É CULTO, O MEU LIVRO MAIS OCULTO

Views: 12

FLIPBOOK https://flipbook.so/flip/avmXe6X0I9K50xosAgN0 ‎

 

2018 “FOTOEMAS” foto livro, fotografia de Fátima Salcedo e Poemas dos Açores de Chrys Chrystello FLIPBOOK https://flipbook.so/flip/avmXe6X0I9K50xosAgN0 e-livro http://www.blurb.com/b/8776650-fotoemas ISBN: 9781388351083

Agente de IA da Anthropic enviou à polícia uma denúncia falsa de homicídio – ZAP Notícias

Views: 7

Um modelo de IA da Anthropic, posto a navegar à sorte em vários sites durante um teste, fingiu ter informações sobre um crime real e denunciou um suspeito inexistente à polícia de Filadélfia.A empresa levou dois meses a dar conta do caso. É mais um episódio na saga dos agentes IA lançados à solta a fazer estragos. Um modelo de inteligência artificial desenvolvido pela Anthropic enviou à polícia de Filadélfia uma pista inventada sobre um homicídio por resolver. O caso foi revelado na sexta-feira pela polícia de Filadélfia, que criticou a empresa por ter demorado dois meses a comunicá-lo. A

Source: Agente de IA da Anthropic enviou à polícia uma denúncia falsa de homicídio – ZAP Notícias

racismo nunca mais! saudações festivas

Views: 19

 

 

 

 

679 racismo nunca mais! saudações festivas

Não entendemos como é que nos Açores (e em Portugal peninsular) ainda se não seguiu o equitativo exemplo do Reino Unido, da Alemanha, da Áustria, da França, dos EUA e de outros países, em abolir totalmente o “Menino Jesus” (esse já andava há anos na despensa), o “Pai Natal” e as renas (também para lá caminhavam).

O Feliz Natal e frases quejandas são um insulto aos nossos irmãos de outras crenças e culturas e se sentirão discriminados racialmente por esses antiquados cartões de votos juvenis e adultos, tão apropriados ao racismo do tempo da escravatura do século XVIII e XIX e que (em vez de Boas Festas) se passarão a chamar de “cartões de inverno”

Há quem venha agora proclamar que a filha negra tem medo do Pai Natal branco, e contrate um negro para fazer o papel do bom velhinho crítico do racismo. Talvez esteja tudo confuso. É mesmo uma diferença subtil, como a que distingue o amor e o ódio. Tudo muito parecido, ainda mais no mundo fugidio das redes sociais. Ali é tudo preto no branco, mas se for branco no preto ninguém vai notar.

Pois bem: o diligente manifestante contra o racismo, que é branco e adotou uma menina negra, divulgou que a filha se sentiu muito melhor diante de um Pai Natal da cor dela (apesar de não ser da cor dos pais adotivos. Felizmente não eram <Peles Vermelhos», termo depreciativo, preconceituoso e ignorante. Em termos clínicos, uma pele vermelha, quente e dolorida pode estar associada a condições como celulite infecciosa, rosácea, eczema, alergias ou à chamada síndrome da pele vermelha (ligada ao uso excessivo de corticoides locais).

.

O pessoal do Apartheid teve exatamente a mesma ideia: transformar a cor da pele em critério básico para a relação entre as pessoas – preto com preto e branco com branco, cada um na sua. O café com leite pode fazer mal como o trigo e seus derivados.

A premissa da identidade racial como base social deu origem a um dos regimes mais desumanos da história, mas foi sem querer. Por isso se tornou vulgar agora vermos peças em que Jesus surge como negro africano e não do Médio Oriente. É difícil, na sofreguidão das redes sociais, distinguir um progressista de um reacionário.

Que tal imaginar um Natal na casa de um pai homofóbico? poderia adaptar a lenda – quem sabe substituindo as renas do trenó por cavalos, para que o filho não ficasse diante daquele desfile de veados. Se uma família veta o Pai Natal Branco outra veta as renas. Cada um na sua.

Não há nada mais eficaz para se perceber uma alegoria idiota do que outra alegoria idiota.

Aí está o resumo da resistência de auditório ao racismo e demais causas politicamente corretas: um desfile de alegorias e adereços tão reluzentes – e, naturalmente, inúteis para todos aqueles que os heróis do Facebook dizem defender. Racismo é crime. Mas estimular o racismo fingindo combatê-lo está aprovado como marketing pessoal.

Em 2021, a mais recente loucura do tipo correu o mundo e deixou de queixo caído esferas de esquerda habitualmente na linha de frente da correção política. A autora do golo contra é Helena Dalli, uma política da ilha de Malta, comissária europeia para a igualdade (2019-2024) sendo substituída por uma ainda mais controversa, Hadja Lahbib da Bélgica.

Natal nunca mais, e todas as palavras associadas, idem para o Índex.

Em Portugal, Carlos Costa Gomes, o Presidente do Centro de Estudos de Bioética, foi vocal na sua crítica em dezembro 2025. A questão surgiu, quando numa Escola de Pinhal Novo, por uma questão de “neutralidade”, se decidiu não festejar as tradições de Natal. Mas esta decisão não deixa de levantar alguma perplexidade e um problema mais profundo, quase silencioso: o perigo do esquecimento.

  1. Poderá existir pressão de proteger a diversidade e evitar que a criança se sinta excluída, mas a decisão tem um desafio ético, menos visível.
  2. A pluralidade não se constrói apagando símbolos ou tradições. Constrói-se aprendendo a compreendê-los ética e socialmente.
  3. O Natal, de cariz religioso cristão, não é apenas uma celebração religiosa mas parte da nossa história cultural: na música, na literatura, nas artes, nas tradições familiares e nos valores de solidariedade que atravessam a nossa sociedade (e logo na música proibida pelos islâmicos).
  4. Quando a escola evita totalmente qualquer referência a esta tradição, corre o risco ético de criar um vazio cultural e um esvaziamento da pluralidade, e perde a oportunidade de promover aprendizagem, o diálogo e reconhecimento mútuo.
  5. A neutralidade não exige silêncio; exige que se seja justo, a neutralidade não é apagar tradições, mas explicá-las e ensiná-las sem doutrinar.
  6. Quando as crianças aprendem o significado cultural do Natal estão a ser educadas para compreender a diversidade do mundo. Não é excluir o Natal que se promove a diversidade, pelo contrário, é integrá-lo que se promove o direito à diferença.
  7. O risco ético da época que esquece, é o de uma escola que não falando de tradições pode, com ou sem intenção, contribuir para uma forma mais subtil de empobrecimento: o esquecimento de que somos seres com biografia histórica. E quando a sociedade esquece a sua narrativa, fragmenta-se.

Estão mal e eticamente questionáveis as escolas que por neutralidade negam, precisamente o que querem defender – a diversidade.

Os muçulmanos comemoram apenas duas festas religiosas: 1. o Eid wl-Fitr, que é a comemoração após o término do mês do Ramadão. Eu, particularmente, achei bem parecido com o nosso Natal, pois enfeitam as casas, fazem um grande jantar e presenteiam os amigos e a família. 2. A outra festa comemorada por eles é o Eid al-Adha, em que se comemora a obediência do Profeta Abraão a Deus.

Gostaria de encerrar com uma frase de Gandhi que acho muito legal e que, a meu ver, se relaciona muito bem com o texto. “A lei de ouro do comportamento é a tolerância mútua, já que nunca pensaremos todos da mesma maneira, já que nunca veremos senão uma parte da verdade e sob ângulos diversos.” Mahatma Gandhi.

 

Aproveitando gostaria de desejar a todas os colunistas e leitores um Feliz Natal e um próspero novo ano, mas temo que isto seja racista para as crianças católicas ao verem homossexuais atirados do topo dos prédios e mulheres enfiadas na terra ou a areia até à cintura à espera de serem mortas por apedrejamento, bem como a execução por degola de todos os cristãos que recusem converter-se. Lamento mas sou um indivíduo e reservo-me o direito a essa individualidade, ao direito de escolha e não estou interessado em converter-me a nada, exceto à eternidade.

 

https://blog.lusofonias.net/wp-content/uploads/2026/10/679-racismo-nunca-mais.pdf

more Patrocinado Notícias ao Minuto 259.9K Seguidores Há obrigação legal de devolver valor pago a mais em pensões por erro História de Tomásia Sousa, Lusa •

Views: 8

A ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Maria do Rosário Palma Ramalho, afirmou que os beneficiários de 2.937 pensões abrangidas, devem devolver o valor pago a mais devido a um erro de parametrização.

A ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social voltou, este sábado, a esclarecer o erro que levou à atribuição de pensões acima do valor legal, sustentando que há não só fundamento para a CGA exigir a devolução do valor pago a mais, como “obrigação” de o fazer.

“O que se passou ali é um erro de parametrização, portanto, a forma de cálculo das novas pensões que foi feito lá atrás, há mais de 15 anos. E quando as pessoas chegaram à idade de se poder reformar foi agora e não lá atrás. Portanto, só agora se veio a perceber que havia esse erro que fazia com que um número de pensionistas que se reformou, que pediu a reforma a partir de maio – portanto estamos a falar de novas pensões, não de pensões já em pagamento – tivesse sido atribuído um valor que é indevido, ou seja, acima do que, por máximo por lei, cada uma daquelas pessoas pudessem receber”, começou por explicar Maria do Rosário Palma Ramalho aos jornalistas, à margem do 15.º Congresso da União Geral dos Trabalhadores (UGT), que decorre na Figueira da Foz.

 

“Naturalmente, se é um pagamento indevido, tem de ser reposto, o que será feito numa das várias formas que a lei prevê à escolha”, acrescentou, esclarecendo que o valor pode ser pago todo de uma vez ou de modo faseado.

“É um erro informático que permitiu um pagamento para além do que aquilo que a lei permite. Assim sendo, naturalmente ninguém vai querer, com certeza, ficar a receber uma pensão para além do que aquilo que efetivamente pode legalmente”, acrescentou a ministra.

PS PESSOAL, há anos, quando a Nini se efetivou como prof aqui nos Açores, esqueci-me de comunicar ao governo australiano e ele continuou a pagar a pensão de invalidez; anos mais tarde, constatou que pagara mais 8 mil dólares nesse período e descontava 10 dólares por semana… Com a covid, foi tudo suspenso e, agora, no mês passado , descontaram-me 1/6 do total para liquidar os 4800 dólares que ainda devo…

The Azoreans Are Not Who You Think They Are (DNA Evidence) – YouTube

Views: 4

Enjoy the videos and music you love, upload original content, and share it all with friends, family, and the world on YouTube.

Source: The Azoreans Are Not Who You Think They Are (DNA Evidence) – YouTube

Ryanair não perdoa Cristiano Ronaldo: “Se ele consegue ficar sentado…”

Views: 6

Companhia aérea irlandesa, conhecida por ser bastante provocadora e mordaz nas redes sociais, decidiu brincar com o tema do momento, apontando para o facto de Cristiano Ronaldo não ter saído do banco frente à Noruega.

Source: Ryanair não perdoa Cristiano Ronaldo: “Se ele consegue ficar sentado…”

PICO A SAÚDE QUE NÃO TEMOS(promessas, parole, parole, parole…

Views: 14

 

A Saúde que (não) temos
Ao descer o alto da Terra Alta, pelo lado norte, a Montanha despontou, ao longe, vestida de cinzento escuro, acompanhando a tristeza da despedida.
Se lá houvesse cuidados de saúde satisfatórios ficaria mais algum tempo. Mas, com a chegada do inverno, é mais prudente regressar a São Miguel porque os recursos são maiores, caso haja situações adversas imprevistas, que nunca se deseja.
É óbvio que todos temos um fim em data desconhecida, mas é minha convicção de que lutar pela saúde e pelo bem-estar é um desígnio que deve obrigar todos, individual e coletivamente, a tudo fazermos para viver dignamente.
Este é um tema de referência frequente a quem vive na Ilha do Pico.
Na memória de muita gente que vive mais longe da Fronteira com o Faial, ainda está presente a promessa feita pelos governantes da época, aquando da abertura do novo Centro de Saúde de São Roque do Pico, em 1996. Anunciou-se, em vão, que seria uma unidade com as valências de Maternidade, consultas de especialidade e equipamentos básicos de análise e diagnóstico para impedir deslocações ao Hospital da Horta. Foi por isso dotado de equipamentos destinados à Telemedicina, o que beneficiaria muito os serviços prestados à população picoense.
O certo é que a Telemedicina de que tanto se esperava nunca funcionou. Os equipamentos foram-se deteriorando dentro dos caixotes e ninguém questionou nem se responsabilizou pelo fracasso do prometido serviço.
Com a abertura do Novo Centro de Saúde da Madalena decidiu-se alterar a gestão dos equipamentos existentes nos três Centros de Saúde e concentrar-se o internamento e o serviço de análises no novo edifício. Desde então os outros dois Centros perderam valências e passaram a oferecer, após protestos da população, muito precários serviços de urgência. De tal forma que muitos utentes daqueles concelhos, cientes da deficiente resposta em casos mais graves, dirigem-se diretamente ao CS da Madalena, sobrecarregando o serviço.
Por falta de verbas, a USIP impede muitos picoenses de, em tempo útil, acederem a exames de ecografia. Em agosto último, mais de um milhar de picoenses aguardava autorização para efetuar aquele exame no único laboratório privado sediado em São Roque.
A situação é de tal forma inusitada que, segundo fonte da USIP, os doentes internados no CS da Madalena têm de deslocar-se, via marítima, ao Hospital da Horta para efetuar aquele exame. Não admira, pois, que especialistas de Medicina Geral e Familiar pensem maduramente em concorrer às três vagas abertas pela USIP.
A falta de credibilidade dos serviços de saúde na Ilha do Pico é um lamento constante a que se associa, protestos e desconfianças sempre que alguém é obrigado a deslocar-se ao Hospital da Horta (HH) para cuidados diferenciados, por mais simples que sejam. Ouve-se relatos de casos mal sucedidos em determinadas especialidades, que deviam obrigar as autoridades a inquirirem da qualidade desses atos médicos. Individualmente, os doentes muito raramente reclamam por não conseguirem obter uma segunda opinião. Só quando se deslocam fora é que são elucidados por outros clínicos do mal que lhes foi feito.
Muitos utentes, devido à idade e à gravidade da doença, aceitam o infortúnio. Ou porque temem represálias, ou porque não sabem como recorrer a quem de direito.
Até 2023, o Serviço Regional de Estatística dos Açores, publicou, anualmente, o número de profissionais e respetivos atos médicos por especialidades, efetuados nos Hospitais e Centros de Saúde. Desde essa data, há um silenciamento quase total, limitado apenas ao número de consultas presenciais e teleconsultas o que é manifestamente redutor, pois dificulta a análise da situação e das respostas que deviam ser implementadas.
Há, todavia, uma amostra diária comprovada pelo elevado número de utentes que têm de deslocar-se ao HH. Só isso, bastaria para alterar a organização dos serviços de saúde nas Ilhas Pico-Faial, se o governo fosse coerente com a condenação do centralismo insular.
A par de tudo isto, também há quem defenda que o Hospital da Horta não se justifica dado servir uma população demasiado reduzida – menos de 35 mil pessoas. Esta opinião foi-me expressa por um cardiologista do HDES e julgo que terá seguidores na classe médica, dada a dificuldade de encontrar clínicos para pequenos hospitais e unidades de saúde.
Muitos picoenses, cientes da qualidade do serviços prestados em algumas especialidades pelo HH, decidem deslocar-se ao continente ou a São Miguel. As despesas são idênticas – dizem – e as respostas, substancialmente melhores.
Perante este cenário, há uma parte significativa da população do concelho das Lajes que defende ser um erro construir um novo Centro de Saúde. A oferta de serviços será precária e não garantirá, se a situação atual se mantiver, a credibilidade e confiança necessárias à população. Esses cidadãos propõem que se gaste o dinheiro em equipamentos mais reprodutivos, que fixem jovens e migrantes e se melhore os cuidados à população idosa.
Ainda recentemente foi anunciado o processo de construção do futuro Centro de Saúde da Ribeira Grande, concelho com população jovem que, juntamente com o concelho do Nordeste ronda as 40 mil pessoas.
As valências previstas são semelhantes às do CS da Madalena o que não beneficia os utentes do lado norte da Ilha de São Miguel. Exigia-se que houvesse coragem para descentralizar do HDES a prestação de cuidados diferenciados, mas optou-se, por falta de coragem em contrariar o poderoso “status quo”, em deixar tudo como está (mal!) e não reformar o Serviço Regional de Saúde.
A saúde é um bem precioso com implicações pessoais, familiares, sociais e económicas. Limitar as políticas de saúde à construção de novas instalações sem melhorar e reformar os cuidados prestados é manter tudo na mesma.
O tema merece uma séria, profunda e aberta reflexão com os diversos agentes sociais e a população em geral, para que, também neste setor, o bem-estar chegue a todos, em todas as ilhas.
Ponta Delgada, 01/10/2026
José Gabriel Ávila
jornalista c.p. 239 A

See lessMay be an image of ocean, Arthur's Seat and crater

SIC Notícias – Sismo de 3,7 sentido na ilha de Santa Maria, nos Açores | Facebook

Views: 5

Source: SIC Notícias – Sismo de 3,7 sentido na ilha de Santa Maria, nos Açores | Facebook