Pai que se atirou com a filha do 8.º andar já tinha ameaçado matá-la. Justiça falhou prazo – ZAP Notícias

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Mãe de Kiara apresentou queixa, mas recuou, dias antes da tragédia, dizendo que o marido de 33 anos “às vezes tinha devaneios”, mas que era “um bom pai”. Criança de quatro anos já estava sinalizada pela CPCJ. O homem que, na madrugada de domingo, se atirou da varanda de um oitavo andar com a filha de quatro anos ao colo já tinha ameaçado matar a criança para provocar sofrimento à companheira, segundo o JN. O homem, de 33 anos, e a filha do casal, Kiara, de 4 anos, não resistiram aos ferimentos na tragédia ocorrida pelas três da manhã de

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são jorge visto do ar

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O Erário da Indignidade: Quando a Cultura se mede a cêntimos e vidas

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O Erário da Indignidade: Quando a Cultura se mede a cêntimos e vidas
O ruído dos salões oficiais e a coreografia patética do Poder têm uma eficácia notável na ocultação da miséria que geram. Sob o verniz da dita “modernização administrativa” e da “uniformização de critérios”, o Ministério da Cultura e o atual Governo decidiram que o mérito artístico e a dignidade humana são variáveis descartáveis na folha de cálculo do Orçamento. A matemática da burocracia é fria, mas os seus efeitos são de uma violência e crueza absolutas.
​Recentemente, mais de uma centena de velhos criadores e agentes culturais foram confrontados com a amputação arbitrária dos seus parcos subsídios de subsistência, concedidos na aurora deste século pelo Fundo de Fomento Cultural. Sob o pretexto kafkiano de alinhar os apoios históricos com os “novos critérios da Segurança Social”, o Estado retirou a componente relativa ao mérito cultural, uns míseros e vitais 222€, restando a estes homens e mulheres uma esmola de carestia. O Estado português decidiu, com a canetada burocrática de quem nunca conheceu a escassez, que o mérito de uma vida dedicada à arte caduca ao fim de vinte e seis anos.
​A gravidade da situação atingiu hoje o seu zénite trágico. O Guilherme, um dos visados por esta purga tecnocrática, tentou pôr termo à vida em sinal de protesto. Encontra-se hospitalizado. O seu gesto, de um desespero absoluto, não é apenas um grito de socorro,é o espelho estilhaçado de um País que empurra os seus intelectuais e artistas mais vulneráveis para a valeta da indigência económica e do esquecimento. Quando um criador escolhe o próprio sacrifício físico como última forma de protesto contra a opressão de um Ministério, a tutela perde qualquer legitimidade moral para pronunciar a palavra “Cultura”.
​A atual Ministra da Cultura e o Executivo a que pertence parecem confundir a gestão do património humano e artístico com a contabilidade de uma mercearia de província. Invoca-se a “igualação segundo os mesmos princípios” para justificar o nivelamento por baixo, esmagando o direito adquirido, a segurança jurídica e a proteção da confiança. A igualdade de que nos falam é a igualdade do deserto: a uniformização na miséria. É de um cinismo atroz que, enquanto se multiplicam os discursos ocos sobre a importância das indústrias criativas e da inclusão social em sumptuosos palcos institucionais, se assine discretamente a sentença de morte financeira de cidadãos idosos, doentes e dependentes de terceiros.
​A Cultura não é um adorno estatístico nem um mero indicador macroeconómico para exibir em Bruxelas, é a memória viva e a dignidade de um povo. Retirar o reconhecimento do mérito a quem deu a vida à criação, sobretudo no momento da sua maior debilidade clínica e social, é um ato abjeto de profunda cobardia institucional. É a subversão total do Estado de Direito Democrático, transformado num Leviatã contabilístico que devora os seus próprios filhos.
​O sangue do Guilherme está agora nas mãos dos que desenharam e validaram estes despachos cegos. Não há retórica de comício ou comunicado de imprensa que possa branquear esta ignomínia. O Governo e a sua Ministra têm duas opções imediatas: ou revogam de imediato esta deliberação infame, repondo a justiça devida a esta centena de compatriotas, ou assumem definitivamente que a sua tutela não é a da Cultura, mas sim a da barbárie administrativa.
​Pela minha parte, perante a cobardia que assiste a este desmoronamento moral e legal, garanto que a indiferença não vencerá. Não assistirei impávida ao naufrágio destes criadores. Usarei de todos os meios legais, sem tréguas nem concessões, para repor a legalidade e esmagar esta atuação arbitrária, cega e profundamente desumana. A justiça que a política nega será arrancada nos tribunais.

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663. desfrutar da própria companhia por Chrys C

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663. desfrutar da própria companhia 19.6.2026

esta e anteriores em https://www.lusofonias.net/mais/as-ana-chronicas-acorianas.html

A capacidade de desfrutar da própria companhia é uma das formas de paz mais subestimadas. Quando nos sentimos à vontade sozinhos, deixamos de procurar distrações e passamos a prestar atenção ao que realmente importa. Desfrutar da própria companhia é a capacidade de encontrar paz, propósito e renovação na solidão, sem depender dos outros para validação ou entretenimento constantes. Isso transforma a experiência de estar sozinho, passando da sensação de castigo vazio a uma escolha gratificante e intencional.

Desenvolve uma relação saudável contigo mesmo, transforma a solidão numa prática profundamente estabilizadora. Considera estas formas práticas de sentir-te à vontade na tua própria companhia. Passar o tempo a percorrer as redes sociais em busca de notícias costuma disfarçar-se de «tempo para mim», mas a verdadeira solidão significa estar em contacto com os próprios pensamentos.

Há uma diferença entre sobreviver à solidão e viver no seu meio. Acreditamos que a felicidade só é algo se for partilhado. Que a alegria está incompleta a menos que haja alguém ao nosso lado aplaudindo. Que cada roupa, cada refeição, cada plano seja um pouco triste se mais ninguém estiver envolvido. Ninguém nos ensina que estar sozinho nem sempre significa sentir falta de alguém.

Apreciar a tua própria companhia começa onde termina a necessidade de agradar aos outros. Quando deixas de moldar a tua identidade em função de quem te observa. Quando percebes que o teu valor não é reconhecido nas conversas, nos planos ou nas relações, ele já está aqui. Já és tu. E, de repente, a tua presença já não parece um castigo. Mas não nos iludamos: este tipo de tranquilidade não surge naturalmente. Tem de ser construída. E a verdade é que, no início, é horrível. Porque a primeira fase de estar sozinho nunca é uma alegria. É uma desintoxicação. É aprender a viuvez no meu caso. Percorres os teus próprios pensamentos.

Lutas contra o instinto de seres necessário, porque costumava ser a forma mais rápida de te sentires amado. Lembras-te de coisas que antes não te incomodavam e, de repente, te incomodam. Porque já não há ruído para te distrair. Só tu. Os teus padrões. A tua dor. Os teus instintos. Tudo isso, bem de perto. Mas é aí que a mudança começa, não quando se torna mais fácil, mas quando paras de fugir.

Quando deixas o desconforto passar por ti, em vez de tentares entorpecê-lo com ruído. E então, lentamente, algo muda. Descobres que não precisas de validação nem de companhia, para apreciar um pôr do sol. Percebes que não precisas de ser convidado para te sentires querido. Deixa de selecionar os teus momentos para os outros e começa a viver esses momentos em privado, honestamente, plenamente. Estas são atitudes que fui desenvolvendo, sem me aperceber, ao longo destes 2 anos e meio de viuvez, aprendendo a estar só comigo, com as nossas memórias e fotos do passado, enfrentando um futuro só.

Sinto-me mais calmo; as saudades não desapareceram, antes, pelo contrário, aumentam, mas duma forma distinta. Tudo o que faço não é para agradar à minha mulher ou a mim mesmo, apenas o que causa bem-estar, minorando esta dor de viver viúvo.

 

No mundo cão em que vivemos, esta é a pior da semana: um menino de três anos foi lançado para o interior do recinto dos crocodilos num zoológico do Reino Unido pelas 13h desta quinta-feira e está em estado crítico, mas estável, com um ferimento grave no braço. Um homem de 30 anos foi detido por tentativa de homicídio, avançam vários jornais britânicos, como o Telegraph. Conforme a polícia, o suspeito e a criança não se conheciam. O jornal The Sun adianta que o suspeito será “um adulto com deficiência cognitiva que tem uma cuidadora, mas a cuidadora aparentemente não o vigiava naquele momento”. O homem participava numa excursão de um dia ao zoo. Ainda de acordo com o tabloide britânico, terá sido a mulher do dono do zoológico quem salvou o menino. Tracey Johnson terá pulado para dentro do recinto dos crocodilos para retirar a criança da água. :O homem detido sob suspeita de ter atirado um menino de 3 anos para o recinto dos crocodilos num jardim zoológico de Cambridgeshire foi libertado sob fiança, após ter sido considerado «inapto» para ser interrogado.

 

O Banco – quem mandou construir este para ajudar o governo. Qual? O de lá ou o de cá?

Juiz concedeu a um pedófilo jamaicano o direito de entrar no Reino Unido, uma vez que impedir a sua entrada «violaria os seus direitos humanos». O processo nos tribunais de imigração envolve o pedófilo jamaicano Oniel Spence, que foi condenado aos Estados Unidos por um crime sexual contra uma rapariga de 15 anos. Os pormenores do caso são revelados vez pelo Daily Mail, após o secretário-geral da oposição para os Assuntos Internos, Chris Philp, ter criticado veementemente esta semana a «tirania» dos juízes sobre o sistema de imigração. Spence, agora com 43 anos, apresentou um pedido para vir ao Reino Unido em 2023 para se juntar à sua esposa e ao filho — ambos cidadãos britânicos — mas foi impedido pelo Ministério do Interior. As autoridades recusaram o seu pedido porque a sua exclusão era «conducente ao bem público». O pedófilo interpôs então um recurso no tribunal de imigração de primeira instância e obteve autorização para vir para cá do juiz de imigração Jonathan Greer. Os seus advogados argumentaram que impedir a sua entrada na Grã-Bretanha constituía uma violação do artigo 8.º da Convenção Europeia dos Direitos Humanos (CEDH), que abrange o direito à «vida privada e familiar».

 

ARRÁBIDA E SALOIADA ENDINHEIRADA

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【A CAUSA DAS COISAS】
A SALOIADA ENDINHEIRADA LIDA MAL COM A REALIDADE
Convencidos que o dinheiro compra tudo e que pagando a bons advogados contornam a lei, lá vão ter que ganir mais uma derrota, nas suas pretensões de abocanharem a areia e o mar subjacente aos terrenos, esses sim, do domínio privado. Como saloios que são, nesta nacional parolada que anda por cá, provavelmente vão reagir, querendo tomar pela razão da força aquilo que não podem abocanhar pela força da razão. A esses anormais endinheirados, sugiro que peguem nas trouxas e comprem uma ilhazita deserta lá pelo Brasil, ou quem sabe pela Grécia, que com umas 300 e tal, pode ser que se cheguem à frente e nos desamparem a loja por cá!
Veio agora a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) esclarecer que a Praia de Alpertuche, situada na Serra da Arrábida, em Setúbal, integra o Domínio Público Marítimo do Estado, na sequência das notícias que davam conta de uma decisão do Tribunal de Setúbal que teria reconhecido a praia como propriedade privada.
Em comunicado, a APA afirma que não subsistem dúvidas quanto ao estatuto público da praia, explicando que a decisão judicial em causa apenas reconhece como privada uma área correspondente às margens das águas do mar localizadas “para o interior da Praia de Alpertuche”.
Segundo a agência, os prédios abrangidos pela sentença não incluem a própria praia. “De acordo com o cadastro oficial, os prédios objeto da sentença não abrangem a praia”, refere a entidade.
A APA recorda ainda que a legislação portuguesa admite o reconhecimento da propriedade privada de determinadas parcelas das margens das águas do mar. No entanto, sublinha que essas áreas ficam automaticamente sujeitas a uma servidão administrativa de uso público, destinada a garantir o acesso às águas e a livre circulação ao longo da linha costeira.
Esta servidão encontra-se prevista na Lei da Titularidade dos Recursos Hídricos (Lei n.º 54/2005, de 15 de novembro), nomeadamente nos artigos 12.º e 21.º, salvaguardando o interesse público na utilização destes espaços.

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CTT mantêm pagamento do Mecanismo de Continuidade Territorial até junho de 2027 – jornalacores9.pt

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O pagamento do antigo Subsídio Social de Mobilidade, atualmente designado Mecanismo de Continuidade Territorial, vai continuar a ser assegurado pelos CTT até junho de 2027, em paralelo com a plataforma eletrónica já existente, anunciou a Secretária Regional do Turismo, Mobilidade e Infraestruturas dos Açores, Berta Cabral. Segundo a governante, o Governo Regional recebeu a confirmação […]

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