iguarias da ilha da Taipa (Macau)

O restaurante “Ao Grama”, na Taipa, foi o local escolhido

Centro de Portugal promove iguarias na RAEM

para uma mostra de iguarias típicas portuguesas com o objectivo de atrair a atenção de empresários do território. Esta é uma acção promocional da InovCluster que “pretende promover as indústrias e iguarias da Região Centro de Portugal”, explicou Luís Pinto de Andrade, vice-presidente da associação.
“Esperamos que o evento de hoje aumente a internacionalização das empresas portuguesas, as exportações e diminua o défice da nossa balança comercial”, disse o responsável.
Em exposição estiveram vinhos, enchidos, queijos, azeites, compotas e outros produtos típicos que foram seleccionados de acordo com a disponibilidade de várias companhias da região para procurar novos mercados.
Para Luís Andrade, organizar actividades promocionais de produtos portugueses em Macau é crucial pelo facto do território ser “uma porta aberta e um degrau para atingir um patamar maior: o mercado da China aqui ao lado e outros como o de Taiwan”.
Ainda que o objectivo final seja a divulgação no Continente chinês, o vice-presidente da InovCluster referiu ao JORNAL TRIBUNA DE MACAU que faz sentido começar a promover os produtos na RAEM, tendo em conta que a existência de “uma comunidade portuguesa grande” e as ligações “afectivas e históricas” a Portugal facilitam “a entrada e a transacção de produtos ocidentais numa cultura gastronómica oriental”.
Porém, Luís Andrade ressalva que a integração de elementos ocidentais na culinária asiática implica um processo que “pode demorar algum tempo”, por ser necessário “aprender a gostar” dos produtos que considera “excepcionais”, exemplificando com o facto da mostra incluir o queijo reconhecido como “o melhor do mundo” – o queijo amarelo.
No “Ao Grama” estiveram expostos cerca de 15 produtos portugueses oriundos maioritariamente da região centro do país, sendo que alguns são fruto de novas tendências na indústria. “Os produtos alimentares, como muitos outros, têm um período de vida muito curto e as empresas do sector devem estar cada vez mais conscientes de que têm que inovar e desenvolver novos produtos que vão ao encontro das necessidades dos consumidores”, disse Luís Andrade, dando como exemplo o azeite com fios de ouro. O vice-presidente da InovCluster contou que “o ouro é reconhecido há muito tempo como indutor do bem-estar físico”, salientando que o evento ofereceu a “oportunidade para provar o azeite com fios de ouro dos produtores do Fundão” que “deverá ter algum sucesso no mercado chinês”.
Pedro Lobo, CEO da empresa local “Palatium Fine Wines”, estava a representar a autarquia do Fundão que expôs produtos que iam desde os vinhos, aos queijos ou compotas. O objectivo é “estabelecer contactos com distribuidores e importadores que queiram incluir estes produtos no mercado”.
Os produtos do Fundão têm sido apresentadas na RAEM por diversas ocasiões ao longo dos últimos dois anos, nomeadamente durante o Festival da Lusofonia. Para Pedro Lobo, a receptividade dos consumidores asiáticos aos produtos da região é “normalmente muito boa, ao contrário do que se espera e se ouve dizer”.
Jeffrey Vong e Herby Lei Kit Chi, empresários ligados à distribuição de produtos alimentares, também se deslocaram ao restaurante na Rua de Coimbra para provar as iguarias típicas e avaliar o interesse em exportá-las para a China.
Herby Chi, referiu ao JORNAL TRIBUNA DE MACAU que é “mais fácil a venda de produtos portugueses em Macau, quando comparamos com a China ou mesmo Hong Kong”. A sua companhia já importa vinho, enchidos e azeite para os supermercados locais, mas procura novos produtos para levar ao mercado chinês. “Estas marcas ainda são novas para mim, que por agora não conheço. Talvez no futuro possa importá-las”, disse.
Jeffrey Vong, da Chip Seng Coffee, acredita que “as pessoas estão cada vez mais interessadas em experimentar comida europeia” e que a portuguesa é “muito boa”. Considera, ainda assim, que é preciso “ter em conta que alguns produtos implicam maiores custos e cuidados”. Por isso, ainda terá que “pensar nos novos produtos que possa querer importar”.
O evento que foi organizado em conjunto com a Associação Portuguesa de Turismo de Culinária e Economia (APTECE).
HENRIQUE MANHÃO
I.A.
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ADRIANO MOREIRA NA RTP AÇORES NOV 2014

Rui Goulart also commented on his photo.
Rui wrote: “Para quem não viu e estiver interessado: Professor Adriano Moreira em entrevista à RTP Açores no Programa “Direito de Resposta”.
tópicos:
– o Mar
– A Base das Lajes.
– Autonomia.
– A esperança.
– As janelas da liberdade.
– As falhas de Portugal e a Europa.
– Anarquia internacional.
– Análise aos partidos em Portugal.
– Voltava a ser Ministro de Salazar?
(Resposta notável).
– O eixo e a roda dos valores.
– Relação com Deus.
– A vida e a morte.
http://videos.sapo.pt/UQLLRdCR6FTsCIjWe9aK”

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Modo de falar e regionalismos distinguem português brasileiro do africano

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Modo de falar e regionalismos distinguem português brasileiro do africano
Publicado em Novembro 28, 2014por IILP Continuar a ler Modo de falar e regionalismos distinguem português brasileiro do africano

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