Apagão deixa ilha de São Miguel nos Açores sem luz durante uma hora – Portugal – Correio da Manhã

Avaria num grupo gerador da Central Termoelétrica do Caldeirão esteve na origem da falha elétrica. – Portugal, Correio da Manhã.

Source: Apagão deixa ilha de São Miguel nos Açores sem luz durante uma hora – Portugal – Correio da Manhã

ilhéu de Monchique já na placa tectónica norte-americana

Ilhéu de Monchique, Açores, Portugal — o ponto mais ocidental da Europa.
(https://salvador-nautico.blogspot.com/…/ilheu-monchique.html)

SALVADOR-NAUTICO.BLOGSPOT.COM
ILHÉU DE MONCHIQUE — Ponto mais ocidental do Arquipélago dos Açores , da República Portuguesa e da Europa, considerando a totalidade…
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Carlos Marques Maciel Já não pertence à placa euro-asiatica.
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Reply22m

Francisco Santos Sim, Carlos Marques Maciel, isso está referido no texto: «Ponto mais ocidental do Arquipélago dos Açores, da República Portuguesa e da Europa, considerando a totalidade dos Açores como parte da Europa.» «(…) já na placa tectónica norte-americana».
Contudo, noutros âmbitos (político, histórico, botânico, etc) o grupo ocidental das ilhas dos Açores está integrado no conjunto. Penso que se pode “ignorar” as placas tectónicas quando se fala dos Açores noutros âmbitos em que as ilhas são um todo. Em termos de distância, este ilhéu está 30 milhas náuticas mais perto da costa europeia (Portugal continental) do que do Canadá.
Naturalmente, isto é discutível e temos de aceitar diferentes opiniões.

as boas notícias do Gov Regional estão aqui todas … Investimento de 30 ME nas ribeiras para garantir segurança de pessoas e bens (desde 2013…)- Jornal Açores 9

O Presidente do Governo anunciou hoje que, desde 2013, já foram investidos cerca de 30 milhões de euros em ações

Source: Investimento de 30 ME nas ribeiras para garantir segurança de pessoas e bens – Jornal Açores 9

AÇORES não construam de raiz, recuperem

Recuperem habitações já existentes!

O Governo Regional dos Açores, que está a atravessar dificuldades graves e diversas, resolveu vir com um “rebuçado”: vai construir cerca de trezentas habitações a custos controlados. É (mais) um erro!
Nas freguesias açorianas existem centenas de casas devolutas e ao abandono. Melhor seria que o Governo Regional as adquirisse e as recuperasse. Fazia dois serviços num só acto: recuperava património já edificado e proporcionava habitação a custos mais baixos a quem precisa, principalmente os jovens casais. E gastava-se menos dinheiro ao erário público.
No entanto, isso não vai acontecer, porque a mentalidade vigente é construir, é mostrar obra nova, também para agradar a empreiteiros, engenheiros civis e arquitectos. Mas já que o objectivo é construir, então que construam casas de “jeito”, não como aquelas que foram edificadas na freguesia das Sete Cidades…
As finanças regionais estão a “rebentar” por todos os lados. Portanto, deixem-se de megalomanias: recuperar é muito melhor e mais barato do que construir de novo. E proporcionaria melhor ambiente às localidades da nossa terra.

transportes  da era jurássica na ilha de são miguel

transportes da era jurássica na ilha de são miguel

Crónica 220, os transportes que infelizmente ainda temos 14.11.2018

Dizem-me que os transportes na ilha de São Miguel estão ainda configurados à moda dos anos 1970-1980 e às necessidades de então. Não estou a falar das cidades onde existem algumas alternativas, mas sim das pequenas freguesias que polvilham a ilha, onde as pessoas que não disponham de viatura própria têm imensa dificuldade para se deslocar devido aos horários infrequentes e pouco convenientes da transportadora pública, como é o caso, na costa norte, da CRP.

A este problema acresce a vetusta idade dos autocarros, a falta de cumprimento de horários, o excesso de velocidade e de lotação das viaturas, a que muito ocasionalmente a GNR (quando recebe uma queixa) se dedica a multar fazendo parar a carreira.

Nestes últimos meses um diferendo entre as escolas (Direção Regional da Educação) e a CRP para o transporte escolar causou graves transtornos aos alunos ao não se verificar um entendimento entre a DRE e a CRP, sendo dada alguma margem de negociação às escolas (não sei bem os detalhes, mas parece mais uma medida de corte de custos da DRE). O que aconteceu na zona onde habito foi que os autocarros são menos, andam a desoras, vão apinhados de gente em pé (convido-vos a fazer a viagem Lomba da Maia – Ribeira Grande de pé), os alunos chegam atrasados para além da tolerância de dez minutos na entrada e entre a Lomba da Maia e a Ribeira Grande é um reboliço.

Não sabemos quando é que a Direção de Transportes pensa adotar modelos do século XXI para transportar os habitantes da ilha que se deslocam às cidades, nem sabemos quando e como fiscaliza o cumprimento (ou incumprimento) das obrigações contratuais firmadas para o transporte de passageiros. Não sei sequer se é permitido o transporte perigoso de pessoas em pé nos autocarros nestas estradas regionais, mas creio que é tempo de se fazer uma revolução nos meios de transporte existentes que insatisfazem a população.

Nem sonho já com um metro de superfície já que a hipótese de comboio, infelizmente, foi abandonada no início do século passado.

Quando o meu filho estava a estagiar no Nonagon na Lagoa, levantava-se pelas sete horas para apanhar uma camioneta para a Ribeira Grande, depois outra para Ponta Delgada e antes das dez da manhã chegava à Lagoa… e essa era a única forma de se transportar em coletivos para percorrer uma distância de 30,1 km… felizmente libertou-se desse calvário quando adquiriu uma velha viatura para se deslocar demorando em média 29 minutos via EN4-2A and EN1-1A.

Mas e os idosos que têm consulta no hospital ou médico, ou outros afazeres na cidade, e não têm carta de condução nem meios para adquirir viatura própria? Decerto que com as pensões miseráveis que auferem não disporão de 60 euros para irem e virem de táxi…

Mas é preciso agir para mudar este estado de coisas com autocarros velhos (em muitos já deve ter expirado o prazo de validade…), sempre a avariarem (alguns já arderam nos últimos anos durante o percurso), autocarros lotados, horários que não se cumprem (ora chegam mais cedo, ora chegam mais tarde e quem não está na paragem na hora de passagem, estivesse…), lotados nas horas de ponta (em especial nas carreiras das 07.30 e 08.00), passageiros em pé aos solavancos e sem segurança em caso de travagem súbita. Senhores dos Transportes, responsáveis pela inexistente política de transportes coletivos capazes para as freguesias fora das cidades acordem para o século XXI e façam algo como aumentar a frequência das carreiras, fiscalizem os horários e as condições de transporte…. Modifiquem contratos para se substituírem os velhinhos autocarros por outros mais modernos e mais pequenos para serem rentáveis

… afinal só peço que saiam dos vossos gabinetes confortáveis e inspecionem anonimamente os percursos entre Ponta Delgada, e Furnas ou para o Nordeste…levantem-se cedo e vejam o que é viajar na carreira das 07.30 ou das 08.00 da Lomba da Maia para a Ribeira Grande…afinal é para isso que vos pagam, para o povo que paga os seus impostos e não tem um serviço de transportes coletivos digno e capaz.

Chrys Chrystello, Jornalista

[MEEA/AJA (Australian Journalists’ Association

Membro Honorário Vitalício nº 2977131, 1983-2018) carteira profissional AU3804]

Pobreza e insucesso escolar preocupam Conselho de Ilha de São Miguel

O Conselho de Ilha de São Miguel, nos Açores, manifestou hoje preocupação com a pobreza e com o insucesso escolar, destacando que a ilha apresenta os valores mais elevados do arquipélago.

Source: Pobreza e insucesso escolar preocupam Conselho de Ilha de São Miguel

A NOVA CADEIA E A BAGACINA MAIS CARA

A NOVA CADEIA E A BAGACINA MAIS CARA 2018-11-13

 

A BAGACINA MAIS CARA DA EUROPA!

O processo de construção de uma nova cadeia na ilha de S. Miguel é mais velho que a Salve Rainha.
Faz agora exactamente 11 anos que foi anunciado por Carlos César a construção do novo estabelecimento prisional, assim como o compromisso de instalar nos Açores um Centro Educativo para Jovens, depois de um encontro com o então Ministro da Justiça, de visita a Ponta Delgada.
“Tomámos a decisão de proceder à alienação do estabelecimento prisional da Boa Nova, visto que a sua localização e as suas condições impõem a sua substituição por um estabelecimento com mais capacidade e com melhor localização. Vamos agora, através de um trabalho conjunto com o Governo dos Açores, encontrar as melhores alternativas para viabilizar a nossa decisão”, anunciou então, numa conferência de imprensa, o ministro Alberto Costa.
E prometeu mais: “Vamos criar um Centro Educativo para Jovens nos Açores, de modo a evitar que os jovens insulares, responsáveis por práticas que corresponderiam a crimes se fossem imputáveis, tenham de viver no continente para cumprir as medidas aplicadas”.
11 anos depois, nem uma coisa, nem outra! E ontem ficamos a saber que não haverá Centro Educativo nenhum.
No ano seguinte, 2008, Carlos César foi a Lisboa por causa deste assunto e no final declarou: “Eu tenho expectativas muito positivas em relação ao plano de investimentos na área do Ministério da Justiça, particularmente neste último período”. Reconhecendo embora um historial de incumprimento, por
parte de serviços do Estado, em investimentos na Região, sublinhou que há um esforço muito interessante do Ministério da Justiça que revela um novo ritmo e uma nova vontade em recuperar o tempo perdido”.
Foi mesmo tempo perdido… até hoje.
Na continuação da saga, em 2009, é anunciado novamente por Carlos César que a Direcção Geral dos Serviço Prisionais “vai proceder aos estudos necessários à implantação de um novo estabelecimento prisional na ilha de S. Miguel, em terrenos que o Governo dos Açores se propõe ceder para esse efeito”.
Os terrenos foram localizados e situavam-se nas Murtas, no caminho velho que liga ao Pico da Pedra.
“A sua cedência terá carácter gratuito, no quadro da “necessária cooperação com outros órgãos de poder, tendo em vista a resolução de questões que afectam directamente a vida dos cidadãos dos Açores”, garantia o Governo Regional.
Passaram-se os anos e em 2012, um Secretário de Estado vem a Ponta Delgada e, depois de reunir com o Presidente do Governo, volta a anunciar a necessidade de construir uma nova cadeia, considerando a situação actual “preocupante”, mas frisou a necessidade de reanalisar a situação devido às
dificuldades financeiras.
A coisa arrastou-se e a actual cadeia foi-se degradando, ao ponto de ser considerada um atentado aos direitos humanos, servindo mesmo de bandeira à Ordem de Advogados, que prometeu queixa internacional mas de que nunca
mais se ouviu falar.
Agora parece que “é mesmo”, apesar de todas as desconfianças, porque voltou a ser promessa eleitoral nas eleições nacionais, mas já se percebeu que nunca será nesta legislatura.
Pior: desistiram da localização inicial e optaram agora por uns terrenos, onde é preciso remover bagacina durante dois anos, com um custo de 3 milhões de euros, como ontem confessou mais uma Secretária de Estado em romaria a esta ilha.
Ou seja, num processo urgente como este, escolhem a opção mais demorada e, ainda por cima, mais cara.
Rica bagacina!
Serve para tudo, até como pretexto para empurrar, mais uma vez, o problema para as calendas gregas…

Osvaldo Cabral

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