invitaminerva45: HOMENAGEM A JOÃO DA NOVA, MARINHEIRO GALEGO AO SERVIÇO DE PORTUGAL

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Peixe do meu quintal José Soares Divórcio à inglesa

Peixe do meu quintal José Soares

Divórcio à inglesa

Nacionalistas demais para pertencerem a qualquer instância sem que isto não seja nas suas coloniais condições, aquela coisa estranha a que chamam “reino unido” tem neste momento tudo, menos a união desejada.

Nunca entrou completamente na União Europeia, não aderindo à moeda única, mas beneficiando do mercado comum, do livre trânsito dos seus cidadãos e mercadorias e tendo todos os benefícios dos restantes membros, o que implicava uma devassa discriminatória para com os restantes membros, para não mencionar um sem número de outras coisas a que todos fechavam os olhos, numa estratégia em prol da união de facto de toda a UE.

Agora e depois de um referendo cujos resultados dividiram a meio o unido reino, com notória manipulação mentirosa e forte propaganda sobre a perda de soberania política, por parte do SIM à separação, estes ganharam com 52%, contra 48% do NÃO ao divórcio.

No parlamento em Londres, na última quarta-feira, a primeira-ministra Theresa May foi bombardeada por todos os lados e já sofreu mais cinco demissões no seu governo. Num ano, May já perdeu nove ministros, todos como resultado do Brexit.

Sabendo nós que os referendos são o que são e num momento de suma importância, como seja a saída de um membro da UE com tudo o que isto implica para a vida das pessoas, os referendos a fazer no futuro (e este incluído) deveriam exigir um mínimo de dois terços do resultado e não apenas 50% e mais um. Pelo que assistimos neste referendo, quase metade da população (49%) fica de fora e dela ninguém fala. A complacência em demasia, confundida com democracia, provocou o desespero a esta grande minoria referendária.

Todo o processo foi mau desde o seu início. A união política e monetária da Europa, só irá sobreviver se Bruxelas acautelar medidas mais rigorosas nos referendos dos estados membros.

O desmembramento da UE não pode passar por referendos simplórios, ou em breve corremos o risco de ver uma Itália ou outro membro, cujo governo irreverente para com as regras da unificação, se abrace aos nacionalismos exacerbados e promova um qualquer e simples referendo para sair.

Quem concorda em entrar, com toda a complexidade de um processo exigente, política e economicamente, terá igualmente de enfrentar as mesmas dificuldades para sair. A figura de União Federativa assim o exige. Veja-se os casos do Brasil, EUA ou México enquanto federações de estados, ou Canadá, enquanto Confederação, cujas províncias podem sair mas sempre com grandes reservas. O Quebeque será o exemplo mais recente. Nas federações, as dificuldades são incalculáveis. A guerra civil americana no século XIX é prova dramática levada ao extremo.

Todo este desastre político, demonstra que os políticos em Bruxelas estão ainda a aprender. Só que erros destes custam a todos nós enormes perdas em todos os sentidos.

Perder um mercado como a Inglaterra, Gales, a Escócia e a Irlanda do Norte, conta muito para todos os restantes europeus.

Trump está a apoiar Theresa May. Ele só pode estar interessado no desaparecimento dessa enorme potência chamada União Europeia. A velha história de dividir para reinar.

Desesperada politicamente, com divisões no seu próprio partido – o conservador – com um governo minoritário apoiado pelo Partido Democrata Unionista – que na sua maioria está contra a reposição de fronteiras numa ilha também ela dividida pelo radicalismo inglês (a Irlanda) – a senhora May só terá de demitir-se e com isto provocar eleições. Plebiscito este que poderá (ou não) provocar novo referendo.

A República da Irlanda é membro por inteiro da UE. Como o próprio nome indica, é uma república independente que nada tem a ver com a monarquia inglesa. Várias desavenças ao longo dos anos dividiram a Ilha da Irlanda que hoje tem dois territórios: a república ao sul e a chamada Irlanda do norte, anexada pelos interesses religiosos e políticos da Inglaterra. Os americanos aprenderam com a “mãe pátria” inglesa a dividir para reinar.

Todos sabemos que este Brexit começou com um ridículo referendo. Ninguém é ainda capaz de dizer ao certo como vai terminar.

Quando confrontada pela pergunta de um deputado escocês sobre o facto de a Escócia não ser sequer mencionada nas conversações do que ela subtilmente chama “acordo técnico” com a UE, a primeira-ministra levantou o nariz colonial e respondeu regiamente: ”A Escócia é parte integrante do Reino Unido e ponto final”. Será que outra fronteira será levantada entre a Escócia e a Inglaterra? Também aqui há uma maioria escocesa para ficar na União Europeia. Segundo os estudos de sondagem feitos, uma maioria mais forte e convincente do que a do referendo que provoca o Brexit!

Os acontecimentos dos tempos próximos terão especial relevância no desenlace (ou não) deste divórcio à inglesa, que quer ir embora, mas continuar com benefícios que desde o início nunca deveria ter tido.

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AICL, a sociedade civil atuante (após 30 colóquios da lusofonia)

AICL, a sociedade civil atuante (após 30 colóquios da lusofonia)

Aqui se traça em linhas gerais o já longo percurso da AICL. Um exemplo da sociedade civil num projeto de Lusofonia sem distinção de credos, nacionalidades ou identidades culturais.

Em 2001, os Colóquios brotaram do intuito do nosso primeiro patrono JOSÉ AUGUSTO SEABRA de criar uma Cidadania da Língua, proposta radicalmente inovadora num país tradicionalista e avesso a mudanças. Queríamos que todos se irmanassem na Língua que nos une. Tínhamos gerido o seu projeto ALFE desde 1997 e quisemos torná-lo universal. Pretendíamos catapultar a Língua para a ribalta, numa frente comum, na realidade multilingue e multicultural das comunidades que a usam. A nossa noção de LUSOFONIA abarca os que falam, escrevem e trabalham a língua, independentemente da cor, credo, religião ou nacionalidade.

Gostaria de parafrasear Martin Luther King, 28 agosto 1963, I had a dream…” para explicar como nascidos em 2001 já realizámos trinta Colóquios da Lusofonia (dois ao ano desde 2006 quando passamos a incluir a divulgação da açorianidade literária) numa demonstração de como ainda é possível concretizar utopias num esforço coletivo.

Cremos que podemos fazer a diferença, congregados em torno de uma ideia abstrata e utópica, a união pela mesma Língua. Partindo dela podemos criar pontes entre povos e culturas no seio da grande nação lusofalante, independentemente da nacionalidade, naturalidade ou ponto de residência. Os colóquios juntam os congressistas no primeiro dia de trabalhos, compartilhando hotéis, refeições, passeios e, no último dia despedem-se como se de amigos – as de longa data se tratasse, partilham ideias, projetos, criam sinergias, todos irmanados do ideal de “sociedade civil” capaz e atuante, para – juntos – atingirem o que as burocracias e hierarquias não podem ou não querem. É o que nos torna distintos de outros encontros científicos do género. É a informalidade e o contagioso espírito de grupo que nos irmana, que nos tem permitido avançar com ambiciosos projetos. Somos um vírus altamente contagioso fora do alcance das farmacêuticas.

Desde a primeira edição abolimos os axiónimos, ou títulos apensos aos nomes, esse sistema nobiliárquico português de castas que distingue as pessoas sem ser por mérito. Tentamos que todos sejam iguais dentro da nossa associação e queremos que todas contribuam, na medida das suas possibilidades, para os nossos projetos e sonhos… A nossa filosofia tem permitido desenvolver projetos onde não se reclama a autoria, mas a partilha do conhecimento. Sabe-se como isso é anátema nos corredores bafientos e nalgumas instituições educacionais (universidades, politécnicos e liceus para usar a velha designação), e daí termos tido o 21º Colóquio na esplanada de uma praia…

Em 2010 passamos a associação cultural e científica sem fins lucrativos e, em dezembro de 2015 passamos a ser uma entidade cultural de utilidade pública.

Desconheço quando, como ou porquê se usou o termo lusofonia pela primeira vez, mas quando cheguei da Austrália (a Portugal) fui desafiado pelo meu saudoso mentor, José Augusto Seabra, a desenvolver o seu projeto de Lusofalantes na Europa e no Mundo e aí nasceram os Colóquios da Lusofonia. Desde então, temos definido a nossa versão de Lusofonia como foi expresso ao longo destes últimos anos, em cada Colóquio. Esta visão é das mais abrangentes possíveis, e visa incluir todos numa Lusofonia que não tem de ser Lusofilia nem Lusografia e muito menos a Lusofolia que, por vezes, parece emanar da CPLP e outras entidades.

Ao aceitarem esta nossa visão muitas pontes se têm construído onde hoje só existem abismos, má vontade e falsos cognatos. Felizmente, temos encontrado pessoas capazes de operarem as mudanças. Só assim se explica que depois de José Augusto Seabra, hoje, os nossos patronos sejam Malaca Casteleiro (Academia das Ciências de Lisboa), Evanildo Bechara (Academia Brasileira de Letras) e a Academia Galega da Língua Portuguesa. Depois, acrescentamos como sócios honorários e patronos Dom Ximenes Belo em 2015 e em 2016 José Ramos-Horta (os lusofalantes do Prémio Nobel da Paz 1996), a que se juntaram (em 2016) Vera Duarte da Academia Cabo-Verdiana de Letras e José Carlos Gentili da Academia de Letras de Brasília. Aguardamos a prometida adesão da Academia Angolana a este projeto.

O espaço dos Colóquios da Lusofonia é um espaço privilegiado de diálogo, de aprendizagem, de intercâmbio e partilha de ideias, opiniões, projetos por mais díspares ou antagónicos que possam aparentar. É esta a Lusofonia que defendemos como a única que permitirá que a Língua Portuguesa sobreviva nos próximos duzentos anos sem se fragmentar em pequenos e novos idiomas e variantes que, isoladamente pouco ou nenhum relevo terão. Se aceitarmos todas as variantes de Português sem as discriminarmos ou menosprezarmos, o Português poderá ser com o Inglês uma língua universal colorida por milhentos matizes da Austrália aos Estados Unidos, dos Açores às Bermudas, à Índia e a Timor. O Inglês para ser língua universal continuou unido com todas as suas variantes.

Ao longo de mais de uma década e meia tivemos colóquios em vários locais. Começámos no Porto, depois tivemos Bragança (como base entre 2003 e 2010), Brasil (2010), Macau (2011), Galiza (2012), Seia (em 2013 e 2014), Fundão (2015), Montalegre (2016), Belmonte (2017e 2018), e nos Açores: na Ribeira Grande (2006-2007), Lagoa (São Miguel 2008-2012), Vila do Porto (2011 e 2017), Maia (S Miguel 2013), Moinhos de Porto Formoso (São Miguel 2014), Santa Cruz da Graciosa (2015), Lomba da Maia (S Miguel, Açores 2016), Madalena do Pico 2018.

Os Colóquios são independentes de forças políticas e institucionais, através do pagamento das quotas dos associados e do pagamento de inscrições dos congressistas. Buscam apoios protocolados especificamente para cada evento, concebido e levado a cabo por uma rede de voluntários. Pautam-se pela participação de um variado leque de oradores, sem temores nem medo de represálias. Ao nível logístico, tentam beneficiar do apoio das entidades com visão para apoiar a realização destes eventos. Estabeleceram várias parcerias e protocolos com universidades, politécnicos, autarquias e outros que permitem embarcar em projetos mais ambiciosos e com a necessária validação científica.

Nos Açores, agregaram académicos, estudiosos, artistas plásticos e escritores em torno da identidade açoriana, sua escrita, lendas e tradições, numa perspetiva de enriquecimento da LUSOFONIA. Pretendia-se divulgar a identidade açoriana não só nas comunidades lusofalantes, mas em países como a Roménia, Polónia, Bulgária, Rússia, Eslovénia, Itália, França, e onde têm sido feitas traduções de obras e de excertos de autores açorianos, além das antologias (4) que já publicamos, dois livros de Dom Ximenes Belo dedicados aos Missionários Açorianos em Timor, a história infantojuvenil trilingue O menino e o crocodilo de Ramos-Horta entre várias outras obras que editamos. SOMOS uma enorme tertúlia reforçando a lusofonia, a açorianidade e vincando bem a insularidade. De referir que em todos os colóquios mantivemos sempre uma sessão dedicada à tradução que é uma importante forma de divulgação da nossa língua e cultura. Veja-se o exemplo de Saramago que vendeu mais de um milhão de livros nos EUA onde é difícil a penetração de obras de autores de outras línguas e culturas.

Provámos a vitalidade da sociedade civil quando congregámos vontades e esforços de tantos académicos e investigadores como aqueles que hoje dão vida aos nossos projetos. Esperemos que mais se juntem à AICL – Colóquios da Lusofonia – para fazermos chegar o nosso MANIFESTO a toda a gente e aos governos dos países de expressão portuguesa. Ponto de partida para o futuro que ambicionamos e sonhamos. Com a vossa ajuda e dedicação muito mais podemos conseguir como motor pensante da sociedade civil.

Solução – síntese:

Transformar a consciência do Português. O processo deve começar na comunidade onde vive e convive o cidadão. A comunidade, quando está politicamente organizada em Associação de Moradores, Clube de Mães, Clube de Idosos, etc., torna-se um microestado. As transformações desejadas serão efetuadas nesses microestados, que são os átomos do organismo nacional – confirma a Física Quântica.

Ao analisarmos a conduta das pessoas nos países ricos e desenvolvidos, constatamos que a grande maioria segue o paradigma quântico, isto é, a prevalência do espírito sobre a matéria, ao adotarem os seguintes princípios de vida:

  1. A ética, como base;
  2. A integridade;
  3. A responsabilidade;
  4. O respeito às leis e aos regulamentos;
  5. O respeito pelos direitos dos outros cidadãos;
  6. O amor ao trabalho;
  7. O esforço pela poupança e pelo investimento;
  8. O desejo de superação;
  9. A pontualidade.

Somos como somos, porque vemos os erros e encolhemos os ombros dizendo: “não interessa!” A preocupação de todos deve ser com a sociedade, que é a causa, e não com a classe política, que é o triste efeito. Só assim conseguiremos mudar o Portugal de hoje. Vamos agir! Muito mais se poderia dizer sobre a ação dos Colóquios quer a nível das suas preocupações com o currículo regional dos Açores e outras questões nacionais e internacionais, mas o que atrás fica dito espelha bem a realidade das nossas iniciativas.

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Câmara da Ribeira Grande abre candidaturas ao prémio literário Gaspar Fructuoso – Rádio Nova Cidade

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Elderly Woman Sends Brilliant Letter To Bank After They Bounced Her Check

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Muitos Alunos Mentem Aos Pais E Os Pais Julgam A Escola Sem Ouvir A Sua Versão | ComRegras

Já perdi a conta ao número de vezes que constatei alunos a deturparem, embelezarem ou simplesmente a mentirem sobre o que realmente aconteceu na escola. A tendência para fugir às responsabilidades é típico de uma geração que deseja ardentemente ser adulta, mas que se comporta como uns bebés de chupeta na boca com muita birra […]

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DEW incêndios seletivos na Califórnia?

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O DESERTO VIROU MAR NA ARÁBIA

Nunca na história da humanidade isto aconteceu, o deserto da Arábia Saudita tornar-se em mar. Será a inversão dos pólos iminente?

CLIMASEVEROMUNDIAL.COM
En los proximos años el Calentamiento Global y la contaminacion del Hombre al planeta nos dejara consecuencia inimaginables!!
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CUBA, MEDICINA, VERDADES INCONVENIENTES

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Uillian Braga

CUBA “UMA VERDADE INCONVENIENTE “

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polícias em Timor matam jovens

Cinco jovens morrem em Dili vítimas de disparos de polícia fora de serviço

Dili, 18 nov (Lusa) – Cinco jovens morreram hoje em Díli, vítimas de disparos de pelo menos um agente da polícia fora de serviço depois de uma discussão numa festa no bairro de Culuhun, confirmou fonte policial à Lusa.
A mesma fonte explicou que três dos jovens, todos com menos de 25 anos, morreram no local. Dois outros, entre eles uma jovem, morreram já no Hospital Guido Valadares.
Três outros jovens, feridos no incidente, estão a receber tratamento hospitalar.
A fonte policial informou que “já foram detidos” os dois agentes autores dos disparos que estavam fora de serviço e armados na festa.
O caso ocorreu durante a madrugada numa festa de bairro onde residiam tanto as vítimas como os agressores, desconhecendo-se o que esteve na origem da discussão.

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Lajes confidencial 6 a contaminação na Terceira

Partilha-se a sexta reportagem de Rolando Santos, da TVI, sobre contaminação pela Base das Lajes na ilha Terceira.
A extensão da contaminação é maior do que se pensava conhecer.
Conta com o trabalho técnico de Carlota Paim, Paulo Pereira, Miguel Freitas, João Pedro Vidal Nunes e Ricardo Ferreira.
Tem-se ainda os depoimentos de Alexandra Terra, Orlando Lima, João Ormonde, Maria Carolina Gomes e Norberto Messias, entre outros.

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o valor da cultura no PIB

A CONTRIBUIÇÃO DO SETOR CULTURAL PARA O PIB

No momento em que se discutem formas de mobilização das pessoas para a luta, e todas elas são boas, a propósito da absurda política do Estado face à cultura e seus criadores e produtores, será bom lembrar os números económicos que o setor da cultura gera relativamente ao PIB:
Em 2010, Augusto Mateus, antigo ministro da Economia, publicou um relatório em que considerava que o “sector cultural e criativo havia originado, no ano de 2006, um valor acrescentado bruto (VAB) de 3.691 milhões de euros, empregando cerca de 127 mil pessoas, isto é, foi responsável por 2,6% do emprego e por 2,8% da riqueza criada em Portugal”. No mesmo ano, a indústria têxtil e de vestuário tinha gerado 1,9% e o setor da alimentação e bebidas 2,2%. Entre 2000 e 2006, o emprego total cresceu 0,4%, enquanto nos sectores ligados à Cultura a variação foi de 4,5%. Cinco anos depois, o INE calcula que as famílias portuguesas gastavam em 2011 uma média de 1.073 euros em cultura, equivalente a 5,3% dos gastos totais dos agregados familiares.

Não serão estes dados, elementos bastantes para que se olhe o setor cultural com olhos de ver? Não será já chegado o momento dos criadores e produtores culturais deixarem de jogar o papel de pedintes e exigirem ao estado que melhor trate esta galinha sua dos ovos de ouro?

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as águas das inundações na Arábia estão a ser engolidas

Isto não passa na televisão…

O que está acontecer no Médio Oriente

Enorme fenda abre-se no deserto da Arábia Saudita e engole a água

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La nueva era de la tierra – respaldo

10 hrs

ESTO NO LO PASAN EN LA TELEVISION…

Que esta pasando en medio oriente😮😮😮😮

Se abre enorme grieta en el desierto de arabia saudita y se traga el agua wow impactante…..

This doesn’t happen on TV…

What’s going on in the middle east 😮😮😮😮

It opens huge crack in the desert of Saudi Arabia and swallows the water wow shocking…..

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Macau antigo

em 1977 quando lá cheguei ainda era assim.. quando saí em 1982 já tudo mudara…Chrys

Quando se tratava de ir a Hong Kong, havia os Ferries que levavam cerca de três horas.
Eu costumava sentar-me no convés, com cabina acompanhado de meu Pai. Olhava o mar,as Ilhas dos Ladrões e pensava como tudo aquilo não tinha mudado desde que os portugueses tinham chegado. Olhava o mar castanho e as alforrecas que flutuavam.
O barco deixava um rasto e encontrávamos muitos juncos.
Depois, havia uma brusca mudança da cor lamacenta para um mar onde o lodo já não chegava.
pedia de comer e ia para a cabina impecavelmente limpa gozar o ar condicionado e a boa comida que serviam.
Nesse tempo o tempo tinha tempo, ninguém se atropelava à saída. Hong Kong também estava ainda adormecida no tempo.
Ver este video e outros semelhantes é passar para outra dimensão.

YOUTUBE.COM
An old record of a trip to Macau for the nostalgic viewers. Macau was a Portugese colony then. See my other 1150 clips by searching YouTube with…
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autonomia e emigração

UMA «AUTONOMIA» AO SERVIÇO DOS INIMIGOS DA AUTONOMIA……

Uma das virtualidades e promessas do regime autonómico instituído em 1976 foi estancar a sangria da emigração e criar condições de desenvolvimento harmónico em todas as ilhas.

Decorridos 42 anos deste regime o que é constatamos? Açorianos a emigrar ou simplesmente a sair ou a virar as costas à sua terra, desiludidos com tudo e com todos, e, por outro lado, cada vez mais portugueses a imigrar para cá e a ocupar os lugares vagos, inclusive na «administração regional», já não falando na administração central e nas tropas aqui estacionadas…..

Convém salientar que este regime «autonómico» é propriedade dos partidos que têm assento nos orgãos de governo próprio (Assembleia e Governo), sejam do «poder» ou da «oposição», e onde todos se cobrem com a mesma manta….

A verdadeira oposição a este regime serviçal de Lisboa não existe formalmente.

A que existe (oposição) está difusa na massiva e progressiva abstenção ou na participação inorgânica de cidadãos que não se reconhecem neste regime em fim de linha e ao serviço dos partidos corruptos portugueses.

@ Ryc

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