conhece a lenda do cativo de Belmonte?

 

a única pintura existe em PDL no Museu Carlos Machado (reprodução proibida)

século XVII [Atribuição]

Pintura sobre tábua, proveniente do Convento da Ordem Feminina de S. Francisco (Clarissas), de Ponta Delgada, e de invocação a Santo André. Mosteiro fundado em 1567, e que subsistiu até 1895, data do óbito da sua última Freira.

Pintura a óleo sobre tábua, de média dimensão, representando a lenda do Cativo de Belmonte (ident. Victor Serrão em 2009) Do lado direito, e em primeiro plano, uma caixa/arca de madeira aberta, de onde emerge, ajoelhado, a figura do “cativo” em prece à Virgem representada ao centro na parte superior, sentada, coroada, envolta em radiação circundada por uma nuvem. A figura do cativo – identificada pelas grilhetas nos pulsos e a corrente pendente do pescoço – está representada de mãos postas, com um traje vermelho, o rosto barbado, cabelo castanho e dirige o olhar ao alto, para a Virgem. Do lado esquerdo, jazem adormecidos junto à caixa, um ancião, armado com uma espada (sabre?) e um cão. Ainda do lado esquerdo e em segundo plano, um galo e ao fundo uma igreja com os telhados vermelhos e a sua torre sineira. A obra executada sobre três grossas tábuas de madeira de…(?) [com marcas visíveis dos instrumentos de corte, com preparado branco (visível nos bordos da lacuna,) camada pictórica espessa, com verniz de acabamento bastante escurecido e de aplicação irregular, com escorridos apresentando oxidação. As tábuas, justapostas na vertical, estiveram presas por duas travessas horizontais pregadas no verso, agora em falta. Moldura de madeira purpurinada, simples, de perfil em meia cana com rebordo, pregada na frente do suporte.

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Computação quântica transformará cultura digital, afirma autor – 31/03/2019 – Ilustríssima – Folha

Uma boa maneira de perceber melhor nosso tempo é acompanhar o que se produz em arte. Muitos trabalhos artísticos apontam brechas, possibilidades e mesmo desconfortos que, via de regra, passam despercebidos na aparente solidez de nossa cultura. Obras de arte são como janelas que nos permitem perceber aspectos da realidade sob outros pontos de vista e ganham, por esse motivo, especial importância em momentos de mudanças.

Source: Computação quântica transformará cultura digital, afirma autor – 31/03/2019 – Ilustríssima – Folha

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miratecarts em vigo

Terry Portugal Costa shared a photo.
1 hr

VIGO: discoverazores.eu em Vigo – a Galiza vai conhecer MiratecArts esta semana… se conheces artistas por aqueles lados, por favor promove a presença da entidade açoriana… obrigado

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MiratecArts

1 hr

GALERIAS, ROTEIROS e AIR com MiratecArts… juntos conseguimos mais!

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MIRATECARTS Prémios Montanha para a Áustria, Irão e Portugal – Açoriano Oriental

O Montanha Pico Festival já apresentou os vencedores dos prémios da presente edição que contou com 124 fotógrafos participantes de 25 países que concorreram com mais de 360 fotografias.

Source: Prémios Montanha para a Áustria, Irão e Portugal – Açoriano Oriental

 

MAIS UM PRÉMIO DA MIRATECARTS ASSOCIADA AICL

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música no Pico acórdeão a soar nas alturas

Terry Portugal Costa and 2 others shared a video.

-0:52

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ATIPICOazores is with Márcia Cruz and Nuno Fontoura Carpinteiro.Follow

10 hrs

Missão Cumprida!!!

Foi duro mas chegámos… e houve concerto

Mais um dia Épico e atiPICO a que nos vem habituando o @Montanha Pico Festival

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arte preservada nos Açores

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Creusa Raposo

A Vila Franca do Campo está de parabéns. Os Açores estão de parabéns! Foi aprovada a classificação como Bem Móvel de Interesse Público o painel “Lamentação sobr

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Comments
  • Lili Cabral

  • Lúcia Vasconcelos Franco “Diogo de Contreiras, pintor (artista)maneirista português activo entre 1521 e 1562, era até algum tempo atrás identificado como o Mestre de São Quintino. Inicialmente confundido com a última fase de Gregório Lopes, nomeadamente por Luís Reis Santos (1954), embora sempre autonomizado por Reynaldo dos Santos (1950), o Mestre de São Quintino foi estudado em profundidade por Martin Sória (1957) que reuniu à volta desde mestre um conjunto de mais de três dezenas de pinturas, reforçadas por outras atribuições de posteriores de Vítor Serrão.”
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Azores Birdwatching Arts Festival no Megajovem

MEGAJOVEM.PT
A segunda edição do Azores Birdwatching Arts Festival continua na ilha do Pico, tendo a MiratecArts desenvolvido um programa que integra as escolas, aficionados na observação de aves e o público em geral.Na Foto_Galeria, Bombeiros da Madalena, encontra-se patente até à primavera a…
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devolução de obras de arte às ex-colónias?”

João Micael shared a post to the group: LUSO-GALAICOS.

2 hrs

Excelentes e inteligentes considerações de Luís Raposo, arqueólogo e presidente do ICOM Europa (International Council of Museums) sobre a recente – e polémica -, questão da pretendida devolução de artefactos/obras de arte aos países de origem.

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Raposo Luís

“Concorda com a devolução das obras de arte às ex-colónias?”

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TALVEZ… Embora o formato editorial do Expresso nesta coluna (uma espécie de universo a preto e branco) não tenha permitido mais do que “não, mas…” Ora, se há matéria que não pode ser vista a preto e branco, esta é certamente uma delas.

——

Importa antes do mais esclarecer que o meu “não” é um “não, mas…”. E de modo nenhum subscrevo discursos coloniais ora em voga, que repudio e nos envergonham.

Começa porque exijo eu também a devolução quando se trate de apropriação ilegal à luz do direito internacional. E não se pense que se trata de coisa menor. Basta dizer que a Convenção sobre Bens Culturais Roubados ou Ilicitamente Exportados, assinada em Roma em 1995, ainda não foi ratificada por grande número de países europeus, bem como pelos EUA e Canadá (foi-o por Portugal em 2003). E até a velhinha Convenção de Haia (1954) apenas foi ratificada pelo Reino Unido no ano passado e pelos EUA há menos de uma década, ou seja, após a invasão do Iraque e do saque do respectivo Museu Nacional, de que foram depois encontradas peças à venda no mercado de arte internacional.

Curiosamente, a Convenção de Roma não foi também subscrita pela maioria dos países africanos. Porquê? Atentos os níveis de corrupção, pode supor-se que seja porque parte das suas elites políticas preferem ficar de mãos livres para abastecer o mercado com peças que depois se esfumam em colecções privadas, a quem ninguém ousa reclamar devoluções. O comércio mundial de arte africana assim o indica. Sejamos prudentes, pois.

Por outro lado, porque tratar as relações coloniais diferentemente das da guerra, do domínio imperial ou até do comércio de antiguidades? E quais os sentidos da restituição? Ainda há pouco se discutia em Berlim se um padrão erguido em 1485 por Diogo Cão deveria regressar para a Namíbia. Porque não então para Portugal, seu país de origem? E qual o âmbito da restituição? “Apenas” as peças de grande afeição identitária? Ou todas, desde o mineral de há milhões até ao fóssil de há milhares de anos? E obtidas como e quando? O Obelisco que Cleópatra (colonizada e oprimida) “ofereceu” a Júlio César (colonizador e opressor) deve regressar? E também as recolhas de Darwin de espécies hoje porventura extintas?

E o que são “as origens”? Países desenhados por metrópoles coloniais e profundamente coloniais no seu interior? Grupos que se dizem representantes de povos de há milénios ou mesmo séculos? E qual o destino final desses bens: expor em museus, esconder porque nunca deveriam ser expostos, enterrar de novo ou até cremar, para cumprir aquilo que o “esbulho colonial” possa ter interrompido? Nos EUA, os tribunais, “acolitados” pelos cientistas, tiveram já de intervir para que tal não sucedesse a esqueleto datado de há 8 ou 9 mil anos. E assim será em numerosos casos, onde a oposição não se fará entre colonialistas e indigenistas, mas entre entendimento científico, ou Luzes, e velhas dogmáticas, ou Trevas. Ora, chegados aqui, os museus só têm um caminho a seguir: defender a Razão, contra todas as irmandades (islâmicas ou não) e contra todos os fundamentalismos.

O que fica, então? Fica o critério subjectivo e estreito de uma vezes dizer “sim”, outras vezes dizer “não”. Sim, quando estiverem em causa valores identitários longamente sedimentados e indiscutíveis (mais de povos do que de países). Não, em todos os casos contrários, mormente naqueles que tenham como destino final o descaminho, a ocultação ou até a destruição dos bens a devolver.

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Entrevista com Terry Costa,

Terry Portugal Costa shared a post to the group: DiscoverAzores.

10 hrs

Entrevista com Terry Costa, uma referência incontornável no panorama cultural dos Açores. Obrigada por ter aceite o nosso convite para participar no programa A Voz dos Açores da SMTV.

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100 anos de Amadeo

Nicha Carneiro shared a post.

33 mins

-2:57

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Município de Amarante

6 hrs

100 ANOS DEPOIS DE AMADEO

O centenário da morte de Amadeo de Souza-Cardoso em destaque na RTP.

#AmadeodeSouzaCardoso

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