A ilha no interior… [Galiza 7 de abril de 2009] por concha rousia

A ilha no interior…  Galiza 7 de abril de 2009 por concha rousia

Amanhece no vale da Amaia, no vale em que eu, a três quilómetros da casa de Rosalía de Castro, moro; daqui ouço os sinos de Bastavales que por nós chamam. Na distância, se não fosse hoje um dia cinzento, poderia enxergar as torres da catedral de Santiago de Compostela. Mesmo assim o dia já anuncia, nestas horas temperãs do alvorecer, a beleza primaveril que vem conquistar este lado da Terra…do desabrochar das gemas dos majestosos carvalhos ao abrir das pétalas da mais delicada flor. Ora, se eu fechar os olhos, sinto é o latejar da ilha em mim, num ar que hoje traz aos meus ouvidos o som do piano de Rodrigo Warken em ‘saudades no coração’ que também vieram da ilha, e que muito agradeço a Edson Machado o ter trazido de Santa Catarina.
A ilha, sem eu saber, veio comigo, ou talvez fui eu que fiquei nela e vou voltando a pouco e pouco, mesmo que o meu corpo chegasse há algo mais de vinte e quatro horas. Em mim há hoje um vazio, um que desde miúda eu já aprendi a identificar como a morada da saudade… Atrevo-me a olhar lá dentro dessa morada e sinto a presença do que hoje me falta… Vejo a ilha, vejo as pedras negras abraçadas polo verde e o azul…
Penso no que sinto e em mim nasce um rio de palavras que querem ir ao vosso encontro; escrevo-as para todos vós, para nós, os habitantes dos colóquios, os habitantes de carne e osso da Lusofonia real que durante oito dias se converteu no nosso país… Daqui quase posso enxergar um sonho do futuro no que algum dia, parafraseando o grande bate, possamos todos dizer ‘A nossa pátria é a Lusofonia’.
Sei que para todos foi muito intensa a experiência de habitar nessa pátria da Lusofonia, pátria em construção que contrasta com a pátria em que os galegos moramos. Foi bom para os chegados dos continentes como o foi para os ilhéus… Ora, para os galegos foi ótimo. Para mim significou normalidade, significou ter pátria por um tempo que, mesmo que limitado, foi infinito… e eu levo em mim essa marca que levam os habitantes da diáspora, esses que sonham com voltar só para se verem e saberem de volta…
Essa saudade que é o sentimento que distingue os habitantes dos territórios nos que se fala a nossa língua… Eu, acostumada a analisar as profundezas dos sentimentos humanos, me pergunto hoje se essa saudade não virá desde que o nosso povo se partiu e nasceu entre nós uma fronteira política… Uma fronteira que rachou pola metade a árvore da nossa língua. Essa saudade tem que ter vido de algum momento no que nós perdemos qualquer cousa de essencial que nunca mais foi recuperada. Eu, sem entrar a analisar, só posso dizer que durante os dias em que duraram os colóquios, mesmo que eu quisesse, não poderia ter tido saudade por cousa nenhuma.
Agora é que sinto a falta desse tempo, de vós todos e também de mim, da que eu fui nesse tempo. Queria contar-vos isso e enviar um abraço desde esta Galiza, nossa mãe dos dous mares, um abraço no que caibais todos vós, aos que levo já para sempre dentro de mim, na ilha interior onde guardo os meus mais queridos membros da tribo, os que conheci ao longo desta vida, e os que já se foram para o além antes de eu nascer; a tribo à que eu pertenço e que dá sentido a tudo o que eu faço. Fecho os olhos e sinto as vossas vozes entrelaçadas e indistinguíveis das outras vozes que eu sempre cultivo em mim…
Sinto o rugir do mar rubro em cujas ondas vem hoje a serenidade e sabedoria do olhar genuíno de Bechara e de Malaca; a mim chega uma maré de sorrisos, de abraços, de imagens vivas… o restaurante Carlos onde a teoria do Sérgio, da inclusão através da arte, se faz realidade mágica, especialmente quando o restaurante é encerrado e a noite se continua no andar a rés-do-chão, onde a palavra ‘melting-pot’ que devia ser inventada em português, se faz carne. Sinto a fusão dos vizinhos da Lagoa com os chegados de toda a Lusofonia, fusão que emana do latir do coração brasileiro, do latir da música com que se derrete toda a barreira desnecessária para se sentir à vontade…nesta altura da minha crónica a minha voz sentiria eu, se estivesse a falar, congelar-se na minha garganta, mas nasceria logo o sorriso ao lembrar o frigorífico no que falou Cristóvão de Aguiar. Na ilha, nas noites de fusão cultural entre os ilhéus e os chegados, foi o mais perto que eu estive do Brasil… Guardo na memória do meu corpo abraços para um ano inteiro, ora isso não evita que eu, como o emigrante que sonha com as férias para voltar a casa, sonhe com o voltar dos colóquios. A mim chegam imagens que, sucintamente, gostaria de comunicar a todos vós…
Chega a mim a cachoeira da Achada com suas águas a ferver e humedecer os olhos de Silmara, minha aliada poeta e irmã. Chega também o sabor do vinho abafado num espaço vestido de artes tecidas por mãos femininas e açorianas. Chega o eco do almoço no que cantamos os parabéns à Helena, a musa dos colóquios que nascem de um vulcão chamado Chrys Chrystello, um vulcão do que brota uma maré de sonhos contagiosos em que todos temos direito a existir… Vem a mim a imagem de doçura e saber, e também saber dar, de Célia e o seu anjo ao que ela sabe cuidar… Vem a mim a magia do teatro Gira com sua arte que inclui a todo o mundo… Vem a música, mas como descrevê-la?! O que posso eu dizer dessa arca infinita de canções chamada Carlinhos… ou desse sorriso feito homem colado e inseparável do seu acordeão-sanfona-gaita a repartir felicidade… ou do penetrante olhar do Metre pop trançado com os fios do subtil soar do berimbau… ?
Tudo elevado nos pilares da escrita açoriana e lusófona…o Daniel [de Sá], o Cristóvão [de Aguiar], o Mário [Moura]. Os oradores e estudiosos das diversas temáticas destes colóquios. Os representantes dos governos da Câmara da Lagoa e do Governo de Santa Catarina. Os académicos. Os professores. Os poetas. E de novo a ilha… as suas pedras negras, as pradarias que sobem até ao capelo dos bicos, nada pronunciados, das lombas verdes que se recortam no céu mais cambiante que eu já vi, certamente num dia se podem viver as quatro estações do ano… A ilha exerce em todos nós um enorme fascínio; ela tem essa força magnética contra a que não podemos, nem queremos, lutar; força que lança as suas ondas do meio do mar aos quatro cantos desse planeta chamado Lusofonia…      


>A ilha no interior… [Galiza 7 de abril de 2009] por concha rousia

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A ilha no interior…  Galiza 7 de abril de 2009 por concha rousia

Amanhece no vale da Amaia, no vale em que eu, a três quilómetros da casa de Rosalía de Castro, moro; daqui ouço os sinos de Bastavales que por nós chamam. Na distância, se não fosse hoje um dia cinzento, poderia enxergar as torres da catedral de Santiago de Compostela. Mesmo assim o dia já anuncia, nestas horas temperãs do alvorecer, a beleza primaveril que vem conquistar este lado da Terra…do desabrochar das gemas dos majestosos carvalhos ao abrir das pétalas da mais delicada flor. Ora, se eu fechar os olhos, sinto é o latejar da ilha em mim, num ar que hoje traz aos meus ouvidos o som do piano de Rodrigo Warken em ‘saudades no coração’ que também vieram da ilha, e que muito agradeço a Edson Machado o ter trazido de Santa Catarina.
A ilha, sem eu saber, veio comigo, ou talvez fui eu que fiquei nela e vou voltando a pouco e pouco, mesmo que o meu corpo chegasse há algo mais de vinte e quatro horas. Em mim há hoje um vazio, um que desde miúda eu já aprendi a identificar como a morada da saudade… Atrevo-me a olhar lá dentro dessa morada e sinto a presença do que hoje me falta… Vejo a ilha, vejo as pedras negras abraçadas polo verde e o azul…
Penso no que sinto e em mim nasce um rio de palavras que querem ir ao vosso encontro; escrevo-as para todos vós, para nós, os habitantes dos colóquios, os habitantes de carne e osso da Lusofonia real que durante oito dias se converteu no nosso país… Daqui quase posso enxergar um sonho do futuro no que algum dia, parafraseando o grande bate, possamos todos dizer ‘A nossa pátria é a Lusofonia’.
Sei que para todos foi muito intensa a experiência de habitar nessa pátria da Lusofonia, pátria em construção que contrasta com a pátria em que os galegos moramos. Foi bom para os chegados dos continentes como o foi para os ilhéus… Ora, para os galegos foi ótimo. Para mim significou normalidade, significou ter pátria por um tempo que, mesmo que limitado, foi infinito… e eu levo em mim essa marca que levam os habitantes da diáspora, esses que sonham com voltar só para se verem e saberem de volta…
Essa saudade que é o sentimento que distingue os habitantes dos territórios nos que se fala a nossa língua… Eu, acostumada a analisar as profundezas dos sentimentos humanos, me pergunto hoje se essa saudade não virá desde que o nosso povo se partiu e nasceu entre nós uma fronteira política… Uma fronteira que rachou pola metade a árvore da nossa língua. Essa saudade tem que ter vido de algum momento no que nós perdemos qualquer cousa de essencial que nunca mais foi recuperada. Eu, sem entrar a analisar, só posso dizer que durante os dias em que duraram os colóquios, mesmo que eu quisesse, não poderia ter tido saudade por cousa nenhuma.
Agora é que sinto a falta desse tempo, de vós todos e também de mim, da que eu fui nesse tempo. Queria contar-vos isso e enviar um abraço desde esta Galiza, nossa mãe dos dous mares, um abraço no que caibais todos vós, aos que levo já para sempre dentro de mim, na ilha interior onde guardo os meus mais queridos membros da tribo, os que conheci ao longo desta vida, e os que já se foram para o além antes de eu nascer; a tribo à que eu pertenço e que dá sentido a tudo o que eu faço. Fecho os olhos e sinto as vossas vozes entrelaçadas e indistinguíveis das outras vozes que eu sempre cultivo em mim…
Sinto o rugir do mar rubro em cujas ondas vem hoje a serenidade e sabedoria do olhar genuíno de Bechara e de Malaca; a mim chega uma maré de sorrisos, de abraços, de imagens vivas… o restaurante Carlos onde a teoria do Sérgio, da inclusão através da arte, se faz realidade mágica, especialmente quando o restaurante é encerrado e a noite se continua no andar a rés-do-chão, onde a palavra ‘melting-pot’ que devia ser inventada em português, se faz carne. Sinto a fusão dos vizinhos da Lagoa com os chegados de toda a Lusofonia, fusão que emana do latir do coração brasileiro, do latir da música com que se derrete toda a barreira desnecessária para se sentir à vontade…nesta altura da minha crónica a minha voz sentiria eu, se estivesse a falar, congelar-se na minha garganta, mas nasceria logo o sorriso ao lembrar o frigorífico no que falou Cristóvão de Aguiar. Na ilha, nas noites de fusão cultural entre os ilhéus e os chegados, foi o mais perto que eu estive do Brasil… Guardo na memória do meu corpo abraços para um ano inteiro, ora isso não evita que eu, como o emigrante que sonha com as férias para voltar a casa, sonhe com o voltar dos colóquios. A mim chegam imagens que, sucintamente, gostaria de comunicar a todos vós…
Chega a mim a cachoeira da Achada com suas águas a ferver e humedecer os olhos de Silmara, minha aliada poeta e irmã. Chega também o sabor do vinho abafado num espaço vestido de artes tecidas por mãos femininas e açorianas. Chega o eco do almoço no que cantamos os parabéns à Helena, a musa dos colóquios que nascem de um vulcão chamado Chrys Chrystello, um vulcão do que brota uma maré de sonhos contagiosos em que todos temos direito a existir… Vem a mim a imagem de doçura e saber, e também saber dar, de Célia e o seu anjo ao que ela sabe cuidar… Vem a mim a magia do teatro Gira com sua arte que inclui a todo o mundo… Vem a música, mas como descrevê-la?! O que posso eu dizer dessa arca infinita de canções chamada Carlinhos… ou desse sorriso feito homem colado e inseparável do seu acordeão-sanfona-gaita a repartir felicidade… ou do penetrante olhar do Metre pop trançado com os fios do subtil soar do berimbau… ?
Tudo elevado nos pilares da escrita açoriana e lusófona…o Daniel [de Sá], o Cristóvão [de Aguiar], o Mário [Moura]. Os oradores e estudiosos das diversas temáticas destes colóquios. Os representantes dos governos da Câmara da Lagoa e do Governo de Santa Catarina. Os académicos. Os professores. Os poetas. E de novo a ilha… as suas pedras negras, as pradarias que sobem até ao capelo dos bicos, nada pronunciados, das lombas verdes que se recortam no céu mais cambiante que eu já vi, certamente num dia se podem viver as quatro estações do ano… A ilha exerce em todos nós um enorme fascínio; ela tem essa força magnética contra a que não podemos, nem queremos, lutar; força que lança as suas ondas do meio do mar aos quatro cantos desse planeta chamado Lusofonia…      


PRESIDENTA?????

 

A Presidenta foi Estudanta?!
Uma belíssima aula de português.
Foi elaborada para acabar de uma vez por todas com toda e qualquer dúvida se temos presidente ou presidenta.

A presidenta foi estudanta?

Existe a palavra: PRESIDENTA?
Que tal colocarmos um “BASTA” no assunto?
(Miriam Rita Moro Mine – Universidade Federal do Paraná)

No português existem os particípios ativos como derivativos verbais. Por exemplo: o particípio ativo do verbo atacar é atacante, de pedir é pedinte, o de cantar é cantante, o de existir é existente, o de mendicar é mendicante… Qual é o particípio ativo do verbo ser? O particípio ativo do verbo ser é ente. Aquele que é: o ente. Aquele que tem entidade.
Assim, quando queremos designar alguém com capacidade para exercer a ação que expressa um verbo, há que se adicionar à raiz verbal os sufixos ante, ente ou inte.
Portanto, à pessoa que preside é PRESIDENTE, e não “presidenta”, independentemente do sexo que tenha. Se diz capela ardente, e não capela “ardenta”; se diz estudante, e não “estudanta”; se diz adolescente, e não “adolescenta”; se diz paciente, e não “pacienta”.
Um bom exemplo do erro grosseiro seria:
“A candidata a presidenta se comporta como uma adolescenta pouco pacienta que imagina ter virado eleganta para tentar ser nomeada representanta. Esperamos vê-la algum dia sorridenta numa capela ardenta, pois esta dirigenta política não tem o direito de violentar o pobre português, só para ficar contenta”.


Por favor, pelo amor à língua portuguesa, repasse esta informação!

__._,_.___

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>PRESIDENTA?????

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A Presidenta foi Estudanta?!
Uma belíssima aula de português.
Foi elaborada para acabar de uma vez por todas com toda e qualquer dúvida se temos presidente ou presidenta.

A presidenta foi estudanta?

Existe a palavra: PRESIDENTA?
Que tal colocarmos um “BASTA” no assunto?
(Miriam Rita Moro Mine – Universidade Federal do Paraná)

No português existem os particípios ativos como derivativos verbais. Por exemplo: o particípio ativo do verbo atacar é atacante, de pedir é pedinte, o de cantar é cantante, o de existir é existente, o de mendicar é mendicante… Qual é o particípio ativo do verbo ser? O particípio ativo do verbo ser é ente. Aquele que é: o ente. Aquele que tem entidade.
Assim, quando queremos designar alguém com capacidade para exercer a ação que expressa um verbo, há que se adicionar à raiz verbal os sufixos ante, ente ou inte.
Portanto, à pessoa que preside é PRESIDENTE, e não “presidenta”, independentemente do sexo que tenha. Se diz capela ardente, e não capela “ardenta”; se diz estudante, e não “estudanta”; se diz adolescente, e não “adolescenta”; se diz paciente, e não “pacienta”.
Um bom exemplo do erro grosseiro seria:
“A candidata a presidenta se comporta como uma adolescenta pouco pacienta que imagina ter virado eleganta para tentar ser nomeada representanta. Esperamos vê-la algum dia sorridenta numa capela ardenta, pois esta dirigenta política não tem o direito de violentar o pobre português, só para ficar contenta”.


Por favor, pelo amor à língua portuguesa, repasse esta informação!

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FORÇA MATRICIAL DAS FESTAS JUNINAS

1
FORÇA MATRICIAL DAS FESTAS JUNINAS
[Um Ensaio de Interpretação]
José JPeralta
A marca fundamental, que age como força motriz das Festas Juninas, é
o espírito de solidariedade e de alteridade do povo, com uma forte dose de
religiosidade. É uma notável celebração da vida. Ser é conviver com alguém; é
compartilhar o que se tem.
As Festas Juninas são fundamentalmente, um ponto de encontro, para
celebrar um acontecimento, marcado por
uma ocorrência regular e mágica da
natureza: o solstício de verão, quando o sol,
no hemisfério norte, está no seu ápice (21 de
Junho); ao meio dia, ele está a prumo em
cima das pessoas. Por alguns dias, não há
sombra ao meio dia. Ocorre nesta ocasião, o
dia mais longo do ano e a noite mais curta. É
o chamado solstício de verão, no
Hemisfério Norte. Este é o cenário das Festas Juninas, com as belas fogueiras,
que nos legou a antiguidade.
No Brasil, que está localizado no Hemisfério Sul, as Festas Juninas
ocorrem no solstício de inverno, em que ocorre a noite mais longa e do dia
mais curto do ano, também no mesmo dia Junho.
Este é o contexto das Festas Juninas, que nos vêm da Tradição Cultural
e Religiosa dos Celtas. Coincidem com as Festas Religiosas e Sociais de Três
Santos Populares, no Mundo Cristão: Santo Antônio, São João e São Pedro.
Com estes Santos, o povo tem intensa simpatia, e até em simbiose, por suas
forças benfazejas que irradiam.
2. Juntando todas estas motivações, o povo teve a sua força motriz para
programar animados encontros festivos, com atrações que a todos encantam e
seduzem, por sua singeleza espontânea. Festeja os Santos e celebra a vida.
As Festas Juninas representam um encontro popular, em torno das
músicas e culinárias típicas, usando vestes típicas, exclusivas para esta Festa
Cíclica Anual. Eventualmente é completado com uma fogueira.
2
As Festas Juninas revitalizadas e criativas, unem a antiguidade Celta, a
vitalidade cristã e a dinâmica modernidade, mostrando a vitalidade e
versatilidade dos humanos.
As Festas Juninas
reúnem, a um só tempo, a
memória do passado sem
saudade e o presente criativo e
exuberante.
A Igreja Cristã zelou
muito para criar encontros
informais dos cristãos, para seu
entretenimento e mútuo
conhecimento, para que as pessoas fossem solidárias e não se isolassem. O
largo da Igreja é, geralmente, uma praça ampla, onde as pessoas se
encontram espontaneamente, para pôr as notícias em dia e estreitar laços de
convivência e amizade. É a busca da convivência singela, compartilhada.
Festa Junina é diversão e encontro da Comunidade. Encontro em torno
das músicas especiais, em torno da culinária típica rural e em torno da
fogueira, usando vestes exclusivas, dessas festas cíclicas anuais, numa grande
e informal confraternização.
As Festas Juninas atendem
perfeitamente à vivacidade e à cordialidade do
Povo Brasileiro.
É um pouco a alma que Portugal deixou
pelo mundo inteira e repartida. É que o amor é
mistério que não é nada capitalista: Quanto
mais se dá, mais se tem.
As Festas Juninas são um dinâmico e
envolvente paradigma da solidariedade
humana, e de convivência alegre e irradiante, através dos séculos.
3. Hoje em dia, as Festas Juninas, são eventos sociais, com muitos
atrativos e muita animação compartilhada.
Nas Festas Juninas, os atores principais são todas as pessoas
presentes.
Entre os acontecimentos do ano, como as celebrações sócio-familiares
do Natal, do Ano Novo, da Páscoa, do Dia do Padroeiro, do Dia da Pátria, do
Carnaval, somados Dia das mães e Dias dos Pais, as Festas Juninas talvez
sejam as que mais se destacam, por seu apelo à Celebração da Vida alegre,
revivendo a simplicidade do meio rural, tanto no meio rural como no meio
urbano, nas vilas e nas cidades. Provoca um contraste que encanta. É um
evento de alto poder sedutor, por atrair muito as crianças, os adolescentes e
os jovens. É uma festa de todas as idades e de todos os níveis sociais. É uma
das Festas que nunca envelhece. Adapta-se a qualquer meio.
Limitando-me a São Paulo, posso afirmar, sem receio de errar, que, a
cada ano, aqui se realizam milhares de Festas Juninas.
3
Por seus atrativos, acredito que, daqui por mil anos, as Festas Juninas
ainda manterão o mesmo vigor, o mesmo frescor e o mesmo encantamento,
por sua dinâmica singeleza e por sua sintonia com alma da nação..
Para saber mais sobre as Festas Juninas, leia os textos abaixo. Clique:
O Milho Verde nas Festas Juninas
http://tribunalusofona.blogspot.com/2011/06/o-milho-verde-nas-festas-juninas.html
Espetáculo das Festas Juninas
http://tribunalusofona.blogspot.com/2011/06/espetaculo-das-festas-juninas-29-de.html
Festas Juninas, Um Grandioso Espetáculo Nacional
http://tribunalusofona.blogspot.com/2011/06/festas-juninas-um-grandioso-espetaculo.htmlFORÇA MATRICIAL DAS FESTAS JUNINAS
[Um Ensaio de Interpretação]
José JPeralta
A marca fundamental, que age como força motriz das Festas Juninas, é o espírito de solidariedade e de alteridade do povo, com uma forte  dose de religiosidade. É uma notável celebração da vida.  Ser é conviver com alguém; é compartilhar o que se tem.
As Festas Juninas são fundamentalmente, um ponto de encontro, para celebrar um acontecimento, marcado por uma ocorrência regular e mágica da natureza: o solstício de verão, quando o sol, no hemisfério norte, está no seu ápice (21 de Junho); ao meio dia, ele está a prumo em cima das pessoas. Por alguns dias, não há sombra ao meio dia. Ocorre nesta ocasião, o dia mais longo do ano e a noite mais curta. É o chamado solstício de verão, no Hemisfério Norte. Este é o cenário das Festas Juninas, com as belas fogueiras, que nos legou a antiguidade.
No Brasil, que está localizado no Hemisfério Sul, as Festas Juninas ocorrem no solstício de inverno, em que ocorre a noite mais longa e do dia mais curto do ano, também no mesmo dia Junho.
Este é o contexto das Festas Juninas, que nos vêm da Tradição Cultural e Religiosa dos Celtas. Coincidem com as Festas Religiosas e Sociais  de Três Santos Populares, no Mundo Cristão: Santo Antônio, São João e São Pedro. Com estes Santos, o povo tem intensa simpatia, e até em simbiose, por suas forças benfazejas que irradiam.
2. Juntando todas estas motivações, o povo teve a sua força motriz para programar animados encontros festivos, com atrações que a todos encantam e seduzem, por sua singeleza espontânea. Festeja os Santos e celebra a vida.
As Festas Juninas representam um encontro popular, em torno das músicas e culinárias típicas, usando vestes típicas, exclusivas para  esta Festa Cíclica Anual. Eventualmente é completado com uma fogueira.
As Festas Juninas revitalizadas e criativas, unem a antiguidade Celta, a vitalidade cristã e a dinâmica modernidade, mostrando a vitalidade e versatilidade dos humanos.
As Festas Juninas reúnem, a um só tempo, a memória do passado sem saudade e o presente criativo e exuberante.
A Igreja Cristã zelou muito para criar encontros  informais dos cristãos, para seu entretenimento e mútuo conhecimento, para que as pessoas  fossem solidárias e não se isolassem. O largo da Igreja é, geralmente, uma praça ampla, onde as pessoas se encontram espontaneamente, para pôr as notícias em dia e estreitar laços de convivência e amizade. É a busca da convivência singela, compartilhada.
Festa Junina é diversão e encontro da Comunidade. Encontro em torno das músicas especiais, em torno da culinária típica rural e em torno da fogueira, usando vestes exclusivas, dessas festas cíclicas anuais, numa grande e informal confraternização.
As Festas Juninas atendem perfeitamente à vivacidade e à cordialidade do Povo Brasileiro.
É um pouco a alma que Portugal deixou pelo mundo inteira e repartida. É que  o amor é mistério que não é nada capitalista: Quanto mais se dá, mais se tem.
As Festas Juninas são um dinâmico e envolvente paradigma da solidariedade humana, e de convivência alegre e irradiante, através dos séculos.
3. Hoje em dia, as Festas Juninas, são eventos sociais, com muitos atrativos e muita animação compartilhada.
Nas Festas Juninas, os atores principais são todas as pessoas presentes.
Entre os acontecimentos do ano, como as celebrações sócio-familiares do Natal, do Ano Novo, da Páscoa, do Dia do Padroeiro, do Dia da Pátria, do Carnaval, somados Dia das mães e Dias dos Pais, as Festas Juninas talvez sejam as que mais se destacam, por seu apelo à Celebração da Vida alegre,  revivendo a simplicidade do meio rural, tanto no meio rural como no meio urbano, nas vilas e nas cidades. Provoca um contraste que encanta. É um evento de alto poder sedutor, por atrair muito as crianças, os adolescentes  e os jovens. É uma festa de todas as idades e de todos os níveis sociais. É uma das Festas que  nunca envelhece. Adapta-se a qualquer meio.
Limitando-me a São Paulo, posso afirmar, sem receio de errar, que, a cada ano, aqui se realizam milhares de Festas Juninas.
Por seus atrativos, acredito que, daqui por mil anos, as Festas Juninas ainda manterão o mesmo vigor, o mesmo frescor e o mesmo encantamento, por sua dinâmica singeleza e por sua sintonia com  alma da nação..
Para saber mais sobre as Festas Juninas, leia os textos abaixo. Clique:
O Milho Verde nas Festas Juninas
Espetáculo das Festas Juninas
Festas Juninas, Um Grandioso Espetáculo Nacional

>FORÇA MATRICIAL DAS FESTAS JUNINAS

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1
FORÇA MATRICIAL DAS FESTAS JUNINAS
[Um Ensaio de Interpretação]
José JPeralta
A marca fundamental, que age como força motriz das Festas Juninas, é
o espírito de solidariedade e de alteridade do povo, com uma forte dose de
religiosidade. É uma notável celebração da vida. Ser é conviver com alguém; é
compartilhar o que se tem.
As Festas Juninas são fundamentalmente, um ponto de encontro, para
celebrar um acontecimento, marcado por
uma ocorrência regular e mágica da
natureza: o solstício de verão, quando o sol,
no hemisfério norte, está no seu ápice (21 de
Junho); ao meio dia, ele está a prumo em
cima das pessoas. Por alguns dias, não há
sombra ao meio dia. Ocorre nesta ocasião, o
dia mais longo do ano e a noite mais curta. É
o chamado solstício de verão, no
Hemisfério Norte. Este é o cenário das Festas Juninas, com as belas fogueiras,
que nos legou a antiguidade.
No Brasil, que está localizado no Hemisfério Sul, as Festas Juninas
ocorrem no solstício de inverno, em que ocorre a noite mais longa e do dia
mais curto do ano, também no mesmo dia Junho.
Este é o contexto das Festas Juninas, que nos vêm da Tradição Cultural
e Religiosa dos Celtas. Coincidem com as Festas Religiosas e Sociais de Três
Santos Populares, no Mundo Cristão: Santo Antônio, São João e São Pedro.
Com estes Santos, o povo tem intensa simpatia, e até em simbiose, por suas
forças benfazejas que irradiam.
2. Juntando todas estas motivações, o povo teve a sua força motriz para
programar animados encontros festivos, com atrações que a todos encantam e
seduzem, por sua singeleza espontânea. Festeja os Santos e celebra a vida.
As Festas Juninas representam um encontro popular, em torno das
músicas e culinárias típicas, usando vestes típicas, exclusivas para esta Festa
Cíclica Anual. Eventualmente é completado com uma fogueira.
2
As Festas Juninas revitalizadas e criativas, unem a antiguidade Celta, a
vitalidade cristã e a dinâmica modernidade, mostrando a vitalidade e
versatilidade dos humanos.
As Festas Juninas
reúnem, a um só tempo, a
memória do passado sem
saudade e o presente criativo e
exuberante.
A Igreja Cristã zelou
muito para criar encontros
informais dos cristãos, para seu
entretenimento e mútuo
conhecimento, para que as pessoas fossem solidárias e não se isolassem. O
largo da Igreja é, geralmente, uma praça ampla, onde as pessoas se
encontram espontaneamente, para pôr as notícias em dia e estreitar laços de
convivência e amizade. É a busca da convivência singela, compartilhada.
Festa Junina é diversão e encontro da Comunidade. Encontro em torno
das músicas especiais, em torno da culinária típica rural e em torno da
fogueira, usando vestes exclusivas, dessas festas cíclicas anuais, numa grande
e informal confraternização.
As Festas Juninas atendem
perfeitamente à vivacidade e à cordialidade do
Povo Brasileiro.
É um pouco a alma que Portugal deixou
pelo mundo inteira e repartida. É que o amor é
mistério que não é nada capitalista: Quanto
mais se dá, mais se tem.
As Festas Juninas são um dinâmico e
envolvente paradigma da solidariedade
humana, e de convivência alegre e irradiante, através dos séculos.
3. Hoje em dia, as Festas Juninas, são eventos sociais, com muitos
atrativos e muita animação compartilhada.
Nas Festas Juninas, os atores principais são todas as pessoas
presentes.
Entre os acontecimentos do ano, como as celebrações sócio-familiares
do Natal, do Ano Novo, da Páscoa, do Dia do Padroeiro, do Dia da Pátria, do
Carnaval, somados Dia das mães e Dias dos Pais, as Festas Juninas talvez
sejam as que mais se destacam, por seu apelo à Celebração da Vida alegre,
revivendo a simplicidade do meio rural, tanto no meio rural como no meio
urbano, nas vilas e nas cidades. Provoca um contraste que encanta. É um
evento de alto poder sedutor, por atrair muito as crianças, os adolescentes e
os jovens. É uma festa de todas as idades e de todos os níveis sociais. É uma
das Festas que nunca envelhece. Adapta-se a qualquer meio.
Limitando-me a São Paulo, posso afirmar, sem receio de errar, que, a
cada ano, aqui se realizam milhares de Festas Juninas.
3
Por seus atrativos, acredito que, daqui por mil anos, as Festas Juninas
ainda manterão o mesmo vigor, o mesmo frescor e o mesmo encantamento,
por sua dinâmica singeleza e por sua sintonia com alma da nação..
Para saber mais sobre as Festas Juninas, leia os textos abaixo. Clique:
O Milho Verde nas Festas Juninas
http://tribunalusofona.blogspot.com/2011/06/o-milho-verde-nas-festas-juninas.html
Espetáculo das Festas Juninas
http://tribunalusofona.blogspot.com/2011/06/espetaculo-das-festas-juninas-29-de.html
Festas Juninas, Um Grandioso Espetáculo Nacional
http://tribunalusofona.blogspot.com/2011/06/festas-juninas-um-grandioso-espetaculo.htmlFORÇA MATRICIAL DAS FESTAS JUNINAS
[Um Ensaio de Interpretação]
José JPeralta
A marca fundamental, que age como força motriz das Festas Juninas, é o espírito de solidariedade e de alteridade do povo, com uma forte  dose de religiosidade. É uma notável celebração da vida.  Ser é conviver com alguém; é compartilhar o que se tem.
As Festas Juninas são fundamentalmente, um ponto de encontro, para celebrar um acontecimento, marcado por uma ocorrência regular e mágica da natureza: o solstício de verão, quando o sol, no hemisfério norte, está no seu ápice (21 de Junho); ao meio dia, ele está a prumo em cima das pessoas. Por alguns dias, não há sombra ao meio dia. Ocorre nesta ocasião, o dia mais longo do ano e a noite mais curta. É o chamado solstício de verão, no Hemisfério Norte. Este é o cenário das Festas Juninas, com as belas fogueiras, que nos legou a antiguidade.
No Brasil, que está localizado no Hemisfério Sul, as Festas Juninas ocorrem no solstício de inverno, em que ocorre a noite mais longa e do dia mais curto do ano, também no mesmo dia Junho.
Este é o contexto das Festas Juninas, que nos vêm da Tradição Cultural e Religiosa dos Celtas. Coincidem com as Festas Religiosas e Sociais  de Três Santos Populares, no Mundo Cristão: Santo Antônio, São João e São Pedro. Com estes Santos, o povo tem intensa simpatia, e até em simbiose, por suas forças benfazejas que irradiam.
2. Juntando todas estas motivações, o povo teve a sua força motriz para programar animados encontros festivos, com atrações que a todos encantam e seduzem, por sua singeleza espontânea. Festeja os Santos e celebra a vida.
As Festas Juninas representam um encontro popular, em torno das músicas e culinárias típicas, usando vestes típicas, exclusivas para  esta Festa Cíclica Anual. Eventualmente é completado com uma fogueira.
As Festas Juninas revitalizadas e criativas, unem a antiguidade Celta, a vitalidade cristã e a dinâmica modernidade, mostrando a vitalidade e versatilidade dos humanos.
As Festas Juninas reúnem, a um só tempo, a memória do passado sem saudade e o presente criativo e exuberante.
A Igreja Cristã zelou muito para criar encontros  informais dos cristãos, para seu entretenimento e mútuo conhecimento, para que as pessoas  fossem solidárias e não se isolassem. O largo da Igreja é, geralmente, uma praça ampla, onde as pessoas se encontram espontaneamente, para pôr as notícias em dia e estreitar laços de convivência e amizade. É a busca da convivência singela, compartilhada.
Festa Junina é diversão e encontro da Comunidade. Encontro em torno das músicas especiais, em torno da culinária típica rural e em torno da fogueira, usando vestes exclusivas, dessas festas cíclicas anuais, numa grande e informal confraternização.
As Festas Juninas atendem perfeitamente à vivacidade e à cordialidade do Povo Brasileiro.
É um pouco a alma que Portugal deixou pelo mundo inteira e repartida. É que  o amor é mistério que não é nada capitalista: Quanto mais se dá, mais se tem.
As Festas Juninas são um dinâmico e envolvente paradigma da solidariedade humana, e de convivência alegre e irradiante, através dos séculos.
3. Hoje em dia, as Festas Juninas, são eventos sociais, com muitos atrativos e muita animação compartilhada.
Nas Festas Juninas, os atores principais são todas as pessoas presentes.
Entre os acontecimentos do ano, como as celebrações sócio-familiares do Natal, do Ano Novo, da Páscoa, do Dia do Padroeiro, do Dia da Pátria, do Carnaval, somados Dia das mães e Dias dos Pais, as Festas Juninas talvez sejam as que mais se destacam, por seu apelo à Celebração da Vida alegre,  revivendo a simplicidade do meio rural, tanto no meio rural como no meio urbano, nas vilas e nas cidades. Provoca um contraste que encanta. É um evento de alto poder sedutor, por atrair muito as crianças, os adolescentes  e os jovens. É uma festa de todas as idades e de todos os níveis sociais. É uma das Festas que  nunca envelhece. Adapta-se a qualquer meio.
Limitando-me a São Paulo, posso afirmar, sem receio de errar, que, a cada ano, aqui se realizam milhares de Festas Juninas.
Por seus atrativos, acredito que, daqui por mil anos, as Festas Juninas ainda manterão o mesmo vigor, o mesmo frescor e o mesmo encantamento, por sua dinâmica singeleza e por sua sintonia com  alma da nação..
Para saber mais sobre as Festas Juninas, leia os textos abaixo. Clique:
O Milho Verde nas Festas Juninas
Espetáculo das Festas Juninas
Festas Juninas, Um Grandioso Espetáculo Nacional

Loanda – Escravas, Donas e Senhoras” de Isabel Valadão

Leia

Loanda – Escravas, Donas e Senhoras
Isabel Valadão
Edição em Português. Publicado em 05/2011
Expedido em 24h

«No século XVII, duas mulheres deixaram o seu rasto na história de Luanda. À sua volta teria gravitado um sem-número de indivíduos, fidalgos, traficantes, degredados, escravos e libertos. Uns, foram personagens marcantes do seu tempo, outros, simplesmente anónimos no papel de figurantes, todos eles fazendo parte de um específico contexto historiográfico da colónia angolana. Se existiram realmente ou se foram, apenas, o retrato fugaz de uma época, não há certezas, embora tenham perdurado de alguns vestígios de memórias escritas.»
Através do retrato de Maria Ortega e Anna de São Miguel, somos levados até Luanda do século XVII, de encontro ao percurso, queda e ascensão dos escravos e exilados do reino português. Cruzando a História num ritmo narrativo forte e surpreendente, Loanda é um retrato vivo, marcado pela força das mulheres que deixaram o seu rasto nesse território.

Ficha detalhada: “Loanda – Escravas, Donas e Senhoras” de Isabel Valadão
Autor Isabel Valadão
Editora Bertrand Editora
Data de Lançamento Maio 2011
ISBN 9789722523066
Nº Páginas 286
Encadernação Capa Mole

>Loanda – Escravas, Donas e Senhoras" de Isabel Valadão

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Loanda – Escravas, Donas e Senhoras
Isabel Valadão
Edição em Português. Publicado em 05/2011
Expedido em 24h

«No século XVII, duas mulheres deixaram o seu rasto na história de Luanda. À sua volta teria gravitado um sem-número de indivíduos, fidalgos, traficantes, degredados, escravos e libertos. Uns, foram personagens marcantes do seu tempo, outros, simplesmente anónimos no papel de figurantes, todos eles fazendo parte de um específico contexto historiográfico da colónia angolana. Se existiram realmente ou se foram, apenas, o retrato fugaz de uma época, não há certezas, embora tenham perdurado de alguns vestígios de memórias escritas.»
Através do retrato de Maria Ortega e Anna de São Miguel, somos levados até Luanda do século XVII, de encontro ao percurso, queda e ascensão dos escravos e exilados do reino português. Cruzando a História num ritmo narrativo forte e surpreendente, Loanda é um retrato vivo, marcado pela força das mulheres que deixaram o seu rasto nesse território.

Ficha detalhada: “Loanda – Escravas, Donas e Senhoras” de Isabel Valadão
Autor Isabel Valadão
Editora Bertrand Editora
Data de Lançamento Maio 2011
ISBN 9789722523066
Nº Páginas 286
Encadernação Capa Mole

Novo acordo ortográfico: Você já reaprendeu a escrever?

Especial : Dicas de Português

Novo acordo ortográfico: Você já reaprendeu a escrever?

27/06/2011
A nova ortografia ainda deixa muita gente de cabelo em pé, principalmente quando o assunto é o uso do hífen. Se ainda restam dúvidas, pratique a escrita!

Mais |

(Crédito: Divulgação/Stock)

(Crédito: Divulgação/Stock)

Tira hífen, coloca hífen, dobra a consoante. Cai o trema e o acento circunflexo. Desde 2009, estas e outras mudanças no modo como escrevemos já devem sido motivos para corrigir exercícios e, principalmente, redações de muita gente que se prepara para o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) . É bom ficar atento às alterações feitas em virtude do acordo ortográfico entre os países de língua portuguesa. Mandar bem na leitura e praticar a escrita é a melhor maneira de deixar as novas regras fresquinhas na cabeça e manter-se à frente dos seus concorrentes.
 
» Dopping intelectual: alunos usam remédios para suportar maratona do vestibular
» 8 temas que podem cair na redação do Enem
» Confira todos os temas de redação cobrados na prova do Enem 2011
» Todas as notícias do Enem 2011
 
Sim, sabemos que é um pouco custoso reaprender a escrever corretamente em dois anos tudo o que havíamos aprendido durante mais de dez. Mas o cérebro é capaz de absorver novas informações e fixá-las com treinamento constante.
 
Algumas alterações são básicas e devem estar na ponta da língua. Você deve saber que o alfabeto agora tem 26 letras – incorporou K, W e Y; o trema não é mais usado; o acento em palavras paroxítonas com ditongos abertos (jiboia, colmeia, epopeia) deve ser desconsiderado.
 
O hífen tornou-se o tormento de muitos. “Não tenho muitas dúvidas em relação às mudanças, mas o hífen ainda me causa dúvidas na hora de escrever”, conta a aluna da Oficina do Estudante Giovana Possebon.
 
Para conquistar uma vaga no curso de Medicina de uma grande universidade pública, a campineira de 19 anos adotou uma tática. “Quando escrevo, uso todas as regras que me lembro, não uso mais a ortografia anterior. Além disso, presto atenção na forma como as revistas e jornais escrevem. A leitura do dia a dia ajuda bastante.”
 
Na sala de aula do Cursinho da Poli-USP, em São Paulo, o professor de Língua Portuguesa e Redação, Roberto Gonçalves Juliano, reserva pelo menos duas aulas, logo no início do curso, para falar sobre as mudanças na ortografia. Ele observa que a dificuldade apresentada por Giovana é o calcanhar de Aquiles da turma. “Trema e acentos são tópicos que foram assimilados, mas hífen ainda gera dúvida.” Para Juliano, as mudanças são poucas, por isso não existe uma grande estratégia de estudo. “Recomendo apenas que façam o exercício de colocar as palavras lado a lado e comparar a antiga e a nova maneira de escrever.”
 
Algumas regras do uso do hífen foram alteradas com o novo acordo ortográfico, nesta situação a maneira mais simples de estudar é entender o uso do símbolo com os prefixos mais usuais.
 
A Universia Brasil vai dar uma mãozinha com o uso do hífen. Clique nos links abaixo e fique atento as dicas e pratique para a prova de redação!
 

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>

Especial : Dicas de Português

Novo acordo ortográfico: Você já reaprendeu a escrever?

27/06/2011
A nova ortografia ainda deixa muita gente de cabelo em pé, principalmente quando o assunto é o uso do hífen. Se ainda restam dúvidas, pratique a escrita!

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(Crédito: Divulgação/Stock)

(Crédito: Divulgação/Stock)

Tira hífen, coloca hífen, dobra a consoante. Cai o trema e o acento circunflexo. Desde 2009, estas e outras mudanças no modo como escrevemos já devem sido motivos para corrigir exercícios e, principalmente, redações de muita gente que se prepara para o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) . É bom ficar atento às alterações feitas em virtude do acordo ortográfico entre os países de língua portuguesa. Mandar bem na leitura e praticar a escrita é a melhor maneira de deixar as novas regras fresquinhas na cabeça e manter-se à frente dos seus concorrentes.
 
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Sim, sabemos que é um pouco custoso reaprender a escrever corretamente em dois anos tudo o que havíamos aprendido durante mais de dez. Mas o cérebro é capaz de absorver novas informações e fixá-las com treinamento constante.
 
Algumas alterações são básicas e devem estar na ponta da língua. Você deve saber que o alfabeto agora tem 26 letras – incorporou K, W e Y; o trema não é mais usado; o acento em palavras paroxítonas com ditongos abertos (jiboia, colmeia, epopeia) deve ser desconsiderado.
 
O hífen tornou-se o tormento de muitos. “Não tenho muitas dúvidas em relação às mudanças, mas o hífen ainda me causa dúvidas na hora de escrever”, conta a aluna da Oficina do Estudante Giovana Possebon.
 
Para conquistar uma vaga no curso de Medicina de uma grande universidade pública, a campineira de 19 anos adotou uma tática. “Quando escrevo, uso todas as regras que me lembro, não uso mais a ortografia anterior. Além disso, presto atenção na forma como as revistas e jornais escrevem. A leitura do dia a dia ajuda bastante.”
 
Na sala de aula do Cursinho da Poli-USP, em São Paulo, o professor de Língua Portuguesa e Redação, Roberto Gonçalves Juliano, reserva pelo menos duas aulas, logo no início do curso, para falar sobre as mudanças na ortografia. Ele observa que a dificuldade apresentada por Giovana é o calcanhar de Aquiles da turma. “Trema e acentos são tópicos que foram assimilados, mas hífen ainda gera dúvida.” Para Juliano, as mudanças são poucas, por isso não existe uma grande estratégia de estudo. “Recomendo apenas que façam o exercício de colocar as palavras lado a lado e comparar a antiga e a nova maneira de escrever.”
 
Algumas regras do uso do hífen foram alteradas com o novo acordo ortográfico, nesta situação a maneira mais simples de estudar é entender o uso do símbolo com os prefixos mais usuais.
 
A Universia Brasil vai dar uma mãozinha com o uso do hífen. Clique nos links abaixo e fique atento as dicas e pratique para a prova de redação!