Graça castanho candidatura às Presidenciais…

candidatura às Presidenciais…

Algumas linhas orientadoras do futuro programa da minha candidatura às Presidenciais…

Caros amigos e amigas,
Muitos têm sido os contatos, solicitando as listas para recolha de assinaturas. Obrigada a todos e a todas pelo vosso carinho. As pessoas têm também pedido informações acerca do nosso programa. Como já foi referido, só no dia 30 de maio é que iremos apresentar formalmente a candidatura. Aí partilharemos convosco o programa. De qualquer forma, atendendo ao vosso interesse, junto segue um texto com algumas linhas orientadoras que elaboramos, com vista à criação de um vídeo.
O abraço de sempre

Portugueses e portuguesas
Comunidades imigrantes radicadas em Portugal
Comunidades Lusas espalhadas pelo mundo

Sou Maria da Graça Borges Castanho, candidata às Eleições Presidenciais 2016

Apresento-me, aqui, perante o eleitorado, como candidata independente. Decidi candidatar-me por diversos motivos.

Como a maioria do povo português, estou profundamente desiludida com o rumo de Portugal.

Decidi candidatar-me por sentir mais uma vez que, na história dos atos eleitorais para a Presidência da República, os partidos políticos começam a posicionar-se, deixando pouca ou nenhuma margem de manobra para o exercício de uma cidadania ativa e consciente.

Dita a Lei Eleitoral de Presidente da República que estas eleições devem ser protagonizadas por cidadãos e cidadãs que poderão ser apoiados pelos partidos. É bem verdade!

Mas sabendo nós o estado em que os partidos, os políticos e os governantes deixaram o país, quem quer votar em candidatos apoiados por forças partidárias?

Senti necessidade de me candidatar porque, tal como a maioria do povo português, me recuso a dar o meu voto a candidatos que outra coisa não fizeram na vida do que se servir do país.

Recuso-me a dar o meu voto a candidatos apoiados por partidos, perdendo, assim, a sua isenção e colocando-se ao serviço dos interesses de quem os protegeu e lhes garantiu o cargo.

Recuso-me a dar o meu voto a candidatos que se apresentam como independents, mas logo se apressam e se posicionam para obter o apoio de um partido.

Recuso-me a dar o meu voto a candidatos jovens, sem experiência de vida e de trabalho, sem passado.

Recuso-me a dar o meu voto a candidatos que aguardam as legislativas para estrategicamente decidirem se avançam ou não.

Apresento-me, orgulhosamente, a estas eleições como Independente, liberta de amarras, de guilhotinas e de promessas corporativistas para cumprir depois do acto eleitoral.

Aliás, deixo bem claro que a minha candidatura não está aberta a quaisquer apoios de partidos. Estou, antes, disponível para interagir e dialogar com cidadãos e cidadãs e com os movimentos cívicos que pululam pelo país.

Ao serviço de Portugal coloco a minha ampla experiência de serviço público e o meu saber acumulado ora na vida académica, ora na intervenção social, ora como representante de Portugal no estrangeiro.

A minha candidatura, no feminino, por ser mulher, é de grande relevância para o país. Passados 41 anos da instauração da democracia em Portugal é inconcebível a dinamização de processos eleitorais sem a representação inequívoca e explícita de mais de metade da população portuguesa.

O país precisa, como garante do seu desenvolvimento, da sua sustentabilidade e aprofundamento da democracia, das mulheres nos mais altos cargos do governo, do mundo empresarial e da nação.

Falar das mulheres no poder é consagrar um direito humano, é, finalmente, dignificar o papel das mulheres (avós, mães, filhas, netas, tias, pagantes de impostos e construtoras da sociedade em que vivemos). Falar das mulheres na vida política é elevar o patamar de excelência e de desenvolvimento que todos e todas ansiamos.

Como se pode deduzir das minhas palavras, a minha campanha não se posiciona nem à esquerda, nem ao centro, nem à direita. Proponho ao povo português, pela primeira vez na história das Presidenciais em Portugal, uma campanha circular que englobe, integre e abrace todo o povo português, as comunidades imigrantes radicadas em Portugal e a diáspora portuguesa.

Neste abraço, com ponto de partida dos Açores, quero chamar a atenção para a necessidade premente de unir o país. Vive-se, hoje, um défice grande ao nível do conhecimento mútuo das parcelas do território nacional.

As ilhas não se conhecem entre si. Os arquipélagos estão de costas viradas. Portugal Continental não conhece os arquipélagos e vice-versa. O norte não conhece o sul. O litoral ignora o interior.

Razão tem o povo quando diz que Portugal é o Terreiro do Paço e o resto é paisagem!

A situação torna-se ainda mais grave quando sabemos que o país pouco valoriza as suas comunidades emigrantes e desconhece a Europa que integra.

Portugal precisa de uma presidência que unifique o país, que devolva às populações o sentimento de pertença e de orgulho. O país precisa de uma Presidente que dê a conhecer ao mundo a nossa língua, o nosso povo, a nossa diáspora, as nossas belezas naturais, os patrimónios mundiais recebidos e muitos outros prémios e honrarias.

Chegou a hora de mudar radicalmente o paradigma de isolamento e abandono a que as sucessivas presidências têm votado largas franjas populacionais pelo país fora.

A Presidente, com o compromisso de dignificar a imagem de Portugal e próxima das populações, dará um novo sentido ao mais alto cargo da nação.

Até Dezembro de 2015, assumo o compromisso de levar até junto dos eleitores e eleitoras o nosso programa, bem como o nosso olhar sobre o país, sobre as Presidenciais e sobre as relações que Portugal deve privilegiar com a Europa, as comunidades portuguesas e o resto do mundo.

Os propósitos aqui expressos encerram a justificação do lema da nossa campanha:

Graça Borges Castanho para Presidente
De Portugal para o Mundo


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Publicado por

chrys chrystello

Chrys Chrystello presidente da direção e da comissão executiva da AICL