MIRATECARTS Prémios Montanha para a Áustria, Irão e Portugal – Açoriano Oriental

O Montanha Pico Festival já apresentou os vencedores dos prémios da presente edição que contou com 124 fotógrafos participantes de 25 países que concorreram com mais de 360 fotografias.

Source: Prémios Montanha para a Áustria, Irão e Portugal – Açoriano Oriental

 

MAIS UM PRÉMIO DA MIRATECARTS ASSOCIADA AICL

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música no Pico acórdeão a soar nas alturas

Terry Portugal Costa and 2 others shared a video.

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ATIPICOazores is with Márcia Cruz and Nuno Fontoura Carpinteiro.Follow

10 hrs

Missão Cumprida!!!

Foi duro mas chegámos… e houve concerto

Mais um dia Épico e atiPICO a que nos vem habituando o @Montanha Pico Festival

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arte preservada nos Açores

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Creusa Raposo

A Vila Franca do Campo está de parabéns. Os Açores estão de parabéns! Foi aprovada a classificação como Bem Móvel de Interesse Público o painel “Lamentação sobr

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  • Lili Cabral

  • Lúcia Vasconcelos Franco “Diogo de Contreiras, pintor (artista)maneirista português activo entre 1521 e 1562, era até algum tempo atrás identificado como o Mestre de São Quintino. Inicialmente confundido com a última fase de Gregório Lopes, nomeadamente por Luís Reis Santos (1954), embora sempre autonomizado por Reynaldo dos Santos (1950), o Mestre de São Quintino foi estudado em profundidade por Martin Sória (1957) que reuniu à volta desde mestre um conjunto de mais de três dezenas de pinturas, reforçadas por outras atribuições de posteriores de Vítor Serrão.”
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Azores Birdwatching Arts Festival no Megajovem

MEGAJOVEM.PT
A segunda edição do Azores Birdwatching Arts Festival continua na ilha do Pico, tendo a MiratecArts desenvolvido um programa que integra as escolas, aficionados na observação de aves e o público em geral.Na Foto_Galeria, Bombeiros da Madalena, encontra-se patente até à primavera a…
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devolução de obras de arte às ex-colónias?”

João Micael shared a post to the group: LUSO-GALAICOS.

2 hrs

Excelentes e inteligentes considerações de Luís Raposo, arqueólogo e presidente do ICOM Europa (International Council of Museums) sobre a recente – e polémica -, questão da pretendida devolução de artefactos/obras de arte aos países de origem.

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Raposo Luís

“Concorda com a devolução das obras de arte às ex-colónias?”

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TALVEZ… Embora o formato editorial do Expresso nesta coluna (uma espécie de universo a preto e branco) não tenha permitido mais do que “não, mas…” Ora, se há matéria que não pode ser vista a preto e branco, esta é certamente uma delas.

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Importa antes do mais esclarecer que o meu “não” é um “não, mas…”. E de modo nenhum subscrevo discursos coloniais ora em voga, que repudio e nos envergonham.

Começa porque exijo eu também a devolução quando se trate de apropriação ilegal à luz do direito internacional. E não se pense que se trata de coisa menor. Basta dizer que a Convenção sobre Bens Culturais Roubados ou Ilicitamente Exportados, assinada em Roma em 1995, ainda não foi ratificada por grande número de países europeus, bem como pelos EUA e Canadá (foi-o por Portugal em 2003). E até a velhinha Convenção de Haia (1954) apenas foi ratificada pelo Reino Unido no ano passado e pelos EUA há menos de uma década, ou seja, após a invasão do Iraque e do saque do respectivo Museu Nacional, de que foram depois encontradas peças à venda no mercado de arte internacional.

Curiosamente, a Convenção de Roma não foi também subscrita pela maioria dos países africanos. Porquê? Atentos os níveis de corrupção, pode supor-se que seja porque parte das suas elites políticas preferem ficar de mãos livres para abastecer o mercado com peças que depois se esfumam em colecções privadas, a quem ninguém ousa reclamar devoluções. O comércio mundial de arte africana assim o indica. Sejamos prudentes, pois.

Por outro lado, porque tratar as relações coloniais diferentemente das da guerra, do domínio imperial ou até do comércio de antiguidades? E quais os sentidos da restituição? Ainda há pouco se discutia em Berlim se um padrão erguido em 1485 por Diogo Cão deveria regressar para a Namíbia. Porque não então para Portugal, seu país de origem? E qual o âmbito da restituição? “Apenas” as peças de grande afeição identitária? Ou todas, desde o mineral de há milhões até ao fóssil de há milhares de anos? E obtidas como e quando? O Obelisco que Cleópatra (colonizada e oprimida) “ofereceu” a Júlio César (colonizador e opressor) deve regressar? E também as recolhas de Darwin de espécies hoje porventura extintas?

E o que são “as origens”? Países desenhados por metrópoles coloniais e profundamente coloniais no seu interior? Grupos que se dizem representantes de povos de há milénios ou mesmo séculos? E qual o destino final desses bens: expor em museus, esconder porque nunca deveriam ser expostos, enterrar de novo ou até cremar, para cumprir aquilo que o “esbulho colonial” possa ter interrompido? Nos EUA, os tribunais, “acolitados” pelos cientistas, tiveram já de intervir para que tal não sucedesse a esqueleto datado de há 8 ou 9 mil anos. E assim será em numerosos casos, onde a oposição não se fará entre colonialistas e indigenistas, mas entre entendimento científico, ou Luzes, e velhas dogmáticas, ou Trevas. Ora, chegados aqui, os museus só têm um caminho a seguir: defender a Razão, contra todas as irmandades (islâmicas ou não) e contra todos os fundamentalismos.

O que fica, então? Fica o critério subjectivo e estreito de uma vezes dizer “sim”, outras vezes dizer “não”. Sim, quando estiverem em causa valores identitários longamente sedimentados e indiscutíveis (mais de povos do que de países). Não, em todos os casos contrários, mormente naqueles que tenham como destino final o descaminho, a ocultação ou até a destruição dos bens a devolver.

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Entrevista com Terry Costa,

Terry Portugal Costa shared a post to the group: DiscoverAzores.

10 hrs

Entrevista com Terry Costa, uma referência incontornável no panorama cultural dos Açores. Obrigada por ter aceite o nosso convite para participar no programa A Voz dos Açores da SMTV.

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100 anos de Amadeo

Nicha Carneiro shared a post.

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Município de Amarante

6 hrs

100 ANOS DEPOIS DE AMADEO

O centenário da morte de Amadeo de Souza-Cardoso em destaque na RTP.

#AmadeodeSouzaCardoso

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arte para esquecer a tempestade

Hi! My name is… (wait for it)
By Simply Sara Art (goo.gl/G2pC2X)

-0:40

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A poesia sem fronteiras de Mito Elias

SBS.COM.AU
O cabo-verdiano Mito Elias, artista plástico que vive em Melbourne, fala a SBS em Português sobre seu trabalho com a poesia performática em crioulo e português, e experimentações recentes com vídeo e som.
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