Prémio Empreendedor para imigrante bielorussa

in diálogos lusófonos

Prémio Empreendedor para imigrante bielorussaYuliya Pozdniak, imigrante bielorrussa de apenas 31 anos, é a grande vencedora do Prémio Empreendedor Imigrante da Plataforma de Imigração. Radicada em Portugal há já onze anos, a jovem designer foi distinguida pela sua “capacidade empreendedora” e “integração proativa e inovadora” no contexto socioeconómico português.

Apesar de ser licenciada em Economia Mundial e Relações Económicas pela Universidade de Gestão da Bielorrússia, Yuliya Pozdniak completou a sua formação em Arte em Computação Gráfica, na Instituição Educacional Staxis, em Minsk, capital da Bielorrússia.

A jovem empreendedora veio para Portugal através de um programa de intercâmbio universitário na cidade do Porto e começou, desde logo, a realizar vários trabalhos como ‘freelancer’ para empresas do norte do país, todos na área de Web design e de design gráfico.

Mais tarde, conseguiu evoluir na sua colaboração enquanto designer, começando a trabalhar para grandes empresas de moda e estilistas portugueses.

Em 2010, Yuliya criou a sua própria empresa, a Fishartis. Hoje já realizou inúmeros trabalhos de desenvolvimento e de design de diretórios digitais temáticos de natureza corporativa e empresarial e ainda múltiplos projetos sócio-culturais e educativos para a promoção da cultura e do turismo em Portugal.

Foi com grande “admiração” e “contentamento” que a jovem empresária recebeu a notícia de que tinha sido distinguida com este prestigiado prémio português. “Ainda não acredito. Só quando estiver na cerimónia é que vou acreditar”, disse à agência Lusa.

Autarquias de Cascais e Loures premiadas pela integração

Também no âmbito dos prémios da Plataforma de Imigração as Câmaras Municipais de Cascais e Loures vão ser distinguidas enquanto Melhores Práticas Autárquicas por terem desenvolvido os projetos de integração que melhor acolheram os cidadãos imigrantes fixados no concelho.

Serão ainda prestadas duas menções honrosas à Câmara Municipal de Sintra, pelo projecto Capacitação das Associações, e à Câmara Municipal de Mirandela, pelo projecto Guia de Integração do Imigrante.

A cerimónia pública de entrega dos prémios da Plataforma de Imigração realiza-se no dia 16 de Dezembro, pelas 18h, na Fundação Calouste Gulbenkian.
http://boasnoticias.clix.pt/noticias_Pr%C3%A9mio-Empreendedor-para-imigrante-bielorussa_9262.html

>Prémio Empreendedor para imigrante bielorussa

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in diálogos lusófonos

Prémio Empreendedor para imigrante bielorussaYuliya Pozdniak, imigrante bielorrussa de apenas 31 anos, é a grande vencedora do Prémio Empreendedor Imigrante da Plataforma de Imigração. Radicada em Portugal há já onze anos, a jovem designer foi distinguida pela sua “capacidade empreendedora” e “integração proativa e inovadora” no contexto socioeconómico português.

Apesar de ser licenciada em Economia Mundial e Relações Económicas pela Universidade de Gestão da Bielorrússia, Yuliya Pozdniak completou a sua formação em Arte em Computação Gráfica, na Instituição Educacional Staxis, em Minsk, capital da Bielorrússia.

A jovem empreendedora veio para Portugal através de um programa de intercâmbio universitário na cidade do Porto e começou, desde logo, a realizar vários trabalhos como ‘freelancer’ para empresas do norte do país, todos na área de Web design e de design gráfico.

Mais tarde, conseguiu evoluir na sua colaboração enquanto designer, começando a trabalhar para grandes empresas de moda e estilistas portugueses.

Em 2010, Yuliya criou a sua própria empresa, a Fishartis. Hoje já realizou inúmeros trabalhos de desenvolvimento e de design de diretórios digitais temáticos de natureza corporativa e empresarial e ainda múltiplos projetos sócio-culturais e educativos para a promoção da cultura e do turismo em Portugal.

Foi com grande “admiração” e “contentamento” que a jovem empresária recebeu a notícia de que tinha sido distinguida com este prestigiado prémio português. “Ainda não acredito. Só quando estiver na cerimónia é que vou acreditar”, disse à agência Lusa.

Autarquias de Cascais e Loures premiadas pela integração

Também no âmbito dos prémios da Plataforma de Imigração as Câmaras Municipais de Cascais e Loures vão ser distinguidas enquanto Melhores Práticas Autárquicas por terem desenvolvido os projetos de integração que melhor acolheram os cidadãos imigrantes fixados no concelho.

Serão ainda prestadas duas menções honrosas à Câmara Municipal de Sintra, pelo projecto Capacitação das Associações, e à Câmara Municipal de Mirandela, pelo projecto Guia de Integração do Imigrante.

A cerimónia pública de entrega dos prémios da Plataforma de Imigração realiza-se no dia 16 de Dezembro, pelas 18h, na Fundação Calouste Gulbenkian.
http://boasnoticias.clix.pt/noticias_Pr%C3%A9mio-Empreendedor-para-imigrante-bielorussa_9262.html

Revista ÁFRICA 21 expande-se para o Brasil

Revista ÁFRICA 21 expande-se para o Brasil

A Movimento, empresa proprietária da revista ÁFRICA 21, assinou um contrato com a empresa Belisan, sedeada no Rio de Janeiro, a qual será a representante no Brasil da edição impressa da revista.
Da Redação
 

Brasília – Desde a edição anterior, a revista ÁFRICA 21 passa a contar também com uma terceira impressão, desta feita no Brasil, que se junta assim às duas impressões já existentes: uma em Luanda e outra em Lisboa. 

A ideia é tornar a revista acessível aos leitores brasileiros em tempo útil e a um preço mais reduzido, evitando a demora e os custos resultantes do transporte por via aérea, como até então. Depois de um período experimental de três meses, passaremos gradualmente de cinco mil para 20 mil exemplares, só no Brasil. 

A impressão brasileira será distribuída por correio para os assinantes e será igualmente colocada em algumas livrarias especializadas em revistas internacionais e em temas afro-brasileiros. A médio prazo, poderá ainda ser enviada por correio para assinantes que morem no continente americano, de norte a sul, incluindo o Canadá e os EUA.

A Movimento, empresa proprietária da revista ÁFRICA 21, assinou um contrato com a empresa Belisan, sedeada no Rio de Janeiro, a qual será a representante no Brasil da edição impressa da revista. Cabe-lhe, nomeadamente, administrar a impressão, a comercialização e a distribuição da ÁFRICA 21 no Brasil e nas américas, incluindo a publicidade e as assinaturas.

Mantém-se, entretanto, o acordo de parceria entre a Movimento e a CCA-Consultores de Comunicação Associados, empresa com sede em Brasília, produtora e editora dos portais África21 Digital (www.africa21digital.com) e Portugal Digital (www.portugaldigital.com.br) e das newsletters África 21 Digital e Portugal Digital.

Ao mesmo tempo, a cobertura do Brasil pela revista ÁFRICA 21 deverá aumentar, para poder oferecer aos leitores uma visão mais ampla da realidade do maior país de língua portuguesa, em termos de actualidade, da sua projecção global e das suas relações com a África. Uma atenção particular deverá ser dada à problemática afro-brasileira.


>Revista ÁFRICA 21 expande-se para o Brasil

>

Revista ÁFRICA 21 expande-se para o Brasil

A Movimento, empresa proprietária da revista ÁFRICA 21, assinou um contrato com a empresa Belisan, sedeada no Rio de Janeiro, a qual será a representante no Brasil da edição impressa da revista.
Da Redação
 

Brasília – Desde a edição anterior, a revista ÁFRICA 21 passa a contar também com uma terceira impressão, desta feita no Brasil, que se junta assim às duas impressões já existentes: uma em Luanda e outra em Lisboa. 

A ideia é tornar a revista acessível aos leitores brasileiros em tempo útil e a um preço mais reduzido, evitando a demora e os custos resultantes do transporte por via aérea, como até então. Depois de um período experimental de três meses, passaremos gradualmente de cinco mil para 20 mil exemplares, só no Brasil. 

A impressão brasileira será distribuída por correio para os assinantes e será igualmente colocada em algumas livrarias especializadas em revistas internacionais e em temas afro-brasileiros. A médio prazo, poderá ainda ser enviada por correio para assinantes que morem no continente americano, de norte a sul, incluindo o Canadá e os EUA.

A Movimento, empresa proprietária da revista ÁFRICA 21, assinou um contrato com a empresa Belisan, sedeada no Rio de Janeiro, a qual será a representante no Brasil da edição impressa da revista. Cabe-lhe, nomeadamente, administrar a impressão, a comercialização e a distribuição da ÁFRICA 21 no Brasil e nas américas, incluindo a publicidade e as assinaturas.

Mantém-se, entretanto, o acordo de parceria entre a Movimento e a CCA-Consultores de Comunicação Associados, empresa com sede em Brasília, produtora e editora dos portais África21 Digital (www.africa21digital.com) e Portugal Digital (www.portugaldigital.com.br) e das newsletters África 21 Digital e Portugal Digital.

Ao mesmo tempo, a cobertura do Brasil pela revista ÁFRICA 21 deverá aumentar, para poder oferecer aos leitores uma visão mais ampla da realidade do maior país de língua portuguesa, em termos de actualidade, da sua projecção global e das suas relações com a África. Uma atenção particular deverá ser dada à problemática afro-brasileira.


história da ciência dos últimos 40 anos em Portugal

in diálogos lusófonos

Notícias positivas-Arquivo conta a história da ciência dos últimos 40 anos em Portugal

16.12.2011 – 20:41 Por Teresa Firmino

José Mariano Gago nas
 Jornadas Nacionais de Investigação Científica e Tecnológica, em 1987 José Mariano Gago nas Jornadas Nacionais de Investigação Científica e Tecnológica, em 1987  (DR)

 Mais de 40 mil pastas 

de documentação, e muitas fotografias, testemunham a história da ciência em Portugal desde 1967, o ano da criação da Junta de Investigação Científica e Tecnológica (JNICT). O Arquivo de Ciência e Tecnologia abriu as portas à comunidade científica e ao público na cave da sede da Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT), a instituição que é a principal entidade financiadora da investigação portuguesa e que sucedeu à JNICT.

A inauguração do arquivo contou, além de Nuno Crato, atual ministro da Educação e Ciência, José Mariano Gago, o anterior ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior. O historiador José Mattoso e o antigo Presidente da República Mário Soares também estiveram presentes na inauguração deste arquivo que, nos últimos três anos, centrou as atenções de uma equipa de arquivistas, investigadores e técnicos, formada na sequência de um protocolo entre a FCT e o Instituto de História Contemporânea da Universidade Nova de Lisboa. O projeto que foi ainda acompanhado pela Direcção-Geral de Arquivos.

As mais de 40 mil pastas, reunidas desde a criação da JNICT e por várias instituições com um papel no desenvolvimento da ciência em Portugal, encontravam-se dispersas por vários armazéns em Lisboa e nos arredores. É a consulta pública da maior parte deste património relativo às últimas quatro décadas, que pode quantificar-se em cerca de 3,5 quilómetros de documentação, que a partir de agora passa a ser possível.

Além disso, quem quiser pode doar a este arquivo o seu acervo pessoal relacionado com a ciência e tecnologia em Portugal. É o caso de Mariano Gago, que decidiu oferecer ao arquivo o seu espólio. Entre a documentação que ofereceu encontram-se, por exemplo, documentos e fotografias das Jornadas Nacionais de Investigação Científica e Tecnológica, em 1987, era na altura Mariano Gago presidente da JNICT. Cerca de 20 fotografias das jornadas, doadas por Mariano Gago, estão agora expostas na FCT.

Ainda hoje, essas jornadas — que reuniram em Lisboa a então pequena comunidade científica portuguesa para se apresentarem propostas de desenvolvimento da ciência no país — estão na memória de muitos investigadores. “Foram uma oportunidade única de reunir a comunidade científica, que na altura era mais pequena e trabalhava em condições menos interessantes do que agora”, lembra João Sentieiro, actual presidente da FCT e que esteve naquelas jornadas. “Foi possível fazer uma reflexão profunda, que marcou muito as políticas de ciência adoptadas de então para cá.”

Para desvendar as histórias da ciência em Portugal, a FCT vai também lançar bolsas de doutoramento e mestrado para investigação histórica. O despacho que cria as Bolsas José Mattoso para Investigação em História, nome que pretende homenagear o historiador português, foi assinado em 16 de dezembro de 2011 .

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>história da ciência dos últimos 40 anos em Portugal

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Notícias positivas-Arquivo conta a história da ciência dos últimos 40 anos em Portugal

16.12.2011 – 20:41 Por Teresa Firmino

José Mariano Gago nas
 Jornadas Nacionais de Investigação Científica e Tecnológica, em 1987 José Mariano Gago nas Jornadas Nacionais de Investigação Científica e Tecnológica, em 1987  (DR)

 Mais de 40 mil pastas 

de documentação, e muitas fotografias, testemunham a história da ciência em Portugal desde 1967, o ano da criação da Junta de Investigação Científica e Tecnológica (JNICT). O Arquivo de Ciência e Tecnologia abriu as portas à comunidade científica e ao público na cave da sede da Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT), a instituição que é a principal entidade financiadora da investigação portuguesa e que sucedeu à JNICT.

A inauguração do arquivo contou, além de Nuno Crato, atual ministro da Educação e Ciência, José Mariano Gago, o anterior ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior. O historiador José Mattoso e o antigo Presidente da República Mário Soares também estiveram presentes na inauguração deste arquivo que, nos últimos três anos, centrou as atenções de uma equipa de arquivistas, investigadores e técnicos, formada na sequência de um protocolo entre a FCT e o Instituto de História Contemporânea da Universidade Nova de Lisboa. O projeto que foi ainda acompanhado pela Direcção-Geral de Arquivos.

As mais de 40 mil pastas, reunidas desde a criação da JNICT e por várias instituições com um papel no desenvolvimento da ciência em Portugal, encontravam-se dispersas por vários armazéns em Lisboa e nos arredores. É a consulta pública da maior parte deste património relativo às últimas quatro décadas, que pode quantificar-se em cerca de 3,5 quilómetros de documentação, que a partir de agora passa a ser possível.

Além disso, quem quiser pode doar a este arquivo o seu acervo pessoal relacionado com a ciência e tecnologia em Portugal. É o caso de Mariano Gago, que decidiu oferecer ao arquivo o seu espólio. Entre a documentação que ofereceu encontram-se, por exemplo, documentos e fotografias das Jornadas Nacionais de Investigação Científica e Tecnológica, em 1987, era na altura Mariano Gago presidente da JNICT. Cerca de 20 fotografias das jornadas, doadas por Mariano Gago, estão agora expostas na FCT.

Ainda hoje, essas jornadas — que reuniram em Lisboa a então pequena comunidade científica portuguesa para se apresentarem propostas de desenvolvimento da ciência no país — estão na memória de muitos investigadores. “Foram uma oportunidade única de reunir a comunidade científica, que na altura era mais pequena e trabalhava em condições menos interessantes do que agora”, lembra João Sentieiro, actual presidente da FCT e que esteve naquelas jornadas. “Foi possível fazer uma reflexão profunda, que marcou muito as políticas de ciência adoptadas de então para cá.”

Para desvendar as histórias da ciência em Portugal, a FCT vai também lançar bolsas de doutoramento e mestrado para investigação histórica. O despacho que cria as Bolsas José Mattoso para Investigação em História, nome que pretende homenagear o historiador português, foi assinado em 16 de dezembro de 2011 .

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15 professores para Timor

 Recrutamento de Prestadores de Serviços


"O Departamento de Educação da Universidade de Aveiro publicita o seu interesse potencial e futuro no recrutamento de 15 prestadores de serviços, no âmbito do Projecto Reestruturação Curricular do Ensino Secundário Geral em Timor-Leste. O processo de aceitação de candidaturas decorre de 1 a 15 de fevereiro. 

>15 professores para Timor

>

 Recrutamento de Prestadores de Serviços


"O Departamento de Educação da Universidade de Aveiro publicita o seu interesse potencial e futuro no recrutamento de 15 prestadores de serviços, no âmbito do Projecto Reestruturação Curricular do Ensino Secundário Geral em Timor-Leste. O processo de aceitação de candidaturas decorre de 1 a 15 de fevereiro. 

ensino a distância Instituto Camões

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Instituto Camões
Formação a distância
Janeiro de 2012

Siga-nos no Twitter e no Facebook:
http://twitter.com/institutocamoes
http://www.facebook.com/instituto.camoes
 
 

Exmo/a Senhor/a
dr chrys chrystello
O Instituto Camões destaca neste boletim informativo:


 
 
Ensino a distância: Centro Virtual Camões abre candidaturas para novos cursos

Com vista à abertura do 2.º semestre do ano letivo 2011/2012, estão a decorrer até ao dia 14 de fevereiro, no Centro Virtual Camões, candidaturas para os seguintes cursos:
 
 
Cursos de especialização (creditados com ECTS)
 
  • 102_12 Curso de especialização pós-graduado em Cultura Portuguesa Contemporânea
  • 103_12 Estudos Pós-Coloniais: Atlânticos Sul
  • 401_12 Tradução e Tecnologias de Informação Linguística
 
 
Cursos de formação contínua de professores (creditados pelo CCPFC)
 
  • 202_12 MIPL2.0 – Materiais Interativos para Português Língua Segunda na web 2.0
  • 203_12 Laboratório de Escrita Criativa – Nível Introdutório
  • 206_12 Meio Século de Literatura Portuguesa (1880-1930)
 
 
Cursos de Português para fins específicos
 
  • 305_12 Laboratório de Escrita Jornalística
  • 208_12 Laboratório de Escrita Criativa – Nível Avançado
 
 
Cursos de Português para estrangeiros
 
  • 302_12 Portuguese for foreigners, level 1
  • 303_12 Portuguese for foreigners, level 2
  • 304_12 Português para estrangeiros, nível 3
  • 307_12 Português para Negócios
 
 
Candidaturas a abrir brevemente:
 
  • Pragmática Linguística e Ensino do Português: A Comunicação Oral e Escrita (curso creditado pelo CCPFC)
  • A Nova Norma Ortográfica da Língua Portuguesa (curso creditado pelo CCPFC)
 
 
 
 
     
 
 
© Instituto Camões, 2012
 

 

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Com vista à abertura do 2.º semestre do ano letivo 2011/2012, estão a decorrer até ao dia 14 de fevereiro, no Centro Virtual Camões, candidaturas para os seguintes cursos:
 
 
Cursos de especialização (creditados com ECTS)
 
  • 102_12 Curso de especialização pós-graduado em Cultura Portuguesa Contemporânea
  • 103_12 Estudos Pós-Coloniais: Atlânticos Sul
  • 401_12 Tradução e Tecnologias de Informação Linguística
 
 
Cursos de formação contínua de professores (creditados pelo CCPFC)
 
  • 202_12 MIPL2.0 – Materiais Interativos para Português Língua Segunda na web 2.0
  • 203_12 Laboratório de Escrita Criativa – Nível Introdutório
  • 206_12 Meio Século de Literatura Portuguesa (1880-1930)
 
 
Cursos de Português para fins específicos
 
  • 305_12 Laboratório de Escrita Jornalística
  • 208_12 Laboratório de Escrita Criativa – Nível Avançado
 
 
Cursos de Português para estrangeiros
 
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  • 303_12 Portuguese for foreigners, level 2
  • 304_12 Português para estrangeiros, nível 3
  • 307_12 Português para Negócios
 
 
Candidaturas a abrir brevemente:
 
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escolas em timor

<http://3.bp.blogspot.com/-rpRfNEPD7Jw/TyaBnxtvC9I/AAAAAAAAC6s/evqFZ7KkaaU/s
1600/ministro_educacao_crato_Timor_Leste+Joao+C%C3%A2ncio+de+Freitas_Lusa.jp
g> 


 

 

Díli, 26 jan (Lusa) - O ministro da Educação de Portugal, Nuno Crato, e o
seu homólogo timorense, João Câncio, inauguraram hoje no distrito de Ermera
a Escola de Referência de Gleno.

O estabelecimento de ensino de Gleno é a primeira de cinco Escolas de
Referência a inaugurar pelo ministro da Educação português, seguindo-se a de
Same, Baucau, Maliana e Oecussi.

Recebidos por centenas de alunos e populares, o ministro da Educação
português, Nuno Crato, destacou o seu "contentamento" por Timor-Leste ter
decidido continuar a usar a língua portuguesa.

"Para nós é com muito contentamento que vemos que agora Timor Lorosae, país
independente, continua a usar português como língua de ensino, por decisão
própria, por decisão vossa", afirmou o ministro Nuno Crato.

"Devo dizer-vos que uma das primeira decisões que tomei como ministro foi
continuar o acordo com o ministro João Câncio e aprovar a nossa colaboração
com a Escola de Referência de Ermera", sublinhou.

O ministro da Educação timorense, João Câncio, disse que o projeto das
Escolas de Referência é de "fundamental importância para o desenvolvimento
do sistema de ensino em Timor-Leste".

"Serão estas escolas que servirão para impulsionar o desenvolvimento de
todas as outras escolas do nosso sistema de ensino aqui no nosso país",
salientou.

O objetivo de ambos os governos é ter uma Escola de Referência em todos os
distritos de Timor-Leste até 2014.

As Escolas de referência são escolas oficiais timorenses, onde será estudado
o currículo nacional timorense e que serão geridas por professores
portugueses e de Timor-Leste.

Naquelas escolas vão lecionar professores portugueses e timorenses.

As escolas de referência vão servir de referência para todas as outras
escolas do sistema de ensino timorense, ajudando-as a melhorar para que,
segundo o ministro da Educação de Timor-Leste, todo o sistema de ensino
possa ter os "níveis internacionais de qualidade".

O projeto da Escolas de Referência, assinado em setembro entre os
ministérios da Educação de Portugal e de Timor-Leste, inclui 50 professores
portugueses e está orçado em 2,4 milhões dólares, 1,5 milhões de dólares
garantidos pelo Estado português.

MSE.

Lusa/Fim


--
Publicada por LenaLorosae em UMA LULIK
<http://umalulik.blogspot.com/2012/01/ministros-da-educacao-portugues-e.html
a 1/30/2012 11:41:00 AM 
 

 







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>escolas em timor

>

<http://3.bp.blogspot.com/-rpRfNEPD7Jw/TyaBnxtvC9I/AAAAAAAAC6s/evqFZ7KkaaU/s
1600/ministro_educacao_crato_Timor_Leste+Joao+C%C3%A2ncio+de+Freitas_Lusa.jp
g> 


 

 

Díli, 26 jan (Lusa) - O ministro da Educação de Portugal, Nuno Crato, e o
seu homólogo timorense, João Câncio, inauguraram hoje no distrito de Ermera
a Escola de Referência de Gleno.

O estabelecimento de ensino de Gleno é a primeira de cinco Escolas de
Referência a inaugurar pelo ministro da Educação português, seguindo-se a de
Same, Baucau, Maliana e Oecussi.

Recebidos por centenas de alunos e populares, o ministro da Educação
português, Nuno Crato, destacou o seu "contentamento" por Timor-Leste ter
decidido continuar a usar a língua portuguesa.

"Para nós é com muito contentamento que vemos que agora Timor Lorosae, país
independente, continua a usar português como língua de ensino, por decisão
própria, por decisão vossa", afirmou o ministro Nuno Crato.

"Devo dizer-vos que uma das primeira decisões que tomei como ministro foi
continuar o acordo com o ministro João Câncio e aprovar a nossa colaboração
com a Escola de Referência de Ermera", sublinhou.

O ministro da Educação timorense, João Câncio, disse que o projeto das
Escolas de Referência é de "fundamental importância para o desenvolvimento
do sistema de ensino em Timor-Leste".

"Serão estas escolas que servirão para impulsionar o desenvolvimento de
todas as outras escolas do nosso sistema de ensino aqui no nosso país",
salientou.

O objetivo de ambos os governos é ter uma Escola de Referência em todos os
distritos de Timor-Leste até 2014.

As Escolas de referência são escolas oficiais timorenses, onde será estudado
o currículo nacional timorense e que serão geridas por professores
portugueses e de Timor-Leste.

Naquelas escolas vão lecionar professores portugueses e timorenses.

As escolas de referência vão servir de referência para todas as outras
escolas do sistema de ensino timorense, ajudando-as a melhorar para que,
segundo o ministro da Educação de Timor-Leste, todo o sistema de ensino
possa ter os "níveis internacionais de qualidade".

O projeto da Escolas de Referência, assinado em setembro entre os
ministérios da Educação de Portugal e de Timor-Leste, inclui 50 professores
portugueses e está orçado em 2,4 milhões dólares, 1,5 milhões de dólares
garantidos pelo Estado português.

MSE.

Lusa/Fim


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Publicada por LenaLorosae em UMA LULIK
<http://umalulik.blogspot.com/2012/01/ministros-da-educacao-portugues-e.html
a 1/30/2012 11:41:00 AM 
 

 







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Guerra de Grafias, Conflito de Elites

O Arquivo Digital da Academia Galega da Língua Portuguesa disponibiliza o conjunto documental  2012-01-19 – Mário J. Herrero Valeiro: Guerra de Grafias, Conflito de Elites, com materiais da apresentação no passado 19 de janeiro na Corunha do livro do autor, publicado por AGAL / Através Editora. O conjunto inclui: a gravação em áudio MP3 das intervenções de Ramiro Torres Maceiras, Celso Alvarez Cáccamo e Mário Herrero, e do debate com as participações de Manuel Miragaia Doldán, António Gil Hernández e Fernando Vásquez Corredoira; o texto em PDF da intervenção de Mário Herrero; e uma fotografia em JPG de Ramiro e de Mário, da autoria de Elvira Varela Leal. As intervenções iniciais duram 27 minutos, e o colóquio posterior uns 43 minutos. O ficheiro de áudio é grande (169 MB) para preservar a melhor qualidade possível.
A ligação é:  http://arquivo.academiagalega.org/xmlui/handle/123456789/396 . Roga-se difusão desta informação na página da AGLP e no Portal Galego da Língua.

>Guerra de Grafias, Conflito de Elites

>

O Arquivo Digital da Academia Galega da Língua Portuguesa disponibiliza o conjunto documental  2012-01-19 – Mário J. Herrero Valeiro: Guerra de Grafias, Conflito de Elites, com materiais da apresentação no passado 19 de janeiro na Corunha do livro do autor, publicado por AGAL / Através Editora. O conjunto inclui: a gravação em áudio MP3 das intervenções de Ramiro Torres Maceiras, Celso Alvarez Cáccamo e Mário Herrero, e do debate com as participações de Manuel Miragaia Doldán, António Gil Hernández e Fernando Vásquez Corredoira; o texto em PDF da intervenção de Mário Herrero; e uma fotografia em JPG de Ramiro e de Mário, da autoria de Elvira Varela Leal. As intervenções iniciais duram 27 minutos, e o colóquio posterior uns 43 minutos. O ficheiro de áudio é grande (169 MB) para preservar a melhor qualidade possível.
A ligação é:  http://arquivo.academiagalega.org/xmlui/handle/123456789/396 . Roga-se difusão desta informação na página da AGLP e no Portal Galego da Língua.

A língua portuguesa pode ser alavanca de globalização

A língua portuguesa pode ser alavanca de globalização

Quem o diz é o indiano Dipak C. Jain, reitor da escola de negócios internacional INSEAD. 


Conselho prático: procure alianças no Brasil, um dos BRIC, que fala a mesma língua

“As marcas e empresas portuguesas que possam tornar-se globais associando-se com entidades brasileiras deverão fazê-lo”, refere ao Expresso Dipak C. Jain, reitor do INSEAD, a escola internacional de negócios criada em 1957 em França e que tem polos em Singapura e no Abu Dhabi.
“Dado que o Brasil está a atrair atenção global, será bom para as empresas portuguesas associarem-se com as brasileiras em iniciativas específicas e serem um parceiro nesta jornada global. Por exemplo, usando a língua portuguesa como um elemento de trabalho em conjunto”, explica o professor indiano.
Moral da história: A língua tem valor de mercado internacional e pode servir de alavanca em alianças com o Brasil com vista à globalização de marcas e empresas portuguesas. O português é uma das línguas globais e o facto de o Brasil ser hoje uma das potências emergentes dos BRIC (acrónimo para Brasil, Rússia, Índia e China) pode ser útil à estratégia de projeção global dos empresários portugueses.
Além do mais, Portugal foi a primeira potência global a desenvolver uma rede internacional que tocou os espaços do mundo que hoje formam três dos quatro BRIC.

Ler mais: http://aeiou.expresso.pt/a-lingua-portuguesa-pode-ser-alavanca-de-globalizacao=f701906#ixzz1kvqKi5K8
Jorge Nascimento Rodrigues (www.expresso.pt)

9:13 Domingo, 29 de janeiro de 2012

Ler mais: http://aeiou.expresso.pt/a-lingua-portuguesa-pode-ser-alavanca-de-globalizacao=f701906#ixzz1kvq608Ee