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TIMOR AGORA

Português Tiago Guerra diz que fugiu de Timor-Leste para ter acesso a "julgamento justo"
Cabo Verde, S. Tomé ho Timor-Leste hanesan nasaun luzófonu di'ak liu iha kombate hasoru malária
Papa husu perdaun iha misa públika dahuluk iha Birmánia
Aeroportu Bali sei loke fali hafoin mudansa hosi diresaun sinza vulkániku nian
Austrália "profundamente" preocupada com lançamento de míssil
OMS: Cabo Verde, São Tomé e Timor-Leste melhores lusófonos no combate à malária
China’s Evolving Approach to Nuclear War-Fighting
Australia’s Role in a New Korean War
Problema Tiago, Alkatiri: Governu Sei Bolu Embaixador Portugal
OMP Hatama Mosaun Sensura
TL Kontinua Dependensia Importasaun
Victoria torna-se no primeiro estado australiano a legalizar eutanásia
Bali: Aeroporto vai reabrir após mudança de direção da cinza vulcânica
Pyongyang confirma lançamento de míssil capaz de alcançar os EUA
Timor oan sai vítima ba sistema embaixada Portugal; Husu Governu interven lalais

Português Tiago Guerra diz que fugiu de Timor-Leste para ter acesso a “julgamento justo”

Posted: 29 Nov 2017 11:30 AM PST
Lisboa, 29 nov (Lusa) — O português Tiago Guerra, condenado por peculato em Timor-Leste, disse hoje no parlamento que fugiu para Portugal, juntamente com a sua mulher, para ter acesso a um “julgamento justo” e para “limpar o nome”.

Tiago Guerra e a mulher, Fong Fong, foram condenados pela justiça timorense em agosto a oito anos de prisão efetiva e ao pagamento de uma indemnização de 859 mil dólares (719 mil euros) por peculato (uso fraudulento de dinheiros públicos), sentença de que recorreram. No início do mês, o casal fugiu de Timor-Leste num barco em direção à costa australiana, de onde viajaram para Portugal, onde chegaram no sábado passado.

“Sem possibilidade de tratamento físico [das doenças de que ele e a mulher padecem], sem possibilidade de reunião com a família [têm dois filhos menores], sem possibilidade de trabalhar e de ganhar a vida, porque sem documentos de identificação nem sequer podia assinar um contrato, com uma intenção que se via condenatória de todo o sistema judicial, tomámos esta decisão e passámos o oceano para a Austrália”, declarou hoje Tiago Guerra no parlamento.

O cidadão, acompanhado pelo advogado e pelo seu pai, foi ouvido pelo deputado António Gameiro, relator de uma petição que pedia a extradição do casal para Portugal e que está a ser analisada na comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias.

“Gostaria de lutar para que o nosso nome seja limpo e para que possamos recomeçar uma vida, junto das nossas crianças, família e amigos, e voltar a ser um membro útil da sociedade, que eu sei que não tenho sido nos últimos anos. Isso tem-nos custado bastante a todos”, comentou Tiago Guerra.

O advogado, Pedro Mendes Ferreira, declarou que “aquilo que o Tiago quer não é fugir à justiça timorense”, mas “ter a oportunidade de ter acesso a um julgamento justo, em que consiga preparar a sua defesa e instruir as provas para provar a sua inocência, porque é essa verdade que ele defende”.

Mendes Ferreira justificou o que disse ser a “ausência forçada” do casal de Timor-Leste com “um estado de necessidade”, afirmando que o processo em Timor-Leste “não era um processo judicial, mas politizado” e que os dois portugueses “não tiveram acesso a uma justiça de um país que se diz de um Estado de direito”.

O casal Guerra pretende que o processo seja “transferido para Portugal nos termos em que está e que seja um tribunal português a assumir a condução daquele processo judicial, obviamente numa fase de recurso, e ser sindicada aquela primeira condenação no Tribunal de Relação de Lisboa”, acrescentou.

“O Tiago está cá, não se vai refugiar em nenhum subterfúgio jurídico. Está aqui para enfrentar o que tiver para enfrentar”, garantiu o advogado.

Carlos Guerra, pai de Tiago e primeiro subscritor da petição, que reuniu 4.096 assinaturas, comentou que “não havia tempo para continuar a aguardar”.

“A qualquer momento o assunto poderia ficar mais grave, e não houve outra alternativa senão esta que aconteceu de saírem de Timor e se refugiarem na Austrália. Eu queria agradecer às autoridades portuguesas todas as facilidades legais para que isto fosse possível. Foi uma grande felicidade”, afirmou.

“Numa reunião com o senhor presidente do Supremo Tribunal, pusemos os vários cenários. Um dos cenários foi a possibilidade de haver um golpe de magia e o Tiago e a sua mulher aparecerem cá em Portugal. As palavras do senhor presidente do Supremo foram: gosto dessa magia, gosto dessa perspetiva”, comentou ainda.

A entrega recente de passaportes ao casal pela embaixada portuguesa em Díli foi criticada em Timor-Leste, mas o ministro dos Negócios Estrangeiros português, Augusto Santos Silva, garantiu que a legislação portuguesa foi respeitada, conclusão de um inquérito urgente que tinha ordenado.

O deputado-relator afirmou que há “um caminho para que a Assembleia da República possa interceder, em nome do povo português, mas dirigida aos ministérios dos Negócios Estrangeiros e da Justiça” de Portugal, no sentido de que o processo “tenha o desfecho que o Tiago aqui sublinhou”.

“É dever da Assembleia da República fazê-lo, por uma questão de justiça, de defesa da verdade material da vida das pessoas”, disse António Gameiro, que recordou “relatos, na comunicação social e na sociedade timorense”, com “opinião contrária ao processo”.

O antigo Presidente e Nobel da Paz timorense, José Ramos Horta, apelou à justiça timorense para absolver o casal.

Também presente na audição, a deputada do Bloco de Esquerda Sandra Cunha afirmou a solidariedade “com a situação e com todos os cidadãos em dificuldades noutros países”.

“Parece que há várias incongruências neste processo, não podemos tomar outra posição que não seja a de compreensão e de agradecimento por terem vindo e também uma palavra de coragem”, disse, depois de pedir a Tiago Guerra que faça chegar mais documentação sobre o processo.

A 24 de agosto um coletivo de juízes do Tribunal Distrital de Díli condenou o casal de portugueses Tiago — antigo trabalhador do Banco Mundial – e Fong Fong Guerra a oito anos de prisão efetiva e uma indemnização de 859 mil dólares por peculato.

O tribunal declarou os dois arguidos coautores do crime de peculato e absolveu-os pelos crimes de branqueamento de capitais e falsificação documental de que eram igualmente acusados.

O casal recorreu da sentença, pedindo a absolvição e considerando que esta “padece de nulidades insanáveis” mais comuns em “regimes não democráticos”, baseando-se em provas manipuladas e até proibidas.

JH (ASP) // EL

Cabo Verde, S. Tomé ho Timor-Leste hanesan nasaun luzófonu di’ak liu iha kombate hasoru malária

Posted: 29 Nov 2017 11:13 AM PST
Cabo Verde, São Tomé & Prínsipe ho Timor-Leste iha tinan hitu nia laran hamenus maka’as númeru hosi vítima mortal no hosi kazu sira malária nian, hatudu hosi relatóriu ida hosi Organizasaun Mundial Saúde (OMS) kona-ba situasaun hosi paludizmu iha mundu, iha loron-kuarta ne’e.

Lahó Portugal iha dokumentu, Estadu membru ualu seluk hosi Komunidade hosi Nasaun sira Lian Portugeza (CPLP) nian – Angola, Brazil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Ekuatorial, Mosambike, São Tomé & Prínsipe ho Timor-Leste -, mosu iha relatóriu, ho arkipélagu kabu-verdianu destaka iha pozitivu.

Seidauk ho kontabilizasaun hosi informasaun sira relasionadu ho 2017, Cabo Verde mosi iha dokumentu hanesan nasaun luzófonu di’ak liu, ho média inferior ida ba ema na’in 10 mate iha tinan 2010, 2011 no 2014 ho 2016, laiha vítima iha tinan 2012, 2013 ho 2015.

Tuir OMS, Cabo Verde rejista nafatin kazu menus hosi 100 tinan-tinan (2010, 2013, 2014 ho 2016), kontabiliza mós média ki’ik ida ba na’in 10 iha tinan 2011, 2012 ho 2015.

São Tomé & Prínsipe mós kuaze iha senáriu hanesan ne’ebé, iha tinan tolu ikus ne’e (2014, 2015 ho 2016) laiha ema ida mate tanba paludizmu, rejsita menus na’in 10 iha tinan 2012 no menus hosi na’in 100 iha tinan 2010, 2011 ho 2013.

Maibé, la hanesan ho Cabo Verde, númeru hosi kazu sira médiu anual nian maka aas tebes, liuliu nia númeru aas maka hamutuk 12.500 resin ne’ebé rejista iha tinan 2012 – aumenta dezde tinan 2010 (2.700) no 2011 (8.000), tuun neineik ba 9.000 (iha 2013), 1.800 (2014) no 2.100 (2015), aumenta ba 2.200 iha tinan liubá.

Ho evolusaun pozitiva mós maka hetan hosi Timor-Leste ne’ebé, hafoin iha 2010 rejista ona vítima mortal na’in 220, tuun ba menus na’in 100 iha tinan rua tuirmai, ba menus na’in 10 iha tinan 2013 no lahó vítima ida dezde tinan 2014.

Estatístika sira hatudu mós diminuisaun maka’as iha númeru hosi kazu sira paludizmu nian iha Timor-Leste tanba iha tinan 2010 total maka 78.800, tuun neineik to’o tinan 2015 – 27.780 (2011), 7.000 (2012), 1.500 (2013), 400 (2014) no menus na’in 100 (2015), no rejista na’in 120 iha tinan 2016.

Dezde tinan 2010, tinan ne’ebé maka relatóriu hosi OMS uza hanesan komparasaun, Brazil, nasaun ne’ebé iha liu populasaun hosi komunidade luzófonu nian, mantén konstánsia ida iha númeru hosi vítima mortal, sempre ho menus na’in 100.

Persisténsia hosi númeru vítima mortal sira kontrasta ho diminuisaun maka’as hosi kazu, tanba dezde tinan 2010 maka tuun nafatin – 370.000 (2010), 295.000 (2011), 288.200 (2012), 196.700 (2013), 154.100 (2014), 153.000 (2015) ho 137.300 (2016).

Senáriu hanesan hosi persisténsia kuaze akontese iha Guiné-Bissau ne’ebé mantén mós média anual ida ho vítima mortal na’in 600 durante tinan hitu hosi referénsia ne’ebé total hosi kazu sira tuun entre tinan 2010 ho 2015 – 78.400, 72.400, 66.100 55.500, 52.200 ho 46.900 -, hodi aumenta fali oituan iha tinan 2016, ho 47.900.

Ho total hosi vítima mortal sira ki’ik liu hosi rihun resin iha tinan hitu ikus ne’e maka Guiné Ekuatorial, maski ho variasaun antagónika sira durante períudu ne’e: vítima na’in 500 ne’ebé rejista iha 2010, aumenta ba 700 iha 2011, ba 800 iha 2012 no ba 900 iha 2013, mantén média anual ida hosi 800 dezde tinan 2014.

Maibé, númeru médiu hosi kazu anual sira malária nian iha Estadu foun liu CPLP nian kuaze duplika ona entre tinan 2010 ho 2016 – 93.900 (2010), 151.700 (2011), 185.400 (2012), 206.500 (2013), 174.800 (2014), 173.700 (2015) ho 178.100 (2016).

Problema aumenta maka’as iha Angola ho Mosambike.

Iha Angola, média anual hosi vítima mortal sira dezde tinan 2010, entre aumentu no diminuisaun, varia entre pozitiva ho negativa, ho 11.980 ne’ebé rejista iha tinan hitu liubá, tuun ba 11.590 iha tinan 2011 no ba 11.480 iha tinan 2012, hafoin ne’e aumenta ba 11.720 iha tinan 2013 no 11.970 iha tinan 2014, depois tuun fali ba 11.900 iha tinan 2015 no aumenta iha tinan 2016 ba 11.950.

Maibé, variasaun sira ne’e la hanesan ho aumentu beibeik hosi kazu foun sira iha nasaun ne’ebé maka iha 2016 to’o millaun 1.903 – millaun 1,845 (iha 2010), millaun 1,894 (2011), millaun 1,881 (2012), millaun 1,904 (2013) no dala ida tan millaun 1,881 (2015).

Mosambike hanesan kazu ne’ebé todan liu tanba hafoin aumenta maka’as hosi vítima mortal hamutuk 17.050 ne’ebé rejista iha 2012 (na’in 16.670 iha tinan 2010 no 16.600 iha 2011), hahú tuun ba 16.380 (2013), 15.230 (2014) no 14.290 (2015), hafoin ne’e aumenta oituan iha tinan liubá ba 14.370.

Kona-ba númeru sira kazu nian, Mosambike iha média anual ida entre millaun ualu no millaun sira hosi infesaun foun sira – millaun 8,720 (2010), millaun 9,050 (2011), millaun 9,520 (2012), millaun 9,320 (2013), millaun 8,920 (2014), millaun 8,680 (2015) ho millaun 8,870 (2016).

SAPO TL ho Lusa

Papa husu perdaun iha misa públika dahuluk iha Birmánia

Posted: 29 Nov 2017 10:56 AM PST
Papa Francisco repete fali, iha loron-kuarta ne’e, ba povu Birmánia hodi rezisti ba tentasaun hodi halo vingansa tanba terus ne’ebé sira hetan, hato’o mensajen ida perdaun nian ba multidaun ne’ebé asisti ona nia misa públika dahuluk iha nasaun ne’ebé maioria hosi populasaun hanesan budista.

Autoridade lokal sira kalkula katak ema hamutuk rihun 150 resin maka halibur iha parke Kyaikkasan, iha Rangum, hodi asisti misa, maski adezaun ne’e hanesan boot liu. Ema katóliku sira tenki husu, liuhosi igreja lokal sira, hodi tama iha fatin ne’e, barak maka hatais ropa ka uza xapéu ho imajen papa Francisco nian.

Papa afirma ona katak objetivu hosi nia vizita ba Birmánia maka serve nia komunidade katólika, kalkula hamutuk rihun 660 resin, ka liu de’it hosi 1% hosi populasaun ne’ebé hamutuk millaun 52.

Maibé nia vizita ne’e ladún furak tanba operasaun militar sira ne’ebé halo hasoru minoria musulmanu rohingya iha estadu Rakhine, iha oeste nasaun nian. Represaun, ne’ebé tuir ONU hanesan “limpeza étniku”, hamosu kondenasaun hosi komunidade internasional.

Iha nia deklarasaun públika sira, iha loron-tersa, papa Francisco hatete ona ba líder de faktu birmanés nian Aung San Suu Kyi no ba autoridade governamental sira seluk katak futuru hosi Birmánia nian liuhosi “respeitu ba grupu étniku tomak”, iha referénsia ba minoria musulmanu rohingya, ne’ebé maka nia la temi diretamente hanesan tuir konsellu ne’ebé nia simu hodi evita eventual insidente diplomátiku no relijiozu.

Ema rohingya rihun 620 resin halai hosi violénsia iha Birmánia ba viziñu Bangladexe no sai hanesan krizi ema nian ne’ebé aat liu iha Ázia iha dékada barak nia laran.

Iha homília, ne’ebé halo iha loron-kuarta ne’e, papa Francisco refere ona ba terus ne’ebé maka grupu étniku ho relijiozu sira hasoru, iha referénsia ba konflitu ne’ebé dura ona dékada barak nia laran entre minoria étnika ho militar sira ne’ebé maka kontinua to’o ohin loron iha parte oioin Birmánia nian.

Foin lalais ne’e, Birmánia sai hosi ditadura militar ida hosi kuaze tinan 50 resin, maibé ema minoria sira, inklui ema kachin sira, sai nafatin hanesan objetivu hosi diskriminasaun no dalan sira seluk violénsia nian.

“Ha’u hatene katak ema barak iha Birmánia sei iha kanek sira violénsia nian, kanek sira ne’ebé bele haree no balun labele haree”, nia hatete ho lian italianu ba ema sira ne’ebé asisti iha mensajen ida ne’ebé depois tradúz ba lian birmanés. Maski refere katak tentasaun maka hatán ho vingansa, nia insisti ba “perdaun ho kompaixaun”.

“Dalan vingansa nian la’ós dalan Jesus nian”, nia hatete, ko’alia hosi altar ida ne’ebé harii iha palku ida ho estilu tradisional budista nian.

Antes misa, papa Francisco la’o besik iha parke ho nia “papamóvel”, hahú halo sinal ho liman ba ema barak ne’ebé aumenta bainhira selebrasaun hahú.

Autoridade lokal sira ho membru sira hosi Liga Nasional ba Demokrasia, partidu hosi Aung San Suu Kyi, marka prezensa, nune’e mós membru sira maioritáriu kristaun hosi minoria étnika kachin, ne’ebé sira barak halo viajen ida ho komboiu durante loron rua hodi haree Francisco, papa dahuluk ne’ebé maka vizita Birmánia.

Maski ho humanidade ne’ebé aas, ema barak tebes maka marka prezensa iha parke. “Ha’u labele hatete oinsá maka ha’u senti haksolok tebes”, afirma hosi Henery Thaw Zin, ho tinan 57, hosi minoria étnika karen, mai hosi Hinthada, viajen durante oras haat ho karreta hosi Rangum, ne’ebé maka haktuir hosi ajénsia notísia norte-amerikanu Associated Press.

Kardeal dahuluk nasaun nian, Charles Bo, hatete ona ba papa Francisco katak nia vizita muda ba nafatin ema katóliku sira iha Birmánia.

“Milagre ida akontese ona ohin”, Bo hatete, iha final misa nian, hodi hatutan: “Obrigadu, bibi-atan ki’ik ne’e reza ba ita-boot”.

Ikusmai, papa Francisco sei hasoru malu ho líder budista sira no, hafoin ne’e, sei ko’alia ho bispu katóliku sira iha Birmánia.

Iha loron-kinta, sei halo misa ida ba joven sira no hafoin ne’e sei ba Bangladexe ba etapa daruak no ikus hosi nia viajen semana ida nia laran.

SAPO TL ho Lusa

Aeroportu Bali sei loke fali hafoin mudansa hosi diresaun sinza vulkániku nian

Posted: 29 Nov 2017 08:49 AM PST
Aeroportu internasional Bali nian sei loke fali, hafoin taka loron tolu, tanba sinza ne’ebé sai hosi vulkaun Agung muda ona diresaun, fó sai hosi autoridade iha loron-kuarta ne’e.

Porta-vós hosi aeroportu Ngurah Rai, Aroe Ahsanurrohim, fó sai antes katak espasu aéreu sei loke fali, no aponta katak bele akontese iha tuku 15:00 (oras lokal).

Tuir responsável ne’e, sinza vulkániku desloka ona ba súl ho sudeste, halo nune’e kalohan lahó sinza iha aeroportu, permiti nune’e posibilidade hodi aviaun sira halo deslokasaun no bele tuun.

Aeroportu Ngurah Rai taka iha loron-segunda dadeer, ho kanselamentu ba semo oioin nune’e afeta ba pasajeiru millaun resin.

Prezidente Indonézia nian, Joko “Jokowi” Widodo, ordena ba ministériu tomak ho ajénsia tomak, nune’e mós ba militar sira ho polísia, hodi ajuda governu hosi illa turístika Bali nian hodi hasoru situasaun ne’e.

Iha loron rua dahuluk bainhira taka, kansela ona semo kuaze 900 resin iha aeroportu internasional Ngurah Rai – semo 445 iha loron-segunda no semo 443 iha loron-tersa -, hamutuk tan ho ligasaun aéreu 31 ne’ebé anuladu iha illa Lombok, iha leste illa Bali nian, ne’ebé afeta ona pasajeiru hamutuk rihun 100 resin.

Diretor informasaun hosi Ajénsia Nasional ba Jestaun Dezastre sira nian (BNBP, iha lian indonéziu), Sutopo Purwo Nugroho, indika ona, liuhosi rede sosial sira, katak kalohan sinza nian to’o ona aas metru 7.600 hosi nível tasi nian.

Pelumenus aldeia hamutuk 22 ne’ebé besik iha vulkaun maka afetadu ho sinza ne’ebé maka hahú iha diresaun sudueste.

Sentru Vulkanolojia no Mitigasaun hosi Perigu Jeolójiku sira aumenta ona, iha loron-segunda, nível alerta máximu ba erupsaun, aumenta perímetru seguransa nian to’o kilómetru sanulu resin besik iha kratera no hatete ba risku erupsaun boot ida.

Autoridade indonéziu sira haruka hasai ona ema hamutuk rihun 100 ne’ebé maka hela iha zona perigu nian, ne’ebé kuaze rihun 40 rejista ona iha fatin refújiu ne’ebé situa iha pontu oioin iha illa turístika ne’e, maski iha populasaun balun maka lakohi sai hosi sira nia uma.

Erupsaun ikus hosi vulkaun Agung, ne’ebé akontese iha tinan 1963 no prolonga to’o kuaze tinan ida, halo ona ema na’in 1.100 resin mate.

Bali hanesan destinu turístiku prinsipal iha Indonézia, ho alfuénsia tinan-tinan hamutuk millaun 5,4 ba vizitante estranjeiru sira, haktuir hosi informasaun ofisial.

Arkipélagu Indonézia nian situa iha “Ring of Fire” hosi Pasífiku, zona ida ho atividade sísmiku ho vulkániku maka’as ne’ebé rejista, tinan-tinan, rai-nakdoko millaun resin, maioria hanesan moderadu.

SAPO TL ho Lusa

Austrália “profundamente” preocupada com lançamento de míssil

Posted: 29 Nov 2017 08:44 AM PST
Camberra, 29 nov (Lusa) — A Austrália está “profundamente” preocupada pelo lançamento na terça-feira por parte da Coreia do Norte de um míssil balístico, afirmou hoje a ministra dos Negócios Estrangeiros, Julie Bishop.

“Condenamos as ações da Coreia do Norte e pedimos ao regime [de Pyongyang] que cesse a sua conduta ilegal e provocadora e que regresse à mesa de negociações”, realçou a chefe da diplomacia australiana, numa reunião, em Camberra, com membros da Associação de Imprensa Estrangeira, citada pela agência de notícias espanhola Efe.

Bishop também reiterou o seu apoio às pressões diplomáticas e económicas da comunidade internacional para que a Coreia do Norte volte ao diálogo e “às medidas militares adotadas pelos Estados Unidos, Japão e Coreia do Sul para dissuadir a Coreia do Norte para que não cometa atos irracionais e ameaçadores”.

A ministra dos Negócios Estrangeiros australiana detalhou ainda que o Governo de Camberra aplicou sanções unilaterais adicionais contra 11 pessoas e nove entidades do país asiático.

O Japão, a Coreia do Sul e os Estados Unidos pediram uma reunião de emergência do Conselho de Segurança das Nações Unidas para analisar o mais recente lançamento de um míssil pela Coreia do Norte.

A televisão norte-coreana KCTV anunciou hoje que o projétil lançado na terça-feira pelo regime de Pyongyang é um novo modelo de um míssil balístico intercontinental (ICBM), batizado de Hwasong-15, capaz de alcançar “todo o território dos Estados Unidos”, confirmando os dados preliminares do Pentágono.

O míssil foi disparado em direção a leste a partir da província de Pyongan do Sul, a cerca de 25 quilómetros da capital norte-coreana, Pyongyang, por volta das 03:17 (18:17 de terça-feira em Lisboa).

O projétil percorreu cerca de 960 quilómetros, atingindo uma altitude de mais de 4.000 quilómetros, antes de se despenhar no Mar do Japão (denominado de Mar do Leste nas Coreias).

Tal representa a máxima altitude alcançada até à data por um míssil norte-coreano e sinaliza um novo e perigoso avanço do programa norte-coreano.

DM // SB

OMS: Cabo Verde, São Tomé e Timor-Leste melhores lusófonos no combate à malária

Posted: 29 Nov 2017 08:40 AM PST
Cabo Verde, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste reduziram significativamente em sete anos o número de óbitos e de casos de malária, indica ontem um relatório da Organização Mundial de Saúde (OMS) sobre a situação do paludismo no mundo.

Sem Portugal no documento, os restantes oito Estados membros da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) – Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste -, surgem no relatório, com o arquipélago cabo-verdiano a destacar-se pela positiva.

Ainda sem a contabilização dos dados referentes a 2017, Cabo Verde surge no documento como o melhor país lusófono, com uma média inferior a 10 mortes em 2010, 2011 e 2014 e 2016, reportando mesmo zero em 2012, 2013 e 2015.

Segundo a OMS, Cabo Verde tem registado sempre menos de 100 casos por ano (2010, 2013, 2014 e 2016), tendo contabilizado mesmo uma média inferior a 10 em 2011, 2012 e 2015.

Quase idêntico é o cenário em São Tomé e Príncipe que, nos últimos três anos (2014, 2015 e 2016) não registou qualquer morte por paludismo, recenseou menos de 10 em 2012 e menos de 100 em 2010, 2011 e 2013.

No entanto, ao contrário de Cabo Verde, o número de casos médios anuais é bastante elevado, sobretudo o pico de cerca de 12.500 registado em 2012 – vinham a subir desde 2010 (2.700) e 2011 (8.000), descendo progressivamente para 9.000 (2013), 1.800 (2014) e 2.100 (2015), aumentando para 2.200 no ano passado.

Com uma evolução também positiva surge Timor-Leste que, depois de em 2010 ter registado 220 óbitos, desceu para menos de 100 nos dois anos seguintes, para menos de 10 em 2013 e sem qualquer morte desde 2014.

As estatísticas revelam também uma queda abrupta no número de casos de paludismo em Timor-Leste, uma vez que, em 2010, o total foi de 78.800, descendo sucessivamente até 2015 – 27.780 (2011), 7.000 (2012), 1.500 (2013), 400 (2014) e menos de 100 (2015), para registar 120 em 2016.

Desde 2010, ano em que o relatório da OMS utiliza como comparação, o Brasil, o país mais populoso da comunidade lusófona, tem mantido uma constância no número de óbitos, sempre com menos de 100.

A constância do número de mortos contrasta com a forte descida no de casos, pois desde 2010 que não para de descer – 370.000 (2010), 295.000 (2011), 288.200 (2012), 196.700 (2013), 154.100 (2014), 153.000 (2015) e 137.300 (2016).

O mesmo cenário de constância quase acontece na Guiné-Bissau a manter também uma média anual de 600 óbitos ao longo dos sete anos de referência, em que o total de casos desceu entre 2010 e 2015 – 78.400, 72.400, 66.100 55.500, 52.200 e 46.900 -, para voltar a aumentar ligeiramente em 2016, com 47.900.

Com totais de mortes inferiores a mil nos últimos sete anos está também a Guiné Equatorial, embora com variações antagónicas ao longo desse período: dos 500 óbitos registados em 2010, subiu para 700 em 2011, para 800 em 2012 e para 900 em 2013, mantendo uma média anual de 800 desde 2014.

No entanto, o número médio de casos anuais de malária no mais recente Estado membro da CPLP quase duplicou entre 2010 e 2016 – 93.900 (2010), 151.700 (2011), 185.400 (2012), 206.500 (2013), 174.800 (2014), 173.700 (2015) e 178.100 (2016).

O panorama agrava-se significativamente em Angola e Moçambique.

Em Angola, a média anual de mortes desde 2010, entre subidas e descidas, vai variando positiva e negativamente, com os 11.980 registados há sete anos, descendo para 11.590 em 2011 e para 11.480 em 2012, subindo, depois, para 11.720 em 2013 e 11.970 em 2014, diminuindo novamente para 11.900 em 2015 e aumentando para 11.950 em 2016.

As variações contrastam, porém, com o sucessivo aumento de novos casos no país, que, em 2016, atingiu 1.903 milhões – 1,845 milhões (2010), 1,894 milhões (2011), 1,881 milhões (2012), 1,904 milhões (2013) e outra vez 1,881 milhões (2015).

Moçambique é o caso mais grave, onde, depois do pico de 17.050 mortes registado em 2012 (16.670 em 2010 e 16.600 em 2011), tem vindo a descer sucessivamente para 16.380 (2013), 15.230 (2014) e 14.290 (2015), voltando a subir ligeiramente no ano passado, para 14.370.

Em relação ao número de casos, Moçambique gira em torno de uma média anual entre os oito e nove milhões de novas infeções – 8,720 milhões (2010), 9,050 milhões (2011), 9,520 milhões (2012), 9,320 milhões (2013), 8,920 milhões (2014), 8,680 milhões (2015) e 8,870 milhões (2016).

SAPO TL ho Lusa

China’s Evolving Approach to Nuclear War-Fighting

Posted: 29 Nov 2017 08:34 AM PST
China is dismantling the barriers impeding a war-fighting posture. Does that spell the end of No First Use?

By James Johnson | The Diplomat

For decades, minimal deterrence, de-mated nuclear warheads, and a no-first-use pledge have formed the bedrock of China’s nuclear posture. China’s conventional deterrence posture, in contrast, has been characterized by war-fighting, pre-emption, asymmetry, and the development of offensively configured conventional capabilities. Recent evidence indicates that these postures are far more integrated, flexible, and dynamic than Beijing’s official rhetoric suggests, and that during the past decade a de facto shift toward a limited nuclear war-fighting (or the use of nuclear weapons for victory denial purposes at all stages of warfare) posture has already taken place.

The closer alignment of these postures would accomplish Beijing’s regional military objectives articulated in its defense strategic concept — including the use of asymmetric and pre-emptive tactics during future “informatized” high-intensity warfare — and link geographically dispersed military forces for joint operations.

If Beijing modified its nuclear forces to meet the operational requirements of a war-fighting doctrine (e.g., sizable deployments of low-yield nuclear weapons and missile-defense capabilities, or the adoption of a launch-on-warning nuclear posture), Washington would indubitably view it as a radical shift in China’s longstanding nuclear posture, and thus, a fundamental challenge to the military balance in the Asia-Pacific region.

In a forthcoming article in The Non-Proliferation Review, I argue that the existing literature has painted a relatively benign, static, and isolated (from China’s conventional war-fighting capabilities) picture of the evolution of Chinese thinking on strategic deterrence, which risks underestimating the increasingly dynamic, integrative, and flexible features of this shifting security paradigm. In particular, I argue that China’s increasingly commingled and diversified strategic missile forces have already been incorporated into a limited war-fighting military posture.

By overemphasizing the gradualist and passive aspects of China’s formal nuclear posture, policymakers risk overlooking the very real possibility that as many of the barriers (technological, military-organizational, and arms-control) to adopting a nuclear war-fighting doctrine are dismantled, the gap between China’s nuclear capabilities and the modest war-fighting ambitions of Chinese strategists will be reconciled.

Unimpeded by these restrictions, therefore, Beijing’s strategic thinking in future regional conflicts will likely reflect more accurately the new options it has amassed in both the nuclear and conventional domains; to maximize the synergies that exist between these domains for local high-intensity “informatized” warfare.

Above all, China’s increasingly commingled and diversified strategic missile forces have already been incorporated into a war-fighting military posture. Furthermore, China’s renewed interest in developing tactical theater weapons and ballistic-missile defense systems has, in conjunction with its conventional forces, enhanced its nuclear deterrence, and enabled the kinds of early and pre-emptive strike tactics consistent with a war-fighting posture.

Simply put, this approach increasingly strains the credibility of Beijing’s official rhetoric that depicts China’s nuclear posture as inherently restrained, in contrast to its conventional forces. As a result, Beijing’s characterization of its declaratory nuclear posture has become increasingly out of step with China’s evolving force structures and military writings. The lip-service paid to this stance by most external observers needs to be adjusted to reflect the more nuanced realities.

Admittedly, only a few Chinese strategists have explicitly advocated a shift in the function of nuclear weapons from minimal deterrence to war-fighting; these minority views, however, reflect broader pressures to assimilate Western nuclear strategies into traditional Chinese approaches to nuclear thinking. Recent evidence suggests that, far from fading into obscurity or being eschewed by Beijing’s official rhetoric, Chinese strategic thinking on war-fighting has continued to shape and inform Beijing’s nuclear modernization efforts.

Chinese Strategists’ Pent-up Interest in Nuclear War-Fighting

Chinese military writings intimate a pent-up interest in an expanded role for China’s nuclear weapons, which has yet to be integrated into China’s formal doctrine. In short, over the past two decades qualitative improvements to China’s nuclear forces have given Beijing the ability to use nuclear weapons (and pre-emptively) in regional wars. This implies a much broader and discriminate use for nuclear weapons than the proponents of minimum deterrence or assured retaliation envisaged.

One of my main findings is that military-technological advancements across a range of capabilities has meant that China’s aggregate nuclear posture should no longer be conceptualized independently of the PLA’s capabilities and concepts. Rather, these military domains (especially space, cyber, and missile defense) are being synthesized into a force structure that incorporates war-fighting tools, designed to deter both conventional and nuclear wars.

In other words, Chinese offensive-dominant space, cyber, and conventional precision strike capabilities have been inexorably fused into China’s nuclear deterrence posture (for integrated strategic deterrence), a trend that is likely to continue as new and increasingly sophisticated capabilities are fielded. During a military parade in 2015, for example, Beijing revealed its new intermediate-range ballistic missile (Dongfeng 26) a dual-payload weapon capable (albeit untested) of targeting land and maritime targets in ranges out to Guam.

In short, several recent technological innovations will likely expedite China’s emerging generation of strategic missiles across the entire nuclear triad, which will have profound implications for the trajectory of its nuclear posture and policies. These military-technological advancements have enhanced the accuracy, speed, precision, ranges, maneuverability, and survivability of Chinese nuclear weapons in a manner that appears incongruous with the requirements of minimum deterrence.

As a corollary, even in the absence of formal changes to China’s nuclear doctrine the integration of its nuclear weapons and operations with non-nuclear capabilities in offense-dominant domains, together with the ongoing qualitative advances associated with China’s nuclear modernization, risks exacerbating U.S.-China security dilemma dynamics, including most worryingly in the nuclear domain itself.

Beijing’s most recent defense white paper touched on planned enhancements to the PLA’s strategic early warning and command and control systems, “to deter other countries from using or threatening to use nuclear weapons against China” (emphasis added). This official statement implies that, at a minimum, Beijing is contemplating a first-strike nuclear capacity to enhance China’s deterrence — a view that resonates within China’s strategic community.

Chinese strategists have often ambiguously declared their general commitment to minimum deterrence, whilst simultaneously arguing in favor of first strikes and pre-emptive warfare in both the nuclear and conventional domains. This apparent contradiction can be explained by the confluence of Chinese conceptualizations of conventional and nuclear war-fighting and deterrence, which contrasts with external observers’ overly passive and static perceptions of Chinese deterrence.

It appears President Xi Jinping has also embraced the notion of a war-fighting doctrine for the newly promoted Rocket Force, which is responsible for China’s strategic missiles. According to Xi, the core mission of this new service is to build a powerful modernized missile force to enhance China’s nuclear and conventional war-fighting tools for “full-area war deterrence.”

In short, the promotion of Chinese strategic forces, together with significant qualitative enhancements to its capabilities, has finally aligned China’s nuclear and conventional war-fighting tools and the aspirations of its military leaders with a command structure and the political will necessary to formalize a doctrinal shift.

An Evolving, Multifaceted Version of Deterrence

Chinese evolving conceptualization of “strategic deterrence” reflects a multifaceted cross-domain version of deterrence, which lends itself to the blurring of traditional conventional-nuclear and offensive-defense distinctions. This inexorable clouding by shortening the decision-making timeframe during crisis, and compressing the nuclear escalation ladder, will likely negatively affect U.S.-China strategic stability, and in turn, increase the incentives (on both sides) for pre-emptive tactics.

This assessment does not, however, posit that Beijing has adopted or will formalize an actual nuclear war-fighting doctrine; rather that the trajectory of China’s military modernization and integration are taking them to a place with many of the same risks and strategic implications.

How Chinese thinking evolves to reflect the linkages that have formed between its increasingly commingled conventional and nuclear capabilities and reorganized military structure remains, however, unknown. Although Chinese strategists frequently discuss cross-domain warfare (to deter adversaries and control escalation), they seldom discuss the inherent risks associated with these tactics.

Furthermore, ambiguities caused by Chinese internal debates relating to China’s “no first use” policy will continue to undermine the credibility of China’s adherence to this stance, keeping the option open for Beijing to formalize its de facto war-fighting posture. To be sure, issues of this kind will become more pressing as China’s military services synthesize and diffuse its cross-domain war-fighting capabilities, especially in space and cyberspace, for future cross-domain warfare.

Implications

The inexorable blurring of the PLA’s conventional and nuclear, and offensive and defense capabilities by shortening the timeframe for crisis decision making, and compressing the (albeit poorly defined) U.S.-China nuclear escalation ladder will pose increasing existential risks to U.S.-China strategic stability in the Asia-Pacific. Under crisis conditions, these risks could exacerbate existing Sino-American misperceptions and misunderstandings that in turn will likely increase the incentives for early and pre-emptive attacks, which are already baked into the competing operational concepts on both sides, e.g. the U.S. Air-Sea Battle Concept (renamed Joint Concept for Access and Maneuver in the Global Commons), and China’s anti-access, area-denial strategy.

In short, the mere possibility of China using its nuclear-capable war-fighting tools in limited and tactical missions to deter the United States in nuclear or conventional conflicts and in a manner, timing, and purpose that Washington would unlikely anticipate could harbinger a fundamental shift in Sino-American strategic relations.

If U.S. defense planners concluded, therefore, that China’s war-fighting capabilities could presage a fundamental shift in trajectory of China’s approach to nuclear deterrence intended to support Beijing’s aggressive assertions of sovereignty (e.g. in the East and South China seas, or the Taiwan Strait), the implications for U.S. forward force postures, extended nuclear assurances, and nuclear deterrence would be profound. Moreover, China’s propensity for strategic ambiguity and opacity in the nuclear domain (especially the intended purpose for its war-fighting capabilities) will likely reinforce the Pentagon’s penchant for worse-case scenario (and zero-sum) assessments of Beijing’s strategic intentions.

Several implications and future research topics follow from the findings of this research:

First, research would be beneficial on how the Chinese security community views the U.S.-China relationship in the nuclear domain. In particular, who on the Chinese side is leading this fundamental re-think, is it being challenged, and if so, in what ways and to what degrees of success? How are these views changing in response to U.S. military policies and posture in Asia? Finally, how are the PLA’s “new” capabilities likely to affect Beijing’s thinking about its nuclear options in future warfare?

Second, defense analysts will need to closely monitor the development of Chinese commingled capabilities that might increase Beijing’s future war-fighting options, and especially indications of any changes to the PLA’s operational doctrines because of these developments.

Finally, it is unknown whether the PLA emerges from its recent major overhaul as a stronger and more coordinated joint war-fighting force, and many unknowns exist. What, for example, will be the precise responsibilities of the new Rocket Force for China’s overall nuclear assets?

Conclusions

Recent evidence indicates that Chinese thinking on war-fighting, rather than being eschewed in favor of a minimal deterrence posture, has continued to influence China’s nuclear modernization efforts. Chinese military writings include positions that favor a more flexible and robust nuclear posture than has yet been endorsed in official documents or reflected in China’s formal doctrine, which indicates an underlying receptivity for innovation in this domain.

In sum, unimpeded by many of the constraints imposed on previous generations of Chinese strategists, and driven by the ongoing qualitative changes to the PLA’s force structure, China’s incongruous nuclear posture will likely be reconciled, aligning China’s nuclear forces with its offensively configured conventional stance for high-intensity (or asymmetric escalation), and pre-emptive future warfare.

Several unknowns remain including: How closely will China’s nuclear and conventional domains be aligned, and at what levels? In addition, how will hypersonic weapons and glide vehicles affect this dynamic, especially if they are deployed to enhance both conventional and nuclear missiles?

On the future modern battlefield, where the boundaries between war and peace and conventional-nuclear and offense-defense lines are increasingly blurred; where an aggressor is likely to resort to early and pre-emptive tactics to assert escalation dominance; and where states rapidly accumulate, synthesize, and diffuse progressively advanced war-fighting tools, interstate security dilemmas will become more frequent, intense, intractable, and destabilizing.

November 22, 2017

Photo: Military vehicles carrying DF-10 ship launched cruise missiles drive past Tiananmen Gate during a military parade to commemorate the 70th anniversary of the end of World War II in Beijing (Sept. 3, 2015). Image Credit: AP Photo/Andy Wong, Pool

*Dr. James Johnson is Visiting Fellow with the School of History & International Relations at the University of Leicester. He is the author of the forthcoming book The U.S.-China Military & Defense Relationship During the Obama Presidency with Palgrave Macmillan.

Australia’s Role in a New Korean War

Posted: 29 Nov 2017 08:19 AM PST
What role would Australia’s military play if a Second Korean War broke out?

By Rowan Allport | The Diplomat

Increasing tensions over North Korea’s nuclear program have raised questions in the region as to what the implications of renewed conflict would be. The risk of the devastation of Seoul by Pyongyang’s long-range artillery and the threat of missile strikes against Japan and Guam are well established, as is the task of the U.S. and South Korean militaries in defeating the Korean People’s Army before it could inflict a catastrophe on the region. But the role of many other countries – particularly those who contributed to the United Nations force during the original Korean War – is often overlooked. As a key regional actor, Australia would find itself involved from a war’s commencement regardless of how the conflict began.

The first priority would be to evacuate Australian citizens from South Korea, with around 7,000 thought to be living and working in the country. Although this would need to take place before the commencing of full hostilities to be done in an orderly fashion, pulling everyone out prior to a conflict may be unrealistic given the likely speed at which a routine crisis could spin into full-scale war.

The Royal Australian Air Force (RAAF) is relatively well equipped to lead an evacuation. If it were safe to airlift citizens to a neighboring state, C-130J transport aircraft could be used to shuttle out personnel. If not, larger C-17As could carry those eligible to a safe distance – and all the way back to Australia in one trip if necessary. Special Forces and Airfield Defence Guards would likely be deployed to protect the aircraft when on the ground.

The challenges such an evacuation would face cannot be overstated. With the Republic of Korea-U.S. Combined Forces Command not only seeking to dispatch eligible civilians, but also attempting to coordinate defenses, battle damage repairs, offensive countermeasures, and the mobilization of local forces – potentially in an environment crawling with North Korean infiltration teams and in which nuclear, chemical, and biological weapons had been deployed – the circumstances that would confront the Australian Defense Force (ADF) would make the fall of Saigon look tranquil. This would potentially be only one part of the challenge: it is plausible that the around 11,000 Australian residents in Japan would also have to be extracted.

After the repatriation efforts, the attention of Canberra would turn to what role to take in military operations against North Korea. Australian involvement in a new conflict would rest on two pillars. As signatories (via United Nations Command) to the 1953 Korean Armistice Agreement, the country is perceived to have obligations to rejoin hostilities should fighting commence again. Canberra is also a party to a mutual defense pact with the United States under the ANZUS Treaty. The legal obligations implied by both are disputed, with Foreign Minister Julie Bishop recently claiming that neither represent an absolute commitment to join hostilities. However, comments by Prime Minister Malcolm Turnbull have seemingly committed Australia to coming to the aid of the U.S. should they be attacked in a renewed Korean War.

There would of course be complications to this stance if the United States were seen to fire the first shot. But despite President Donald Trump’s rhetoric, it seems unlikely that this would occur without some massive provocation. In any case, once started, it is difficult to imagine Canberra taking a stance of neutrality given the nature of the Pyongyang regime. It must also be highlighted that the commander of United Nations Command-Rear – a Japan-based HQ that would help coordinate allied forces in or transiting through the country for operations on the Korean Peninsula – is currently a RAAF group captain. As such, Australia would be involved by default in any major renewal of fighting.

So what would an Australian commitment to a conflict look like? Much would depend on the form the war took. A series of continuous low-level skirmishes would perhaps lead to limited action such as the sending of a warship to support the enforcement of a naval blockade. Realistically, however, things could spiral out of control very quickly. OPLAN 5015, the latest incarnation of the joint U.S.-South Korean war plan, is intended to present scalable responses to North Korean provocations. But it is extremely difficult to envisage how to break a cycle of retaliation once hostilities commence – with the endgame being an all-out war in which the United States and South Korea would seek to terminate the regime whilst limiting Pyongyang’s use of nuclear, chemical, and biological weapons.

In this scenario, the contribution from the ADF – while small in the wider context – would be notable. In the air, it is likely that the RAAF would seek to deploy at least a squadron’s worth of fighters to Japan – most probably F/A-18F Super Hornets. These would be supported by transport aircraft, as well as surveillance planes. Perhaps of greatest use, however, would be the air force’s KC-30A in-flight refueling aircraft, which are better equipped to refuel U.S. Navy fighters than most of their U.S. Air Force counterparts.

At sea, the Royal Australian Navy would probably only be expected to arrive in force after the majority of the Korean People’s Army Air Force and Naval Force had been destroyed. There would still be an air threat from land-based anti-ship missiles, as well as a naval challenge from mini-subs and fast attack craft that had survived the initial onslaught. Both the Anzac-class frigates and the just-commissioning Hobart-class destroyers are well equipped to handle these challenges. However, the Navy’s main mission would be to support the battle on land, with ships being tasked with shore bombardment and troop transport – the latter spearheaded by at least one of the two Canberra-class helicopter carriers.

On land, the Australian contribution would have to balance capability with wider concerns of compatibility. The natural path for Canberra would be to seek to deploy a brigade-level force of around 4,000 soldiers. However, despite the professionalism of the Australian Army, there would have to be questions as to how easy it would be to integrate them into the spearhead of what would be a ground force well over a million strong that had spent decades training and planning together. While the ADF participated in the recent exercises in South Korea, they only sent two dozen individuals to work with 30,000 U.S. and South Korean troops. The U.S. and Australian militaries do train together – most notably in the biannual Talisman Sabre exercises. Canberra has also announced that it will seek to work “more collaboratively” with the South Korean military. But it seems likely that, given the difficulties of choreographing them into a well-established war plan, most of Australia’s ground force commitment would focus on supporting rather than leading an advance north.

By far the most valuable ground units the ADF could provide would be Special Forces from the Australian Special Air Service and the Commando Regiments. Based on one of the Canberra-class vessels for mobility and protection, they could provide a key reserve of elite forces. Much recent planning surrounding North Korea has focused on the importance of securing the country’s weapons of mass destruction. However, the scale of this task combined with other missions means that elite units will be in high demand, and the accomplishments of Australian forces during the early stages of the Iraq invasion show they would be well up to supporting their U.S. and South Korean colleagues. For coastal operations, Special Forces units could be augmented by the amphibiously trained 2nd Battalion of the Royal Australian Regiment.

Beyond the provision of frontline units, Australia would also serve as a secure rear area for the allies. While South Korea, Japan, and Guam are within easy reach of Pyongyang’s ballistic missiles, only North Korea’s ICBMs could reach Australia. Given the limited number of these that are available, such missiles – despite Pyongyang’s threats – are more likely to be held in reserve for use in strikes against Hawaii and the U.S. mainland. In a worst case scenario, which could see the destruction or disabling of key U.S. bases in and around the Korean Peninsula with nuclear weapons, Australia could be the most viable fall-back position.

Ironically, given the controversy surrounding it, the 2014 U.S.-Australia Force Posture Agreement would probably have a limited impact on a Korean contingency. The 1,250 U.S. Marines (to soon grow to 2,500) and their equipment based in northern Australia under the deal would head north to join their comrades in the event of a war, but would represent a drop in the ocean of the overall U.S. Force. Potentially more use could come from the Enhanced Air Cooperation initiative. Already, B-52 bombers have deployed to the continent on exercises, and new facilities due to be built at RAAF Base Darwin and RAAF Base Tindal could make this more sustainable. Northern Australia to North Korea and back is a long sortie, but could be one of the best options in the event of a meltdown into all-out war.

Probably more important to a renewed Korean conflict would be the other, more well-established, element of the U.S. presence in Australia. The joint U.S.-Australia Pine Gap satellite control and intelligence gathering facility near Alice Springs provides command and control for surveillance, communications, and ballistic missile early warning satellites orbiting over the region, and would therefore play a crucial role in the space-based element of a new conflict. Pine Gap would also support signals intelligence work. The facility forms part of Canberra’s contribution to the Five Eyes intelligence sharing agreement between the United States, United Kingdom, Australia, New Zealand, and Canada.

It is a misnomer to state that there are “no military options” with North Korea. There are options – the problem is that they are all terrible. But that does not allow for the luxury of ignoring the idea that a conflict may come to pass. As both a responsible member of the international community and one of the United States’ key allies in the region, Australia has the ability to contribute to an operation against Pyongyang. And while the country’s public may be suffering from war weariness after the experiences of Iraq and Afghanistan, this will not enable East Asia’s single greatest security challenge to go unaddressed.

November 15, 2017

Image Credit: U.S. Army photo by Spc. Eric Hughes

*Rowan Allport is a senior fellow and the head of the security and defense division at the Human Security Centre, a London-based think tank. Follow him on Twitter: @DrRowanAllport

Problema Tiago, Alkatiri: Governu Sei Bolu Embaixador Portugal

Posted: 29 Nov 2017 03:48 AM PST
COVALIMA – Primeiru Ministru Mari Alkatiri hateten, Governu sei bolu Embaixador Portugal iha Timor Leste, hodi buka solusaun ba problema Tiago ho nia fen.

Embaixador ida uluk nee ba tiha ona agora foun, hau sei bolu nia hodi fo hatene lolos, tanba posizaun Timor leste hanesan pais soberanu independente nee nunka ita bele halo ba ita nia pais seluk,” dehan PM Mari, ba jornalista sira, hafoin remata isar bendeira 28 Novembru, iha Munisipiu Covalima, Kuarta (29/11/2017).

Primeiru Ministru Mari Alkatiri haktuir tan katak, Hanesan Xefi Governu komprende hare ba Tiago ho ninia fen nee buat seluk, maibe relasaun Estadu tenke respeita malu.

Iha parte ketak Xefe Bankada PLP Fidelis Magalhaes hateten, haree ba kazu sidadaun Portugues nian 2 neebe komete krime iha Timor depois halai tiha ba Australia, ida nee presiza haree hodi hatene didiak, tanba sira nain 2 nee hetan tahanan, maibe halai.

Entertantu Xefe Bankada Fretilin Francisco Branco lamenta tebes tanba arguidu nain 2 hanesan sidadaun Portugues neebe komete krime iha Timor, maibe halai tiha ba Australia.

Carme Ximenes/Maria Lay | Suara Timor Lorosae

OMP Hatama Mosaun Sensura

Posted: 29 Nov 2017 03:32 AM PST
COVALIMA – Xefi bankada PLP Fidelis Magalhaes hateten, Oposizaun Maioria Parlamentar (OMP) hatama mosaun sensura, tanba Governu seidauk lori fali programa ba Parlamentu Nasional (PN).

“Ami hatama Mosaun Sensura, tanba Governu seidauk lori fali programa mai iha Parlamentu Nasional,” dehan deputadu Fidelis, ba jornalista sira, hafoin remata isar bendeira, 28 Novembru, iha Munisipiu Covalima, Kuarta (29/11/2017).

Nia dehan, Mosaun sensura nee hanesan metodu ida atu protesta konfiansa Parlamentu nian ba iha Governu, tanba tuir Konstituisaun Parlamentu maka hahoris Governu.

Iha parte ketak, Prezidente PN Aniceto Guterres hateten, Iha mos mosaun sensura ba Governu iha kestaun inportante Deputadus sira ezije, presidente parlamentu Nasional atu bele halo ajendamentu iha informsaun neebe imi hatene tiha ona.

Prezidente PN Aniceto mos rona hotu ona deputadu sira husi lider bankada, sei tetu uja nia kompetensia nudar Prezidente PN atu hola desizaun, tetu hare ba rezimentu PN.

Entretantu Ministru Presidensial Consellu Ministru Adriano do Nascimento hateten, Tuir konstituisaun no tuir rejimentu Parlamentu Nasional atu halo julgamentu ba implementasaun ba programa Governu, agora programa seidauk lao Oposizaun Maioria Parlamentar atu halo oinsa.

Carme Ximenes/Maria Lay | Suara Timor Lorosae

TL Kontinua Dependensia Importasaun

Posted: 29 Nov 2017 03:28 AM PST
DILI – Agrikultor tenke muda mentalidade dependensia ba importasaun husi rai liur, no agora tama ona ba tempu udan, husu povu atu aproveita ho rai bokur neebe sei abandona.

Tuir membru CCI-TL, Alberto de Araujo liu husi telephone hateten, lolos TL hapara ona sasan Imoprtasaun husi rai liut, maibe realidade TL depende ba aihan husi rai liur, lolos nee tau ona imoprtansia ba ai han sira husi rai laran, no governu tenke apoiu agrikultor sira hodi hasae produsaun rai laran no redus importasaun.

“Hau hanoin too ona tempu governu atu apoiu povu agrikultor sira, hodi hasae produsaun iha rai laran, tanba rai bokur barak maka abandona hela iha foho sira nee, maibe haree ba fasilidade laiha tanba nee husu governu tenke apoiu hodi redus importasaun,”informa setor privadu nee ba STL, Kuarta (29/11/2017) liu husi telephone.

Nia mos informa liu tan katak, iha 2000 ba too 2008, TL la depende ba produtu importasaun, tanba povu maioria moris hanesan agrikultor, maibe ikus nee ema hotu lakohi halo toos ho natar, tan nee buat hotu depende deit ba importasaun.

Iha parte seluk Diretur Camara Comersiu Industria TL, CCI-TL, Nuno Trindade dehan, TL depende makas ba produtu importasaun, problema nee akontese tanba povu agrikultor baruk atu halo toos ho natar.

Madalena Horta | Suara Timor Lorosae

Victoria torna-se no primeiro estado australiano a legalizar eutanásia

Posted: 29 Nov 2017 12:14 AM PST
O estado australiano de Victoria aprovou hoje a legalização da eutanásia, transformando-se na primeira jurisdição do país a reconhecer o direito de doentes terminais a solicitarem a morte assistida.

Após mais de cem horas de debate, o parlamento do estado australiano de Victoria deu ‘luz verde’ à proposta de lei que, a partir de junho de 2019, irá permitir que doentes terminais possam solicitar que lhes seja dispensado um fármaco que coloque termo às suas vidas.

A câmara baixa, que aprovou, em outubro, a proposta, ratificou as emendas aprovadas na semana passada pela câmara alta com 22 votos a favor e 18 contra, o que deixou a lei pendente do consentimento do governador do país.

As mudanças incluem uma redução do tempo — de 12 para seis meses — que os pacientes elegíveis teriam para aceder ao programa, além de isenções para pacientes com paralisia neuronal ou esclerose múltipla com uma expetativa de vida de um ano.

Segundo a lei, os pacientes vão receber, no prazo de dez dias, o fármaco que podem requerer depois de realizados dois exames médicos independentes. O próprio doente deverá administrar o fármaco, excetuando alguns casos considerados especiais.

O chefe do governo de Victoria, Daniel Andrews, agradeceu aos deputados a legalização da eutanásia, da qual se tornou defensor após a morte do pai no ano passado.

“Hoje estou orgulhoso de termos colocado a compaixão no centro do nosso processo parlamentar e político”, afirmou Daniel Andrews, citado pela cadeia televisiva ABC.

DM // EJ // Lusa em Sapo 24

Bali: Aeroporto vai reabrir após mudança de direção da cinza vulcânica

Posted: 29 Nov 2017 12:00 AM PST
O aeroporto internacional de Bali vai reabrir, ao fim de quase três dias encerrado, uma vez que a cinza expelida pelo vulcão Agung mudou de direção, anunciaram hoje as autoridades.

O porta-voz do aeroporto Ngurah Rai, Aroe Ahsanurrohim, anunciou anteriormente que o espaço aéreo vai ser reaberto, tendo apontado que tal devia suceder pelas 15:00 (07:00 em Lisboa).

O Centro de Vulcanologia e Mitigação de Perigos Geológicos elevou, na segunda-feira, para o máximo o nível de alerta de erupção, alargou o perímetro de segurança até um raio de dez quilómetros em torno da cratera e advertiu para o risco de uma erupção maior.

Pelo menos 22 aldeias próximas ao vulcão foram afetadas pela cinza.

As autoridades indonésias ordenaram a retirada de aproximadamente 100 mil pessoas que habitam na zona de perigo, das quais quase 40 mil registaram-se já nos abrigos localizados em vários pontos da ilha turística, apesar de haver residentes que recusam abandonar as suas casas.

A última grande erupção do vulcão Agung, que ocorreu em 1963 e prolongou-se por quase um ano, causou mais de 1.100 mortos.

Bali figura como o principal destino turístico da Indonésia, com una afluência anual na ordem dos 5,4 milhões de visitantes estrangeiros, segundo dados oficiais.

O arquipélago da Indonésia situa-se no chamado “Anel de Fogo” do Pacífico, uma zona de grande atividade sísmica e vulcânica que regista milhares de sismos por ano, a maioria moderados.

Madre Média / Lusa / Sapo 24

Foto: Reuters / Darren Whiteside

Pyongyang confirma lançamento de míssil capaz de alcançar os EUA

Posted: 28 Nov 2017 11:58 PM PST
Coreia do Sul receia ataque preventivo norte-americano

A televisão norte-coreana KCTV anunciou hoje que o projétil lançado pelo regime de Pyongyang é um novo modelo de um míssil balístico intercontinental (ICBM), batizado de Hwasong-15, capaz de alcançar “todo o território dos Estados Unidos”. O Presidente sul-coreano, Moon Jae-in, exprimiu a sua preocupação com a possibilidade de o aperfeiçoamento de um míssil balístico intercontinental pela Coreia do Norte levar os EUA a considerarem um ataque preventivo.

Tal como é hábito, coube à veterana pivô Ri Chung-hee fazer o anúncio, em tom solene, do “bem-sucedido” lançamento que foi “autorizado e presenciado pessoalmente pelo líder” Kim Jong-un, o primeiro que o regime de Pyongyang leva a cabo após dois meses e meio.

O míssil foi disparado em direção a leste a partir da província de Pyongan do Sul, a cerca de 25 quilómetros da capital norte-coreana, Pyongyang, por volta das 03:17 (18:17 de terça-feira em Lisboa).

O projétil percorreu cerca de 960 quilómetros, atingindo uma altitude de mais de 4.000 quilómetros, antes de se despenhar no Mar do Japão (denominado de Mar do Leste nas Coreias).

Tal representa a máxima altitude alcançada até à data por um míssil norte-coreano e sinaliza um novo e perigoso avanço do programa norte-coreano.

O Pentágono anunciou que o míssil lançado esta terça-feira pela Coreia do Norte é um engenho balístico intercontinental, que realizou um voo de mil quilómetros.

Estados Unidos, Coreia do Sul e Japão já reagiram ao mais recente lançamento, acordando impulsionar mais sanções internacionais contra Pyongyang.

O Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) vai reunir de emergência, hoje à tarde por causa do lançamento do míssil efetuado pela Coreia do Norte, anunciou a presidência italiana.

Presidente sul-coreano receia eventual ataque preventivo dos EUA à Coreia do Norte

O gabinete presidencial sul-coreano divulgou na quarta-feira (noite de terça-feira em Lisboa) que Moon afirmou, durante uma reunião do Conselho de Segurança Nacional, que aquele aperfeiçoamento pode provocar que a situação na segurança regional entre numa “espiral fora de controlo”.

Moon disse que é importante prevenir uma situação em que o (Coreia do) Norte possa fazer erros de cálculo e ameace o (Coreia do) Sul com armas nucleares ou que os EUA considerem a possibilidade de um ataque preventivo para eliminarem a ameaça.

O chefe de Estado sul-coreano apelou aos seus militares para que reforcem as suas capacidades.

O disparo deste míssil, com alcance que permite atingir território norte-americano, foi o primeiro ensaio em dois meses e meio, depois de o último, de médio alcance, ter sobrevoado o norte do Japão antes de cair no mar.

Os continuados ensaios com armas feitos pelo regime de Kim Jong-un, entre os quais um ensaio nuclear no passado 03 de setembro, aumentaram a tensão na zona a níveis nunca vistos depois da guerra da península da Coreia (1950-1953).

Na assembleia-geral da ONU, em setembro, Trump foi duro quanto aos programas nucleares norte-coreanos e ameaçou “destruir totalmente” a Coreia do Norte se Pyongyang continuasse com as provocações.

Por várias vezes, Trump afirmou também que não descarta uma ação militar contra o regime de Pyongyang, uma vez que, disse, anos de diálogo não serviram para nada.

Coreia do Sul vai reavaliar segurança dos Jogos Olímpicos de Inverno

O Presidente da Coreia do Sul, Moon Jae-in, afirmou hoje que vai “reavaliar de perto” se o último lançamento de um míssil por parte da Coreia do Norte vai afetar os esforços para receber os Jogos Olímpicos de Inverno em 2018.

O gabinete do Presidente sul-coreano anunciou que Moon Jae-in afirmou, durante o Conselho de Segurança Nacional, que é importante encontrar soluções para “gerir de forma estável” a situação.

Os preparativos para os Jogos Olímpicos de Inverno, que vão decorrer em fevereiro de 2018 em Pyeongchang, estão a ser ofuscados pelos testes nucleares e de misses da Coreia do Norte este ano.

A França já anunciou que a sua equipa olímpica não viajará para a Coreia do Sul, caso a segurança não seja garantida.

A Coreia do Sul pretende que a Coreia do Norte participe nos Jogos Olímpicos para atenuar as preocupações, mas esse dado ainda não está confirmado.

Madre Média / Lusa / Sapo 24

Timor oan sai vítima ba sistema embaixada Portugal; Husu Governu interven lalais

Posted: 28 Nov 2017 10:35 PM PST
Timor oan sira ne’ebé trata Bilhete Identidade (BI) hodi sai sidadaun Portugueza atu bele ba servisu iha rai liur hanesan Inglaterra, Irlanda no seluk tan, sai vítima ba sistema embaixada Portugal iha Timor Leste (TL), tanba maske prosesu hotu tenki selu ho osan, maibé dokumentu sira ne’e prosesa kleur los.

Timor oan ne’ebé trata BI Portugal, Laurentino Tavares, hateten, sira hein tinan tolu ona, maibé sira nia dokumentu seidauk sai.

“Ami halo protesta, tanba ami mai vistu iha ne’e ho dokumentus ne’ebé mak kompletu, tuir kritéria embaixada Portugal nian, inklui mós selu taxa no selu mós administrasaun, nune’e sira promete dehan, dokumentus sira ne’e prosesu durante fulan 6 deit remata ona, maibé realidade ne’ebé mak iha, tinan 3 no balun balu to’o tinan 5 ona. Tanba ne’e mak ami mai halo protesta, depois ami mai eziji bebeik, maibé sira dehan semana rua nia laran bele hotu, bosok ami tun sa’e deit rezultadu laiha,” hateten Laurentino Tavares ba GMN iha edifisiu Embaixada Portugal Colmera Dili, Segunda (27/11).

Nia hatutan, Timor oan sira ne’ebé mak servisu iha embaixada Portugal nian ne’e, mak halo pendente sira-nia dokumentus, atu Timor oan sira ne’ebé trata BI Portugal nian ne’e bele selu taxa bebeik.

Iha fatin hanesan Elsa Paulina mós informa, sira ezije ba embaixada Portugal atu hetan sira-nia direitu.

“Ami mai eziji ami-nia direitu, tanba ami-nia narativa, ami-nia BI kuaze barak mak trata iha 2014, to’o agora pendente. Kunadu pendente ona hanesan ne’e, ami tenki multa US$ 120, selu nafatin taxa, depois sira hateten katak, fulan 6 mak mai fali, maibé ami mai sistema foun fali ona. Tanba ne’e ami konfuzaun los ho sistema ne’e, tanba ninia prosesu normal ne’e mak tinan 1, ita-nia narativa tenki mai ona,”afirma nia.

Tanba n’e, nia husu ba Governu atu interven lalais, hodi embaixada Portugal fó klarifikasaun lolos ba sistema sira nian, atu nune’e Timor oan sira labele sai vítima.

Ba preokupasaun, GMN tenta konfirma ho Embaixador Portugal ba Timor-Leste, maibe la konsege tamba okupadu. Aba

GMN – Grupo Media Nacional
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chrys chrystello

Chrys Chrystello presidente da direção e da comissão executiva da AICL