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ENTREVISTA TSF A JOSÉ SOARES

http://www.acorianooriental.pt/files/multimedia/podcasts/12_Grafonola/9980.mp3 dia 5 de agosto na TSF programa Grafonola ouvimos a entrevista de Zé Soares à TSF

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Energia malparada crónica de José Soares

Energia malparada

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morreu um pintor praiense Ramiro Botelho

O artista praiense Ramiro Botelho faleceu a 31 de julho 2011. Fotos do artista praiense Ramiro Botelho Fotos do artista praiense Ramiro Botelho FB_IMG_1502143952795.jpg ver mais em https://m.facebook.com/lulucafebar/photos/a.600300636811658.1073741829.596213883887000/858583644316688/?type=3 https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=2099980152466&id=1634295988

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Peixe do meu quintal José Soares Jornalista/editor Todos os governos mentem

Peixe do meu quintal José Soares Jornalista/editor Todos os governos mentem

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Peixe do meu quintal CRÓNICA DE José Soares Jornalista O doce amargo de Passos Coelho

Peixe do meu quintal José Soares Jornalista O doce amargo de Passos Coelho

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A Vida No Campo – Percorrem-se-lhe as curvas sinuosas e os vinhedos de Avesso

Terra Chã, 17 de Julho Fonte: A Vida No Campo – Percorrem-se-lhe as curvas sinuosas e os vinhedos de Avesso

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dialetologias Assim se fala em S. Miguel

Fonte: Olá!: Assim se fala em S. Miguel

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Ser da ilha por Daniel Gonçalves

Fonte: Ser da ilha

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crónica de José Soares Máquinas de dialética

Peixe do meu quintal José Soares Jornalista Máquinas de dialética

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crónica semanal de José Soares

Peixe do meu quintal José Soares Jornalista “Está tudo bem assim e não podia ser diferente” (Salazar)

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relembrando mais uma vez Pronúncias dos Açores, por Victor Rui Dores

Fonte: Pronúncias dos Açores, por Victor Rui Dores

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Rosélio Reis um porco de muletas

Rosélio Reis 11 hrs · UMA HISTÓRIA DE TERROR

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Micaelense a residir no Canadá há 57 anos reconstrói carros antigos – Açoriano Oriental

António Couto, um português a residir no Canadá há 57 anos, sempre gostou de antiguidades, mas a reforma permitiu-lhe dedicar-se exclusivamente a esta paixão, em que os carros antigos têm um lugar especial. Fonte: Micaelense a residir no Canadá há … Continuar a ler

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crónica de José Soares A guerra das culpas

Peixe do meu quintal José Soares Jornalista/editor A guerra das culpas

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crónica de António Bulcão Autonomia I Muito se fala e escreve, por estes dias, sobre a Autonomia dos Açores. Que está esgotada, neste modelo. Que necessita de reformas, para se poder revigorar. Chovem os contributos. Dos que escolheram e implementaram este modelo. Dos que em tal sistema se banquetearam ao longo de 41 anos e ainda se alimentam generosamente da carcaça. Creio que, antes de começarmos a fazer (e muito mais, antes de implementarmos) a mínima proposta de alteração, deveremos avaliar com todo o cuidado o que andámos a fazer desde 1976. Avaliar tudo. O modelo escolhido. Como se desenvolveu ao longo de quatro décadas. O que temos, passado esse tempo. A qualidade dos políticos não se avalia pelas medidas que tomam, no tempo em que decidem. Avalia-se, sim, pelos efeitos que as suas decisões produzem, a médio e a longo prazo. Por outras palavras: qualquer político que se preze tem de prever as consequências futuras das suas decisões. Nem que seja em termos de probabilidade. É provável que tenham efeitos positivos ou negativos, ao longo do futuro, as decisões tomadas no presente? Outra pergunta que deve ter sempre no cérebro, quem se dedica à gestão da coisa pública, é porquê. Partindo destes pressupostos, creio que algumas perguntas se impõem, antes de darmos qualquer passo cuja pressa tenha o condão de nos levar ainda mais para a beira do precipício. Por que os que mandavam em 1976 preferiram e escolheram um sistema parlamentar? Foi pela urgência de termos Autonomia constitucional e legal? Foi por falta de paciência ou capacidade para estudar todos os modelos já descobertos até então ou, até, criar um novo, adaptado às nossas características geográficas? Foi por pura cópia? Isto é, ansiosos por nos afastarmos do centralismo, copiámos o sistema nacional? Depois, a outra pergunta, muito mais incómoda: não era absolutamente previsível porque provável que o sistema escolhido viria a dar nisto que temos (ou não temos)? As características geográficas, demográficas e sociológicas deste arquipélago não faziam prever a criação de maiorias parlamentares absolutas? E a plantação de clientelas, em espaços onde vivem apenas poucas pessoas? E o culto da personalidade, o respeitinho por quem manda? E a perda sucessiva da qualidade dos nossos parlamentares, com assento num órgão praticamente inútil, na existência de maiorias absolutas vergadas à vontade do governo e, dentro do governo, de um só homem? E a abstenção crescente a cada acto eleitoral, ao ponto de mais de seis em cada dez açorianos já nem sentirem a necessidade de se deslocarem às urnas um dia de quatro em quatro anos? E a perda de qualidade no interior dos partidos, com menos quadros, menos vitalidade e menos capacidade de intervenção pública? Tudo isto, e muito mais, foi por acaso? Não era nada provável que acontecesse? Propomo-nos, ao longo das próximas semanas, tentar dar respostas a algumas destas questões. Analisar como as coisas se foram desenvolvendo, no interior dos partidos, nos órgãos da Autonomia. Não servirá de nada, dirão muitos. Talvez tenham razão. Mas é o meu humilde contributo, quando seria mais fácil e cómodo estar calado. Talvez seja altura de partilhar algumas poucas ideias que fui recolhendo ao longo dos anos. Porque a História destas ilhas não pode ficar apenas pelo testemunho dos que lá andaram e andam, bradando todos os dias sobre o que é preciso fazer mas… sem fazerem nada. António Bulcão (publicado hoje, no Diário Insular)

António Bulcão 1 hr · Autonomia I

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