Mês: Julho 2022

  • aeroporto, os turcos são bons e os tugas são muito maus?

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    MENTIRAS DO AEROPORTO
    Alcochete só em 2035 mas o Montijo é já amanhã…querem que acreditemos.
    Alcochete tem o projecto pronto há anos e até o Estudo de Impacto Ambiental Estratégico, que não foi feito no Montijo, caducou em Dezembro.
    Ora o Aeroporto de Istanbul demorou pouco mais de 4 anos a construir e é um colosso com 5 Pistas com comprimentos adequados a todos os tipos de Aeronaves e vários Terminais de Passageiros e Carga.
    Espera gerar um tráfego de 90 milhões de passageiros por ano e empregar 225000 pessoas.
    Ou os Turcos são muito bons ou nós somos muito maus…
    13 anos para fazer uma Pista?
    Sr. Arnaut, Presidente da VINCI/ANA para Portugal, pode transmitir aos seus Patrões Franceses que isto aqui não é a República Centro Africana, a Ilha da Reunião, o Tahiti, Martinica ou outra Colónia ou ex Colónia Francesa qualquer?
    É Portugal…ainda.
    Sr. Costa, Primeiro Ministro de Portugal, pode deixar de nos enviar areia para os olhos?
    Sr. Montenegro, pode dizer ao que vem?
    Sr. Marcelo, Presidente da República, pode começar a pensar que não estamos na República das Bananas e que não gostamos nada de ser tomados por tal?
    Mas nestas coisas de Aeroportos não fizemos o de Macau em pouco tempo e em cima da água para o entregar à China?
    Não fizemos o do Funchal, de todas as ilhas da Madeira e dos Açores, e as Pistas Aeródromos e Aeroportos que fizemos Mundo fora?
    Nós não somos maus. Somos até melhores que os Turcos nesta matéria porque temos uma excelente Engenharia, saber e experiência acumulada, em termos de Pistas poucos Países da Ue terão a nossa experiência e saber.
    Afinal no voo inaugural de Istanbul o avião até abriu um buraco na pista por deficiente construção e PCN da treta.
    Será que fazer uma Pista e um Terminal, como consta na primeira fase do Projecto aprovado e pago por nós contribuintes demorará 13 anos?
    Tretas de quem nos quer apenas enganar para fazer as negociatas.
    Mas relembro que não é esta a função do Governo da República num ‘Estado de Direito Democrático’.
    Será assim numa Cleptocracia em que o que interessa é ir ao pote.
    Será que ninguém consegue Servir Portugal sem se servir?
    Subscrevo o que diz há anos o antigo Bastonário da Ordem dos Engenheiros, Carlos Matias Ramos cujas entrevistas estão disponíveis na Web ao alcance de um Clique. Até partilho uma em baixo.
    O problema é que temos Governantes Autistas que não querem ouvir os Técnicos ou encomendam ‘Estudos’ comprando os mesmos. Porque tudo se compra.
    Se alguém quiser construir uma casa de raiz com um projecto aprovado, acredita que será mais rápido e mais barato construir em terrenos que têm Pistas e Casario que têm de ser destruídos, limpar o terreno e só após construir parcialmente em cima de um Rio ou construir de raiz em terrenos limpos e longe da água?
    Acho que não é necessário ser técnico da construção civil para perceber isto.
    A lógica que nos querem impingir é que o Montijo é mais rápido e mais barato do que fazer uma Pista e um Terminal em Alcochete…
    Mas é obviamente mentira.
    Junto foto da Base Aérea do Montijo para perceberem o que está em causa, afinal sendo uma Base Aérea é Património do Estado e pertence a todos nós, para isso pagamos Impostos.
    O Plano apresentado pelo Ex Autarca do Montijo, Ex Ministro e actual EuroDeputado Pedro Marques é completamente descabido e só faz sentido se percebermos que o que interessa são os terrenos do Estado.
    Servirem-se sem Servir Portugal.
    Vejamos então a ideia ‘brilhante’: querem destruir a actual Pista Principal da Base a 08-26 para depois ampliarem a Pista Secundária da Base Aérea 01-19, 300 metros em cima do Rio Tejo.
    Mesmo assim esta será de comprimento insuficiente para Aeronaves de Longo Curso e limitativa até para Aeronaves de Médio Curso…
    Que depois descolam apontadas a Lisboa, carregadas de combustível e passageiros numa zona que é das com maior densidade de Aves de Médio e grande porte da Europa.
    Um atentado que roça o Crime se consideramos a Segurança de Voo.
    Um ‘aeroabortozinho’ perigoso para quê?
    Ora a resposta só pode ser uma: especulação imobiliária.
    Porque ao eliminarem a Pista Principal da Base Aérea parte significativa dos terrenos ficarão disponíveis para construir desde já.
    Podem verificar isto nas imagens que seguem Anexas..
    Houvesse Jornalismo de Investigação em Portugal e já saberíamos o clausulado do Contracto feito pelo Estado Português através do Escritório de Arnaut e a Francesa VINCI que comprou a ANA (Aeroportos Nacionais) e que tem como Presidente em Portugal o mesmo Arnaut que fez a venda.
    Existem várias questões que desconheço, e os principais são quem fica com os terrenos da actual Base Aérea do Montijo.
    A VINCI/ANa?
    Boys do PS e do PS2 (ex PPD/PSD)?
    A Câmara do Montijo?
    Revertem para Base Aérea após o ‘Aeroaborto’ ficar obsoleto?
    A última hipótese será a menos credível apesar de la estarem baseados os Helicópteros Pesados Merlin, responsáveis pela Busca e Salvamento da maior Área da UE e das maiores do Mundo. Mais de 5000 vidas salvas e agora os nossos pescadores ficam com esse Meio de Salvamento numa zona menos Central do País…
    Questões que num País com ‘jornaleiros avençados’ e com um Regime De Cleptocracia de Seita jamais saberemos..
    Deixo imagem do Google Earth da actual Base Aérea 11 do Montijo de forma a que percebam o que na realidade se quer fazer.
    Um atentado à Segurança de Voo, mais uma negociata nas costas do rebanho, que se quer ignorante para melhor ser pastoreado.
    Uma solução ‘peregrina’ e única no Mundo.
    Chrys Chrystello
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  • morte em melilla

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    O MASSACRE DE MELILLA
    João Melo
    Opinião/ DN
    Aqui mesmo, a sul da Península Ibérica, do outro lado do Mediterrâneo, região de onde, como se sabe, provieram muitos dos ascendentes de portugueses e espanhóis, cujas marcas étnico-culturais, por conseguinte, integram hoje a identidade desses dois povos do sul da Europa. Em Melilla. Acrescente-se: em pleno território espanhol, pois a mesma é uma das duas cidades espanholas autónomas localizadas no norte de África, diante do Mediterrâneo, fazendo fronteira com o Marrocos.
    No passado dia 24 de junho, um grupo de emigrantes africanos que tentava entrar em Melilla, saltando a vala de proteção entre o Marrocos e a referida cidade, foi violentamente reprimido pelas forças conjuntas espanholas e marroquinas, do que resultou a morte de várias dezenas de pessoas.
    Esses emigrantes utilizavam uma das rotas habituais usadas pelos africanos provenientes dos países da África subsariana na sua tentativa de atravessar o Mediterrâneo e chegar à Europa. Um acordo diplomático entre a Espanha e o Marrocos tem tornado essa via particularmente difícil. É público que, como parte desse acordo, a Espanha financia as forças policiais e militares marroquinas, encarregadas, basicamente, do “trabalho sujo”.
    A repercussão internacional desse massacre foi diminuta. Os órgãos portugueses que o referiram, por exemplo, fizeram-no na sequência da manifestação do dia 26 de junho de cerca de 600 cidadãos espanhóis contra o massacre. Em Angola, tal manifestação só foi mencionada há dois dias. Ou seja, o que foi noticiado foi a manifestação e não propriamente o massacre, ocorrido antes.
    Aliás, e apesar da posição condenatória da União Africana, a própria imprensa do continente, em geral, deu pouca cobertura ao caso.
    As Nações Unidas já pediram um inquérito sobre o massacre de Mellila. Não se espere nada, porém, desse inquérito (se chegar a ser efetivado), a avaliar pela posição do chefe do governo espanhol, Pedro Sánchez. Com efeito, e mesmo depois de divulgadas imagens que mostram as forças de segurança espanholas e as forças militares marroquinas atuando contra os emigrantes em plena vala que separa o Marrocos de Melilla, provocando diversas mortes, o líder espanhol afirmou que “o caso foi bem resolvido”.
    O massacre de Melilla aconteceu cinco dias antes da cimeira da OTAN em Madrid, que definiu um novo conceito estratégico da organização. Como já foi amplamente noticiado, tratou-se de definir a Rússia como o inimigo a abater, tal como antecipara, há poucos meses, o chefe do Pentágono, Lloyd Austin, com todas as consequências globais possíveis e imaginárias. O que não foi referido é que, da agenda política da OTAN, faz igualmente parte a consideração da imigração como uma ameaça à segurança dos estados da Aliança. Segundo o centro espanhol de investigação Delàs, essa visão já vem desde a cimeira da OTAN em Lisboa, realizada em 2010, permitindo abordar as crises migratórias pela via das armas.
    Não coincidentemente, e no quadro da cimeira da OTAN em Madrid, o chefe do governo espanhol encontrou-se com o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, com quem assinou um novo pacto, que inclui o compromisso de aumentar a cooperação entre os dois países “para responder aos desafios da imigração irregular proveniente do norte de África” (sublinhado meu). Estando os EUA a milhares de quilómetros do território espanhol, imagine-se de que tipo será tal cooperação.
    Não nos inquietemos, entretanto. O objetivo da OTAN, de acordo com o seu secretário geral, Jens Stoltenberg, é “lançar uma mensagem de unidade das democracias que defendem a democracia e os valores da liberdade, da pluralidade política e do respeito aos direitos humanos e a uma ordem mundial baseada em regras como as da Carta das Nações Unidas”.
    Os mártires de Melilla, desgraçadamente, jamais o saberão.
    Escritor e jornalista angolano
    Diretor da revista África 21
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    Artur Arêde, Eunice Brito and 96 others
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    • João Trindade

      Estes não eram louros e não tinham olhos azuis…Que hipocrisia desta velha e caduca Europa!
  • BACALHAU ESPIRITUAL

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  • Sonda espacial que orbita Marte e roda Windows 98 é atualizada – TecMundo

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    Lançada em 2003, a sonda Mars Express auxilia os cientistas nas buscas por água líquida no Planeta Vermelho

    Source: Sonda espacial que orbita Marte e roda Windows 98 é atualizada – TecMundo

  • Buscas na empresa Douro Azul de Mário Ferreira – Portugal – Correio da Manhã

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    Buscas dizem respeito a indícios fraude fiscal qualificada no negócio da compra e venda do navio Atlântida.

    Source: Buscas na empresa Douro Azul de Mário Ferreira – Portugal – Correio da Manhã

  • A-CRISE-DA-RESPONSABILIDADE-OSVALDO-CABRAL.pdf

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    A CRISE DA RESPONSABILIDADE OSVALDO CABRAL

  • SHAME SHAME SHAME TIAGO LOPES

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    Pierre Sousa Lima

    Admin

    r
    t
    p
    n

    same hospital after being attended to ER.
    0:20 / 0:22
    Não tem outro nome que não seja dizer” nojenta” a intervenção do ex-diretor regional da Saúde em associar um suicídio ocorrido a semana passada à responsabilidade do Conselho de Administração do HDES.
    Esquece-se este ex-diretor regional de quantos suicídios houve no último mandato do Governo socialista??? Bastaria contar apenas os da ponte do Nordeste. Mas outros houve.
    Esquece-se do que disse a propósito dos doentes internados com COVID e que, sem despudor algum, disse que não justificavam o investimento/custo do internamento?
    Este senhor envergonha o PS.
    E é uma vergonha pública!
    Pierre Sousa Lima and 23 others
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