histórias coloniais de Angola

Voltando ao tema do discurso sectário a respeito da escravatura e dos Descobrimentos, a que vamos assistindo com pasmo e surda indignação, recordo uma célebre gravura da Raínha Njinga, heroína da História de Angola. A gravura retrata o encontro entre Njinga (então, ainda princesa), enviada pelo seu irmão Ngola Mbandi, rei do Ndongo, para negociar a paz com o governador-geral português, João Correia de Sousa. Este encontro foi em Luanda, em 1622. Njinga rejeitou a alcatifa e as almofadas que os portugueses lhe apresentaram, chamando uma das suas escravas para se sentar nas suas costas. Assim decorreu a reunião, que teve grande sucesso político. No final, o governador acompanhou-a à saída, comentando que estava a esquecer-se da escrava prostrada na sala. Njinga respondeu que a deixava e que uma pessoa da sua posição nunca mais usava o mesmo assento.
Este era o lugar e a época. E fico por aqui. Não pretendo com isto diminuir minimamente a figura da Rainha Njinga, que é uma grande figura histórica dos angolanos e que respeito por inteiro. Mas colocar as coisas no contexto e em perspectiva.
Importa não dar tréguas ao disparate, sobretudo quando usado de forma enviesada, não objectiva e enfurecida.

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Música – “A minha alma é atlântica, porque sou angolano, vivi no Brasil e em Portugal”

O angolano da Velha Chica e de Sofrimento sobe hoje ao palco do Teatro da Trindade com dois violões e percussão, num regresso ao acústico. Waldemar Bastos, um dos cantores da geração da luta de libertação de Angola, regressa depois de ter dado a volta ao mundo musical

Fonte: Música – “A minha alma é atlântica, porque sou angolano, vivi no Brasil e em Portugal”

África minha???

O Huambo. Angola No dia em que conheci o Huambo, travei conhecimento com as incomensuráveis trovoadas africanas que rasgam violentamente o céu de luz e num frenesim alucinante prenunciam as abruptas quedas de água, chuvadas diluvianas. E rugidos de trovões. Ficamos com a sensação que tudo vai desabar; que a linha do horizonte desapareceu e […]

Fonte: África minha???

A maior família do mundo está em Angola: 167 filhos, 175 netos e 35 bisnetos | Conexão Lusófona

Grande parte deste agregado familiar reside no sul de Angola, Cidade de Namibe, na Aldeia da família Tchikuteny.

Fonte: A maior família do mundo está em Angola: 167 filhos, 175 netos e 35 bisnetos | Conexão Lusófona