TÁXIS A VERDADE TODA POR TOMÁS QUENTAL

Táxis: é preciso conhecer a verdade toda

O país assiste a uma greve dos táxis e dos taxistas. Em várias cidades e, pelos vistos, para durar. Muito barulho, muito ruído, mas apenas uma parte da verdade, porque nem os taxistas dizem a verdade toda, nem os jornalistas, pelos vistos também, conhecem a verdade toda.
Primeiro: é verdade, sim senhor, que os taxistas e as empresas de táxi perderam muito com o surgimento das plataformas digitais de serviço de transporte de pessoas. Segundo: o serviço prestado através das plataformas digitais é, em vários casos, de maior qualidade, mais barato, mais higiénico e também mais discreto, um factor a ter em conta. Terceiro: dizem que há motoristas que trabalham nos dois sectores, nos táxis tradicionais e, nas horas vagas, com viaturas descaracterizadas através das plataformas digitais, o que, a ser verdade, só permite aconselhar que estejam calados.
Quarto: as licenças de táxis têm contingentes estabelecidos pelas autarquias, pelo que que são transacionadas ilegalmente por valores muito elevados, negócio que foi muito afectado e desvalorizado com o surgimento das plataformas digitais, porque agora há mais concorrência.
Quinto: nem todos os motoristas de táxi são honestos, pelo que, de vez em quando, alguns enganam os utentes.
Resumindo e concluindo: os repórteres que andam a “cobrir” as manifestações dos táxis e dos taxistas deviam “estudar a lição”, para colocarem as questões que se impõe, para que a verdade, toda ela, seja conhecida, reconhecendo que a classe tem razão, mas só parcialmente.

será só incompetência da FCT ou algo mais sinistro?

Tantos casos assim… “Pode aceitar-se que a avaliação da FCT é rigorosa e exigente, mas dificilmente será mais exigente que a do ERC, uma das mais prestigiadas fontes de financiamento europeu para a investigação científica. Os nove avaliadores do ERC que comentaram a candidatura de Claudia Bank foram exaustivos e rigorosos nas várias páginas do relatório de avaliação que enviaram, bem mais exaustivo do que o comentário deixado pelos dois avaliadores da FCT. Onde os avaliadores do ERC viram uma investigadora com um excelente histórico de publicações num nível internacional de topo, os avaliadores da FCT viram uma investigadora que tinha “alguma experiência internacional” e “alguma experiência na supervisão” de alunos. Os avaliadores do ERC viram que o projeto era desafiante, mas que a investigadora tinha mostrado conhecer os desafios; os avaliadores da FCT acharam que a proposta estava mal apresentada e não era concretizável. O ERC achou que Claudia Bank podia gerir 1,4 milhões de euros, a FCT não achou que merecesse financiamento.”

prémio saudável para o tabaco

Num sei porquê…mas deu-me vontade de rir!

Tabaqueira ganha prémio por contribuir para a melhoria da saúde

21/09/2018

A Associação Portuguesa de Ética Empresarial (APEE) distinguiu a Tabaqueira “pelas suas práticas de sustentabilidade relacionadas com o desenvolvimento de produtos que têm em vista a redução dos malefícios decorrentes do consumo de produtos de tabaco combustíveis”, anunciou a organização, em comunicado.

A subsidiária portuguesa da Philip Morris International (PMI) ganhou esta distinção na área “Saúde de Qualidade” no âmbito da iniciativa Reconhecimento de Práticas Responsabilidade Social e Sustentabilidade, promovida pela APEE, que “visa distinguir a implementação de políticas e modelos de boa governação em organizações dos sectores público e privado, com e sem fins lucrativos, que criam valor para as suas partes interessadas e contribuem activamente para o desenvolvimento sustentável”.

“Esta distinção é um reconhecimento da nossa postura de mercado e um estímulo para continuarmos a desenvolver e a disponibilizar produtos que proponham aos fumadores adultos uma nova e melhor opção para si próprios e para a sociedade”, reagiu Miguel Matos, director-geral da Tabaqueira.

A maior produtora de tabaco instalada em Portugal apresentou a sua candidatura a esta iniciativa na área “Saúde de Qualidade”, uma das 17 categorias em jogo no quadro da responsabilidade social e dos objectivos de desenvolvimento sustentável (ODS) das Nações Unidas.

“Um júri independente, constituído por representantes de organizações de diversas áreas, escolhido pela APEE, distinguiu a empresa pelas suas práticas naquele domínio, reconhecendo em especial os ganhos que poderão resultar para a saúde pública da substituição do consumo dos produtos de tabaco combustíveis por produtos sem combustão”, enfatiza a associação.

“Esta distinção é um reconhecimento da nossa postura de mercado e um estímulo para continuarmos a desenvolver e a disponibilizar produtos que proponham aos fumadores adultos uma nova e melhor opção para si próprios e para a sociedade”, reagiu Miguel Matos, director-geral da Tabaqueira.

A produtora de tabaco defende que “é hoje consensual entre a comunidade científica que a combustão e o fumo que aquela gera constituem a principal fonte da nocividade do consumo de produtos de tabaco e que a nicotina, não sendo inócua, embora factor de dependência, não seja causa da maior parte das doenças associadas ao consumo de cigarros”.

Daí que, sustenta a dona da Tabaqueira, a PMI tenha dedicado “os últimos 15 anos a desenvolver produtos alternativos aos cigarros, capazes de providenciar a administração de nicotina sem recurso a qualquer processo de combustão”.

A PMI assumiu entretanto “o compromisso de contribuir para a construção de um futuro livre de fumo e de proceder à substituição dos cigarros por produtos sem combustão no mais breve prazo possível”.

Para calibrar “a seriedade desse compromisso”, a PMI revela que “em 2017 aproximadamente 40% da despesa comercial da empresa em todo o mundo e cerca de 75% do investimento global da PMI” se ter destinou “aos produtos que disponibilizam nicotina sem combustão”, sendo sua “ambição” que 30% das suas vendas sejam até 2025 constituídas por produtos sem combustão.

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crises sísmicas nos Açores

além da atual crise na Terceira temos uma em S Miguel

Continua a crise sísmica…

O Centro de Informação e Vigilância Sismovulcânica dos Açores (CIVISA) informa que às 09:30 (hora local = hora UTC), do dia 21 de setembro foi registado um evento com magnitude 2,5 (Richter) e epicentro a cerca de 2 km a SW de Povoação, ilha de S. Miguel.

De acordo com a informação disponível até ao momento o sismo foi sentido com intensidade máxima V (Escala de Mercalli Modificada) na vila da Povoação. O evento foi ainda sentido com intensidade IV em Nossa Senhora dos Remédios, Furnas, Ribeira Quente, Faial da Terra e em Água Retorta.

O CIVISA continua a acompanhar o evoluir da situação.

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