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A MORTE DO REI D.SEBASTIÃO FOI UMA FRAUDE?
Exilado em Italia, reaparecerá num dia de nevoeiro, até nisso enganaram. O texto sob o qual se baseia o aparecimento de D. sebastião fala que ressurgirá da neve.
E assim foi, num dia de muita neve os duques de Bragança dão início à IV Dinastia, revoltam-se contra os Filipes e marcham sobre o poder. E vencem
FRAUDES HISTÓRICAS
DOS DEFENSORES DO
IMPERIALISMO ESPANHOL
SEM ÉTICA NEM REGRAS
A FALSA HISTÓRIA DA MORTE DE DOM SEBASTIÃO NO CAMPO DE BATALHA DE ALCÁCER, INVENTADA E CULTIVADA PARA JUSTIFICAR A USURPAÇÃO DO PODER PELOS FELIPES II, III E IV DE ESPANHA
Confirmar em Grandes Enigmas da História de Portugal, 3º vol., Maria Luísa Martins da Cunha, em Hagiografia de D. Sebastião – de desejado a encoberto, de Manuel J. Gandra, Mafra, 2014: 221-227.que transcrevemos:
Felipe II, de Espanha, e o Duque de Alba, no interesse da Espanha, a pretexto de ajudarem D. Sebastião, vieram, de facto, a auxiliar, na batalha contra o exército português, os xerifes marroquinos sob a direcção de Ahmede Almançor, O Dourado, combatendo, a seu lado, em Alcácer-Quibir. Um único rei marroquino não morreu, resultando desse facto, na prática, a unidade de Marrocos.
O desastre que aí resultou para Portugal, permitiu que o Duque de Alba invadisse Portugal e Felipe II impusesse a sua coroa, usurpando o trono português, já que, sabe-se hoje, D. Sebastião escapou vivo da batalha (em que morreram três xerifes mouros), tendo que fugir e, após um sequestro em Itália e diversos episódios rocambolescos, a que não foi indiferente a “caça” que lhe foi dirigida pela Espanha, acabou, finalmente, ao que parece, velho, aos 76 anos, num mosteiro em Limoges (França).
Podemos resumir o Interregno por um excesso de reis. Chamemos-lhe reinado dos três reis (1580-1582, D. Sebastião, no exílio, D. António I e Felipe II, de España), primeiro reinado de dois reis (1582-1598, D. Sebastião, no exílio, e Felipe II, de España), segundo reinado de dois reis (1598-1621, D. Sebastião, no exílio, e Felipe III, de España e terceiro reinado de dois reis (1621-1632, D. Sebastião, no exílio, e Felipe IV, de España) e, regência do Vice-Rei (1632-1640, D. Afonso Furtado de Mendonça), período conspirativo e tumultuoso da pré-Restauração.
Convém relembrar que os reis filipinos destruíram dois impérios, o espanhol e o Português, sendo responsáveis pelo advento dos impérios holandês, inglês e francês.
Durante o Interregno, parte da frota portuguesa foi incorporada na Invencível e, de imediato, devido a temporal, naufragada Armada.
Em resultado disso, o Império Português passou a ser assolado pelos inimigos de Espanha, facto que custou a perda das colónias, esquadras, bens e vidas humanas.
Foi uma pilhagem generalizada, onde, sem dúvida, holandeses, franceses e ingleses foram quem teve parte de leão.
Dom Sebastião foi enterrado, afinal, com 76 anos num túmulo da capela de S. Sebastião do Convento de frades agostinhos de Limoges, em França.
E a maior desfaçatez e provocação contra nós, Portugueses, contra a qual não reagimos, é ter no túmulo, alegadamente de D. Sebastião, um “coitado” desconhecido, esse sim, de um qualquer homem morto, irreconhecível claro, dessa batalha!
Muito mais se pode falar, foi D. Sebastião conivente porque com a perda da Batalha de AlCacer Quibir não houve espólio de guerra e assim não teve como pagar aos primos Filipes de Espanha que o tinham financiado?
Muito falta contar ainda. Ou simplesmente trocou a vida de monarca pela boémia passeando-se sobre financiamento e proteção dos primos espanhóis por Itália, França…?
A verdade é que as provas de que não morreu são demasiadas para que o nevoeiro não nos turve mais os olhos.
s@m
Publicada por Jose Martins à(s) 1:35 da tarde Sem comentários :
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