Herbicida com glifosato proibido em França. Bayer “surpreendida”

a face oculta e a pegada ecológica dos carros elétricos

Porque pensar importa, deixo aqui um bocadinho das reflexões de Mira Amaral:

“Na Polónia e em Hong Kong o carro eléctrico tem muito green washing, muita lavagem ambiental. Mas está a falar com alguém que amanhã vai receber um Smart eléctrico. Comprei um Smart eléctrico para andar em Lisboa. Tem uma autonomia de 100 quilómetros, felizmente tenho outro carro para a estrada.

Que carro que tem para andar na estrada?

Tenho um Mercedes GLA. Um tipo que não tenha rendimentos para ter dois carros não pode comprar um carro eléctrico. E porque é que o carro eléctrico é útil na cidade? Não é pelo CO2, é pelo NOx, os gases de azoto. O carro eléctrico não emite gases, mas em relação ao CO2 a história está muito mal contada e tenho as maiores dúvidas. Está lá a dizer “zero emissões”, mas eu acho que isso é publicidade enganosa. O carro não emite quanto está a andar, mas as bateriazinhas do carro emitiram muito CO2 quando foram produzidas. E quando forem a reciclar voltam a fazer emissões. O engenheiro Carlos Tavares, CEO da Peugeot, que é um tipo competente na matéria, já levantou várias questões sobre o assunto [quem calculou a pegada ambiente da produção e reciclagem de baterias ou quem garante os materiais para as fabricar]. A verdade é que ninguém fez as contas. Em Portugal, como temos este excesso de renováveis, o carro é útil até para absorver o excesso de renováveis. Mas vamos embarcar alegremente no carro eléctrico para acabar com a dependência dos xeiques árabes e ficamos dependentes das baterias feitas na China? Porque cá não temos lítio, níquel ou cobalto. Uma vez mais a classe política, sempre na óptica do politicamente correcto, está a alinhar nisto.

Porque é que nada disto é estudado, medido?

Isso não existe. Deixámos de ter planeamento energético e as decisões no governo são sempre políticas. Podiam ser políticas com informação técnica, mas o que se está a passar na área do ambiente é que é tudo feito na lógica do politicamente correcto e de acordo com os lóbis ambientais, sem fundamentação técnica. Isto é gravíssimo. Veja o que está a acontecer em França, Macron é vítima deste pessoal. Teve um ministro do Ambiente, Nicolas Hulot, a quem eu chamo o Pimentinha [Carlos Pimenta] francês, que queria tudo em nome do ambiente – é tudo deles, eles é que mandam e estão sempre a gerir a primeira página dos jornais. Claro que era impossível. Demitiu-se, mas deixou lá a herança do excesso de taxação dos combustíveis fósseis para financiar os amanhãs que cantam nos automóveis e na energia… Gerou os coletes amarelos. Macron foi vítima deste excesso. O povo francês, que não é tão pacífico como o português, passou-se. Claro, quando a classe média e média baixa vive com dificuldade e vê os políticos a financiar estes irrealismos, reage. Em Portugal querem que deixemos de andar de automóvel para passar a andar nos transportes públicos. No estado em que estão?! Ridículo. E outra: já tenho medo de andar a pé em algumas artérias da cidade, corro o risco de ser atropelado pelas bicicletas ou pelas trotinetas. Mas estamos nesta fantasia do politicamente correcto e ocupa-se o espaço público sem rei nem roque.

WHY IS SINGAPORE SO CLEAN

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World Economic Forum

A shining example of spotless streets. Learn more about government initiatives in Singapore: https://wef.ch/2NAXqNz

RECICLAR Refuse. Reduce. Reuse. Recycle. Rot.

Filipe Tavares shared a post.

2 hrs

Muito bom! Para quem ainda está na “idade da pedra” nestas coisas, cuidado como interpretam a mensagem… Todos os materiais recicláveis devem ser colocados nos recipientes próprios. O objetivo com FUTURO é evitar o consumo de materiais que são utilizados apenas uma vez. A ideia é Recusar, Reduzir e Reutilizar.

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I Want You To Stop Recycling
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Refuse. Reduce. Reuse. Recycle. Rot.

o antes e o depois da estrada condenada a matar

A ESTRADA que ruiu entre os concelhos de Borba e de Vila Viçosa, no distrito de Évora, ficava junto a duas pedreiras.
Para já, a registar duas vítimas mortais que trabalhavam numa das pedreiras. Há pelo menos quatro pessoas desaparecidas.
A operação é de “grande complexidade”.
A TRAGÉDIA abateu-se no coração do Alentejo.

mortos num desastre ecológico (a incúria e o desleixo matam)

Gostava que nos explicassem isto: se, quanto às estradas, a lei estabelece uma faixa “non aedificandi” (salvo erro, nas EN, 20 metros para cada lado), como é que se pode esburacar todo o terreno à volta até à berma? Como é possível deixar sem sustentação o solo de uma estrada?

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Eduardo Fernandes and Diário de Notícias shared a link.
DN.PT
Dois mortos e pelo menos quatro desaparecidos, na sequência de um aluimento de terras que levou ao abatimento da Estrada Nacional 255 entre Vila Viçosa e Borba, foi o balanço ao fim do dia. Operações de busca e resgate são extremamente delicadas e morosas “podem levar semanas” a…

11 hrs

Municipalizar redes fundamentais tem tudo para dar certo

https://sicnoticias.sapo.pt/…/2018-11-19-Infraestruturas-de…

Lajes confidencial 6 a contaminação na Terceira

Partilha-se a sexta reportagem de Rolando Santos, da TVI, sobre contaminação pela Base das Lajes na ilha Terceira.
A extensão da contaminação é maior do que se pensava conhecer.
Conta com o trabalho técnico de Carlota Paim, Paulo Pereira, Miguel Freitas, João Pedro Vidal Nunes e Ricardo Ferreira.
Tem-se ainda os depoimentos de Alexandra Terra, Orlando Lima, João Ormonde, Maria Carolina Gomes e Norberto Messias, entre outros.

ainda a contaminação na Ilha Terceira

O jornal Diário Insular publica hoje uma notícia com o título: “Pessoas afetadas trabalharam em obras do South Tank Farm: Antigos trabalhadores denunciam casos de cancro”, onde terminam registando posições dos Ministérios da Defesa e Negócios Estrangeiros sobre a contaminação, alvo de recente reportagem de Rolando Santos, da TVI, com o título “Lajes Confidencial”.
Transcreve-se a notícia na integra.

“O quinto capítulo da reportagem da TVI sobre o lado confidencial da Base das Lajes focou-se em possíveis casos de cancro, tanto em antigos trabalhadores ao serviço dos norte-americanos, como na população da Praia da Vitória, devido à contaminação de solos e água por hidrocarbonetos e metais pesados.
Foi primeiro abordada a obra de construção do South Tank Farm, a maior estrutura de armazenamento de combustível desta natureza erguida pelas forças militares norte-americanas fora dos Estados Unidos da América. A empreitada, que envolveu centenas de trabalhadores, decorreu de 1985 a 1990.
Alberto Vieira, capataz na obra do SouthTank Farm, que tem sofrido vários problemas de saúde, incluindo cancro, recorda: “Ninguém aguenta todo o dia de costas baixas. Eles não queriam. Queriam é que a gente trabalhasse à força, talvez para desembaraçar aquelas porcarias que tinham para ali. É o que eu penso”.
Os trabalhadores retiraram as lamas químicas dos anteriores tanques existentes na zona.
“A minha tarefa, mais o pessoal, era, quando as máquinas acabavam aquela zona, entrar para dentro, para limpar de enxada. Era um cheiro muito forte, muito ativo. Fazia mal, que eu também me sentia tonto”, recorda.
Outro trabalhador, que pediu para manter o anonimato, fala da terra que encontraram no local, cor-de-rosa e vermelha: “Enjoava, um enjoo medonho”.
“A única coisa que tínhamos ali era um capacete. Não sei qual era a razão porque, em lugar de nos darem um capacete, não nos deram máscaras, para que a gente respirasse ar puro em condições”, lamenta o mesmo trabalhador.
Para ele, os problemas de saúde surgiram aos 35 anos. “Começaram-me a partir de quando eu estava a trabalhar ali. Uns enjoos, um mal-estar, um querer vomitar sem ter o que vomitar. Fui operado ao cancro do rim em 1985, mas, dois ou três anos antes, já me andava a queixar”, diz.
Alberto Vieira chegou a chamar a atenção para a falta de condições no terreno ao responsável norte-americano que acompanhava a obra. “Disse ao americano que estava um cheiro muito esquisito, que ficávamos tontos. Ele disse: Eu também cheiro, também aguento”.
“Parece que não houve nenhum que não tivesse problemas. Aquele pessoal que aguentou mais tempo (a trabalhar lá). A força do pessoal que trabalhou lá, parece que não há nenhum que não tenha marcas no corpo”, constata.
O rasto de contaminação deixado pelos grandes tanques de combustível que se alinham à entrada da Praia da Vitória é extenso.
Orlando Lima , antigo funcionário da secção de Ambiente da Base das Lajes, diz que o governo português autorizou a colocação de armazenamento de combustíveis sempre nos piores lugares, onde havia falhas. “O combustível vertia porque havia dinheiro para combustível, não havia limite, mas não havia dinheiro para obras, para reparações”, ironiza.
Garante que há aterros “de lamas químicas, de hidrocarbonetos, de restos de lavagens de tanques, feitas junto às bocas dos tanques, até 1995”.
No Juncal, num tanque escavado no solo, foram despejadas lamas e hidrocarbonetos, de origens diversas.
Um relatório de 2003, pedido pelo destacamento norte-americano nas Lajes, confirma esse cenário. “A lama gerada durante a limpeza dos tanques foi enterrada junto das entradas dos tanques ou despejada num fosso de lodo perto do tanque 1609. O combustível de aviação contém chumbo tetraetílico, por isso contaminação por chumbo foi encontrada nos solos onde as lamas foram enterradas”, pode ler-se.
Félix Rodrigues, professor da Universidade dos Açores, sublinha que o chumbo “afeta o sistema nervoso e é bioacumulável”. Não é possível retirá-lo do organismo. No petróleo, em geral, são diversos os elementos que podem ser nocivos à saúde humana e que podem causar cancro.
César Gomes era ainda “adolescente” quando trabalhou, anos mais tarde, na decapagem do interior dos tanques. Aos 30 anos, foi-lhe detetado um tumor maligno no testículo esquerdo. “O meu irmão trabalhou mais tempo, agora é que lhe estão a aparecer cancros. Um colega nosso foi que para o Canadá, o Fernando, teve o mesmo tipo de cancro que eu tive”, conta.
Relata que os trabalhadores usavam um fato branco, uma máscara protetora, quando estavam a fazer a decapagem dentro dos tanques, para os isolar do material usado. De resto, era uma “mascarazinha de papel”.
Um estudo norte-americano de 2006 verificou que o risco de cancro na zona do SouthTank Farm para os trabalhadores que tivessem contacto cutâneo com as substâncias lá presentes estava “acima do aceitável”.
Esta avaliação de risco foi realizada pela empresa Bhate Associates, em três locais (SouthTank Farm, Main Gate e Fire Training Pit).
Quanto à àgua para abastecimento público, o presidente da Câmara Municipal da Praia da Vitória garante que esta cumpre todas as normas de segurança.

Cancros raros
A palavra cancro não é dita apenas pelos antigos funcionários que trabalharam no SouthTank Farm.
Norberto Messias, professor da Escola de Enfermagem de Angra do Heroísmo, que estudou o assunto, afirma que as situações de cancro “não são proporcionais à população que a Praia da Vitória tem”, com incidências familiares muito acima do habitual e “ligações geográficas às áreas contaminadas”,
Refere mais de 10 famílias com “esse tipo de problemas, nessas zonas”.
A TVI ouviu Susana Bettencourt, que morava perto do SouthTank Farm e perdeu uma irmã, de 22 anos, com um melanoma ocular, uma doença rara. Sublinha que a irmã foi seguida por médicos em Inglaterra, que descartaram a hipótese genética.
O marido de Maria Hortênsia Martins também faleceu com esta doença. Viviam lado a lado com o aeroporto. “O que me leva a suspeitar e quase ter a certeza (de uma ligação com a Base das Lajes) é a situação de, num espaço de sete, oito quilómetros, haver três casos de um cancro que é pouco comum em Portugal”, afirma.
Segundo o Centro de Oncologia dos Açores, o número de casos de cancro para a Praia da Vitória e a Terceira não indicam que haja nada de anormal face ao resto dos Açores.
Maria Hortênsia Martins pensa de outra forma: “Não tenho essa impressão, eu tenho a certeza. Este é um meio muito pequeno, toda a gente se conhece… Quando se ouve que faleceu alguém, já nem sequer se coloca a pergunta de quê, porque a gente já sabe a resposta. Nestes últimos 10, 15 anos, tem morrido muita gente nova e toda essa gente morre de cancro”.

Contaminação provocada pela Base das lajes
Lisboa diz estar atenta

A TVI abordou, em reportagens passadas, a possibilidade de existir contaminação radioativa na Terceira. DI questionou os ministérios dos Negócios Estrangeiros e da Defesa sobre a matéria, que emitiram uma resposta conjunta, por email.
“Em sucessivas Comissões Bilaterais, num espírito de diálogo e proximidade, as duas partes têm registado avanços no dossier ambiental e identificado ações futuras. Esperam-se novos desenvolvimentos na CBP marcada para dezembro”, avançam.
É reforçado que a orientação do Governo tem sido a de “dar seguimento às comunicações que lhe são dirigidas (não de forma anónima), seja em relação à qualidade da água, dos solos ou relativas a questões de saúde pública e tem recorrido às entidades públicas competentes para avaliação das situações reportadas”.
Também o Instituto Superior Técnico enviou uma posição ao DI, em que sustenta: “Em junho de 2017 e março de 2018, o Laboratório de Proteção e Segurança Radiológica do IST realizou a monitorização de vários locais na ilha Terceira, onde foram recolhidas amostras para posterior análise em laboratório a pedido da Direção Regional do Ambiente dos Açores para despiste de eventuais áreas de risco radiológico”.
Todas as análises foram realizadas com as metodologias técnicas específicas para este fim, com equipamento devidamente calibrado e com técnicas acreditadas pelo Instituto Português de Acreditação, é reforçado.
“Os resultados das análises efetuadas e publicadas online no ‘Portal do Estado do Ambiente dos Açores’ permitiram concluir que a população residente não se encontra exposta a níveis de radioatividade significativamente mais elevadas do que o fundo radioativo natural, não tendo por isso sido necessário recomendar medidas de proteção radiológica”, sublinha o Instituto Superior Técnico. Esta informação tinha sido já noticiada pelo DI.”

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quando a civilização chegará a Portugal?

em PT lá meter as redes eles metiam, mas depois era uma chatice terem de ir lá tirar o lixo…..
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Eco-pinhal

A Austrália, já começou a testar uma rede de drenagem com malha, para que os plásticos e outros resíduos poluentes não cheguem aos rios e ao mar.
O QUE ACHA DISTO?

AÇORES Lajes Confidencial: base açoriana causou contaminações extensas

Partilha-se a 5ª parte da reportagem de Rolando Santos , da TVI, com o título “Lajes confidencial: Derrames”.
De acordo com o jornalista, “A zona envolvente à Base das Lajes, nos Açores, esteve a ser contaminada com hidrocarbonetos e metais pesados durante décadas. Essas substâncias estão ligadas a várias doenças graves, especialmente o cancro. A situação atingiu com especial gravidade os operários que trabalharam na construção de tanques de combustível, mas há também casos de doenças difíceis de explicar entre habitantes da zona. Esta é quinta parte da série de reportagens “Lajes Confidencial”, que aborda o legado da presença norte-americana nas Lajes, incluindo o nuclear”.

Visão | Agricultura urbana: Do café que não se bebe brotam cogumelos que se comem

Neste projeto de economia circular, nada se perde, tudo se transforma – dos restos de café nascem saborosos cogumelos

Source: Visão | Agricultura urbana: Do café que não se bebe brotam cogumelos que se comem

BOLSONARO INIMIGO DA AMAZÓNIA

«Os planos imprudentes do presidente eleito Bolsonaro de industrializar a Amazônia em conjunto com o agronegócio brasileiro e internacional e os interesses de mineração trariam uma destruição incalculável à maior floresta tropical do planeta e às comunidades que a chamam de lar. Bolsonaro fez campanha com propostas para reduzir drasticamente a aplicação das proteções brasileiras às florestas e o reconhecimento dos padrões de direitos humanos, como os direitos territoriais indígenas. Se percebidas, essas reversões teriam implicações de longo alcance para o clima e o tratamento dos grupos minoritários do Brasil.»

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