Arquivo mensal: Dezembro 2023

José Ramos-Horta: a grande liderança da paz – Panorama Mercantil

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Em um mundo frequentemente marcado por conflitos e tensões, a figura de líderes comprometidos com a construção da paz ganha destaque especial. Entre esses notáveis pacificadores, destaca-se José Ramos-Horta, uma personalidade cuja vida e carreira são testemunhas de uma dedicação incansável à paz e à justiça. Nascido em 26 de dezembro de 1949 em Díli,

Source: José Ramos-Horta: a grande liderança da paz – Panorama Mercantil

património recuperado

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Daniel Pavão
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Muito se falou disto por aqui.
Berta Cabral is at São Miguel Island.
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Muito se falou disto por aqui.
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Extraordinária recuperação de uma das “Locomotivas da Doca”. Seguir-se-á o restauro de segunda.
Parabéns a todos os que colaboraram!
André Pereira
Admin
Ficou magnífico Daniel Pavão. Bem haja

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Extraordinária recuperação de uma das “Locomotivas da Doca”. Seguir-se-á o restauro de segunda.
Parabéns a todos os que colaboraram!
André Pereira
Admin
Ficou magnífico Daniel Pavão. Bem haja

JOSÉ SOARES Sou eu, outra vez…!

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Transparência

Sou eu, outra vez…!

 

Eu, o implacável Tempo – Tempus Fugit – O Tempo Foge, o tempo voa inexoravelmente.

Outro ano termina no começo de um novo. Tentam os homens e mulheres descrever o que foi 2023… não sei p’ra quê! Se todos nós o vivemos.

Tentar imaginar 2024, talvez seja mais interessante.

Criticar responsáveis pelo que podia ter sido feito e não foi, talvez seja um dever.

Vasculhar por entre o entulho de escombros e cadáveres, produzidos por guerras primitivas, por ideologias xenófobas, teologias sionistas prosaicas, corriqueiras e vulgares, que contradizem o próprio Velho Testamento ou Bíblia Hebraica, Torá, Corão ou Evangelhos.

Mas para a política cá da terra, que influencia os nossos destinos, vamos ter em 2024 vários atos eleitorais. Para se arrogarem no direito de se autodenominar como democracias, estas precisam passar pela decisão popular.

Já nos princípios de fevereiro, os açorianos são convocados para eleger novo governo. Iremos assistir a uma campanha variada, mas pouco promissora de coisas reais, já que em outras campanhas as promessas então feitas ainda não foram cumpridas.

A lei eleitoral continua cancerosa, infetada, de tal forma que as pessoas cada vez menos acreditam no sistema prestes a fazer cinquenta anos. Mas será interessante verificar o que acontece a 04 de fevereiro próximo.

Depois, a 10 de março de 2024, teremos a eleição dos deputados da Assembleia da República. Outra farsa teatral, dada a inoperância (novamente) da lei eleitoral, cinicamente chamada democrática, mas pré-concebida pelos partidos políticos que usam e abusam dos moldes por eles estabelecidos. Querem que as pessoas votem em listas previamente preenchidas por eles. O cidadão não conhece necessariamente quem o representa no Parlamento. Isso só pode interessar a quem procura um ‘lugar ao Sol’ parlamentar.

Uma cada vez maior abstenção, tem vindo a avisar há muito, que algo tem de ser feito a nível de lei eleitoral. Mas ninguém fala do assunto durante as campanhas.

E como se estas duas eleições já não bastassem, teremos outra a 09 de junho de 2024, para eleição dos deputados ao Parlamento Europeu.

Por cá, a campanha ainda não começou e já as queixas à CNE (Comissão Nacional de Eleições) por parte do PS já começam, o que faz prever que os programas eleitorais são nulos. Será uma campanha de insultos, propaganda suja, jogos baixos com a habitual falta de ética. O resultado só pode ser o de enorme abstenção e a extrema direita ganhar cada vez mais espaço por entre o cansaço, a fatiga do povo, farto de um sistema que tem todas as condições para lhes dar sossego e bem-estar, mas que continua a ser deturpado por alguns parasitas, sempre à espreita da melhor oportunidade para recolherem os próprios interesses.

E que legitimidades democráticas pode ter essa partidocracia, quando são eleitos por muito menos de 50% dos eleitores?

Que caminho estão os políticos deste país a dar a esta Democracia que tanto custou a conquistar?

E se a abstenção continuar a ser tão alta como tem sido, não será tempo de a Assembleia da República pensar seriamente num renovado, atualizado e modernizado sistema eleitoral, mais representativo e transparente?

Não haverá ninguém interessado, realmente, a salvar esta Democracia?

 

jose.soares@peixedomeuquintal.com

 

 

 

Havaianos lusodescendentes (açordescendentes, madeiradescendentes)

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“Malassadas, pão doce e salsichas portuguesas são hoje em dia gastronomia típica do Havai”
Os apelidos Aiu, Kim e Kouchi já não são portugueses, e os rostos mostram também essa miscigenação que acontece de há muito nas ilhas, mas os três políticos havaianos trazidos a Lisboa pela FLAD têm orgulho nas suas raízes açorianas.
“Há muitos casamentos entre as comunidades no Havai mas acho que e aquilo que nos une mesmo é a comida, todos comemos a comida trazida pelos outros e por isso é que o pão doce, a salsicha portuguesa, a sopa de feijão ou as malassadas são hoje comida típica das ilhas havaianas”, explica Ronald D. Kouchi, presidente do Senado do Havai, o mais recente dos 50 estados que constituem os Estados Unidos da América.
Nem o nome nem os traços físicos revelam as origens portuguesas de Kouchi, mas o político do Partido Democrático conhece bem as suas origens açorianas, um bisavô oriundo de São Miguel e que chegou ao Havai no século XIX, quando o arquipélago era ainda um reino.
“De um dos lados, a família é muito japonesa, de bisavós que vieram de Hiroxima há mais de um século, diria quase há 150 anos, do outro é mistura de português, de alemão, de dinamarquês”, acrescenta Kouchi, que é da ilha de Kauai, recordando-se que os apelidos portugueses dos antepassados vindos dos Açores eram Sousa e Morgado.
Ora, é essa ligação emocional a Portugal, a memória da origem açoriana, mantida de geração em geração, que explica que Kouchi tenha sido em junho um dos convidados do Legislators’ Dialogue deste ano, uma iniciativa da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento (FLAD) que traz a Lisboa políticos luso-americanos e luso-descendentes, os põe em contacto uns com os outros (Havai e Rhode Island, por exemplo, distam oito mil quilómetros) e também lhes dá acesso a personalidades portuguesas, como o Presidente da República.
“Fiquei muito impressionado com o discurso do Presidente Marcelo Rebelo de Sousa”, comenta Kouchi, logo apoiado por Donna Mercado Kim, sua antecessora na presidência do Senado, também ela democrata e também ela luso-descendente, apesar do apelido coreano.
“A minha bisavó já nasceu no Havai, mas os pais vieram de São Miguel. Eram os Carvalho. Do lado materno, tenho polacos e filipinos além de portugueses, e do lado paterno sou 100% coreana”, explica a senadora estadual, eleita pela ilha de Ohau, onde fica Honolulu, a capital.
A conversa na sede da FLAD com os políticos americanos oriundos do Havai inclui ainda um congressista estadual, de uma geração mais nova, Micah PK Aiu, que é filho de Kim.
“O meu nome é uma mistura de havaiano com chinês e reflete a origem do meu pai”, explica Aiu.
Diz concordar com Kouchi e com a mãe quando falam com entusiasmo da gastronomia multicultural do Havai, para a qual o contributo português é generoso, mas alerta que para os mais jovens a malassada ou a salsicha portuguesa, uma espécie de linguiça, já não é vista como algo oriundo da comunidade portuguesa e sim das próprias ilhas.
“Não penso nas minhas raízes portuguesas quando estou a comer sopa de feijões”, sublinha, perante o riso dos dois senadores estaduais.
A presença portuguesa no Havai data do século XIX e foi essencialmente madeirense, pelo que as origens açorianas do trio de políticos que em junho esteve em Portugal são curiosas.
“Os donos das plantações de açúcar contratavam os portugueses da Madeira pois eles sabiam tratar da cana.
E vinham para supervisionar os trabalhadores originários da Ásia, como os japoneses, os chineses e os filipinos.
E as comunidades eram alojadas nas plantações de forma a não se misturarem”, conta Kouchi, que tem estudado o fenómeno migratório no Havai.
“Mas acabaram por se misturar. E antes já partilhavam a comida”, diz.
Os antepassados de Kouchi e de Kim e Aiu virem dos Açores significa que muito provavelmente trabalhavam em quintas de produção de leite.
“Estivemos três dias nos Açores a caminho de Lisboa e achei tudo muito bonito, todo aquele verde rodeado do azul do mar lembrou-me muito o Havai.
Também as flores.
Mas fiquei surpreendida em São Miguel com as vacas junto às casas, as vacas no meio da estrada a impedir o carro de avançar.
Isso para mim foi novo.
Visitei Vila Franca do Campo, que é onde estão as minhas raízes portuguesas”, conta Kim.
Também Kouchi e Aiu dizem ter gostado muito dos Açores e acrescentam ter ficado maravilhados com Lisboa.
“A minha mulher foi avisada para trazer sapatos confortáveis, por causa da calçada portuguesa e das sete colinas”, diz Kouchi, com um riso que contagia os outros políticos.
Fico também a saber que das mil maneiras de fazer o bacalhau até ao polvo grelhado, passando pelo pastel de nata, a viagem está a ser uma bela descoberta gastronómica.
“A minha mulher comeu robalo, também bochechas de porco, e eu adorei carne de porco com amêijoas”, acrescenta Kouchi.
Existem vários livros sobre os portugueses no Havai, desde Os Primos da América, de Ferreira Fernandes, aos recentes Mandem Saudades, Uma Longínqua História de Emigração, de Mário Augusto, e The Portuguese in Hawaii: A History of Generations, de Nelson Ponta-Garça.
A história sempre muito contada sobre a influência portuguesa nas ilhas que ficam no meio do Pacífico é como o cavaquinho se transformou no ukelele, verdadeiro ícone do Havai, mas as malassadas são provavelmente o grande contributo português para a cultura havaiana,
ao ponto de, conta Kouchi, “em Honolulu, a Leonard”s Bakery é tão famosa pelas malassadas que há filas de 40 ou 50 pessoas a toda a hora”.
“E no Havai deve ser o único estado na América em que o McDonalds altera o menu para incluir malassadas”, diz Kim, originando mais risos.
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Micah PK Aiu, Donna M. Kim e Ronald D. Kouchi
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