quem muito Mal busca, destruirá a ilha e a Malbusca

“Poesia” a mais?

A ilha de Santa Maria, nos Açores, ao longo dos últimos 40 anos, tem sido muito sacrificada.
Quando a aviação internacional, com aparelhos mais modernos e com maior autonomia em termos de combustível, deixou de ter necessidade de fazer escalas em tão grande número no Aeroporto Internacional de Santa Maria, a ilha sofreu muito com isso, porque a estrutura aeroportuária era o “motor” da economia local.
Houve uma grande redução de empregos directos e indirectos, menor recurso a hotéis e restaurantes e menos consumo de produtos locais.
Como um mal nunca vem só, o Governo Regional da altura decidiu transferir a chamada “placa aérea internacional” do Aeroporto de Santa Maria para o Aeroporto das Lajes, na ilha Terceira, passando a ser feitas aqui praticamente todas as escalas internacionais ainda necessárias.
Conclusão: o Aeroporto de Santa Maria – um belíssimo Aeroporto do ponto de vista técnico e operacional, é preciso não esquecer – ficou praticamente “às moscas”, servindo quase apenas os voos domésticos. Ainda estão à vista, muito degradadas, casas nas imediações do Aeroporto que serviam de moradia a muitos funcionários e respectivas famílias. Uma tristeza!
Vieram então com a ideia de que a alternativa para dinamizar a economia da ilha seria criar uma Zona Franca, que ia captar muito investimento e proporcionar muitos postos de trabalho. Tudo treta! Nunca houve “Zona” e muito menos “Franca”…Foi criada no papel, mas nunca funcionou em termos reais.
Agora vêm o Governo da República e o Governo Regional dos Açores com a ideia de criar em Santa Maria um porto espacial para o lançamento de microssatélites…Não haverá aqui “poesia” a mais?

Lara Gularte: Her sense of identity is rooted in the middle of the ocean – Interview – Portuguese American Journal

By Millicent Accardi Lara Gularte lives and writes in the Sierra foothills of California where her poetry often depicts Portuguese culture and heritage. During the California Gold Rush, her relatives traveled from the Azores to for gold mining, but, instead they turned to ranching. Kissing the Bee is Gularte’s first

Source: Lara Gularte: Her sense of identity is rooted in the middle of the ocean – Interview – Portuguese American Journal

Novo livro de Paula de Sousa Lima, ‘Pretérito quase perfeito e outros contos’ – Escritores.online

Chega às livrarias na primeira quinzena de Outubro o livro ‘Pretérito quase perfeito e outros contos’, da autoria da Paula de Sousa Lima, com chancela Comp

Fonte: Novo livro de Paula de Sousa Lima, ‘Pretérito quase perfeito e outros contos’ – Escritores.online

falecimento (escritor açoriano) MÁRIO CABRAL

Vamberto Freitas
1 hr ·
Boa noite. “Não perguntes por quem dobram os sinos. Dobram por ti”. Hemingway faria o dito bíblico conhecido entre os leitores do mundo. Há pouco, numa conversa como meu amigo e poeta Urbano Bettencourt, ele fez-me lembrar que os poetas da minha Ilha Terceira, os da nossa geração, têm morrido em idades demasiado e injustamente precoces: J. H. Santos Barros, Rui Rodrigues, Emanuel Félix, Borges Martins, Marcolino Candeias — e hoje Mário Cabral, com pouco mais de 50 anos de idade. Não mantinha relação ou contacto com ele, mas isso não me deixa de sentir que, com cada um deles, foi um pouco de nós todos.

bibliografia

https://www.rtp.pt/acores/cultura/reveja-a-ultima-grande-entrevista-de-mario-cabral-video_54862

10 August at 22:53 ·
Mário Cabral (1963-2017) 😔

“Não te abandonarei, meu corpo, agora que mais precisas de mim.
Não terei vergonha de te levar comigo
Para as sumptuosas planícies da vida eterna.
Temos a promessa divina da ressurreição
Com a qual concordo com toda a fé
Corpo de carne viva, sem os embaraços soberbos da razão
Que desce comigo de mãos dadas até às vísceras
Ao fim da tarde, em passeio de silêncio e conforto.”

ouça aqui

Joel Neto: «A frase mais tonta da contemporaneidade é “não me arrependo de nada”»

Sempre quis ser um escritor açoriano e é. O romance Arquipélago valeu a Joel Neto elogios rasgados e para o ano tem outro a sair.

Fonte: Joel Neto: «A frase mais tonta da contemporaneidade é “não me arrependo de nada”»

açores festa do livro em ponta delgada

Festa do Livro – Notícia OVGA 11-07-2017 (A)

com a presença dos nossos associados carolina cordeiro, pedro paulo câmara, susana teles margarido

Katherine Vaz – “As histórias do meu pai eram maravilhosas. Pensei: ninguém escreve sobre isto. Tinha 12 anos”

Filha do historiador August Vaz, Katherine cresceu a ouvir o pai contar as histórias da família que deixara na Terceira, nos Açores. De Saudade a Mariana, passando por Nossa Senhora das Alcachofras, a temática portuguesa está presente em toda a obra da escritora

Fonte: Katherine Vaz – “As histórias do meu pai eram maravilhosas. Pensei: ninguém escreve sobre isto. Tinha 12 anos”