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As garrafas seriam usadas como contra-feitiços e contém objetos como agulhas, pregos, alfinetes e cabelos humanos.
Source: Garrafas antigas de “bruxaria” estão a dar à costa nos EUA. Os cientistas têm medo de as abrir

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As garrafas seriam usadas como contra-feitiços e contém objetos como agulhas, pregos, alfinetes e cabelos humanos.
Source: Garrafas antigas de “bruxaria” estão a dar à costa nos EUA. Os cientistas têm medo de as abrir
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“Aquaman e o Reino Perdido” é a entrada de Jani Zhao em Hollywood. Mas para a atriz portuguesa é muito mais do que só isso.
Source: Há mais uma actriz portuguesa a brilhar em Hollywood
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“A lei é clara” para a ex-ministra da Saúde. Marcelo reencaminhou para o Governo mais casos do que aqueles dois mas garante: “não tive qualquer contacto com o Presidente da República relativamente a este caso, nem dei qualquer orientação sobre o tratamento destas crianças”. A ex-ministra da Saúde diz que não deu orientação sobre as crianças luso-brasileiras que receberam em Portugal o medicamento para atrofia muscular espinal e que as meninas tinham de ser tratadas, mesmo não morando no país. Numa entrevista ao Público e Rádio Renascença, Marta Temido refere que o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, reencaminhou
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You, Rafael, Paula and 18 others
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Just a reminder of how Christianity became so popular today
Just a reminder of how Christianity became so popular today. During the reign of Charlemagne women
were impaled on sharpened poles put in the vagina.
Slowly over days the pole would travel the length of the body through the organs causing tremendous pain, simply because a woman was found collecting herbs in the forest. She was labeled a witch.
Their screams could be heard for days as an example to those who would not accept the foreign faith.. more details in comment
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Constituído em Junho de 2008, o OLP – Observatório da Língua Portuguesa é uma associação sem fins lucrativos que tem por objectivos contribuir para: o conhecimento e divulgação do estatuto e projecção no Mundo da Língua Portuguesa; o estabelecimento de redes de parcerias visando a afirmação, defesa e promoção da Língua Portuguesa; a formulação de políticas e decisões que concorram relevantemente para a afirmação da Língua Portuguesa como língua estratégica de comunicação internacional.
Source: A questão galega e o público português – Observatório da Língua Portuguesa
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José Soares
Puxão d’orelhas
Nos princípios e muito embora o “bebé” tivesse nascido de rabo virado prá lua, parecia que todos à sua volta iriam tratar dele com o supremo interesse coletivo dos eleitores.
“Senhor representante da república, fique sabendo que nós assinamos de cruz este acordo e nada trará de volta os socialistas ao poder nos Açores – pelo menos durante a próxima legislatura”.
“Muito bem, meus senhores e senhoras (?). Tomando a v/palavra de honra (?) dou-vos o pesado encargo de governarem com estes acordos agora assinados e ficam penhorados pela vossa palavra”.
E lá foram todos almoçar e combinar quem iria para qual pelouro. Bolieiro teve logo o primeiro desassossego: “Não aceito menos do que vice”. – Pronto, pá! Não há problema. Vamos tentar equilibrar o barco”.
Entretanto, desavenças no chega pra lá, chega pra cá, quebra-se a primeira virtude, que havia sido colada com muita saliva: o deputado e líder Carlos Furtado, abandona o partido – mas fica no parlamento! – como deputado independente. Como ele próprio afirmou “… os cheques não são maus…”.
A tal “incidência parlamentar” mostrou ser nada mais que um penso rápido e o verniz mal pintado no princípio, começou a estalar por todos os lados. Lá diz (ou dizia) o povo: “Casa onde não há democracia, todos ralham pelo mesmo poder”.
E a coisa foi-se desmoronando. Egoísmos, orgulhos, prepotências, egocentrismos e aquela desenfreada vontade de “mostrar quem sou”, faz cair aquele grupo que pretendia governar, destronando o partido socialista, no poder há um quarto de século – mais ano, menos ano.
Um casamento que acabou em plena lua-de-mel, onde começam a descobrir que afinal os interesses uns dos outros não condizem mesmo nada nas cores.
Enfim, os gostos não se discutem. O problema é que o alto patronato colonial chamou-os – a todos – para lhes explicar como é isso de assinar ‘incidências parlamentares’ e depois transformar essas folhas assinadas, em papel de toilete. E lá foram, como cordeirinhos, a Belém – nome sugestivo para esta época natalícia – para ouvirem do “menino Jesus” a reprimenda da praxe. “Ou vocês deixam esse vício de copiar os enredos dos de cá e portam-se bem… ou vão todos prá oposição onde, pelos vistos, não deviam ter saído”.
E prontos! De seguida ao puxão d’orelhas, foram todos almoçar com os seus chefões partidários, a dar-lhes contas do sucedido e do que fazer a seguir.
Isto pode ser uma peça de teatro. Mas não sei se faria aqui uma peça dramática, ou uma revista daquelas que eu via no teatro Maria Vitória do Parque Mayer dos anos sessenta do século passado.
O pior é que ninguém pensa no povo, esse elemento tão apregoado por todos eles e à custa do qual brincam às escondidas.
E, afinal, o Povo é quem mais ordena!
E vai ordenar… a seu tempo.
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