Mês: Abril 2021

  • manifesto 1932 dos deportados para Timor

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    Manifesto de um grupo de deportados de Timor à Nação Portuguesa (1932)
    Descreve o embarque de Lisboa para Timor de presos políticos no navio «Pedro Gomes» da Companhia Nacional de Navegação. Refere ainda o transporte de guerra «Gil Eanes».

    Manifesto assinado por Fernando de Utra Machado, Alfredo Marques de Mendonça, Miguel de Abreu, José Pereira Gomes, Manuel António Correia, Francisco de Oliveira Pio, Joaquim Ramos Munha, Manuel Vireilha da Costa e Eduardo Carmona.
    Data: Domingo, 28 de Fevereiro de 1932
    Segundo este grupo de deportados não houve qualquer julgamento antes da deportação.

    Fundo: Arquivo da Resistência Timorense – Espaço por Timor
    In: http://casacomum.org/cc/visualizador?pasta=05006.078…
    May be an image of text that says "Um grupo de deportados de Timor NAÇÃO PORTUGUESA embarcados horas ese inquebrantavel força Companhia Direito ao Mundo silenciosa Morte, viveram minuciosa ditadura farpado Outubro do pairando invi- Portugues orte pa- eguas Portugal. FERNANDO UTRA MACHADO pública ALFREDO Re- Jornalista MENDONÇA natural deprssão moral ABREU antigo Deputadoà Assembleia Nacional ecção JOSE sempre, Sofrimento fogo, ANTONIO CORREIA Tenente nfantaria. FRANCISCO OLIVEIRA PIO como Medo trans. JOAQUIM RAMOS MUNHÁ Exaltada F Bordo Oficial Mercante, EDUARDO CARMONA Tenente Noort, 28d Fevereiro 932."
    Rogério Mimoso Correia and 20 others
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    • Augusto Veríssimo de Sousa (meu avô materno), era um entre os desterrados enviados a Timor na altura.
  • angústia para o jantar

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    ANGÚSTIA PARA O JANTAR OU O FIM DO FIM DA HISTÓRIA
    ==========================================
    Nem sinal de tédio
    Escreve Viriato Soromenho Marques, no DN:
    «Passaram mais de 30 anos sobre a publicação do famoso artigo de Francis Fukuyama na revista The National Interest (verão de 1989) onde se analisava e advogava um radioso “fim da história” para a humanidade. Ele traria a plena realização das possibilidades evolutivas da nossa espécie, coincidindo com uma economia liberal completamente globalizada. Seria um mundo onde o desejo consumista dos cidadãos obrigaria os Estados iliberais, seguindo o exemplo do governo comunista chinês da altura, a adotar os princípios da economia de mercado.
    A política, no sentido de graves decisões sobre qualitativas mudanças de rumo, seria substituída por uma eficiente gestão tecnocrática dos pequenos ruídos (o ambiente seria um deles) que ainda perturbassem o funcionamento de um sistema perfeitamente oleado. Fukuyama acreditava que na sociedade pós-histórica, o maior problema remanescente seria o do “tédio” (boredom)…
    Há muito que nem o próprio Fukuyama acredita na sua hipótese de 1989. Contudo, ela é útil como “cenário de controlo” dos problemas de 2021. Aquilo que falhou redondamente nestas três décadas está à vista de todos. O sentimento dominante no nosso tempo não é o tédio, mas sim a angústia. A enorme classe média global, anunciada em 1989, deu origem a um crescimento exponencial da desigualdade, à escala global e nacional. A inovação tecnológica incrementou a produtividade, mas não fomentou o tempo livre (como propunha o próprio Keynes há quase um século). Pelo contrário, a robotização e a inteligência artificial estão a transformar, sobretudo para as novas gerações, o mais modesto trabalho assalariado num privilégio pelo qual se justifica uma “guerra de todos contra todos”. Os problemas ambientais, tratados então com arrogante negligência, transformaram-se numa intratável emergência ontológica que torna possível um colapso civilizacional nas próximas décadas. No entanto, pior do que aquilo que falhou no profético milenarismo de Fukuyama, foi aquilo em que ele acertou. O capitalismo neoliberal domina em todo o planeta, usando punhos de renda ou luvas de aço, consoante as circunstâncias. A sua Internacional reúne-se anualmente em Davos, para dar testemunho público do verdadeiro governo mundial. A política foi arrastada para a irrelevância. Depois de uma década e meia de atividade intensa, em que a principal tarefa dos políticos “modernos”, da esquerda e da direita moderadas, foi destruir tudo o que desde as décadas de 1930 e 1940 tinha sido construído para regular o capitalismo financeiro, os governos entraram em discreta velocidade de cruzeiro.
    A política transformou-se num pandemónio incapaz de estar à altura de compreender os desafios mundiais, e ainda menos de lhes dar uma resposta cabal. Basta olhar para a mediana imediatista da nossa política doméstica, ou ver como a presidência de Biden se ressente da profunda patologia norte-americana, sem esquecer a estridente cacofonia que transforma a UE numa entidade impotente e sem alma, na altura em que ela mais necessária seria perante a pandemia e a crescente urgência social. Contudo, nas recentes eleições da Gronelândia, ganhou o partido que, em nome do ambiente e da saúde pública, se opõe às multinacionais que querem aproveitar o degelo causado pelas alterações climáticas, para explorar as suas riquezas minerais. A grande política hibernou. Só a poderemos acordar se não abdicarmos, na mais modesta escala que seja, da ação política como legítima defesa.»
    VIRIATO SOROMENHO MARQUES
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  • (3) Dance me to the end of love ~ Leonard Cohen (greek subs) ♪♫•*¨*•.¸¸❤ – YouTube

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  • (3) West Side Story – Prologue – Official Full Number – 50th Anniversary (HD) – YouTube

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  • (3) Elisey Mysin plays the organ for the first time. Елисей Мысин впервые играет на органе – YouTube

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  • estacionamento para duas rodas

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    Hoje andei a trabalhar para a Junta….
    Instalei um estacionamento para bicicletas… Para ser o primeiro que instalei até ficou bem…
    Chrys Chrystello
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