malaca

Em 8 de Fevereiro de 2012 em colaboração com o Centro – Novas Oportunidades da Escola Secundária Henriques Nogueira, foi realizada uma Palestra alusiva aos POVOS CRUZADOS – 500 anos da chegada dos Portugueses a Malaca, dinamizada por Àlvaro Correia em representação da Korsang di Melaka – ONGD.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Esta palestra deu inicio ao ciclo de outros encontros de parceria com adultos, citando Ana Isabel Miguel, responsável da equipa do CNO, que se intitula “Palavras com Vida”.

O tema acompanhado de exposição de um pequeno filme sobre a comunidade do bairro português de Malaca, deixou presente o legado cultural e humano que não devemos deixar morrer, bem como preservar e divulgar.

Foi entregue pelo CNO como oferta para Malaca um livro sobre o patrono da Escola e vários CD,S de musica.

Enaltecemos os detalhes, as boas práticas e ética que decorreram nas relações entre as partes, agradecendo a divulgação da notícia on-line. Bem como a apresentação do evento no Encontro Regional de CNOs, em Peniche (http://vimeo.com/43303951).

Na certeza que este contributo valoriza os conhecimentos, ficou a vontade de outros debates com a comunidade escolar.

                  

www.facebook.com/povoscruzados.culturalusofona

www.dikorsang.org

 

 

 

malaca

Em 8 de Fevereiro de 2012 em colaboração com o Centro – Novas Oportunidades da Escola Secundária Henriques Nogueira, foi realizada uma Palestra alusiva aos POVOS CRUZADOS – 500 anos da chegada dos Portugueses a Malaca, dinamizada por Àlvaro Correia em representação da Korsang di Melaka – ONGD.

 

Esta palestra deu inicio ao ciclo de outros encontros de parceria com adultos, citando Ana Isabel Miguel, responsável da equipa do CNO, que se intitula “Palavras com Vida”.
O tema acompanhado de exposição de um pequeno filme sobre a comunidade do bairro português de Malaca, deixou presente o legado cultural e humano que não devemos deixar morrer, bem como preservar e divulgar.
Foi entregue pelo CNO como oferta para Malaca um livro sobre o patrono da Escola e vários CD,S de musica.
Enaltecemos os detalhes, as boas práticas e ética que decorreram nas relações entre as partes, agradecendo a divulgação da notícia on-line. Bem como a apresentação do evento no Encontro Regional de CNOs, em Peniche (http://vimeo.com/43303951).
Na certeza que este contributo valoriza os conhecimentos, ficou a vontade de outros debates com a comunidade escolar.

                   
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galiza e lusofonia

Parlamento aceita a trâmite a Iniciativa Legislativa Popular “Paz-Andrade” para promover a língua portuguesa e os vínculos com a Lusofonia

 

–          A proposta, defendida em maio pola Comissão Promotora ante os três grupos parlamentares, precisará ser respaldada por 15.000 assinantes

 

Santiago de Compostela, 29 de junho de 2012. O Boletim Oficial do Parlamento da Galiza publicou esta semana o acordo tomado pola Mesa do Parlamento da Galiza no passado dia 25 de junho, em que resolveu admitir a trámite a proposta de lei por iniciativa legislativa popular para o aproveitamento da língua portuguesa e vínculos com a lusofonia, apresentada no passado dia 16 de maio polo grupo promotor como “ILP Valentín Paz-Andrade”.

A Mesa do Parlamento declarou constituída a Comissão Promotora com os membros que figuram no escrito de formalização da proposição de lei e acordou noticiar dito acordo à representação da dita Comissão promotora, à Junta Eleitoral da Galiza e às delegações provinciais do Censo Eleitoral. Desde a Comissão aguardam poder começar com a recolhida de assinaturas nas próximas semanas.

A Proposta de Lei por Iniciativa Legislativa Popular leva o sobrenome do homenageado do Dia das Letras Galegas: Valentim Paz-Andrade. A iniciativa procura uma série de medidas que facilitem o acesso dos galegos ao universo de língua portuguesa e um maior relacionamento com a Lusofonia. Após a sua admissão, os promotores devem recolher 15.000 assinaturas para que seja considerada na câmara.

 

Entre as propostas do articulado, colocadas ante os representantes dos três grupos parlamentares da câmara galega (PP, PSOE e BNG), figuram a progressiva incorporação do português no ensino, o fomento da participação das instituições e empresas galegas nos foros económicos, culturais e desportivos lusófonos, a recepção aberta das televisões e rádios portuguesas e o reconhecimento desta competência linguística para o aceso à função pública.

 

Os promotores explicam na exposição de motivos da proposta que “a nossa língua outorga uma valiosa vantagem competitiva à cidadania galega em todas as vertentes, nomeadamente a económica, desde que disponhamos dos elementos formativos e comunicativos para nos desenvolver com naturalidade no seu modelo internacional”.

 

Consideram que esta proposta se une ao espírito da comemoração de Valentim Paz-Andrade, que, para além ser um dos principais impulsores da indústria pesqueira moderna galega, foi também vice-presidente da Comissão Galega do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, que possibilitou a participação da Galiza nas reuniões para o acordo ortográfico da língua portuguesa que decorreram no Rio de Janeiro (1986) e Lisboa (1990).

 

No seu artigo “A evolución trans-continental da lingua galaico-portuguesa” de 1968, Paz-Andrade questionava e respondia afirmativamente à pergunta “¿O galego ha de seguir mantendo unha liña autónoma na sua evolución como idioma, ou ha de pender a mais estreita similaridade co-a lingua falada, e sobre todo escrita, de Portugal e-o Brasil?”. Consciente do potencial “transcontinental” da nossa língua não só para a sua consolidação como também para favorecer a potencialidade económica da Galiza, qualificou-a “de una lengua con la cual pueden entenderse millones y millones de personas, aunque lo hablen con distinto acento o escriban de forma diferente cierto número de vocablos” (em Galicia como tarea, 1959). Para a Comissão Promotora da ILP, “esse potencial global é ainda mais evidente e relevante no momento atual, onde a crise económica em que está a Galiza contrasta com o auge de novas potências como o Brasil na América, Angola na África ou a China, com o enclave de Macau, na Ásia”.

 

Contatos:

 

Xosé Morell 619 300 222 ([email protected])

Joám Evans 622 312 831 ([email protected])

 

ANEXOS:

 

– Fotografia de parte da Comissão Promotora no registro do Parlamento

– Texto completo da Iniciativa Legislativa Popular “Valentim Paz-Andrade”

galiza e lusofonia

Parlamento aceita a trâmite a Iniciativa Legislativa Popular “Paz-Andrade” para promover a língua portuguesa e os vínculos com a Lusofonia
          A proposta, defendida em maio pola Comissão Promotora ante os três grupos parlamentares, precisará ser respaldada por 15.000 assinantes
 Santiago de Compostela, 29 de junho de 2012. O Boletim Oficial do Parlamento da Galiza publicou esta semana o acordo tomado pola Mesa do Parlamento da Galiza no passado dia 25 de junho, em que resolveu admitir a trámite a proposta de lei por iniciativa legislativa popular para o aproveitamento da língua portuguesa e vínculos com a lusofonia, apresentada no passado dia 16 de maio polo grupo promotor como “ILP Valentín Paz-Andrade”.
A Mesa do Parlamento declarou constituída a Comissão Promotora com os membros que figuram no escrito de formalização da proposição de lei e acordou noticiar dito acordo à representação da dita Comissão promotora, à Junta Eleitoral da Galiza e às delegações provinciais do Censo Eleitoral. Desde a Comissão aguardam poder começar com a recolhida de assinaturas nas próximas semanas.

A Proposta de Lei por Iniciativa Legislativa Popular leva o sobrenome do homenageado do Dia das Letras Galegas: Valentim Paz-Andrade. A iniciativa procura uma série de medidas que facilitem o acesso dos galegos ao universo de língua portuguesa e um maior relacionamento com a Lusofonia. Após a sua admissão, os promotores devem recolher 15.000 assinaturas para que seja considerada na câmara.

Entre as propostas do articulado, colocadas ante os representantes dos três grupos parlamentares da câmara galega (PP, PSOE e BNG), figuram a progressiva incorporação do português no ensino, o fomento da participação das instituições e empresas galegas nos foros económicos, culturais e desportivos lusófonos, a recepção aberta das televisões e rádios portuguesas e o reconhecimento desta competência linguística para o aceso à função pública.
Os promotores explicam na exposição de motivos da proposta que “a nossa língua outorga uma valiosa vantagem competitiva à cidadania galega em todas as vertentes, nomeadamente a económica, desde que disponhamos dos elementos formativos e comunicativos para nos desenvolver com naturalidade no seu modelo internacional”.
Consideram que esta proposta se une ao espírito da comemoração de Valentim Paz-Andrade, que, para além ser um dos principais impulsores da indústria pesqueira moderna galega, foi também vice-presidente da Comissão Galega do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, que possibilitou a participação da Galiza nas reuniões para o acordo ortográfico da língua portuguesa que decorreram no Rio de Janeiro (1986) e Lisboa (1990).
No seu artigo “A evolución trans-continental da lingua galaico-portuguesa” de 1968, Paz-Andrade questionava e respondia afirmativamente à pergunta “¿O galego ha de seguir mantendo unha liña autónoma na sua evolución como idioma, ou ha de pender a mais estreita similaridade co-a lingua falada, e sobre todo escrita, de Portugal e-o Brasil?”. Consciente do potencial “transcontinental” da nossa língua não só para a sua consolidação como também para favorecer a potencialidade económica da Galiza, qualificou-a “de una lengua con la cual pueden entenderse millones y millones de personas, aunque lo hablen con distinto acento o escriban de forma diferente cierto número de vocablos” (em Galicia como tarea, 1959). Para a Comissão Promotora da ILP, “esse potencial global é ainda mais evidente e relevante no momento atual, onde a crise económica em que está a Galiza contrasta com o auge de novas potências como o Brasil na América, Angola na África ou a China, com o enclave de Macau, na Ásia”.

Contatos:


ANEXOS:

– Fotografia de parte da Comissão Promotora no registro do Parlamento
– Texto completo da Iniciativa Legislativa Popular “Valentim Paz-Andrade”

angola, refugiados

Refugiados perdem estatuto no sábado e mais de 25 mil ainda esperam para voltar a casa

JUNHO 28, 2012   ADMIN
refugiados angolanos rdcongo

“Regressamos, não temos ajuda, nem manta, nem panela, nem casa. Estamos muito preocupados, não temos comida, nem lugar”,ser refugiado a maior parte das vezes não é uma escolha voluntária ,o maior recurso de qualquer País do Mundo são as pessoas, que se mobilizem meios humanos e materiais para receber essa onda de retornados e refugiados condignamente  e com as condições mínimas desejáveis para atenuar a sua reinserção, bem-vindos a Angola!

Luanda, 28 jun (Lusa) – Os refugiados angolanos que se encontram em países vizinhos de Angola perdem no sábado este estatuto, conferido pela ONU, mas 25 mil ainda não sabem quando é que vão poder regressar a casa, disse à Lusa fonte das Nações Unidas.

Inicialmente, as Nações Unidas tinham estabelecido Dezembro de 2011 como a data limite para o fim do estatuto de refugiado aos angolanos, mas devido a alguns atrasos no processo de repatriamento, que começou em 2007, o prazo foi alargado até ao próximo dia 30.

As repúblicas Democrática do Congo, do Congo, da Zâmbia, da Namíbia e do Botsuana acolhiam cerca de 150 mil refugiados, e perto de 60 mil manifestaram vontade em regressar.

O Alto-Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) é agência da ONU encarregada neste processo pela organização do transporte das pessoas.

Em declarações à Lusa, a representante em exercício do ACNUR em Angola, Zelmira Sinclair, disse que dos aproximadamente 51 mil refugiados registados até 30 de abril para regressarem a Angola, apenas 22.500 voltaram para casa.

“Isso deixa-nos aproximadamente 26 mil pessoas que não conseguiram regressar e estamos a dialogar com o Governo angolano no sentido de encontrarmos uma solução para essas pessoas”, referiu Zelmira Sinclair.

Segundo a representante do ACNUR, problemas de ordem logística estão na base desta situação. “Muitas vezes as pessoas chegam e depois encontram os familiares, outras não e isso faz com que permaneçam mais tempo nos centros de receção. Isso complica um pouco às vezes a logística de mover as pessoas”, explicou.

“Obviamente compreendemos que Angola está a entrar num período de eleições e que em termos logísticos é muito complicado. Assim que é muito possível, dependendo da posição do Governo, que este assunto possa ser retomado talvez depois das eleições, para assistir os que já estão registados”, sublinhou.

Outra preocupação do ACNUR prende-se com os refugiados que correm o risco de se tornar apátridas, casos que estão a ocorrer mais com a RDCongo, mas não em número significativo. “Temos situações de pessoas que receberam documentação do consulado angolano (…) e que em Angola no processo de reverificação da sua documentação dizem que não são angolanos”.

“Em alguns casos não foi possível estabelecer a confirmação da sua identidade através de familiares, porque há pessoas que já saíram daqui há muitos anos, nestes casos as pessoas foram repatriadas para a RDCongo, enquanto se tenta encontrar familiares”, referiu.

Dados deste órgão da ONU indicam que até 22 de junho, 15.648 refugiados já estão no país provenientes da República Democrática do Congo, país que acolhia mais de 100 mil refugiados, dos quais quase 45 mil expressaram o seu interesse em regressar.

Zelmira Sinclair descreveu ainda que da Namíbia já regressaram 2.356, da Zâmbia 296, do Botsuana cerca de 400 e do Congo 186 pessoas.

Aquela responsável do ACNUR disse ainda que o grosso de pessoas que decidiram permanecer nos seus países de asilo aconteceu na RDCongo (51.000) e na Zâmbia (aproximadamente 15.000).

“Esses países deram oportunidade a estas pessoas para legalizarem o seu estatuto, uma vez que deixam de ser refugiados”, salientou Zelmira Sinclair.

A Associação Tratado de Simulambuco-Casa de Cabinda enviou duas cartas ao ACNUR, dirigido pelo português António Guterres, expressando a sua preocupação com estes refugiados e solicitando a sua intervenção.

As cartas –  enviadas a 27 de setembro de 2011 e a 30 de março de 2012 — denunciam incursões de delegações e militares das Forças Armadas Angolanas (FAA) a estes campos pressionando os refugiados a regressarem a Angola, muitas vezes para outras províncias do país.

Os documentos também denunciam vários desaparecimentos, ameaças de morte ou mesmo assassínios.

Luanda, 28 jun (Lusa) – Os refugiados angolanos que se encontram em países vizinhos de Angola perdem no sábado este estatuto, conferido pela ONU, mas ..

angola – refugiados

Refugiados perdem estatuto no sábado e mais de 25 mil ainda esperam para voltar a casa

JUNHO 28, 2012   ADMIN
refugiados angolanos rdcongo

“Regressamos, não temos ajuda, nem manta, nem panela, nem casa. Estamos muito preocupados, não temos comida, nem lugar”,ser refugiado a maior parte das vezes não é uma escolha voluntária ,o maior recurso de qualquer País do Mundo são as pessoas, que se mobilizem meios humanos e materiais para receber essa onda de retornados e refugiados condignamente  e com as condições mínimas desejáveis para atenuar a sua reinserção, bem-vindos a Angola!
Luanda, 28 jun (Lusa) – Os refugiados angolanos que se encontram em países vizinhos de Angola perdem no sábado este estatuto, conferido pela ONU, mas 25 mil ainda não sabem quando é que vão poder regressar a casa, disse à Lusa fonte das Nações Unidas.
Inicialmente, as Nações Unidas tinham estabelecido Dezembro de 2011 como a data limite para o fim do estatuto de refugiado aos angolanos, mas devido a alguns atrasos no processo de repatriamento, que começou em 2007, o prazo foi alargado até ao próximo dia 30.
As repúblicas Democrática do Congo, do Congo, da Zâmbia, da Namíbia e do Botsuana acolhiam cerca de 150 mil refugiados, e perto de 60 mil manifestaram vontade em regressar.
O Alto-Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) é agência da ONU encarregada neste processo pela organização do transporte das pessoas.
Em declarações à Lusa, a representante em exercício do ACNUR em Angola, Zelmira Sinclair, disse que dos aproximadamente 51 mil refugiados registados até 30 de abril para regressarem a Angola, apenas 22.500 voltaram para casa.
“Isso deixa-nos aproximadamente 26 mil pessoas que não conseguiram regressar e estamos a dialogar com o Governo angolano no sentido de encontrarmos uma solução para essas pessoas”, referiu Zelmira Sinclair.
Segundo a representante do ACNUR, problemas de ordem logística estão na base desta situação. “Muitas vezes as pessoas chegam e depois encontram os familiares, outras não e isso faz com que permaneçam mais tempo nos centros de receção. Isso complica um pouco às vezes a logística de mover as pessoas”, explicou.
“Obviamente compreendemos que Angola está a entrar num período de eleições e que em termos logísticos é muito complicado. Assim que é muito possível, dependendo da posição do Governo, que este assunto possa ser retomado talvez depois das eleições, para assistir os que já estão registados”, sublinhou.
Outra preocupação do ACNUR prende-se com os refugiados que correm o risco de se tornar apátridas, casos que estão a ocorrer mais com a RDCongo, mas não em número significativo. “Temos situações de pessoas que receberam documentação do consulado angolano (…) e que em Angola no processo de reverificação da sua documentação dizem que não são angolanos”.
“Em alguns casos não foi possível estabelecer a confirmação da sua identidade através de familiares, porque há pessoas que já saíram daqui há muitos anos, nestes casos as pessoas foram repatriadas para a RDCongo, enquanto se tenta encontrar familiares”, referiu.
Dados deste órgão da ONU indicam que até 22 de junho, 15.648 refugiados já estão no país provenientes da República Democrática do Congo, país que acolhia mais de 100 mil refugiados, dos quais quase 45 mil expressaram o seu interesse em regressar.
Zelmira Sinclair descreveu ainda que da Namíbia já regressaram 2.356, da Zâmbia 296, do Botsuana cerca de 400 e do Congo 186 pessoas.
Aquela responsável do ACNUR disse ainda que o grosso de pessoas que decidiram permanecer nos seus países de asilo aconteceu na RDCongo (51.000) e na Zâmbia (aproximadamente 15.000).
“Esses países deram oportunidade a estas pessoas para legalizarem o seu estatuto, uma vez que deixam de ser refugiados”, salientou Zelmira Sinclair.
A Associação Tratado de Simulambuco-Casa de Cabinda enviou duas cartas ao ACNUR, dirigido pelo português António Guterres, expressando a sua preocupação com estes refugiados e solicitando a sua intervenção.
As cartas –  enviadas a 27 de setembro de 2011 e a 30 de março de 2012 — denunciam incursões de delegações e militares das Forças Armadas Angolanas (FAA) a estes campos pressionando os refugiados a regressarem a Angola, muitas vezes para outras províncias do país.
Os documentos também denunciam vários desaparecimentos, ameaças de morte ou mesmo assassínios.
Luanda, 28 jun (Lusa) – Os refugiados angolanos que se encontram em países vizinhos de Angola perdem no sábado este estatuto, conferido pela ONU, mas ..

zeca afonso

MÚSICA GALEGA – Narf canta A Morte Saiu à Rua (José Afonso …
Narf canta A Morte Saiu à Rua (José Afonso). Fran Pérez Narf com “A morte
saiu à rua …
<http://aviagemdosargonautas.blogs.sapo.pt/1738392.html>

Dançar José Afonso | AJA
Homenagem a José Afonso e Adriano Correia de Oliveira. Local: Coimbra.
http:// www.aja.pt/em-coimbra/. 30. Dançar José Afonso. Local: Tomar …
<http://www.aja.pt/dancar-jose-afonso/>

José Afonso – “Teresa Torga” do disco “Com as minhas – YouTube Letra e
musica de José Afonso Este é o seu nono LP, com as colaborações de Cecília

<http://www.youtube.com/watch?v=x6QeD280JkM>

__._,_.___

zeca afonso

MÚSICA GALEGA – Narf canta A Morte Saiu à Rua (José Afonso …
Narf canta A Morte Saiu à Rua (José Afonso). Fran Pérez Narf com “A morte
saiu à rua …
<http://aviagemdosargonautas.blogs.sapo.pt/1738392.html>

Dançar José Afonso | AJA
Homenagem a José Afonso e Adriano Correia de Oliveira. Local: Coimbra.
http:// www.aja.pt/em-coimbra/. 30. Dançar José Afonso. Local: Tomar …
<http://www.aja.pt/dancar-jose-afonso/>

José Afonso – “Teresa Torga” do disco “Com as minhas – YouTube Letra e
musica de José Afonso Este é o seu nono LP, com as colaborações de Cecília

<http://www.youtube.com/watch?v=x6QeD280JkM>

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humor

i love architects 1

i love architects 2

i love architects 3

i love architects 4

i love architects 5

i love this government 1

i love this government 2


i love tias…


i love this government 3


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novo metro para a crise

i love this government 6



quero um governo que só minta ao domingo

-- 
Chrys Chrystello, An Aussie in the Azores/Um Australiano nos Açores 
[email protected]          http://oz2.com.sapo.pt      https://www.facebook.com/chrys.chrystello
BlogueS: http://lusofonias.net/aiclblog/ / http://coloquioslusofonia.blogspot.com  
sócios AICL: [email protected]
Página web:  www.lusofonias.net       
XVIII Colóquio GALIZA 2012 http://xviii.lusofonias.net

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PUBLIQUE OS SEUS SONHOS

Prepare-se para publicar seus sonhos: a partir do dia 1º de julho, escritores de todo país podem fazer suas inscrições no Prêmio SESC de Literatura, nas categorias Conto e Romance.

Não perca a chance de ver sua obra publicada pela editora Record e integrar o grupo de novas promessas literárias da língua portuguesa. Os vencedores participam ainda da cerimônia de premiação na Academia Brasileira de Letras, festivais, feiras e eventos como a Flip – Festa Literária Internacional de Paraty.

Acesse o site www.sesc.com.br/premiosesc e saiba mais!