Cada vez mais fácil ser angolano | Nova Gazeta

A Assembleia Nacional aprovou, na semana passada, alterações à Lei da Nacionalidade. Consta do novo diploma que “não se considera angolano, o cidadão nascido no território nacional, até ao dia 10 de Dezembro de 1975, assim como os seus filhos”. Conheça outras novidades que a nova lei traz para aquisição e perda da nacionalidade angolana.

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“Macau deveria ser o centro de tradução de obras chinesas para português”

A Associação Amigos do Livro de Macau, criada em 2005, retoma a actividade para “lutar por uma política editorial que sirva a todos”, diz o seu presidente, Rogério Beltrão Coelho. Na quarta-feira, …

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Noticias ao Minuto – Camilo Pessanha, um trisavô de quem já só se sabem “umas coisinhas”

Noventa anos passados da morte de Camilo Pessanha em Macau, dois trinetos recordam, ainda que vagamente, “o avô da avó”, um homem que “escrevia umas coisas” e de quem não sobrou nem uma fotografia.

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desenvolvimento de projetos sustentáveis em Timor

Díli, 27 fev (Lusa) – O responsável de uma das principais organizações da sociedade civil timorense pediu hoje a empresários lusófonos para se juntarem aos esforços de desenvolvimento de projetos sustentáveis no país que, na agricultura e turismo, já beneficiam centenas de famílias.

“Estes projetos estão a aumentar o consumo mais variado de alimentos, a aumentar o acesso à escola, saúde e medicamentos e a melhorar as competências pessoais e sociais através do contacto com os turistas”, explicou Virgílio Guterres, diretor da ONG Haburas.

“Gostaríamos que se juntassem a nós para poder melhorar a qualidade e a quantidade da oferta que a natureza de Timor-Leste nos oferece, com apostas nesta área do turismo, que é um pilar importante para o desenvolvimento do país”, afirmou.

Guterres, que intervinha no 1.º Fórum Económico Global da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP), em Díli, detalhou projetos de desenvolvimento sustentável e de energias renováveis aplicados nos últimos anos em Timor-Leste pelas organizações Haburas e Raebia que incluem apoio na formação nos diversos setores do turismo, em agroecologia e “na preservação da identidade cultural timorense”.

Até final do ano passado, os programas de agroecologia tinham permitido a 600 agricultores aplicar técnicas de agricultura sustentável, com colheitas mais produtivas. Foi reduzida a destruição das florestas e um grupo de mulheres conseguiu receitas de 3.000 dólares na venda de mandioca frita, com 300 famílias a realizarem 21 mil plantações de madeira e 22 mil de frutos e plantas industriais entre 2012 e 2015.

Por fazer, destacou, está, por exemplo, a criação de uma rede de armazenagem e comercialização de produtos hortícolas e agrícolas nos supermercados e mercados do país, a criação de pequenas indústrias transformadores e melhorar o cultivo e a produção animal.

No campo energético, o objetivo é desenvolver energias renováveis, nomeadamente, no biogás e na energia solar.

Maria C. Delcourt

Técnico Superior

Divisão de Ação Cultural Externa

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nova crise em Timor? Ramos Horta intervém

*** Serviço áudio disponível em www.lusa.pt ***

Díli, 29 fev (Lusa) – José Ramos-Horta mostrou-se hoje convicto, depois de conversar com os principais líderes do país, de que o atual momento de tensão política será ultrapassado e que haverá uma solução acordada para o comando das forças de defesa.

“Estou confiante que vamos ultrapassar isto. Não há crise. Há diferenças e tensão mas as instituições continuam a funcionar em pleno”, disse à Lusa o ex-presidente da República timorense.

Ramos-Horta falava à Lusa depois de um encontro com o Presidente da República no Palácio do Governo, o terceiro entre os dois nos últimos dias, no intuito de procurar acalmar a tensão política que se vive no país.

Desde que chegou a Díli no sábado, de uma viagem a Cuba, Ramos-Horta tinha-se encontrado já, por duas vezes, com Taur Matan Ruak e também uma vez com o primeiro-ministro, Rui Maria de Araújo, com quem comeu “seis pastéis de nata”.

Reuniu-se ainda com o ministro da Defesa, Cirilo Cristóvão e com o secretário-geral da Fretilin, Mari Alkatiri – que “mostrou grande sentido de Estado” – conversando ao telefone com o comandante das forças de defesa, Lere Anan Timur.

“Há diferenças de interpretação sobre os poderes que a constituição concede no tocante à nomeação do Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas (CEMGFA). Essa é uma questão séria, obviamente, mas que lado a lado, quer o Governo quer o PR estão dispostos a encontrar uma solução”, afirmou.

“Não de compromisso para ser apenas de compromisso e satisfazer todas as partes, mas que seja a melhor para a estabilidade nas forças armadas e no país”, disse.

Timor-Leste vive um momento de crise política em torno da decisão do Presidente da República sobre o comando das forças de Defesa (F-FDTL), que não seguiu a proposta do Governo, que defendia uma renovação dos mandatos em curso.

O chefe de Estado decidiu exonerar o Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas (CEMGFA), o major-general Lere Anan Timur, e nomear como seu sucessor o brigadeiro-general Filomeno da Paixão de Jesus.

“O Presidente vai receber hoje o primeiro-ministro e o ministro da Defesa e o presidente disse-me que está disposto a ouvir”, disse Ramos-Horta.

“Para o Presidente da República a posição é clara. Acha que é necessário fazer já a transição que ele começou por ele próprio, em 2012, para que não a façamos depois às pressas. Mas temos eleições em 2017 então porque não esperar até final das eleições para se mudar as coisas”, explicou.

A tensão aumentou depois de um polémico discurso de Taur Matan Ruak no Parlamento, na quinta-feira em que o chefe de Estado comparou os benefícios que dirigentes do país como Xanana Gusmão, Mari Alkatiri e Lu-Olo têm dado a “familiares e amigos” com práticas do ex-ditador indonésio Suharto.

Em resposta na sexta-feira Xanana Gusmão devolveu hoje a condecoração com que foi agraciado a 20 de maio do ano passado pelo chefe de Estado.

Em conferência de imprensa o presidente da Fretilin, Francisco Guterres, leu hoje um comunicado do Comité Central da Fretilin, segundo partido timorense, que acusa Taur Matan Ruak, de criar “instabilidade política” e querer “dividir para reinar” com a declaração que fez no Parlamento Nacional.

“O Presidente disse perentoriamente que foi mal interpretado, apenas transmitiu o que se diz no país ou na cidade. Agora, se um PR deve fazer eco ou não do que as pessoas dizem ou não é outra coisa”, disse Ramos-Horta.

Ramos-Horta teceu grandes elogios sobre Xanana Gusmão – “um grande herói deste país” – e sobre Mari Alkatiri – que o deixou “muito comovido e impressionado com a grandeza que mostrou, dizendo que quer falar com o presidente porque o país precisa de estabilidade”.

Sobre as acusações de benefícios que ambos teriam obtido, Ramos-Horta disse sobre Xanana Gusmão que “não há um único herói no mundo, um único chefe de Estado que viva tão modestamente como ele vive” e que Mari Alkatiri “não tem casa pessoal nem tantas facilidades económicas e financeiras como as pessoas pensam”.

“E só porque alguém é Presidente ou primeiro-ministro, todos os seus familiares têm que deixar as atividades que tinham antes? Não faz sentido”, afirmou.

ASP // DM

Maria C. Delcourt

Técnico Superior

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