BELMONTE SEDE DOS COLÓQUIOS DA LUSOFONIA

José Mário Costa shared a post.
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Durante mais de cinco séculos existiram em segredo. Hoje, Belmonte é um destino mítico para judeus de todo o Mundo.

Reportagem de Paulo Bastos, emitida neste domingo, dia 9/06, no “Jornal da Uma” da TVI.

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Paulo Bastos is at Museu Judaico de Belmonte.

Durante mais de cinco séculos existiram em segredo. Hoje, Belmonte é um destino mítico para Judeus de todo o Mundo.
Eis a minha cena do momento: “#AReliquía“, deste Domingo, no “Jornal da Uma” da TVI.
Com o Miguel Bretiano e o Pedro Vil. A banda sonora original é do António Capote.

“A Relíquia” procura todos os Domingos tesouros esquecidos de Portugal. Como quem busca contos de fadas.

#criptojudaismo #judaismo #judeus #jewish

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livro do “nosso” Francisco Madruga (esperamos por ele na Graciosa)

Convidou-me o Madruga para apresentar o seu livro Histórias (de)Vidas.

Embora leia incessantemente, não sou crítica literária, nem lá perto chego. Acredito, portanto, que o convite foi feito pela amizade que nos liga há 45 anos e, segundo ele diz, porque fui sempre muito insistente para que publicasse as estórias de vidas com que nos ia presenteando, nomeadamente através das redes sociais, mas também nas conversas à volta de uma posta mirandesa ou à mesa de um café. Só por essa razão aceitei. Falar em público não é propriamente o que faço melhor, mas a um amigo não se lhe nega um pedido.

Conheci o Madruga após o 25 de Abril de 1974. Diz-me que fui sua “controleira”; não me lembro, mas se ele diz é porque é verdade. Cheguei a uma idade em que preciso sempre de um Madruga para me avivar a memória e, de facto, nunca conheci ninguém com uma memória tão espantosa, um verdadeiro contador de histórias de vidas, que urgia serem passadas a escrito, precisamente para que a memória não se apague.

Mas o Madruga não é só um homem de histórias. É, como dizia um presidente da Câmara do Porto “uma instituição da cidade”, elogio que não aceitou, por achar que “instituições são ou foram” outros importantes livreiros da cidade. Estou de acordo com o dito presidente da câmara, pois, sem dúvida, o Madruga é hoje um grande dinamizador da leitura para todos, com as suas memoráveis feiras do livro no Palácio de Cristal. Teve a coragem de abrir uma livraria, facto que não acontecia há muitos anos na cidade e que mereceu, pela sua importância cultural para o Porto, a presença do actual presidente da câmara e do então vereador da cultura, Paulo Cunha e Silva.

Mas o Madruga que eu conheço é também um homem combativo, franco, sério, que acha que vale a pena continuar a lutar por uma sociedade mais participativa, sempre dentro da Ética, dos Princípios e da Palavra.

Li o livro e descobri uma prosa que, sem nenhum pedantismo literário nem nenhum barroquismo bacoco, deixa fluir os conteúdos e, como diz Albano Martins no texto introdutório “Algumas palavras”, acorda lembranças: as nossas e as daqueles que connosco fizeram a caminhada. Mas fica, também, a saudade daqueles que aqui são referidos e que foram referências importantes nas nossas vidas e naquilo em que hoje nos tornámos.

As histórias chegam-nos em estado puro e foi esta pureza que me surpreendeu e emocionou.

Madruga, agora que apanhaste a doença, esperemos que ela se torne crónica e que outros livros apareçam.

Para terminar, queria dizer-te que há um livro de ArturoPérez-Reverte que tem por título “Homens Bons”. Neste livro, o autor e cito “dá-nos a conhecer os heroicos homens que quiseram mudar o mundo com os livros”. Para mim é uma obra de referência por variadíssimas razões, e hoje sei que tenho ao meu lado um Homem Bom.

Obrigada, Madruga!

Francisco Madruga Com mil perdões à Teresa Medina que teve a ousadia de falar de improviso. Muito gostaria de colocar aqui a sua intervenção. Mas queria dizer-vos que a dor que se senti ao escrever as histórias foi muito forte. Quando se enfrenta o desconhecido é necessário muita ousadia, coragem e convicção. Porque tudo isto existia em doses muito “poucoxinhas” foi muito importante o vosso incentivo e empurrão amaparado pela vossa amizade. As manifestações que me têm chegado após a leitura do livro são uma prova do vosso companheirismo e do reconhecimento de que a mensagem que pretendi transmitir vos apaixonou. O livro vai andar por aí em apresentações e nas livrarias. A vossa opinião é muito importante para mim.

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homenagem ao associado AICL JOSE ANTONIO SALCEDO

Thank you very much, Rotary, for the distinction “Paul Harris Fellow”. Muito obrigado pela distinção, fiquei muito feliz e honrado. A distinção certamente eleva a minha responsabilidade na sociedade.

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Rotary Portugal Distrito 1970

◾️ RECONHECIMENTO MÉRITO PROFISSIONAL RC PORTO ◾️

“A Educação é mais do que instrução”, foi um dos reptos deixados pelo Eng. José António Salcedo, que fora homenageado na segunda-feira passada no evento de Reconhecimento ao Mérito Profissional do Rotary Club do Porto.

O Governador do nosso Distrito Joaquim Branco marcou presença no evento o que muito honrou todos os presentes, nesta cerimónia que reuniu mais de 80 participantes.

Face ao Curriculum profissional e pessoal do nosso homenageado, foi-lhe atribuído a distinção máxima em Rotary: o Título Paul Harris.

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convite para ser sócio da AICL

Como é costume no início de cada ano desafiamos os que ainda não são nossos sócios a juntarem-se a nós.

Os muitos sucessos que a AICL teve desde 2001 em mais de 30 colóquios deve-os apenas aos sócios que permitem a sua sobrevivência económica.

Venha fazer parte da AICL e participar a custo reduzido nos nossos 2 colóquios anuais, os próximos abril Belmonte http://coloquios.lusofonias.net/XXXI/

Graciosa em outº. http://coloquios.lusofonias.net/XXXII/

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a bela Belmonte sede dos colóquios da lusofonia 2016-2021

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ALDEIAS HISTÓRICAS DE PORTUGAL

Nos dias 7, 8 e 9 de dezembro, as ruas e monumentos da Aldeia Histórica de Belmonte iluminam-se para receber a “Festa das Luzes”. 🎉🎊 😍 São três dias repletos de animação, com diversas atividades como percursos fotográficos, caminhadas, showcooking, concertos e espetáculos comunitários de luz. 🎼🎺🥁😊Traga a família e amigos e venha divertir-se: a entrada é gratuita! ❤️
Saiba mais no nosso blogue 📰➡️ https://goo.gl/Zw8xrY 😉

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URGENTE lembrete PAGAMENTO DE QUOTAS AICL 2019

caros/as associados/as

Se ainda não o fez agradecemos a regularização do pagamento das quotas de 2019.

AS QUOTAS (INALTERADAS) PARA 2019 são de 50.00€ individuais e de 120.00€ coletividades (I P Setúbal, AGLP, etc).

Embora a data limite de pagamento das quotas seja o último dia útil do ano, 28 de dezembro 2018, agradecemos que regularize o pagamento de quotas atempadamente…Lembramos que dispomos de conta PayPal – em especial para os sócios que vivam fora de Portugal.

Após os dois meses de prazo para pagamento, i.e. a 28 de dezembro os associados sem as quotas em dia perdem todos os seus direitos e são automaticamente excluídos.

PAGAMENTOS PARA A CONTA AICL constante da ficha AICL

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sugestões AICL para este natal

SUGESTÕES AICL PARA ESTE NATAL

ISBN: 978-989-735-151-8 J. Chrys Chrystello 2 VOLUMES EDITORA LETRAS LAVADAS www.publicor.pt/ Bibliografia geral da açorianidade / J. Chrys Chrystello. – [s.l.]: Letras Lavadas; Lomba da Maia: Associação Internacional dos Colóquios da Lusofonia. 2017. – 2 v. (810, 838 p.): il.; 21 cm. – ISBN 978-989-735-150-1 (v. 1). – ISBN 978-989-735-151-8 (v. 2)

ChrónicAçores: Uma Circum-Navegação de Timor a Macau, Austrália, Brasil, Bragança até aos Açores de J. Chrys Chrystello ISBN: 9789728985547 www.calendario.pt/

Crónica do quotidiano inútil : vol. I-V: 40 anos de vida literária / J. Chrys Chrystello. – 1ª ed. – Vila Nova de Gaia: Calendário de Letras, 2012. – 231 p.: il.; 20 cm. – ISBN 978-972-8985-64-6 dezembro de 2012 ‧ ISBN: 9789728985646 www.calendario.pt/

Coletânea de textos dramáticos de autores açorianos / [compil.] Helena Chrystello, Lucília Roxo. – 1ª ed. – Vila Nova de Gaia: Calendário de Letras, 2013. – 111 p.; 23 cm. – ISBN 978-972-8985-83-7

Antologia de Autores Açorianos Contemporâneos HELENA CHRYSTELLO Calendário de Letras Edição:12-2011 www.calendario.pt/

Antologia de Autores Açorianos Contemporâneos HELENA CHRYSTELLO Calendário de Letras Edição:12-2011 www.calendario.pt/

Antologia bilingue de autores açorianos contemporâneos = Bilingual Anthology of Contemporary Azorean authors / Helena Chrystello, Rosário Girão; trad. Chrys Chrystello. – 1ª ed. – Vila Nova de Gaia: Calendário de Letras, 2011. – 237 p.; 23 cm. – Ed. bilingue em português e inglês. – Contém bibliografia. – ISBN 978-972-8985-56-1 Edição:11-2011 www.calendario.pt/

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AICL, a sociedade civil atuante (após 30 colóquios da lusofonia)

AICL, a sociedade civil atuante (após 30 colóquios da lusofonia)

Aqui se traça em linhas gerais o já longo percurso da AICL. Um exemplo da sociedade civil num projeto de Lusofonia sem distinção de credos, nacionalidades ou identidades culturais.

Em 2001, os Colóquios brotaram do intuito do nosso primeiro patrono JOSÉ AUGUSTO SEABRA de criar uma Cidadania da Língua, proposta radicalmente inovadora num país tradicionalista e avesso a mudanças. Queríamos que todos se irmanassem na Língua que nos une. Tínhamos gerido o seu projeto ALFE desde 1997 e quisemos torná-lo universal. Pretendíamos catapultar a Língua para a ribalta, numa frente comum, na realidade multilingue e multicultural das comunidades que a usam. A nossa noção de LUSOFONIA abarca os que falam, escrevem e trabalham a língua, independentemente da cor, credo, religião ou nacionalidade.

Gostaria de parafrasear Martin Luther King, 28 agosto 1963, I had a dream…” para explicar como nascidos em 2001 já realizámos trinta Colóquios da Lusofonia (dois ao ano desde 2006 quando passamos a incluir a divulgação da açorianidade literária) numa demonstração de como ainda é possível concretizar utopias num esforço coletivo.

Cremos que podemos fazer a diferença, congregados em torno de uma ideia abstrata e utópica, a união pela mesma Língua. Partindo dela podemos criar pontes entre povos e culturas no seio da grande nação lusofalante, independentemente da nacionalidade, naturalidade ou ponto de residência. Os colóquios juntam os congressistas no primeiro dia de trabalhos, compartilhando hotéis, refeições, passeios e, no último dia despedem-se como se de amigos – as de longa data se tratasse, partilham ideias, projetos, criam sinergias, todos irmanados do ideal de “sociedade civil” capaz e atuante, para – juntos – atingirem o que as burocracias e hierarquias não podem ou não querem. É o que nos torna distintos de outros encontros científicos do género. É a informalidade e o contagioso espírito de grupo que nos irmana, que nos tem permitido avançar com ambiciosos projetos. Somos um vírus altamente contagioso fora do alcance das farmacêuticas.

Desde a primeira edição abolimos os axiónimos, ou títulos apensos aos nomes, esse sistema nobiliárquico português de castas que distingue as pessoas sem ser por mérito. Tentamos que todos sejam iguais dentro da nossa associação e queremos que todas contribuam, na medida das suas possibilidades, para os nossos projetos e sonhos… A nossa filosofia tem permitido desenvolver projetos onde não se reclama a autoria, mas a partilha do conhecimento. Sabe-se como isso é anátema nos corredores bafientos e nalgumas instituições educacionais (universidades, politécnicos e liceus para usar a velha designação), e daí termos tido o 21º Colóquio na esplanada de uma praia…

Em 2010 passamos a associação cultural e científica sem fins lucrativos e, em dezembro de 2015 passamos a ser uma entidade cultural de utilidade pública.

Desconheço quando, como ou porquê se usou o termo lusofonia pela primeira vez, mas quando cheguei da Austrália (a Portugal) fui desafiado pelo meu saudoso mentor, José Augusto Seabra, a desenvolver o seu projeto de Lusofalantes na Europa e no Mundo e aí nasceram os Colóquios da Lusofonia. Desde então, temos definido a nossa versão de Lusofonia como foi expresso ao longo destes últimos anos, em cada Colóquio. Esta visão é das mais abrangentes possíveis, e visa incluir todos numa Lusofonia que não tem de ser Lusofilia nem Lusografia e muito menos a Lusofolia que, por vezes, parece emanar da CPLP e outras entidades.

Ao aceitarem esta nossa visão muitas pontes se têm construído onde hoje só existem abismos, má vontade e falsos cognatos. Felizmente, temos encontrado pessoas capazes de operarem as mudanças. Só assim se explica que depois de José Augusto Seabra, hoje, os nossos patronos sejam Malaca Casteleiro (Academia das Ciências de Lisboa), Evanildo Bechara (Academia Brasileira de Letras) e a Academia Galega da Língua Portuguesa. Depois, acrescentamos como sócios honorários e patronos Dom Ximenes Belo em 2015 e em 2016 José Ramos-Horta (os lusofalantes do Prémio Nobel da Paz 1996), a que se juntaram (em 2016) Vera Duarte da Academia Cabo-Verdiana de Letras e José Carlos Gentili da Academia de Letras de Brasília. Aguardamos a prometida adesão da Academia Angolana a este projeto.

O espaço dos Colóquios da Lusofonia é um espaço privilegiado de diálogo, de aprendizagem, de intercâmbio e partilha de ideias, opiniões, projetos por mais díspares ou antagónicos que possam aparentar. É esta a Lusofonia que defendemos como a única que permitirá que a Língua Portuguesa sobreviva nos próximos duzentos anos sem se fragmentar em pequenos e novos idiomas e variantes que, isoladamente pouco ou nenhum relevo terão. Se aceitarmos todas as variantes de Português sem as discriminarmos ou menosprezarmos, o Português poderá ser com o Inglês uma língua universal colorida por milhentos matizes da Austrália aos Estados Unidos, dos Açores às Bermudas, à Índia e a Timor. O Inglês para ser língua universal continuou unido com todas as suas variantes.

Ao longo de mais de uma década e meia tivemos colóquios em vários locais. Começámos no Porto, depois tivemos Bragança (como base entre 2003 e 2010), Brasil (2010), Macau (2011), Galiza (2012), Seia (em 2013 e 2014), Fundão (2015), Montalegre (2016), Belmonte (2017e 2018), e nos Açores: na Ribeira Grande (2006-2007), Lagoa (São Miguel 2008-2012), Vila do Porto (2011 e 2017), Maia (S Miguel 2013), Moinhos de Porto Formoso (São Miguel 2014), Santa Cruz da Graciosa (2015), Lomba da Maia (S Miguel, Açores 2016), Madalena do Pico 2018.

Os Colóquios são independentes de forças políticas e institucionais, através do pagamento das quotas dos associados e do pagamento de inscrições dos congressistas. Buscam apoios protocolados especificamente para cada evento, concebido e levado a cabo por uma rede de voluntários. Pautam-se pela participação de um variado leque de oradores, sem temores nem medo de represálias. Ao nível logístico, tentam beneficiar do apoio das entidades com visão para apoiar a realização destes eventos. Estabeleceram várias parcerias e protocolos com universidades, politécnicos, autarquias e outros que permitem embarcar em projetos mais ambiciosos e com a necessária validação científica.

Nos Açores, agregaram académicos, estudiosos, artistas plásticos e escritores em torno da identidade açoriana, sua escrita, lendas e tradições, numa perspetiva de enriquecimento da LUSOFONIA. Pretendia-se divulgar a identidade açoriana não só nas comunidades lusofalantes, mas em países como a Roménia, Polónia, Bulgária, Rússia, Eslovénia, Itália, França, e onde têm sido feitas traduções de obras e de excertos de autores açorianos, além das antologias (4) que já publicamos, dois livros de Dom Ximenes Belo dedicados aos Missionários Açorianos em Timor, a história infantojuvenil trilingue O menino e o crocodilo de Ramos-Horta entre várias outras obras que editamos. SOMOS uma enorme tertúlia reforçando a lusofonia, a açorianidade e vincando bem a insularidade. De referir que em todos os colóquios mantivemos sempre uma sessão dedicada à tradução que é uma importante forma de divulgação da nossa língua e cultura. Veja-se o exemplo de Saramago que vendeu mais de um milhão de livros nos EUA onde é difícil a penetração de obras de autores de outras línguas e culturas.

Provámos a vitalidade da sociedade civil quando congregámos vontades e esforços de tantos académicos e investigadores como aqueles que hoje dão vida aos nossos projetos. Esperemos que mais se juntem à AICL – Colóquios da Lusofonia – para fazermos chegar o nosso MANIFESTO a toda a gente e aos governos dos países de expressão portuguesa. Ponto de partida para o futuro que ambicionamos e sonhamos. Com a vossa ajuda e dedicação muito mais podemos conseguir como motor pensante da sociedade civil.

Solução – síntese:

Transformar a consciência do Português. O processo deve começar na comunidade onde vive e convive o cidadão. A comunidade, quando está politicamente organizada em Associação de Moradores, Clube de Mães, Clube de Idosos, etc., torna-se um microestado. As transformações desejadas serão efetuadas nesses microestados, que são os átomos do organismo nacional – confirma a Física Quântica.

Ao analisarmos a conduta das pessoas nos países ricos e desenvolvidos, constatamos que a grande maioria segue o paradigma quântico, isto é, a prevalência do espírito sobre a matéria, ao adotarem os seguintes princípios de vida:

  1. A ética, como base;
  2. A integridade;
  3. A responsabilidade;
  4. O respeito às leis e aos regulamentos;
  5. O respeito pelos direitos dos outros cidadãos;
  6. O amor ao trabalho;
  7. O esforço pela poupança e pelo investimento;
  8. O desejo de superação;
  9. A pontualidade.

Somos como somos, porque vemos os erros e encolhemos os ombros dizendo: “não interessa!” A preocupação de todos deve ser com a sociedade, que é a causa, e não com a classe política, que é o triste efeito. Só assim conseguiremos mudar o Portugal de hoje. Vamos agir! Muito mais se poderia dizer sobre a ação dos Colóquios quer a nível das suas preocupações com o currículo regional dos Açores e outras questões nacionais e internacionais, mas o que atrás fica dito espelha bem a realidade das nossas iniciativas.

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in memoriam

A AICL (Colóquios da Lusofonia) nesta data dedicada a todos os que já partiram, aproveita para lembrar os seus Associados e todos os que participaram anteriormente nos nossos 30 colóquios e, que infelizmente, já não o podem fazer. A todos agradecemos por nos terem ajudado a fazer da AICL aquilo que ela é hoje, começando pelo nosso primeiro patrono e mentor

1. EMBAIXADOR JOSÉ AUGUSTO SEABRA E (ordem alfabética)
2. AMADEU FERREIRA, CMVM (“pai do mirandês”)
3. AMÍLCAR DIAS (MARIDO DA EMBAIXADORA PASCOELA BARRETO)
4. ANTÓNIO V BENTO (UNIV DA MADEIRA)
5. DANIEL DE SÁ (ESCRITOR AÇORIANO)
6. ELSA RODRIGUES DOS SANTOS (SLP)
7. HELGA DE JESUS (MULHER DO ESCRITOR EDUÍNO DE JESUS)
8. HERMANO MOTA (CHÁ DA GORREANA)
9. JOSÉ DIAS DE MELO (ESCRITOR AÇORIANO)
10. JOSÉ NUNO DA CÂMARA PEREIRA (ARTISTA PLÁSTICO)
11. MANUEL SÁ COUTO (ESC SEC ANTERO DE QUENTAL)
12. MANUELA RIBERA CASCUDO (COMPANHEIRA DE ISAAC ESTRAVIZ)
13. MARIA BARROSO (EX-PRIMEIRA DAMA DE PORTUGAL)
14. NORBERTO PONTE (DONO DO RESTAURANTE O CARLOS NA LAGOA)

ass. CHRYS CHRYSTELLO, MA, Presidente da Direção AICL 2.11.2018

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atualizar bibliografia geral da açorianidade

caros amigos

até 31 de dezembro irei fazer a última revisão da bibliografia geral da açorianidade

Durante o ano de 2018 registei mais umas centenas de obras mas continuam a faltar muitas…

a todos que indicaram falhas e omissões, peço que mas indiquem de novo por e-mail ([email protected]) a fim de as acrescentar na versão que surgirá, posteriormente em linha, quando a editora o decidir.

o autor da BGA

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PAGAMENTO QUOTAS DA AICL

Caros associados ESTÃO A PAGAMENTO AS QUOTAS (INALTERADAS) PARA 2019 (50.00€ individuais/120.00€ coletividades. A data limite de pagamento das quotas é 28 de dezembro 2018, data a partir da qual os associados sem as quotas em dia são automaticamente excluídos. Para 2019, mantiveram-se os valores das quotas anuais (50.00€ individuais/120.00€ coletividades) e joia de 10.00€ (novos associados)

1. PAGAMENTOS PARA A CONTA DA AICL –

Nome AICL { Associação Internacional dos COLÓQUIOS DA LUSOFONIA }

NIB – Número de Identificação Bancária

0010 0000 53450500001 62

IBAN – Número Internacional de Conta Bancária
PT50 0010 0000 5345 0500 0016 2
SWIFT/BIC
BBPIPTPL
CONTA 7-5345050000001

BANCO BPI, Av. Antero de Quental, nº. 51 – C, 9500 – 160 Ponta Delgada, AÇORES, PORTUGAL
Tel: 296 30 85 70 * Faxe: 296 28 31 79

Pagamentos PayPal acrescentem 3.20€ até 60€ / 6.40€ até 100€ / 9.40€ até 150€

Nome: Dr Chrys Chrystello/ AICL – Colóquios da Lusofonia

ENDEREÇO PayPal: [email protected]

SE PAGAR COM CHEQUE OU VALE POSTAL FAVOR ACRESCENTAR € 5.00 E ENVIAR TUDO PARA

AICL – COLÓQUIOS DA LUSOFONIA, Rua da Igreja 6, 9625-115 Lomba da Maia S. Miguel, Açores Portugal

Correio eletrónico: [email protected] / [email protected] / [email protected]

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