Timor Lorosae 27/9

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TIMOR LOROSAE NAÇÃO – diário


Parceria de Timor-Leste com Nações Unidas registou “êxitos assinaláveis” — PR

Posted: 26 Sep 2013 04:33 PM PDT

Nova Iorque, 25 set (Lusa) – Os timorenses têm nas mãos a responsabilidade plena pela construção do seu futuro depois de mais de uma década de parceira com as Nações Unidas, que registou “êxitos assinaláveis”, disse hoje o Presidente de Timor-Leste.
Na sua primeira intervenção na Assembleia-Geral da ONU, e durante a 68.ª sessão, Taur Matan Ruak agradeceu o contributo da comunidade internacional que permitiu aos timorenses o “direito de decidir sobre o seu próprio futuro”.
Este, recordou, é o “primeiro ano em que não há uma missão da ONU” tendo o “anseio dos timorenses pela estabilidade e paz sido decisivos para as novas circunstâncias” que permitiram que o Conselho de Segurança da ONU retirasse a situação do país da sua agenda.
“Os resultados obtidos são mérito da comunidade internacional – pela solidariedade e esforço pioneiro no processo de construção de uma nação feitos em Timor-Leste – e dos timorenses, pela maturidade e determinação firme de viver em paz, repetidamente expressa em eleições livres com elevada participação”, referiu.
Considerando que os “timorenses têm agora nas mãos a responsabilidade plena da construção do seu futuro”, o chefe de Estado timorense disse que o país “olha os desafios com expectativa e otimismo”.
Em especial, destacou a necessidade de “focar o esforço nacional de desenvolvimento na diversificação da economia, reduzir a dependência do petróleo e promover o desenvolvimento inclusivo de todos os timorenses”.
As prioridades são ainda “consolidar as instituições, aprofundar a sua capacidade técnica e assegurar a participação das novas gerações na responsabilidade da construção do país”.
Cabe às gerações mais velhas o dever de transmitir os valores gerados durante a luta pela libertação, como o respeito pela dignidade humana e a dedicação e serviço à nação, valores “tão necessários paria construir uma sociedade equilibrada e um país unido, como foram no passado”, afirmou.
O Presidente timorense aproveitou a sua intervenção para defender o direito à autodeterminação de “povos que, depois de décadas continuam pacientemente à espera da realização do seu direito à autodeterminação”, como é o caso do Saara Ocidental.
Pediu ainda o fim do embargo a Cuba e recordou que Timor-Leste apoia o “direito do povo da Palestina e de Israel de viver lado a lado, em paz, com dignidade e em segurança”.
Numa referência à Guiné-Bissau, Taur Matan Ruak mostrou-se esperançando que “a nação irmã” na Comunidade dos Países de Língua Portugueses (CPLP) possa caminhar para o “restabelecimento da normalidade institucional e da democracia”.
O Presidente timorense destacou o papel do seu antecessor, José Ramos-Horta, que lidera o escritório da ONU na Guiné-Bissau (UNIOGBIS) e “cujas iniciativas têm contribuído para aumentar o prestígio da ONU” no país, criando “um ambiente de maior confiança e diálogo na sociedade guineense”.
“Os problemas da Guiné-Bissau podem ser resolvidos. Timor -Leste vai continuar a apoiar o esforço paciente dos povos guineenses e da comunidade internacional que visa intensificar o diálogo e a reconciliação entre o povo da Guiné-Bissau e promover uma solução democrática dentro um período de tempo apropriado”, considerou.
Tocando no tema em debate nesta sessão da assembleia-geral da ONU, Taur Matan Ruak referiu-se aos “desafios globais importantes que a humanidade enfrenta”, entre os quais “a desnutrição que afeta centenas de milhões de pessoas em todo o mundo”.
“O duplo desafio de melhorar a segurança alimentar e redução da desnutrição à escala global requer um novo impulso a partir de todos nós. Sem novas iniciativas coordenadas e maior investimento para promover a melhoria da segurança alimentar e combate a desnutrição, não vai ser possível avançar com rapidez e segurança”, considerou.
ASP // VM – Lusa
Agência de notícias timorense começa a funcionar em julho na cimeira da CPLP

Posted: 26 Sep 2013 04:29 PM PDT

Lisboa, 24 set (Lusa) – A agência de notícias de Timor-Leste começará a funcionar durante a cimeira da CPLP em Díli, em julho de 2014, anunciou hoje o secretário de Estado da tutela após uma visita à Lusa, que irá cooperar no projeto.
“Até à cimeira da CPLP temos de preparar todos os recursos. O nosso plano é lançar o funcionamento da agência dentro da cimeira, em julho de 2014”, disse o secretário de Estado da Comunicação Social de Timor-Leste, Nélio Isaac Sarmento, em declarações à Lusa.
Após uma reunião com o presidente do conselho de administração da Lusa – Agência de Notícias de Portugal, Afonso Camões, o governante timorense adiantou que até ao fim do ano será formalizado o acordo que prevê a participação da Lusa.
“Nós já recebemos o estudo de viabilidade da Lusa e estamos a estudar. Há mudanças na agenda da implementação da agência. Vamos preparar isso em dezembro deste ano para em janeiro a agência de notícias timorense começar a funcionar tecnicamente”, afirmou.
A agência Lusa apresentou no ano passado uma proposta de parceria luso-timorense para a criação da agência noticiosa de Timor-Leste, que prevê a cooperação da agência portuguesa na formação de jornalistas, na transferência de tecnologia e num período em que os jornalistas/formadores da Lusa trabalham em conjunto e no mesmo espaço dos timorenses.
“É uma proposta que tem um ano. Tivemos a visita do secretário de Estado e temos o compromisso de que as coisas são para avançar a todo o vapor”, disse o presidente do conselho de administração da Lusa após a visita de Nélio Sarmento.
“Esperamos que o governo de Timor-Leste inscreva no seu Orçamento de Estado para o ano que vem uma verba para a instalação da agência e nós estamos completamente disponíveis para reforçar a nossa presença em Timor-Leste”, acrescentou Afonso Camões.
Questionado sobre os prazos apresentados pelo secretário de Estado timorense, o administrador da Lusa afirmou ser possível a agência timorense começar a funcionar em julho de 2014, altura em que decorre a cimeira da CPLP em Díli.
“O tempo é muito curto, mas se for caso disso os jornalistas da Lusa vestirão, durante o tempo que for necessário, a camisola da agência timorense, como aliás fizemos durante os anos de luta pela independência”, afirmou.
Sobre o perfil da agência nacional timorense, o secretário de Estado Nélio Sarmento recordou que Timor-Leste “é um pequeno país, que não precisa de uma agência grande como a Lusa”.
No entanto, sublinhou que terá de ter uma “qualidade pelo menos igual à das agências dos países da CPLP”, daí a importância de apostar nos recursos humanos.
“A primeira iniciativa é concentrarmo-nos na formação dos recursos (…) em colaboração com a agência Lusa”, disse.
A visita de Nélio Sarmento a Portugal decorre até sexta-feira e prevê ainda visitas a outros órgãos de comunicação social, como a RTP, ao Centro Protocolar de Formação Profissional para Jornalistas (Cenjor) e à Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC), além de um encontro com o homólogo português, Pedro Lomba.
O principal objetivo, além da cooperação para a criação da agência de notícias timorense, é o contributo da ERC numa altura em que Timor-Leste prepara legislação para a imprensa.
“Vamos criar um conselho da imprensa, [e esta é uma] oportunidade de aproveitar a experiência de Portugal em termos de regulação dos órgãos de comunicação social”.
FPA (MSE) // JMR – Lusa
Polícia timorense alerta que número de emergência 112 não é para brincar

Posted: 26 Sep 2013 04:25 PM PDT

Díli, 25 set (Lusa) – A Polícia Nacional de Timor-Leste (PNTL) pediu hoje aos cidadãos para não utilizarem o número de emergência 112 para brincar.
“O número 112 é uma linha de situação de emergência e as pessoas não a podem utilizar para brincar”, afirmou o comandante interino da PNTL, Júlio Hornay.
Segundo o comandante interino, as pessoas brincam com aquele número, incluindo para denunciar falsas situações de emergência.
O comandante Júlio Hornay pediu também às pessoas para, em caso de necessidade, ligarem para o 112 ou para o 333 12 83, central da Polícia Nacional de Timor-Leste.
Em caso de urgência, as pessoas podem também contactar os telemóveis 77 31 23 94 ou o 77 23 01 93, números do centro de operações daquela polícia.
MSE // MLL – Lusa
HISTÓRIAS MAGNÉTICAS CHEGAM ÀS CRIANÇAS DE TIMOR-LESTE

Posted: 26 Sep 2013 04:22 PM PDT

Díli, 26 set (Lusa) – O projeto História Magnéticas, dedicado à composição de bandas sonoras para histórias infantis, está em Timor-Leste e vai ser visto por centenas de crianças de várias escolas.
Na quarta-feira e hoje, as Histórias Magnéticas estiveram a encantar as crianças da Escola Portuguesa de Díli, na sexta-feira vão estar na Fundação Oriente, também em Díli, e no sábado no Forte de Maubara, perto de Liquiçá.
“As Histórias Magnéticas foi um projeto que criei em 2009 e consiste na composição de bandas sonoras para histórias para a infância”, afirmou à agência Lusa o músico português Sérgio Pelágio.
Segundo o músico, é um projeto simples, que envolve apenas um músico e uma atriz, Isabel Gaivão.
“Chama-se Histórias Magnéticas porque tentamos escolher histórias fortes. O critério tem sido sempre a escolha de histórias fortes, contrastantes e diferentes”, explicou.
O projeto começou com a história “A Bomba e o General”, de Humberto Eco, a que se seguiram “Enquanto o meu cabelo crescia”, de Isabel Minhós Martins, “D. Quixote”, na versão reduzida de Alice Vieira, e “Nungu e a Senhora Hipopótama”, da inglesa Babette Cole.
“O projeto tem corrido muito bem, tem circulado pelas escolas de Portugal, e este ano tivemos a felicidade de começar a nossa carreira internacional por Timor”, disse Sérgio Pelágio.
O músico disse que já está confirmada a presença em Cabo Verde e Macau e Guiné-Bissau são duas digressões que estão a ser tratadas e que espera que se concretizem.
A itinerância do projeto em Timor-Leste tem o apoio da Direção Geral das Artes, da Fundações Oriente, do Camões – Instituto da Cooperação e da Língua, da Associação para a Proteção e Promoção dos Direitos Humanos e do ‘cluster’ da cooperação portuguesa Mós Bele (Nós podemos, em português).
MSE // VM – Lusa
ADN VAI TOMAR FORTES MEDIDAS NOS PROJETOS SEM QUALIDADE

Posted: 26 Sep 2013 04:16 PM PDT

26 de Setembro de 2013, 15:28

A Agência de Desenvolvimento Nacional vai tomar fortes medidas relacionadas com os projectos que não têm qualidade.
“Solicito aos deputados para nos facultar os dados sobre os projectos que se encontram com má qualidade porque talvez os membros da ADN não conseguem ir até ao local onde os deputados chegam, a fim de ver os projectos e assim poderá haver uma colaboração entre ambos”, disse Samuel Marsal, director geral da ADN.
O responsável salientou ainda que a preocupação da ADN é o pôr fim a todos os projectos que não têm qualidade.
Por outro lado o presidente da comissão E no Parlamento Nacional, Pedro dos Mártires da Costa indicou que existem projectos sem qualidade devido à falta de acompanhamento por parte do Ministério das Obras Públicas e da ADN.
SAPO TL com Lusa
Ministros da CPLP concordam que eleições na Guiné-Bissau deverão ser adiadas

Posted: 26 Sep 2013 04:12 PM PDT

Nova Iorque, 25 set (Lusa) – Sete ministros representantes dos países da CPLP concordaram hoje, em Nova Iorque, que “tecnicamente já não será possível” a realização de eleições na Guiné-Bissau a 24 de novembro, disse o ministro dos Negócios Estrangeiros português.
A situação do país africano, que está sob um Governo de transição desde o golpe de estado de 12 Abril de 2012, dominou o almoço de trabalho dos ministros da CPLP, realizado hoje em Nova Iorque, à margem da 68.ª Sessão da Assembleia-Geral das Nações Unidas.
O ministro dos Negócios Rstrangeiros português, Rui Machete, explicou que o representante da Guiné-Bissau não esteve presente no almoço porque a organização “não reconhece, desde o princípio, legitimidade a este Governo.”
Segundo o calendário estabelecido com a Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO), o país devia realizar eleições gerais a 24 de novembro e terminar com o periodo de transição a 31 de dezembro, mas os ministros hoje reunidos concluiram que os prazos não serão cumpridos.
Rui Machete declarou que existe a preocupação de encontrar “soluções credíveis e exequíveis que permitam um regresso à estabilidade e evitem uma solução mais ou menos artificial ou um Governo fantoche.”
“Tivemos alguma hesitação entre a pressão que resulta de exigir que as eleições se realizem a 24 de novembro e o realismo de reconhecer que isso já não será possível”, admitiu Machete.
O chefe da diplomacia portuguesa disse acreditar que, “tecnicamente, não é possível, porque há problemas de recenseamento e de financiamento” e sublinhou que “há, sobretudo, um problema político.”
O ministro defendeu que tem de haver “um compromisso solene” de que “o resultado [do escrutínio] vai ser respeitado e que o poder militar se subordinará ao poder político; que [as eleições] serão participadas e pluralistas e que todos aqueles que queriam concorrer o possam fazer de forma livre, sem que sofram pressões físicas e morais ou corram o perigo de ser eliminado fisicamente.”
Rui Machete explicou ainda que os seus colegas concordaram na elaboração de um roteiro para a paz na Guiné-Bissau, mas que em dois meses este já não será possível de implementar.
“Os países da CPLP estão dispostos a ajudar, a ONU esta disposta a ajudar, a própria União Europeia esta disposta a dar uma ajuda. Mas o apoio internacional não é suficiente para que se façam eleições no prazo previsto. É preciso que se cumpram certas condições e que se garanta que o dinheiro não é gasto noutras matérias”, sublinhou.
Em relação a outros temas abordados no encontro, o ministro português relatou que falaram, genericamente, na “importância política que a língua portuguesa tem hoje no mundo” e na necessidade de “fazer esforços para que ela continue a grangear importância e espaço na concorrência com outras línguas.”
Este será, aliás, o tema do próximo encontro da CPLP, durante a segunda Conferencia sobre o Futuro da Língua Portuguesa no Sistema Mundial, que acontece a 29 de outubro em Lisboa.
AYS // ARA – Lusa
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Publicado por

chrys chrystello

Chrys Chrystello presidente da direção e da comissão executiva da AICL