Portugueses de Olivença

Dia 30 de Maio celebra-se o dia de Olivença e o Perdidos e Achados foi visitar o território que nunca deixou de ser português embora pertença a Espanha. Uma reportagem que prova que os portugueses podem ter esquecido Olivença, mas os oliventinos não esqueceram Portugal. Tanto assim que muitos estão a pedir a nacionalidade portuguesa e a aprender a língua dos avós.

Fonte: SIC Notícias – Perdidos e Achados

Graça Borges Castanho – Candidata às presidenciais em 2016

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SMTV – Graça Borges Castanho – Candidata às presidenciais em 2016 . É Açoriana e concorre como independente e faz questão de dizer que não quer juntar-se a nenhuma cor partidária . Garante que a sua campanha vai ser feita presencialmente em todo o pais e não vai desistir . Grande ENTREVISTA estar tarde à SMTV na apresentação da sua candidatura num Hotel da Cidade de Ponta Delgada – AÇORES . Pretendemos levar mais longe os Açores.
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Portugueses de Olivença

Dia 30 de Maio celebra-se o dia de Olivença e o Perdidos e Achados foi visitar o território que nunca deixou de ser português embora pertença a Espanha. Uma reportagem que prova que os portugueses podem ter esquecido Olivença, mas os oliventinos não esqueceram Portugal. Tanto assim que muitos estão a pedir a nacionalidade portuguesa e a aprender a língua dos avós.

Fonte: Portugueses de Olivença

Australia Joins ‘US vs. China’ War Of Words

In recent months, China has been challenging the Unites States’ security agenda with its territorial claims in the South China Sea. And now that Australia has basically teamed up with the US and its a

Fonte: Australia Joins ‘US vs. China’ War Of Words

Academia de Letras protagoniza lançamento de livro em língua portuguesa

A Universidade de Cabo Verde (UNI-CV) recebe na quarta-feira o lançamento de um livro de poesia e prosa, de autores cabo-verdianos em língua portuguesa da Academia de Letras (ACL).

Fonte: abola.pt

http://www.abola.pt/africa/ver.aspx?id=552003

Noticias ao Minuto – Discussão sobre o novo Acordo ignorou países africanos

O linguista moçambicano Feliciano Chimbutane defendeu que a discussão sobre o novo Acordo Ortográfico nos países lusófonos foi bipolarizada, considerando que o debate foi dominado por Portugal e Brasil, ignorando os outros países falantes de língua portuguesa.

Fonte: Noticias ao Minuto – Discussão sobre o novo Acordo ignorou países africanos

Curiosidades sobre a linguagem dos Açores

Curiosidades sobre a linguagem dos Açores

 

Os chamados açorianismos, palavras apenas ouvidas na linguagem popular dos Açores, muitos deles são arcaísmos, ou seja, palavras antigas, arcaicas, há muito esquecidas no resto do país. A palavra “fideputa” é uma delas.

Um “fideputa” é um indivíduo de má índole, um safado. Nas ilhas, não tem a depreciativa conotação atribuída no Continente.

Camões escreve: “Oh fideputa bargante! esperai, que estoutro vo-lo dirá”, e Gil Vicente: “Ó fideputa cabrão!/ Quisera eu e ela não […]”.

Atualmente, faz ainda parte da nossa linguagem, como escreve o autor de Raiz Comovida, Cristóvão de aguiar “Ai, minha rica mãezinha, que estou todo escarolado, fideputas de um corisco, má fogo abrasasse toda essa sacanagem […]”.

 

Nas Flores, apenas para o lado das Lajes, emprega-se uma palavra muito curiosa, “fidoai”.

“Fidoai” é o mesmo que arame farpado e deriva do termo americano wire, que significa arame. É também uma palavra muito curiosa, porque resulta da associação de duas palavra, uma portuguesa (fio) e outra inglesa (wire). Nunca vi, no resto do léxico das ilhas, tal fenómeno.

Este termo, apesar de o ter visto registado apenas por João Saramago, nas falas do Corvo, foi ouvido e ainda se usa nas Lajes das Flores, conforme me garantiu o Enfermeiro Alberto, que morou durante muitos anos nessas bandas.

 

Continuação de um bom fim de semana.

 

→ cont.

 

IMB – As lições da Nova Zelândia – como reduzir drasticamente o estado e prosperar

Todos os países que hoje enfraquecidos pela dívida estatal podem aprender uma ou duzentas coisas com aquele pequeno país que fez o que hoje seria considerado impossível — a Nova Zelândia cortou o tamanho de seu coercivo, regulador e ferozmente tributário governo, e não apenas viveu para contar a história, como também prosperou após isso. Ao passo que o mundo caminha hoje para o que parece ser a engorda interminável de seus já obesos leviatãs, a Nova Zelândia tem uma história de como emagrecer acentuadamente o estado por meio de uma dieta saudável baseada na contenção fiscal. Isso aconteceu em meados da década de 1980, e sob um governo de esquerda. De uma hora para outra, a Nova Zelândia se livrou de seus parasitas e escancarou as portas da oportunidade para que produtores e empreendedores pudessem criar riquezas e aumentar a padrão de vida de todos os neozelandeses. O governo reformista da Nova Zelândia fez apenas duas perguntas básicas a cada uma de suas agências, secretarias e ministérios: O que você está fazendo? e O que você deveria estar fazendo? Ato contínuo, foi dito a cada órgão que ele deveria eliminar tudo aquilo que ele não deveria estar fazendo. Isso não parece algo muito sensato? Não parece muito claro? ‘Parem de ficar cavando buracos apenas para serem enchidos novamente. Parem com a gastança.’ Essa simples abordagem, franca e direta, reduziu o número de funcionários públicos no Ministério dos Transportes da Nova Zelândia de 5.600 para meros 53. Já o número de empregados parasitas no Ministério do Meio Ambiente caiu de 17.000 para apenas 17. Todos esses empregos foram extintos? Não. O que foi extinta foi a tributação do governo sobre cidadãos produtivos. A demanda por esses empregos continuou existindo. Empresas privadas, com muita satisfação, empregaram essa mão-de-obra capacitada. Trabalhando num setor privado agora menos onerado por impostos, cada empregado passou a ganhar três vezes mais e tornou-se 60% mais produtivo.

Fonte: IMB – As lições da Nova Zelândia – como reduzir drasticamente o estado e prosperar