ONÉSIMO NO EXPRESSO

Podemos ler no Expresso desta semana uma entrevista muito interessante do Onesimo Teotonio de Almeida. Clara F. Alves escreve:” um intelectual português que pensa
As questões da identidade como poucos” . Eu nao poderia estar mais de acordo.
Podemos ler no Expresso desta semana uma entrevista muito interessante do Onesimo Teotonio de Almeida. Clara F. Alves escreve:" um intelectual português que pensa   
As questões da identidade como poucos" . Eu nao poderia estar mais de acordo.
Like ·  · Share · 8 minutes ago near Fajã de Baixo · 

a propósito de Goa (texto inglês

 

Marissa Coutinho Samake FIRST LADY IN WAITING…[Herald] From Goa to Bahrain to the US and now Mali, in West Africa, where her husband Niankoro Yeah Samake is standing for next month’s presidential elections. The trajectory of Marissa Coutinho Samake’s life has taken her on a journey few could have dreamt of. In the heart of this sub-Saharan country with vast expanses of inhospitable desert overrun by Islamist militants till a few weeks ago, this is perhaps the closest we will get to chasing the dream of a Goan becoming the first lady of a country. With a degree in business management from the US, Marissa has been a huge asset to the Samake campaign. “She is uniquely positioned to advise and support me every step of the way. Her ability to remain neutral and see things from a different perspective is something that I find irreplaceable,” Samake says of his “first lady”, as he goes into overdrive to a poll that will be as keenly watched in Goahttp://www.heraldgoa.in/News/Herald%20Review/30th-Jun-2013/76335.html

Oheraldo Goa’s complete online news edition :: 30th-Jun-2013

www.heraldgoa.in

oheraldo Goa News

novo trilho pedestre em Santa Maria

enquanto em S Miguel os trilhos se deterioram e estão instransitáveis (metade deles) em Santa Maria eles são aumentados…

Novo trilho pedestre testado ontem em Santa Maria!
“Um misto delicioso de serra e de mar que a todos conseguiu encantar”
Delicie-se você também com as paisagens e recortes do património-cultural ena tural da ilha, que é muito mais do que “sol, praia e mar”.
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ACONTECEU HOJE EM SANTA MARIA!73 pedestrianistas testatam, com grande apreciação o novo Percurso Pedestre: “Sto Espírito – Rocha Alta – Barreiro da Malbusca” “Um misto delicioso de de serra e de mar, que a todos conseguiu deslumbrar”Numa organização conjunta do NPA do Gonçalo Velho, o CADEP-CN e Amigos dos Açores Sta M…See more

estudantes americanos visitam Açores

COMUNIDADES EM INTERCÂMBIO CULTURAL
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Solar da Graça, cidade de Ponta Delgada, 28.06.2013 – A delegação de estudantes das Universidades de Berkeley e de San Jose tiveram um noite açoriana onde colheram conhecimentos etnográficos sobre o Folclore Açoriano – rostos, expressões, trajes e funcionalidades – e da gastronomia também. Connosco esteve também, como…

morreu António Pinto da França

 

Hoje transcrevo do Jornal de Letras, um texto de G. Oliveira Martins. Homenagem a um grande português e um grande amigo. (in diálogos lusófonos)
António Pinto da França(1935~2013)
Memória Portuguesa no mundo
Posso dizer sem receio de exagero que António Pinto da França (APF) foi um dos melhores cultores da memória portuguesa no mundo. Francisco Seixas da Costa também não teve dúvidas. É uma perda irreparável. Inesperadamente deixou-nos,num desses acidentes domésticos que tornam perigosas as nossas casas, por maisacolhedoras que sejam.
E a verdade é que as casas deste embaixador de exceção sempre foram muito acolhedoras, graças às qualidades hospitaleiras de Sofia e António. Quem tenha estado na Quinta da Anunciada Velha em Tomar, a usufruir da principesca formade receber dos Pinto da França, jamais esquecerá. Naquele local de muita História, a casa da quinta tomou-se um fantástico repositório das andanças pelo mundo dos proprietários. E recordo um dia em que pudemos celebrar lá a relação Luso-Indonésia, com vários protagonistas de um percurso muito complicado, em que foi possível superar dificuldades e vicissitudes e regressar a uma amizade genuina de dois povos tão distantes e próximos.
Há um ano estávamos a preparar a viagem do Centro Nacional de Cultura (CNC) a Minas Gerais e a sua ajuda foi preciosa. Com ele pudemos afinar ospormenores de maior requinte, porque ele conhecia o que de melhor havia na especificidade de cada identidade, de cada singularidade. Havia nele uma espéciede írnan que o fazia aproximar-se naturalmente das referências antigas e da gente interessante. E se falo do Brasil, é porque foi a última ocasião em que pudemos trabalhar juntos. Mas antes houve os anos em que fomos pondo de pé, contraventos e marés, e sempre graças à sua persistência, sensibilidade e conhecimento, a amizade entre Portugal e a Indonésia, numa relação apaixonada que APF trazia consigo desde o tempo em que, de 1965 a 1970, foi encarregado de negócios em Jacarta.
Desse periodo, veio não apenas o enamoramento pela Indonésia, mas também um conhecimento profundo sobre a história, a antropologia, a geografia da terra e dos afetos.
Quando se falava dessa amizade, os olhos iluminavam-se-lhe. E depressa nos sentimos envolvidos pelas referências, pelos objetos, pela descrição das personagens e das suas pequenas histórias. Leia -se A influência portuguesa nalndonésiaEstá lá tudo o que deve estar. Há uma história comum a contar, de um encontro e de um diálogo. E quando fomos de ilha em ilha, de comunidade em comunidade, percebemos o porquê do enamoramento do diplomata que depressa se tomou embaixador dessas longínquas paragens onde quer que estivesse. Quando um povo chega tão longe, em condições tão precárias, ditadas pela distância e pelo esgotamento, só pode singrar, se ganhar o respeito dos novos
ínterlocutores. E um dia o Sultão de Temate dizia-nos que tinha boas memórias dos portugueses, enquanto missionários e mercadores, muito mais do que se fossem apenas guerreiros ou administradores. Afinal, as primeiras tarefas, mais do que as segundas, obrigam à proximidade e à confiança, sem o que não pode haver sucesso na palavra e na troca.
APF dedicou-se a tentar descobrir esses fatores de ligação, essas pedras de toque, desde as imagens e monumentos até aos usos e costumes e à lingua. Que é o património etimologicamente senão esse múnus que se transmite através da memória por diversas gerações? A referência patriarcal é um elo e uma metáfora.E num momento em que tanto se fala de memória histórica e de mundo que oportuguês criou, devemos lembrar a sua lição extraordinária, segundo a qual não há transmissão sem troca.
O mundo que o português criou é, por isso, o mundo que outros criaramconnosco. Daí esse sortilégio de partir e de ser capaz de ver de fora.
E o embaixador ensinou-nos, por isso, que a noção de “influência” nunca pode resumir-se a uma dominância ou a uma aceitação passiva.
Quando duas culturas entram em contacto urna com a outra, o resultado é o nascimento de uma terceira realidade. E se Portugal é denominador comum, ocerto é que as novas realidades escapam-nos necessariamente, e aí está a sua riqueza. Só é possivel sermos autênticos no tocante ao diálogo cultural, tomando-o verdadeiro intercâmbio e criação. Só assim poderemos superar desconfianças e suspeitas, através de um conceito novo e universalista de património culturalcriador.
Que é o barroco brasileiro senão algo de totalmente novo que resulta de um encontro com realidades inéditas e com uma natureza diferente e inesperada? Que é o homem cordial de Sérgio Buarque de Holanda senão quem reúne idiossincrasias contraditórias – de carga positiva e negativa?
Hospitalidade e hostilidade. Agostinho da Silva falava de cultura de paradoxos. Eis por que razão falamos de várias culturas da lingua portuguesa e de encontro da lingua numa cultura de várias linguas. Poderá parecer estranho tudo isto, paraquem não tenha conhecido APF. Mas, quem tenha beneficiado da sua experiênciae ensinamentos, depressa percebe que a história era o pano de fundo, mas o que lhe interessava era o contacto humano e a sua projeção no futuro. E o certo é que António
era capaz de entender os dois lados da relação cultural, o dentro e o fora, o nós e os outros.
O percurso do diplomata facilitou a compreensão do que é diverso e contraditório.
Depois de estar no Conselho do Atlântico Norte (1970-74), foi cônsul-geral noRio da Janeiro (1974-77), tendo ainda sido enviado para negociar a libertação dos militares portugueses ainda detidos em Timor-Leste. O Brasil foi outra das suas paixões – sendo de indispensável a leitura os dois volumes que publicou de cartasfamiliares que revelam os debates sobre a evolução das relações entre Portugal e o Brasil, na encruzilhada das mudanças políticas: “Correspondêncía Luso-Brasileira” – I volume, “Das Invasões Francesas à Corte no Rio de Janeiro (1807-1821)” e II volume, “Cartas Baíanas – o LIberalismo e a Independência do Brasil (1821-23)” (!NCM). De 1977 a 1979, foi embaixador em Bissau, do que resultou “Em tempos de inocência – um diário da Guíné-Bissau”, reflexões premonitórias, perante urna realidade que evoluiria de modo perturbador. Em 1983, depois doexercício de altos cargos no Ministério, é colocado em Luanda, onde fica até1988. São significativas
as suas reflexões e testemunhos num momento de muitas incertezas. Leia-se “Angola – Dia-a-dia de um Embaixador” e usufrua-se “Aguarelas de Luanda e d’outros lugares de Angola – estudo sobre as aguarelas de Sofia Pinto da França”.O percurso impressionante continua na Conferência dos Direitos Humanos da CSCE (no ano emblemático de 1989), na Embaixada em Bona, aquando dareunifícação alemã (1990-1995) e junto na Santa Sé (1996-2000) e, por fim, na presidência da ALIAC, Associação Luso Indonésia de Amizade e Cooperação. Avida e a obra de António Pinto da França levam-nos ao contacto com a cultura e ogosto da vida. Por isso, esperávamos ainda tanto dele. Mas o seu entusiasmo fica.
N.- E como tantos outros, eu perdi, e chorei, um grande amigo.
29/06/2013

 

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os senhores do mundo

in diálogos lusófonos

Clube Bilderberg :Os senhores do mundo
Leitura obrigatória para todos os que querem conhecer os poderes secretos que governam o mundo e afetam  a vida de todos. Ler este estudo, é uma viagem emocionante às profundezas do governo-sombra do mundo.
Uma investigação sobre o Clube Bilderberg,a organização secreta internacional,formada por dirigentes políticos ,financeiros e empresas multinacionais.
E leia a lista dos participantes na reunião do Clube Bilderberg em 2005

 

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TIMOR LOROSAE NOTÍCIAS 30/6/2013

LOROSAE NAÇÃO – diário


britânicos descendem de tribos celtas

 


http://www.farodevigo.es/galicia/2013/06/19/adn-breogan/831774.html

El ADN de Breogán

www.farodevigo.es

Estudios de la Universidad de Oxford ratifican que la mayoría de los británicos son descendientes de tribus de Galicia
-- e no diálogos lusófonos lia-se nesta data:
Segundo um estudo  do filólogo ,João Bittencourt de Oliveira (UERJ e UNESA), intitulado VESTÍGIOS DE LÍNGUAS PRÉ-CÉLTICAS NAS ILHAS BRITÂNICAS,

uma comunicação que pretende apresentar e discutir os resultados de pesquisas antigas e recentes sobre os vestígios de línguas pré-célticas nas Ilhas Britânicas. Conforme já salientamos em trabalhos anteriores, essas ilhas foram palco de inúmeras invasões. Os celtas haviam se estabelecido na região durante vários séculos antes da invasão dos romanos em 55 a.C. Os saxões, que habitavam a área entre o rio Reno e toda a região correspondente atualmente à Dinamarca, provavelmente conquistaram a ilha em dois estágios. No primeiro, que se inicia por volta de 449 a.D., desbravaram impetuosamente a atual Grã-Bretanha em sucessivas ondas de ataques e saques. Aportando seus barcos ao longo dos rios navegáveis, cruzaram as ilhas alcançando o Mar Ocidental e regressando pelas estradas que os romanos haviam construído para se defenderem (por ironia, seis séculos mais tarde os Normandos utilizaram essas mesmas estradas para a conquista dos anglo-saxônicos). No segundo estágio, que se inicia pouco depois e se estende até o final do século V, grupos oriundos da região correspondente ao atual norte da Alemanha chegaram para colonizar, cultivar e comercializar.
Os antigos britânicos, sem dúvida, possuíam tradições relacionadas às suas origens e passado histórico. Porém, os guardiões mais influentes desse conhecimento, os druidas, foram massacrados pelos romanos nos primeiros anos da conquista (que durou cerca de quatro séculos). A Irlanda, entretanto, permaneceu fora do alcance do poderoso Império Romano. Ali, uma comunidade druídica logrou relativo sucesso em preservar e transmitir seus conhecimentos de outrora.
 

são tomé e príncipe com novo guia de turismo

Apenas para vos dar conta da entrada em gráfica do novo Guia Turístico
de São Tomé e Príncipe, editado pela Pocket Tropics
http://pocketropics.wordpress.com/ e
https://www.facebook.com/pages/Pocket-Tropics/272110179587575).

A apresentação pública decorrerá na primeira quinzena de Julho, daremos notícias 🙂

olivença a falar português

Grupos de conversa em português em Olivença! 🙂

alemguadiana.blogs.sapo.pt

A associação Além Guadiana quer organizar uma atividade para fomentar o uso do português entre os oliventinos amantes desta língua. O objetivo desta ação já foi

BALIBÓ, o filme (Timor)

este filme está também em

http://www.lusofonias.net/timor-leste-timor-lorosae/balibo-o-filme.html

http://www.lusofonias.net/timor-leste-timor-lorosae/balibo-o-filme-2.html

http://www.lusofonias.net/timor-leste-timor-lorosae/balibo-legendas-pt.html

http://www.lusofonias.net/timor-leste-timor-lorosae/balibo-trailer-do-filme.html

BALIBÓ – THE MOVIE

Balibó 2009

www.youtube.com

Em 1975, a pequena nação de Timor-Leste declarou a independência depois de 400 anos de domínio colonial português. Nove dias depois, a

noticias de angola