O valor da biodiversidade

Raquel Guimarães

2 mins

“Há ainda o caso da implantação do projecto do porto espacial na ilha de Santa Maria. Depois da base das Lajes, surge agora uma nova exploração de grande envergadura de que pouco se tem falado. Todos estes exemplos incentivam a emissão de gases com efeito de estufa, contraditórios à política climática. Os custos-benefícios ecológico-económico foram suficientemente estudados? Como ficarão afectados os ecossistemas com a poluição consequente? Em nome do desenvolvimento económico, a perda da biodiversidade é, apenas, um problema secundário.”

PUBLICO.PT
Biodiversidade pode referir-se a qualquer nível de variabilidade existente entre seres vivos, incluindo a diversidade genética dentro da mesma espécie, em espécies diferentes e ecossistemas.

 

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a geração que vem aí não pode salvar o planeta

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Garrochinho Antonio

NÃO ! NÃO SOU CARETA ! PENSO QUE ALGO ESTÁ MAL !
SÃO ESTES OS GAJOS AS GAJAS QUE ESTUDAM PARA ENSINAR, PARA TORNAR O FUTURO MELHOR ?

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A extraordinária história do regresso do urso-pardo

Quando toda a gente olhava para o Gerês, o urso-pardo ia descendo das Astúrias e aproximando-se de Montesinho. Não falta quem veja neste retorno uma nova oportunidade para o interior do país. O urso, bem vistas as coisas, é um bom negócio.

Source: A extraordinária história do regresso do urso-pardo

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as fajãs de são jorge em risco

Informação

Fajãs de São Jorge em risco. O alerta é do empresário Antonio Gomes.
Mais de metade dos espaços não está registado no Plano Director Municipal.
E isso leva a uma construção desenfreada que põe em causa a sua sustentabilidade.

“A sobrevivência das fajãs de São Jorge está em risco.
Mais de 50 por cento desses micro-sistemas nem aparece identificado no Plano Director Municipal.
É uma lacuna que está a suscitar preocupação. Há construções de raíz sem qualquer controlo, denuncia o empresário António Gomes.
São Jorge tem pelo menos meia centena de fajãs. São espaços com identidade muito própria, envoltos em natureza, com um eco-sistema muito frágil.
E por isso António Gomes tem deixado vários alertas para prevenir antes que seja tarde.
Denuncia ainda que a volumetria das construções nas fajãs coloca em causa um dos ex-libris da ilha.
António Gomes, antigo deputado do Partido Socialista na Assembleia Regional dos Açores, reconstruiu algumas casas nas Fajãs de Sao Jorge. São casas de turismo em espaço rural, garante que se as regras forem respeitadas, o património será preservado para bem de todos.
As fajãs da ilha de São Jorge são desde 2016 Reserva da Biosfera da Unesco, um estatuto que poderá ficar em causa com a construção descontrolada de
espaços para turismo rural.” (CV)
https://www.rtp.pt/play/p1246/e403723/jornal-das-8-30 (a aprtir minuto 4’30)

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o regresso dos ursos

Eduardo Fernandes shared a post.
7 April at 21:38

Os nossos ‘parceiros’ pardos, regressam às suas terras.

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Escrever com Luz

Sabia que, depois de séculos de extinção, os cientistas estimam que o nordeste transmontano comece a receber visitas de ursos🐻

Leia aqui a extraordinária história do regresso do urso-pardo ➡️ https://www.dn.pt/…/a-extraordinaria-historia-do-regresso-d…

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DINOSSÁURIOS E A BATALHA DE CARENQUE.

João Filipe Gonçalves Tolentino and Pedro Manuel Gonçalves Tolentino shared a post.
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António Galopim de CarvalhoFollow

33 ANOS A LUTAR

DINOSSÁURIOS E A BATALHA DE CARENQUE.
é o título de um livro que dei a público na Editorial Notícias, em 1994, hoje esgotado.

Leia aqui. num texto condensado, o que convém saber sobre este problema

Leia porque precisamos da sua ajuda e pedimos-lhe que partilhe e se junte a nós nas acções que iremos promover na próxima semana, a anunciar nesta página.

Este é um texto longo e todos sabemos que, via de regra, o número de leitores é inversamente proporcional à extensão das prosas. Mas é um grito de alerta e de revolta por algo de muito importante, em vias de se perder para sempre.

MAS NADA SE FAZ SEM ESFORÇO.
GANHÁMOS UMA LUTA MAS FALTA GANHAR A GUERRA.

E a verdade é que precisamos da todos

Para VERGONHA do “Instituto de Conservação da Natureza”, a jazida com pegadas de dinossáurios de Pego Longo (Carenque) que, há 22 anos, por solicitação minha, em nome do Museu Nacional de História Natural, classificou como MONUMENTO NATURAL (Dec. Nº 19/97, de 5 de Maio), encontra-se no mais confrangedor abandono, convertida, de novo, em vazadouro clandestino e densamente invadido pela vegetação autóctone, mais parecendo uma selva conspurcada por lixo.

Diz o citado diploma legal que cabe a este Instituto (agora também, ilogicamente, dito “das Florestas”), zelar pela proteção e conservação dos Monumentos Naturais que oficialmente classifica.
Uma vergonha!

Esquecida também dos poderes local (a autarquia sintrense) e central, esta importante jazida, em fase acelerada de destruição, está bem viva na mente de todos os que, como eu, sabem do que estão a falar, ou seja, os geólogos, docentes e investigadores nacionais nesta área científica e todos os especialistas internacionais que aqui acorreram, das Américas à China e à Mongólia, sem esquecer, claro, os nossos vizinhos da Europa. Está, ainda, no coração de todos os que respeitam os valores da Natureza.

A luta pela defesa desta jazida paleontológica, que ficou conhecida por “Batalha de Carenque”, remonta a 1986, (há 33 anos, portanto) quando dois finalistas da Licenciatura em Geologia da Faculdade de Ciências de Lisboa, Carlos Coke e Paulo Branquinho, meus ex-alunos, descobriram um vasto conjunto de pegadas de dinossáurios no fundo de uma pedreira abandonada, na altura a ser usada como vazadouro de entulhos e lixeira clandestina, em Pego Longo, concelho de Sintra, na vizinhança imediata de Carenque.

Esta importante jazida paleontológica corresponde a uma superfície rochosa com cerca de duas centenas de pegadas, de onde sobressai, pela sua excepcional importância, um trilho com 132 metros de comprimento, no troço visível, formado por marcas subcirculares, com 50 a 60cm de diâmetro, atribuídas a um dinossáurio bípede.

Além deste, considerado na altura o mais longo trilho contínuo da Europa, identificaram-se, na mesma superfície, pegadas tridáctilas atribuíveis a carnívoros (terópodes), parte delas igualmente organizadas em trilhos.

O chão que suporta estas pegadas corresponde ao topo de uma delgada camada de calcário do Cretácico (com cerca de 92 milhões de anos), com 10 a 15cm de espessura, levemente basculada para Sul. Muito fracturada (à escala centimétrica), esta camada assenta sobre uma outra, bem mais espessa, de natureza argilosa, condições que dão grande fragilidade à dita camada de calcário e, portanto, a esta jazida.

Para além das consequências inevitáveis de degradação decorrentes do uso deste enorme buraco como vazadouro, fui alertado, em Maio de 1992, para o facto de o traçado da então projectada Circular Regional Exterior de Lisboa (CREL) vir a destruir a maior parte do trilho principal, precisamente no seu troço mais interessante. Louvavelmente, a Brisa, empresa interessada neste processo, apercebeu-se do valor patrimonial em causa, mantendo-se em consonância com o Museu Nacional de História Natural na procura de soluções que corrigissem uma tal situação, não desejável.

Após uma longa batalha, de que a comunicação social de então deu ampla divulgação, a abertura dos túneis de Carenque foi, finalmente, a solução aceite pelo governo, representando para as finanças públicas um esforço acrescido, na ordem de um milhão e seiscentos mil contos (8 milhões de euros), merecedor de aplauso. Dois anos e meio depois, a 9 de Setembro de 1995, o então Primeiro-Ministro Cavaco Silva inaugurava a CREL, tendo tido a atenção de me incluir na comitiva que com ele percorreu os túneis de Carenque sob as pegadas de dinossáurios que tanta tinta têm feito correr. Terminava, assim, uma primeira batalha entre os cifrões e a cultura científica, de que esta, em boa hora, saiu vitoriosa.

Mas a guerra não ficou ganha. Há, ainda, como todos sabemos, uma última batalha que é imperioso e urgente ganhar. Ganhá-la passa pela conveniente musealização do sítio, cujo projecto de arquitectura, “Museu e Centro de Interpretação de Pego Longo (Carenque)”, da autoria do Arqº. Mário Moutinho, aprovado pela Câmara de Sintra em 2001 (sob a presidência de Edite Estrela), aguarda há 17 (dezassete) anos o necessário cabimento de verba.

Desde então, com a queda da presidência do PS para o PSD, nada mais foi feito. Simpático, acolhedor e, até amistoso no modo como sempre me recebeu, Fernando Seara nada fez pela salvaguarda deste importante geomonumento. Idêntico tratamento recebi, mais recentemente, de Basílio Horta, mas, infelizmente, tudo continua nos esquecimento. O desinteresse destes senhores pela cultura científica é evidente e lamentável.

A concretização deste projecto não necessita ser encarada em bloco. Pode ser faseada no tempo, começando pelas peças mais urgentes e atractivas. Não é compreensível ter-se dispendido tanto dinheiro na abertura dos túneis, para salvaguarda da jazida, e não viabilizar, agora, o financiamento necessário à conclusão da obra prevista e tirar dela os dividendos culturais e pedagógicos que é lícito esperar como potencial pólo de atracção turística.

Passados 33 anos sobre a sua descoberta, o trânsito automóvel flui normalmente sob um raro e valioso património, lamentavelmente deixado ao abandono. Entretanto, a jazida degrada-se sob a vigência de uma administração cega, surda e muda, indiferente aos milhões já ali investidos, não obstante a obra em falta representar muito pouco face à cifra já gasta com a abertura dos túneis.

E quando, em nome dos euros, se argumenta contra este empreendimento, podemos responder com o enorme potencial turístico desta jazida. A topografia do terreno permite uma boa adaptação do local aos fins em vista, dispondo do lado SW de um pequeno relevo (residual da exploração da pedreira) adaptável, por excelência, a miradouro, de onde se pode observar, de um só golpe de vista e no conjunto, toda a camada – uma imensa laje pejada de pegadas – levemente basculada no sentido do local do observador, numa panorâmica de justificada e invulgar grandiosidade.

Em acréscimo deste significativo potencial está o facto de a jazida se situar na vizinhança de uma grande metrópole e numa região de intensa procura turística (Sintra, Queluz, Belas) e, ainda, o de ser servida por duas importantes rodovias, a via rápida Lisboa-Sintra (IC-19), por Queluz, e a Circular Regional Externa de Lisboa (CREL-A9) que a torna acessível pelo nó de Belas e, no futuro, mais comodamente, pelo nó de Colaride.

O reconhecimento desta jazida como valioso e excepcional relíquia geológica e paleontológica, à escala internacional, é hoje um dado adquirido. Assim e tendo em conta a condição privilegiada da região sintrense e a sua classificação, pela UNESCO, como Património Mundial, justifica-se todo o envolvimento que possa surgir, por parte das administrações local e central, nesta realização, que transcende não só as fronteiras da autarquia, como também as do País.

Todos sabemos que os dinossáurios constituem um tema de enorme atracção entre o público e que qualquer iniciativa neste domínio da paleontologia está votada ao sucesso. Nesta realidade, a Jazida de Pego Longo, convenientemente adaptada a uma oferta de turismo da natureza, de grande qualidade e suficientemente bem equipada e promovida, garante total rentabilidade a todo o investimento que ali se queira fazer.

Pela minha parte, continuo a oferecer, graciosamente (como sempre fiz), o meu trabalho na concretização deste projecto.

Como cidadão profundamente envolvido nesta causa, sinto-me no dever e no direito de nela voltar a insistir.
Esquecidas dos poderes local e central, as pegadas de dinossáurios de Carenque estão bem vivas na mente de todos os que, como eu, sabem do que estão a falar, ou seja, os geólogos, docentes e investigadores nacionais nesta área científica e todos os especialistas internacionais que aqui acorreram, das Américas à China e à Mongólia, sem esquecer, claro, os nossos vizinhos da Europa. Estão, ainda, no coração de todos os que respeitam os valores da Natureza.

Lembrando a sessão de dia 11 de Fevereiro de 1993, no Parlamento, sob a presidência do, para mim, saudoso Prof. Barbosa de Melo, na qual foi votada, por unanimidade (coisa rara), a recomendação ao executivo, no sentido da salvaguarda desta jazida paleontológica, apelo, uma vez mais, ao governo e à autarquia sintrense que reúnam vontades e interesses a fim de que se não perca este valioso património tão antigo quanto cento e doze mil vezes a História de Portugal.
A M Galopim de Carvalho

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Barragem no Zêzere com elevado teor de arsénio em risco de ruir

 

Brigida Rocha Brito,Educação Ambiental, comenta no FB

O desassossego do risco e da incapacidade de definir prioridades em tempo útil… Será que é assim tão difícil perceber e antever os resultados que podem advir em situação de catástrofe….??? Senhores, é a saúde pública que está a ser posta em causa… Água que se consome do Fundão até Lisboa…

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Estudo confirma: produtores do “leite de vacas felizes” abusam dos fertilizantes nos solos açorianos. • Paulo Moniz

O sector dos lacticínios é dos principais contribuidores para as emissões de gases com efeito de estufa.

Source: Estudo confirma: produtores do “leite de vacas felizes” abusam dos fertilizantes nos solos açorianos. • Paulo Moniz

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