camões em havana

2 hrs ·

Estátua de Camões em Havana.

Em pleno centro histórico de Havana, em Cuba, acaba de ser inaugurada uma estátua alusiva ao poeta português Luís de Camões.

http://observatorio-lp.sapo.pt/pt/ligacoes/legislacao-e-efemerides-lista/estatua-de-camoes-em-havana

Observatório da Língua Portuguesa's photo.
Observatório da Língua Portuguesa's photo.
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espólio de ADRIANO MOREIRA em Bragança graças à AICL

FALTOU SÓ DIZER QUE FOI NA SEQUÊNCIA DO COLÓQUIO DA LUSOFONIA QUE O LEVOU A BRAGANÇA no já longínquo ano de 2008 (e seguintes lá em Bragança e aqui nos Açores) que ele fez a oferta como se pode ler no nosso historial na página 8) historial coloquios

 

Viaje com os livros!
 
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Leia Adriano Moreira – Biblioteca em Bragança
Adriano Moreira - Biblioteca em Bragança
Edição/reimpressão: 2010
Páginas: 618
Editor: Câmara Municipal de Bragança
ISBN: 9789898344076
Sinopse
Este catálogo tem uma razão: agradecer e homenagear o Professor Adriano Moreira pela generosa e desinteressada oferta da sua Biblioteca ao Município de Bragança, melhor dito, às gentes que neste concelho nasceram, vivem, trabalham ou estudam.
Ao seu empenho em legar tão importante, rico e, em algumas áreas do conhecimento, raro acervo documental, correspondeu a Câmara Municipal, tendo, para o efeito,consignado adequadas e funcionais instalações na Biblioteca Municipal, de modo a que essas preciosidades possam estar à disposição de todos quantos as queiram consultar, ler ou tão simplesmente apreciar. Esse espaço denomina-se Biblioteca Adriano Moreira.
Este catálogo, que contempla o conjunto das obras oferecidas – «Monografias», «Publicações Periódicas» e «Catálogos» -, teve em atenção vários e importantes princípios.
Assim:
-Todas as obras estão classificadas de acordo com o sistema dos grandes grupos da CDU – Classificação Decimal Universal;
– Dentro de cada grupo, estão ordenadas por ordem alfabética de autor, ou por título, no caso das «Publicações Periódicas» e -Catálogos»;
– Dentro de cada autor, estão ordenadas por ordem alfabética de título;
– No referente às «Monografias» em vários volumes, estes estão ordenados de acordo com a data da sua publicação;
– As «Publicações Periódicas» estão seriadas conforme a data de edição e respectivo número.
Pretende-se tão somente facilitar a sua consulta.

Armando Fernandes

“culturas lusófonas”

CONCLUSÕES E AGRADECIMENTOS DO 21º COLÓQUIO

conclusões e agradecimentos 21º colóquio – moinhos 2014

 

1.    agradecimentos

Em uma palavra bem longa direi que o 21º colóquio celebrando 40 anos de liberdade de expressão e a nossa homenagem a 9 ilhas, 9 escritoras se resume a retumbante sucesso em todas as áreas, face aos meios disponíveis e apoios escassos conseguidos.

Primeiro, o sortilégio do local deste encontro onde ao som do marulhar das ondas se ouviram mais de três dezenas e meia de comunicações de elevado teor cientifico e enorme interesse para o público-alvo.

Segundo, pelo cumprimento assaz rigoroso de um programa demasiado intenso e exigente que quase não nos permitiu pausas para absorvermos o conteúdo de cada sessão.

Terceiro, salientemos a multitude de eventos culturais que enriqueceram este 21º colóquio para além da presença de mais de uma dúzia de escritores e autores de literatura de matriz açórica.

Tivemos cinco intensas sessões de poesia, 5 apresentações literárias, uma exposição de pintura de José Nuno da Câmara Pereira, uma belíssima mostra de artesanato local (Porto Formoso), um documentário sobre a Viagem Autonómica dos Açores, um passeio cultural que incluiu uma visita ao Chá de Porto Formoso onde assistimos a uma entronização de confrades; a deposição de uma coroa de flores no obelisco local a honrar os caídos na Batalha da Ladeira da Velha, heróis esquecidos das guerras liberais; e uma curta viagem pela Ribeira Grande.

Um agradecimento sentido muito especial à Brites Araújo que nos permitiu celebrar o 25 de abril com nomes como os de Zeca Medeiros, Aníbal Raposo, Vânia Dilac, Maninho e outros. Reitero aqui os meus agradecimentos ao Governo Regional pela generosa oferta sem custos da magnifica tenda onde realizamos todas as sessões, aos nossos anfitriões José Soares e Manuela Pereira por nos terem facilitado o local onde decorreu este colóquio; à SATA (que, pela primeira vez em 8 anos de colóquios nos Açores) nos permitiu ter aqui autores, que – de outro modo – não estariam e nos recheou as sacas de lembranças; aos incansáveis Emanuel Furtado e Rogério Aguiar da Junta de Freguesia de Porto Formoso que ao longo destes meses de preparação foram resolvendo os problemas e exigências, ao BES Açores que nos ofereceu as capas do colóquio; à Direção Regional de Turismo pelas lembranças aos presentes; à EBI da Maia que nos disponibilizou os professores aqui presentes encarregues da sonoplastia e do espetáculo do 25 de abril, ao Instituto Politécnico da Guarda aqui representado pela Diretora da Escola Superior de Turismo e Hotelaria Dra. Anabela sardo pelos recursos informáticos e gráficos visíveis na vídeo homenagem 9 ilhas 9 escritoras, ao Conservatório Regional de Ponta Delgada nas pessoas da nossa associada Ana Paula Andrade e Raquel Machado pelos dois recitais; ao compositor Rafael Carvalho pelo seu recital de Viola da Terra que abriu o colóquio; aos músicos e intérpretes como Zeca Medeiros, Vânia Dilac, Aníbal Raposo, Maninho, entre outros, pela sua disponibilidade em acederem a estar connosco num memorável 25 de abril; e à Câmara Municipal da Ribeira Grande nas pessoas do seu Presidente Alexandre Gaudêncio e seu assessor Miguel Andrade, pelo apoio logístico na área dos transportes e impressão de programas e certificados.

Um agradecimento especial ao nosso técnico de serviço João Chrystello pela sua incansável dedicação ao longo de mais de 5 anos de colóquios, ao sonoplasta Pedro Teixeira, aos membros do Secretariado José Soares, ministro sem pasta, às ministras dos transportes Perpétua Santos Silva e Anabela Sardo, ao Tiago Anacleto-Matias e Rolf Kemmler pela cobertura fotográfica, ao nosso webmaster António Andina na Galiza que com o João Chrystello planearam a gravação de todo o colóquio e a sua transmissão em “live streaming” diretamente para todo o mundo. Por fim agradeço à Helena Chrystello que malgrado os seus problemas de saúde conseguiu montar toda máquina invisível do secretariado e aos nossos patronos queridos Bechara e Malaca Casteleiro pelo seu incansável apoio e incentivo; agradeço ainda aos autores e autoras que acederam a estar presentes sem grandes apoios da nossa parte ao contrário de outros anos e assim engrandeceram esta edição dos colóquios e que homenageamos nas novas sacas da AICL celebrando 25 dos 50 autores que estiveram connosco até hoje. Aos restantes que connosco partilharam a riqueza destes três dias o nosso muito obrigado, pois sem eles não haveria colóquios a perpetuar.

Foi o primeiro encontro cientifico realizado numa praia, preenchido por várias manifestações culturais em inúmeras áreas do conhecimento, privilegiando sempre a literatura, a açorianidade, a tradução, sem descurara arte, a história, a música e a cultura em geral. Foi um encontro memorável e agradeço a todos os que o tornaram possível.

 

2.   Conclusões

2.1.Iremos dar seguimento aos projetos de musicar autores e poetas açorianos quer em versão clássica pela Ana Paula Andrade, quer pelo grupo de professores da EBI Maia em versão pop como tivemos ocasião de apreciar.

2.2.Iremos dar início à compilação e recolha para o Cancioneiro da Maia como anunciado no 19º colóquio com a Helena Chrystello e Lucília Roxo

2.3.Um novo projeto surgiu deste evento que é o da didatização de textos açorianos pela Helena Chrystello, Lucília Roxo e Graça Castanho e destinados aos alunos dos 1º, 2º e 3º ciclos do ensino

2.4.A tradução para esloveno de um conto infantojuvenil (LUNA) de Susana Teles Margarido pela nossa associada eslovena Barbara Juršič.

2.5.Os nossos associados tradutores irão lentamente prosseguir na sua tarefa de ir traduzindo excertos de autores açorianos

2.6.Iremos prosseguir com a publicação trimestral dos nossos Cadernos de Estudos Açorianos

2.7.Estamos em condições de anunciar aqui e agora os próximos colóquios:

a) 22º em Vila Real/UTAD (Universidade Trás-os-Montes e Alto Douro) de 29 set.º a 1 out.º

b)23º no Instituto Politécnico de Setúbal na Páscoa de 2015

c) 24º em outubro de 2015 na Vila do Porto na ilha de Santa Maria ou na Graciosa.

 

Com os melhores cumprimentos

30-04-2014

J. CHRYS CHRYSTELLO,

Presidente da Direção [AICL, Associação Internacional dos Colóquios da Lusofonia]

R. da Igreja 6, Lomba da Maia 9625-115, S. Miguel, Açores, Portugal,

  1. : (+351) 296446940, (+351) 91 9287816/ 91 1000 465/

Faxe:+(00) 181 5301 3682 / (00) 1 630 563 1902,

Correio eletrónico: [email protected]

Blogue: http://lusofonias.net/aiclblog

Portal: www.lusofonias.net

Facebook: https://www.facebook.com/groups/AICL.Coloquios.Lusofonia/

XXI Colóquio (abril 2014)

http://www.lusofonias.net/xxi-coloquio.html /ou/  http://lusofonia2006.com.sapo.pt———————–

Assembleia Geral: MALACA CASTELEIRO, ANABELA MIMOSO, ANA PAULA ANDRADE, CONCHA ROUSIA

Conselho Fiscal: FRANCISCO MADRUGA, LUCIANO PEREIRA, HELENA ANACLETO-MATIAS, ANABELA SARDO

Direção: CHRYS CHRYSTELLO, HELENA CHRYSTELLO, TIAGO ANACLETO-MATIAS, JOSÉ SOARES

A nossa divisa é “NÃO PROMETEMOS, FAZEMOS “

que se lixem os reformados por osvaldo cabral

 

Os reformados que se lixem!

 

A troika está de saída, mas os cortes permanecem na cabeça dos governantes portugueses.

Desta vez, a troco de uma falada reforma da Segurança Social, pretende-se cortar ainda mais nos rendimentos dos reformados e pensionistas.

Se há reforma a fazer, então que seja alvo de um amplo debate, envolvendo toda a sociedade, e não apenas no silêncio dos gabinetes políticos.

As duas últimas reformas do sistema resultaram no acerto com os parceiros sociais e algum consenso geral, pelo que esta agora não pode ser levada a cabo ao arrepio da sociedade e com uma espantosa leviandade argumentativa.

Não basta dizer que temos um sistema de pensões que não é sustentável. É preciso explicar e prová-lo.

É verdade que, nos últimos anos, se verificou uma quebra contributiva (menos 400 milhões entre 2010 e 2012), mas isso deve-se a diversos factores conjunturais, nomeadamente a subida do desemprego (subsídio de desemprego aumentou 480 milhões).

Mexer no sistema de pensões é uma opção que pode ter consequências sociais catastróficas. Como alguém já alertou, a pensão de reforma é uma espécie de “contrato de confiança” entre o Estado e os cidadãos, pelo que defraudar as expectativas dos trabalhadores e famílias só pode constituir uma traição aos valores de compromisso do Estado.

Custa a perceber como é que este governo é tão lesto a cortar nas reformas, mas já não é a mesma coisa no que toca às rendas excessivas das muitas parcerias público-privadas que deram cabo deste país.

Um dos argumentos que o governo invoca para mexer no sistema de reformas tem a ver com o envelhecimento da população.

É verdade que há cada vez mais idosos e menos nascimentos, mas isto não tem alterado o número da população activa.

Raquel Varela, especialista nesta área, que coordenou o estudo “A segurança social é sustentável. Trabalho, Estado e Segurança Social em Portugal” (Bertrand, 2013), já demonstrou que “mesmo havendo um grande aumento de inactivos face aos activos, um aumento ligeiro da produtividade dos activos com relações laborais protegidas suportaria ainda mais idosos reformados”.

Trata-se de uma questão pertinente, que os políticos não abordam, porquanto desmonta por completo a tese da insustentabilidade do sistema.

Como explica a especialista, hoje cada trabalhador português é 5,37 vezes mais produtivo do que em 1961, um aumento de quase 430%.

“Este é o ganho de produtividade alcançado em cinco décadas. Se o sitema era e foi sustentável com produtividade mais baixa, por que não o seria hoje?”, pergunta Raquel Varela.

Sabendo-se que a população activa no nosso país ronda os 5,5 milhões, enquanto que o número de reformados é de 2,5 milhões (mais de 2 trabalhadores por cada reformado), como é que o sistema não tem sustentabilidade?

O problema, claro, está na redução da massa salarial (e no “colossal” aumento de impostos), seguindo a tese da malfadada troika e fazendo com que a mão de obra atinja valores de autêntica exploração humana, fragilizando o sistema contributivo (10% dos trabalhadores não conseguem descontar para a segurança social).

Então qual é a solução?

Mais do que óbvia: diminuir drasticamente o desemprego e criar postos de trabalho com um nível remuneratório justo, para que todos possam descontar equilibradamente para o sistema de pensões.

O problema deste governo é que dá mais atenção aos gestores do que aos trabalhadores.

A vergonha é de tal alcance, que só a Caixa Geral de Depósitos, sustentada pelos contribuintes, paga a cerca de duas dezenas de ex-administradores qualquer coisa como 2 milhões de euros, por ano, em reformas.

Mais escandaloso: alguns deles, que passaram por lá pouco tempo, depois de sairem, estão agora à frente de outros bancos da concorrência, acumulando reforma, salário e outras alcavalas.

Não custa nada obrigar os idosos reformados a apertarem o cinto.

Os fracos são sempre as primeiras vítimas de quem se subjuga à vontade dos mais fortes.

E enquanto neste país não se mexer nos poderosos e na podridão do sistema, o elo mais fraco continuará a pagar o grosso da factura.

Mesmo que lhe acenem, todas as semanas, com um Audi de luxo…

 

Pico da Pedra, Abril 2014

Osvaldo Cabral

 

(Correio dos Açores; Diário Insular; Multimedia RTP-A; Portuguese Times (EUA); Lusopress Montreal)

prémio Leya

 

Gabriela Ruivo Trindade numa foto retirada do Facebook

O romance Uma Outra Voz, de Gabriela Ruivo Trindade, uma portuguesa residente em Londres, ganhou esta terça-feira o Prémio Leya, no valor de cem mil euros. Tal como acontecera com o vencedor da edição de 2011, João Ricardo Pedro, a autora, uma psicóloga de 43 anos, está neste momento desempregada.
Manuel Alegre, presidente do júri, depois de aberto o envelope onde está escrito o nome do concorrente, comunicou por telefone a Gabriela Trindade a notícia de que era vencedora do Prémio Leya. Nessa altura ficou a saber que ela nunca tinha escrito um romance e também nunca tinha publicado. “É um romance onde se cruzam histórias individuais com a história colectiva. É um romance onde se cruzam várias personagens e é também a história de uma cidade do Alentejo, Estremoz”, disse ao PÚBLICO o escritor.
“Tem personagens femininas muito fortes, isso foi uma das coisas que mais me marcou e uma história de amor também muito forte”, acrescentou. E tem ainda “traços de originalidade e modernidade”, como o facto de mostrar algumas fotografias de um personagem que a certa altura vai para África, são fotografias dos anos 30, numa fazenda de café. “Foi uma boa escolha. Vê-se que num período de crise destes as pessoas estão a procurar soluções pela criatividade e neste caso pela criatividade literária.”
A obra vencedora, anunciada esta terça-feira de manhã, foi escolhida por um júri que incluiu também os escritores Nuno Júdice, Pepetela e José Castello, e ainda José Carlos Seabra Pereira, da Universidade de Coimbra, Lourenço do Rosário, reitor do Instituto Superior Politécnico e Universitário de Maputo, e Rita Chaves, da Universidade de São Paulo.
O poeta Nuno Júdice disse que destacaria em primeiro lugar “a qualidade da escrita” na obra da premiada. “A coerência com que a história de uma família de Estremoz é narrada desde o século XIX até este século sem seguir o cânone do romance realista do século XIX.”  Retrata a realidade, pouco conhecida, da emigração para África muito antes da guerra colonial. “É uma visão muito inovadora da nossa história com pouco mais de um século.”
Com cerca de 300 páginas, é um romance contado a várias vozes, com personagens femininas muito fortes, em que o ponto de vista da história se vai alterando. Júdice, tal como Alegre, explicou que não se trata de uma narração simples, mas de um romance em que por vezes encontramos documentos visuais que nos permitem ver melhor o que foi essa época: “Junta fotografia com ficção.”
A força do livro está para o crítico literário brasileiro José Castello, que também fez parte do júri, “na insatisfação” que gera a escrita de Gabriela Ruivo Trindade. “É uma escrita polifónica. Uma escrita que mistura fotografia, árvore genealógica, é uma escrita inquieta”, disse Castello ao PÚBLICO. “Muitas vezes existem livros bem narrados, bem organizados mas escritos com medo. Escritos dentro de modelos clássicos, repetitivos. E esse livro, mal você começa a ler, começa a descobrir que está entrando num terreno que nunca pisou.”
Para o crítico, “essa aposta numa escrita muito original, num olhar original sobre o mundo parece[-lhe] que foi o motivo mais forte para premiar esse livro”. O romance tem “um entrelaçamento de histórias”, mas “o principal são as vozes”. “Você nunca sabe direito os limites de fantasia e de realidade. É um livro muito interessante, só lendo mesmo para poder entender”, acrescentou.
Segundo o grupo Leya, esta foi, até agora, a edição “mais concorrida e internacional” do prémio, com 491 originais oriundos de 14 países. Instituído em 2008 com o objectivo de distinguir anualmente um romance inédito escrito em língua portuguesa, o prémio foi nesse ano atribuído ao livro O Rastro do Jaguar, do jornalista e ficcionista brasileiro Murilo Carvalho. No ano seguinte venceu o escritor e historiador moçambicano João Paulo Borges Coelho, com o romance O Olho de Hertzog, e em 2010 o júri, também então presidido por Manuel Alegre, decidiu não atribuir o prémio, entendendo que nenhum dos originais recebidos tinha qualidade para o receber.
Nos últimos dois anos, o Prémio Leya ficou em Portugal: em 2011 recebeu-o João Ricardo Pedro, com O Teu Rosto Será o Último, e ano passado foi a vez de Nuno Camarneiro, com o romance Debaixo de Algum Céu.

 

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AUSTRÁLIA E TIMOR

Audições para análise de conflito de mar territorial entre Timor-Leste e Austrália.

O Tribunal Internacional de Justiça em Haia (Holanda) está a realizar novas audições sobre a matéria a pedido do governo timorense.

As autoridades de Dili acusam as homólogas de Camberra de alegada espionagem por apreensão de documentos relativos ao tratado sobre o mar firmado entre as duas nações em 2002.

Depois da audição de hoje, uma nova audição pelo Tribunal Internacional de Haia está aprazada p/ 28 de julho.

Fonte: RTP – Rádio e Televisão de Portugal.

Audições para análise de conflito de mar territorial entre Timor-Leste e Austrália.

O Tribunal Internacional de Justiça em Haia (Holanda) está a realizar novas audições sobre a matéria a pedido do governo timorense.

As autoridades de Dili acusam as homólogas de Camberra de alegada espionagem por apreensão de documentos relativos ao tratado sobre o mar firmado entre as duas nações em 2002.

Depois da audição de hoje, uma nova audição pelo Tribunal Internacional de Haia está aprazada p/ 28 de julho.

Fonte: RTP - Rádio e Televisão de Portugal.
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projeto ferroviário 1913

comboio eléctrico em S. Miguel
Um projecto de construção de uma linha férrea datado de 1913 muito atual e pertinente se considerarmos o aproveitamento da produção geotérmica em S. Miguel

1913, Ilha de São Miguel 

● Projecto de construção de uma linha férrea  (comboio eléctrico) para a Ilha de São Miguel emitido pela Junta Geral do distrito de Ponta Delgada em 1913.

ⓛ Aconselha-se a visionar o documento em modo de ecrã completo.

Docs. relacionados:
►https://www.facebook.com/photo.php?fbid=396119403826251&set=a.201081349996725.35825.197544470350413&type=3&theater
►https://www.facebook.com/notes/hist%C3%B3ria-dos-a%C3%A7ores/o-caminho-de-ferro-de-ponta-delgada-%C3%A0s-furnas/427936073977917

Emitido pela Junta Geral do distrito de Ponta Delgada ; Partilhado por Diego Ares Liñares
(FF)

1913, Ilha de São Miguel

● Projecto de construção de uma linha férrea (comboio eléctrico) para a Ilha de São Miguel emitido pela Junta Geral do distrito de Ponta Delgada em 1913.

ⓛ Aconselha-se a visionar o documento em modo de ecrã completo.

Docs. relacionados:
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=396119403826251&set=a.201081349996725.35825.197544470350413&type=3&theater
https://www.facebook.com/notes/hist%C3%B3ria-dos-a%C3%A7ores/o-caminho-de-ferro-de-ponta-delgada-%C3%A0s-furnas/427936073977917

Emitido pela Junta Geral do distrito de Ponta Delgada ; Partilhado por Diego Ares Liñares

A PROPOSITO DA MORTE DE VASCO GRAÇA MOURA

com pedido de desculpas ao autor por não ser visível neste post, por erro de formatação do blogue, a origem e autoria do mesmo, como se reconhece aqui ao publicarmos esta mensagem ora recebida 17/3/2015:

Olá, bom dia.

Em abril de 2014, por ocasião da morte de Vasco Graça-Moura, postei alguns textos sobre o assunto no meu blogue O Linguado.

Há alguns dias reparei que um desses textos (pelo menos) foi reproduzido, em 28 de abril de 2014, no vosso blogue Lusofonias.net (https://blog.lusofonias.net/?p=16136).

O original: http://olinguado.blogspot.pt/2014/04/a-divina-comedia.html.

 

Isto muito me honraria, não fosse o facto de não haver qualquer indicação da origem do texto. Será possível corrigir tal situação?

Muito obrigado

Artur Costa

utori

segunda-feira, 28 de Abril de 2014

A Divina Comédia

Quando digo que o desaparecimento de Vasco Graça Moura me é indiferente, isso não quer dizer que o próprio fosse irrelevante.

Não foi, nem é, irrelevante para a Cultura.
Apesar de eu não ser “de Letras” e, por isso, me ter bastado ler alguns poetas italianos, ou Shakespeare, em edições mais antigas, tenho que aceitar que talvez apenas as traduções de VGM sejam “inexcedíveis”. Também não me fascina nem comove a sua poesia, mas isso deve ser deficiência minha, que prefiro a prosa.

Não foi irrelevante para a “cultura”.
Quem não se lembra dos altos cargos que desempenhou, no CCB, na INCM, nas diversas Comissões a que presidiu, do seu papel nas Expos daqui e dali, dos milhões de euros públicos que gastou, do seu legado enquanto governante? OK, eu prefiro não me lembrar, mas, mais uma vez, eu não sou exemplo.

Também não foi irrelevante para a tortura.
Como podia, tendo sido defensor público e acérrimo da invasão do Iraque e simpatizante da pena de morte?

Infelizmente, este homem de tantos méritos públicos ficará, para mim, ligado à forma grotesca como se opunha, publicamente, à aplicação do Acordo Ortográfico de 1990. Escrevendo e falando com um visível desprezo por quem pensava diferente (leiam-se as suas dezenas de crónicas sobre o assunto). Proibindo a aplicação do AO’90 no Centro Cultural de Belém, desrespeitando o Estado e o Povo, atropelando todos com a sua vaidade de pequeno ditador. E recorrendo a truques de gente menor, como a mentira, para brilhar entre os tontos.

Um exemplo que foi muito recordado nas últimas horas (embora com a intenção contrária da minha) foi um improviso que escreveu para celebrar um aniversário do blogue de José Pacheco Pereira (Abrupto), já em 2008. JPP recordou-o, ontem:

glosa para josé pacheco pereira
são sentimentos humanos,
eu na alma hei-de pôr luto:
o abrupto hoje faz anos,
não pode ficar “abruto”!
não deve viver-se à míngua,
neste nosso dia-a-dia,
de prezar a ortografia
que bem calha à nossa língua.
se lhe dão facadas, vingo-a,
passo logo a fazer planos,
eriçado por tais danos,
de lavrar o meu protesto,
e se assim me manifesto
são sentimentos humanos.
chamo então especialistas,
eminentes professores,
os colegas escritores
e também vários linguistas,
leio livros e revistas,
questiono, leio, escuto,
e aprendendo assim refuto
coisa que é tão aberrante
que se acaso for àvante
eu na alma hei-de pôr luto.
grafias facultativas
em matérias tão sisudas
como as consoantes mudas
levam ao caos, às derivas,
às asneiras permissivas
e aos babélicos enganos.
porém fiquemos ufanos
pela data que hoje passa.
pois não sabiam? tem graça…
o abrupto hoje faz anos…
se lhe tirassem o p,
vigorosa consoante
do seu título, bastante
mal faziam, já se vê.
e percebe-se porquê
sem se gastar um minuto:
se do p ficar enxuto,
vão-se a força e a coragem
abruptamente da imagem:
não pode ficar “abruto”!
(Vasco Graça Moura)

É tudo muito bonito, mesmo a forma de escrever “àvante”, que é tão “retro”, mas, como toda a obra destinada a mistificar os ignorantes, assenta num pseudo-facto. A de que o Acordo Ortográfico ameaça o “p” de abrupto, que não é mudo. Isso é mentira, deliberada mentira, desonesta mentira.

Como não escreveu Dante, na sua Divina Comédia, “é só rir”. Demagogia assim também eu sei fazer. Já da poesia, ao nível do melhor Quim Barreiros, não posso dizer o mesmo.

21º colóquio da lusofonia, estamos lá, voltamos dia 29

 

A AICL (Associação Internacional dos Colóquios da Lusofonia) convida-o/a a estar presente – de 24 a 27 de abril 2014 – no O Moinho Terrace Café, Rua dos Moinhos 18, Praia dos Moinhos, Porto Formoso, S. Miguel, Açores

 A sessão de abertura tem início às 10:00 de dia 25 de abril

” XXI Colóquio da Lusofonia” http://lusofonia2006.com.sapo.pt/


Programa http://lusofonia2006.com.sapo.pt/desdobravel%2021%20coloquios.pdf


Temas http://lusofonia2006.com.sapo.pt/TEMAS%202014%20MOINHOS.docx
Lista de participantes http://lusofonia2006.com.sapo.pt/lista%20INSCRITOS.pdf


Sessões culturais

 

 

 

Dr J. CHRYS CHRYSTELLO, MA, BSc

Presidente da Direção [AICL, Associação Internacional dos Colóquios da Lusofonia]

Tel.: (+351) 296446940, (+351) 91 9287816/ 91 1000 465/

Faxe:+(00) 181 5301 3682 / (00) 1 630 563 1902,

Correio eletrónico: [email protected]

Blogue: http://lusofonias.net/aiclblog

Portal: www.lusofonias.net

Facebook: https://www.facebook.com/groups/AICL.Coloquios.Lusofonia/

XXI Colóquio (abril 2014) http://www.lusofonias.net/xxi-coloquio.html  /ou/  http://lusofonia2006.com.sapo.pt
— J. CHRYS CHRYSTELLO, Presidente da Direção [AICL, Associação Internacional dos Colóquios da Lusofonia] R. da Igreja 6, Lomba da Maia 9625-115, S. Miguel, Açores, Portugal, Tel.: (+351) 296446940, (+351) 91 9287816/ 91 1000 465/ Faxe:+(00) 181 5301 3682 / (00) 1 630 563 1902, Correio eletrónico: [email protected] Blogue: http://lusofonias.net/aiclblog Portal: www.lusofonias.net Facebook: https://www.facebook.com/groups/AICL.Coloquios.Lusofonia/ XXI Colóquio (abril 2014) http://www.lusofonias.net/xxi-coloquio.html /ou/ http://lusofonia2006.com.sapo.pt ———————– logocoloquios.jpg