A barragem chinesa Three Gorges está a afectar a rotação da Terra – Ultimate Science

Esta é a maior barragem do mundo, a barragem Three Gorges, localizada na China, e está a chamar a atenção dos cientistas da NASA

Fonte: A barragem chinesa Three Gorges está a afectar a rotação da Terra – Ultimate Science

28º colóquio no programa Açores Hoje,

01, já está em linha

https://www.rtp.pt/play/p1766/acores-hoje

o apontamento de mais de 15 minutos do programa Açores Hoje, de Vera Santos, na RTP Açores dedicado ao 28º colóquio.

Falei de tantos quantos ela me deixou mas peço desculpa por não ter metido os 60 nomes todos

02, A RDP ANTENA UM acaba de me informar que pela PRIMEIRA VEZ desde 2005 ESTARÁ EM DIRETO NO COLÓQUIOS DIAS 29,30,31 E 1 UMA HORA EM CADA DIA.

03. O GOVERNO REGIONAL DOS AÇORES atarefado a visita a partir de hoje de SExa o Sr Presidente da República Portuguesa disponibilizou o Senhor Diretor da Cultura Arqº Nuno Ribeiro Lopes para estar presente nas sessões de dia 30. É a segunda vez que o Diretor Regional da Cultura está presente (a anterior foi com o seu antecessor em Santa Maria 2011) e o ano passado com o Secretário Regional da Educação e Cultura Professor Avelino Menezes. Muito nos honra esta representação de alto nível do governo da Região Autónoma exatamente no dia 30 em que teremos a Professora Ana Noronha Diretora-Executiva da Agência Nacional para a Cultura Científica e Tecnológica – Ciência Viva em representação do Senhor Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Professor Manuel Heitor)

CRÓNICA DE José SOARES O Bluff das Autonomias

Peixe do meu quintal José Soares

            O Bluff das Autonomias<!--more-->

O drama político da Catalunha teve – entre outras coisas – a virtualidade de mostrar ao mundo das democracias a nulidade das chamadas Regiões Autónomas por essa Europa fora.
Estatutos político-jurídicos formatados à medida dos interesses dos estados-nações, sob a capa de maiorias parlamentares nacionais e sem levar em linha de conta múltiplos interesses das pequenas nações-regiões, mas defendendo, sobretudo, todos os interesses paracoloniais dos estados dominadores.
Fazendo apelo à unidade indissolúvel do estado cognominado de Direito, lembrando a infalibilidade papal, obedecendo cegamente aos princípios enunciados em constituições unitárias, votadas em parlamentos nacionais e nacionalistas e onde as regiões não se fazem representar senão e sempre por minorias controladas no seu exercício político.
Os resultados dessa política pós-colonial estão a dar frutos negativos por todo o lado, tanto mais que os fatores de crise do Estado moderno ocidental se acentuam na atualidade.
“… a extraordinária complexidade das sociedades contemporâneas, requer que o Estado forte em poder concentrado seja dispensável. A verdade é que esta ideia de centralidade forte reflete sobretudo a insegurança dos titulares do poder político central e a sua falta de capacidade de resolução dos problemas crescentes em sociedades abertas e permissivas. No vazio entre governantes e governados, situa-se uma das principais causas das dificuldades do Estado democrático contemporâneo.”
Seja qual for o desfecho do grito de Liberdade catalão, o desastre de Madrid é já notório. Bem como as diferentes atitudes hipócritas europeias. Todos com rabos de palha, com autonomias de brincar, impostas de cima para baixo, sem qualquer consideração pelas liberdades fundamentais que todos assinaram em acordos que, agora, são reduzidos a meros rolos de papel higiénico.
À supremacia da Pessoa, sobrepõe-se a supremacia financeira, sob a capa de “ilegalidades” cometidas pelos que apenas gritam por LIBERDADE.
À supremacia dos Direitos Humanos, sobrepõe-se os interesses nacionalistas sob a capa da indivisibilidade nacional, ou seja, ditadura que impõe a sua inteira vontade valendo-se dos sistemas democráticos.
À supremacia do Direito, sobrepõem-se as constituições paracoloniais, alegando e servindo-se desse mesmo Direito para satisfação das suas elites.
A França, a Espanha e Portugal, ainda mantêm e controlam territórios além-mar sob regimes paracoloniais. A Inglaterra, a Itália e as Espanhas, têm às portas de casa povos que há muito desejam ser independentes (caso da Escócia, a unificação da Irlanda – dividida por Londres – a Lombardia italiana, a Catalunha, o País Basco, a Galiza (para só mencionar estas) na Península Ibérica, a Madeira e os Açores no caso português, etc.
Por mais que estes países queiram mostrar ao mundo que praticam a Democracia nesses territórios, as suas Constituições demonstram o contrário, tendo mesmo algumas escapado ao escrutínio das instâncias internacionais (exemplo da Constituição portuguesa, que proíbe a existência de partidos insulares, amordaçando esses povos na cívica participação democrática).
Neste trabalho, curto por imposição de espaço, não me é permitido alongar-me nas causas profundas de diversas atitudes do Estado centralizador que tem sido Lisboa. Das atitudes e prepotências centralizadoras ou perversões paracoloniais. Abunda a literatura sobre o assunto. Faço aqui referência a António Barreto, “Autonomia regional, descentralização e limites ao poder político: reflexões sobre o caso açoriano”. São desse trabalho as citações em itálico deste texto.
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Açores têm cerca de duas centenas de fortificações na orla costeira | Jornal Açores 9

O arquipélago dos Açores tem cerca de duas centenas de fortificações na orla costeira, estruturas que defendiam as nove ilhas das incursões de piratas e corsários, disse hoje o secretário regional da Educação e Cultura..fb_iframe_widget span{width:460px !important;} .fb_iframe_widget iframe {margin: 0 !important;} .fb_edge_comment_widget { display: none !important; }

Fonte: Açores têm cerca de duas centenas de fortificações na orla costeira | Jornal Açores 9