paulo Markun, da TV Cultura; Lopes Araújo, da RTP; José Manuel Barroso, da Agência Lusa, Rui Nogueira, do Estado de São Paulo; Jaime Spitzkovsky, da Folha de São Paulo; Alfredo Prado, do Portugal Digital; Odair Sena, do Mundo Lusíada; Graciano Coutinho, do jornal O Povo, de Fortaleza; e Vera Souto, da Rede Globo – pelas informações, críticas e sugestões.

Aos meus amigos portugueses de Brasília António Barahona, Manuel Lousada, Carlos Christo e Fernando Vasconcelos pelos livros, pelas estórias partilhadas e pelo tempo dispensado.

Aos meus orientadores, Professora Madalena Oliveira, em Braga, e Professor Fernando Oliveira Paulino, em Brasília, pelas sugestões e o enquadramento constante, a paciência benévola e as orientações e, acima de tudo, por terem sempre acreditado.

À Elaine, minha companheira, interlocutora crítica de todas as horas, sem cujo amor e ajuda este trabalho não teria literalmente visto a luz.

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genocídio indigena no Brasil

No Brasil, no séc.XX.

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Frente de Resistência Indigena Guerreiros de Ajuricaba

MASSACRES INDÍGENAS

8 mil índios mortos: O desastre da rodovia Transamazônica, grande “legado” dos militares, segundo Bolsonaro.

■Aos militares de 1970. Ouçam: Nós sabemos o que vocês fizeram a nossos irmãos■

Num dos trechos mais patéticos de sua entrevista a Mariana Godoy na RedeTV, Bolsonaro fez a elegia dos militares, que “trouxeram o Brasil da 49ª para a 8ª economia do mundo

No entanto, o que para ele é “legado” para nós indígenas e para tidos que clamam por justica é um verdadeiro genocídio. Entenda:

As investigações da Comissão Nacional da Verdade (CNV) pela região Amazônica indicam um verdadeiro genocídio de índios durante o período da ditadura militar. Não há como falar em um número exato de mortos devido à falta de registros pois como sabemos nesse período triste da história tudo era escondido.

Os relatos colhidos, apontam que cerca de oito mil índios foram exterminados em pelo menos quatro frentes de construção de estradas no meio da mata, projetos tocados com prioridade pelos governos militares na década de 1970

Os trabalhos da Comissão da Verdade miram os processos de construção e o início do funcionamento das rodovias como a famosa BR-230, conhecida como Transamazônica.

Essa estrada fez parte do Plano Nacional de Integração (PIN), instituído pelo presidente Emílio Garrastazu Médici, em 16 de julho de 1970, e que previa que 100 quilômetros em cada lado das estradas a serem construídas deveriam ser destinados à colonização. A intenção do governo era assentar cerca de 500 mil pessoas em agrovilas que seriam fundadas

A Transamazônica foi escolhida como prioridade e, por isso, representou uma verdadeira tragédia para 29 grupos indígenas, dentre eles, 11 etnias que viviam completamente isoladas. Documentos em poder da Comissão da Verdade apontam, por exemplo, o extermínio quase que total dos índios Jiahui e de boa parte dos Tenharim. O território dessas duas etnias está localizado no sul do Estado do Amazonas, no município de Humaitá

O Ministério Público Federal no Amazonas também abriu um inquérito para apurar as violações de direitos humanos cometidas contra esses povos no período da ditadura militar. Os documentos indicam ainda que indígenas sobreviventes acabaram envolvidos nas obras em regime de escravidão

Atualmente, a população Jiahui, de acordo com a Fundação Nacional do Índio (Funai), não chega a 90 índios. Antes da construção da estrada, eram mais de mil. Já os Tenharim somam hoje 700 pessoas. Eram mais de dois mil antes da chegada das frentes de construção

Os povos Parakanãs e Beiço de Pau (Tapayuna), uma situada no Pará e outra no Mato Grosso, respectivamente. Diferentemente de outras atrocidades produzidas pela ditadura, os relatos desse período sombrio da história mostram que a perda de várias vidas indígenas se deu justamente por omissão de quem deveria protegê-los: os agentes públicos da Funai.

Eles seriam os causadores da disseminação de doenças graves que dizimaram dezenas de integrantes dessas duas etnias. No início dos anos 70, surtos de disenteria, sarna, gripe e problemas de visão acometeram boa parte da tribo Parakanãs. Em um dos documentos, consta que dezessete índios acabaram mortos por serem contaminados por algumas doenças relacionadas. Dois também ficaram cegos e quatro tiveram os olhos afetados.

Com o objetivo de tomar terras indígenas para projetos de infra-estrutura, muitas vidas foram ceifadas
Devido às inúmeras denúncias seguidas de pedidos de socorro de nativos da região e de médicos que atenderam a tribo, a Funai decidiu investigar a origem do problema. O responsável por produzir um relatório foi o coronel Antônio Augusto Nogueira, chefe da 2ª Delegacia Regional da Funai, no Pará. O militar tentou minimizar as denúncias, removendo dos seus postos os servidores que haviam contado sobre as doenças que levaram à morte os índios.

Em depoimento ao coronel Nogueira, o médico-chefe da equipe volante de saúde da DR, Antônio Fernandes Medeiros, corroborou informações do sertanista da fundação Antônio Cotrim Soares. No relatório, o especialista atestou que o contágio dos índios ocorreu pelos agentes da Funai. No entanto, na mesma página, ele não descartava que a contaminação também pudesse ocorrer pelo contato que os índios tiveram com funcionários da construtora Mendes Júnior. Cotrim, responsável por promover a paz entre a tribo e os fazendeiros da região, fez a seguinte declaração. “Estou cansado de ser um coveiro de índios… Não pretendo contribuir para o enriquecimento de grupos econômicos à custa da extinção de culturas primitivas.”

O documento que o coronel Nogueira encaminhou em 22 de fevereiro de 1972 ao coordenador das operações na Transamazônica, general Ismarth de Araújo Oliveira, insinuava que os depoimentos de Medeiros e Cotrim sobre as mortes decorrentes de doenças provocadas pelo contágio entre os Parakanãs eram duvidosos

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EX-PRESIDENTE TEMER PRESO

Carlos Fino
23 mins

BRASIL EM TRANSE
EX-PRESIDENTE TEMER PRESO POR SUSPEITA DE CORRUPÇÃO

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O ex-presidente da República Michel Temer (MDB) foi preso na manhã desta quinta-feira (21) em São Paulo após pedido do juiz Marcelo Bretas, da força-tarefa da Lava Jato no Rio de Janeiro.
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MÍDIA E BOLSONARO 2

Carlos Fino
4 hrs

MEDIA E PODER – BRASIL
“O sr. Jair Bolsonaro decerto não se conforma que haja quem dele discorde ou, então, que ouse investigar os malfeitos a ele relacionados. Julga-se imune a críticas e a dúvidas sobre seus atos por ter sido eleito por dezenas de milhões de eleitores, como se o voto na urna o colocasse acima do bem e do mal.

Mas este jornal não se deixa intimidar por quem quer que seja o inquilino na Presidência, a começar por aqueles que se julgam em missão messiânica de salvação do País”

OPINIAO.ESTADAO.COM.BR
Os jornalistas do ‘Estado’ se pautam pelo compromisso inarredável com os valores democráticos e com o regime da lei, que estão na essência da identidade do jornal desde sua fundação, em 1875
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G1 – MPF denuncia reitor da UFRJ por desvio de mais de R$ 50 milhões – notícias em Rio de Janeiro

Outros servidores da universidade também foram denunciados. Assessoria da UFRJ não foi encontrada para comentar o caso.

Source: G1 – MPF denuncia reitor da UFRJ por desvio de mais de R$ 50 milhões – notícias em Rio de Janeiro

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o antilusitanismio brasileiro

Carlos Fino
1 hr

PORTUGAL SEM FIM E O ANTILUSITANISMO BRASILEIRO:
AFINAL QUEM É O “BURRO”?
por Carlos Fino

O autor desta matéria publicada hoje no jornal Estado de São Paulo, escreve que os brasileiros não conhecem os grandes feitos dos portugueses da época das Descobertas como a viagem de circumnavegação porque o ‘ensino’ do país não as dá a conhecer. Aproveitando o ensejo, em comentário à matéria, escrevi:

O antilusitanismo é uma característica dominante da nacionalidade brasileira, desde que, há quase dois séculos, o português D. Pedro I proclamou a separação.

Os historiadores, depois, fizeram o resto. O luso-brasileiro Varnhagen ainda considerava a herança portuguesa globalmente positiva; mas muitos dos outros que se lhe seguiram mudaram de opinião – o legado luso, afinal, era bem negativo.

Antilustanos foram os liberais do Império e muito mais ainda os jacobinos da República. No final do século XIX, começo do século XX, os ânimos anti portugueses cresceram ainda mais com a vinda de mais de um milhão de lusos pobres e analfabetos que passaram a disputar o mercado de trabalho, aceitando condições que muitos brasileiros recusavam. É aí que nasce a piada de português e o mantra do “português burro”.

Os modernistas, em seguida, recuperaram as heranças índia e negra, mas em relação a Portugal – escreveu Mário de Andrade – a ideia era esquecer.

Por fim, a partir da criação da USP e com a influência marxista crescente, os portugueses passaram a ser os culpados de todos os males do Brasil: da liquidação dos índios à escravatura, passando pelo Estado centralizado, a burocracia e a corrupção…

Cristalizada no sistema de ensino – de onde os alunos saem com péssima imagem de Portugal – essa ideologia antilusitana acentuou-se; ela é retomada ciclicamente pelos media de grande impacto como no filme Carlota Joaquina e na série Quinto dos Infernos, ambos da Globo, passando assim a fazer parte do próprio senso comum.

Estava consumada a separação psicológica profunda entre os dois países – quando olha para trás, o brasileiro não se reconhece nos portugueses que colonizaram o território, como se a miscigenação generalizada não tivesse ocorrido.

Não reconhecendo a herança positiva lusitana, o Brasil não está por isso em condições de partilhar os louros dessa grande aventura que foram as Descobertas – um feito que Adam Smith considerou como um dos mais importantes de toda a História da Humanidade e muitos autores contemporâneos pensam que só tem paralelo com a moderna conquista do espaço cósmico. Afinal, quem é aqui o “burro”?

Como escreveu Eduardo Lourenço, “Esperemos, calmamente,que o Brasil nos descubra. Descobrindo-se. Já não era sem tempo.”

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Brasil para rir: meninas saiam do Brasil diz a ministra

Carlos Fino
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GOVERNO BOLSONARO
MINISTRA ACONSELHA PAIS DE MENINAS A DEIXAREM O PAÍS

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Ministra dos Direitos Humanos disse que recebeu pesquisa segundo a qual o Brasil é o pior país da América do Sul para criar meninas. Ela deu entrevista à rádio Jovem Pan da Paraíba.
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