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JÁ EM LINHA https://www.facebook.com/lusofonias.aicl/videos/403745814229515/


Tertúlia 20 Saudades dos colóquios –– sábado, 23 janº 2021 (18h00 AZOST)
Alexandre Banhos, António Gil Hernández ou Artur Novelhe e Maria Dovigo
TRANSMISSÃO EM https://www.facebook.com/lusofonias.aicl/
Os convidados e moderador (LIMITE 9 PESSOAS) usam o link …. https://streamyard.com/a2yr9ubvbj
(podem assistir em https://www.facebook.com/lusofonias.aicl/ e fazer perguntas por escrito)
Pode ver todas as tertúlias anteriores e descarregar o vídeo em https://www.lusofonias.net/acorianidade/tert%C3%BAlias-saudade-dos-col%C3%B3quios-2.html
se quiserem ver sem descarregar vão a
https://www.lusofonias.net/documentos/tert%C3%BAlias-saudade-dos-col%C3%B3quios.html
LUSOFONIAS – TERTÚLIAS SAUDADE DOS COLÓQUIOS
no Facebook https://www.facebook.com/lusofonias.aicl/live/ ou
1 Álamo Oliveira https://www.facebook.com/lusofonias.aicl/videos/913777022447355
2 Urbano Bettencourt, Chrys, Pedro Almeida Maia (Criatividade) https://www.facebook.com/lusofonias.aicl/videos/635885243732266 c
3 Helena Ançã, Luciano Pereira E Helena Chrystello (Educação) https://www.facebook.com/lusofonias.aicl/videos/634964720788883
14 Eduardo Bettencourt Pinto https://www.facebook.com/lusofonias.aicl/videos/750572025644373
15 Manuela Marujo, Vera Duarte Pina, Hilarino Da Luz https://www.facebook.com/lusofonias.aicl/videos/673185173569248
16 Vamberto Freitas https://www.facebook.com/lusofonias.aicl/videos/3161772613922562
17 Ana Paula Andrade, Aníbal Raposo, Eduíno de Jesus https://www.facebook.com/lusofonias.aicl/videos/719736351982197
18 Vilca Merízio, Sérgio Prosdócimo, Isabel Rei https://www.facebook.com/lusofonias.aicl/videos/310243923745297
Cada convidado dispõe de 20’ havendo 20’ de debate
SAUDADES DOS COLÓQUIOS, TERTÚLIAS INDIVIDUAIS / DE GRUPO “Criatividade7Educação Confinada” – “O autor pelo Próprio”
1 – Sábado, 05 SET 2020 (18h00 AZOST) — Álamo Oliveira (REALIZADO)
2- Sábado, 12 SET 2020 (18h00 AZOST) — Chrys Chrystello, Pedro Almeida Maia, Urbano Bettencourt (REALIZADO)
3 – Sábado, 19 SET 2020 (18h00 AZOST) — Helena Chrystello, Luciano Pereira, Maria Helena Ançã (REALIZADO)
4 – Sábado, 26 SET 2020 (18h00 AZOST) — Teolinda Gersão, Luís Filipe Borges, Onésimo T Almeida (REALIZADO)
5 – Sábado, 03 OUT 2020 (18h00 AZOST) — Maria João Ruivo (REALIZADO)
6 – Sábado, 10 OUT 2020 (18h00 AZOST) — Sérgio Rezendes (REALIZADO)
7 – Sábado, 17 OUT 2020 (18h00 AZOST) — José Luís Peixoto (REALIZADO)
8 – Sábado, 24 OUT 2020 (18h00 AZOST) — Joaquim Feliciano da Costa (REALIZADO)
9 – Domingo, 25 OUT 2020 (18h00 AZOST) — Richard Zimler (REALIZADO)
10 – Sábado, 31 OUT 2020 (18h00 AZOST) — Luís Filipe Sarmento (REALIZADO)
11 – Sábado, 07 NOV 2020 (18h00 AZOST) — Sérgio Ávila (REALIZADO)
12 – Sábado, 14 NOV 2020 (18h00 AZOST) — Pedro P Câmara, Diana Zimbron, Carolina Cordeiro (REALIZADO)
13 – Sábado, 28 NOV 2020 (18h00 AZOST) – Rui Faria Associação de Emigrantes dos Açores (REALIZADO)
14- Sábado, 05 DEZ 2020 (18h00 AZOST) — Eduardo Bettencourt Pinto (REALIZADO)
15 – sábado, 12 DEZ 2020 (18h00 AZOST) – Manuela Marujo, Hilarino da Luz, Vera Duarte (REALIZADO)
16 – Sábado, 19 DEZ 2020 (18h00 AZOST) – Vamberto Freitas (REALIZADO)
17 – Sábado, 02 JAN 2021 (18h00 AZOST) — Ana Paula Andrade, Aníbal Raposo, Eduíno de Jesus (REALIZADO)
18 – sábado, 09 jan 2021 (18h00 AZOST) – Isabel Rei, Sérgio Prosdócimo, Vilca Merízio (REALIZADO)
19 – Sábado, 16 jan 2021 (18h00 AZOST) João Pedro Porto, Aníbal Pires, modera Almeida Maia (REALIZADO)
20 — Sábado, 23 jan 2021 (18h00 AZOST) – Alexandre Banhos, Artur Novelhe, Maria Dovigo (Galiza), modera Concha Rousia
— Sábado, 30 jan 2021 (18h00 AZOST) – Jose Carlos Teixeira (Canadá) José António Salcedo (Noruega/Portugal) modera Chrys
. Sábado 13 fev 2021 (18h00 AZOST) – Luís Gaivão, Raul Gaião, Moisés Lemos Martins modera Sérgio Rezendes
Sábado 27 fev 2021 (18h00 AZOST) – Mª de Lourdes Crispim, Norberto Ávila, Laura Areias – falta moderador
Sábado, 06 MAR 2021 (18h00 AZOST) — Susana Antunes, Diniz Borges, Conceição Andrade modera Carolina Cordeiro
Sábado, 13 MAR 2021 (18h00 AZOST) . Nuno Costa Santos, Alexandre Borges, Victor Rui Dores – falta moderador
Sábado, 20 MAR 2021 (18h00 AZOST) Jose Paz Rodrigues, Concha Rousia Antonio P Gil Hernandez (Galiza) – falta moderador
Sábado, 27 MAR 2021 (18h00 AZOST) – Paula Sousa Lima, Madalena San-Bento, Judite Jorge – falta moderador
Sábado, 3 abril 2021 (18h00 AZOST) – Daniel Gonçalves, Leonardo, Diogo Ourique – falta moderador
Sábado, 10 abril 2021 (18h00 AZOST) – 33º colóquio em Belmonte
Sábado, 17 abril 2021 (18h00 AZOST) – Luís Takas Cardoso, Ângelo Ferreira, José Barbara Branco Sócio (Timor) modera Chrys
| – Sábado, 24 abril 2021 (18h00 AZOST) – Carlos Alberto Machado, luís Fagundes Duarte, Eduardo Ferraz da Rosa – falta moderador – Sábado, 1 maio 2021 (18h00 AZOST) – Carlos Emanuel Jorge Botelho, Renata Correia Botelho, Jorge Lobão – falta moderador |
Sábado, 1 maio 2021 (18h00 AZOST) – Maria Brandão, Paulo Ramalho, Nuno Dempster – falta moderador
Sábado, 8 maio 2021 (18h00 AZOST) Joana Félix, Luísa Ribeiro, Maria Luísa Soares – falta moderador
Sábado, 15 maio 2021 (18h00 AZOST) Joel Neto, Vasco Pereira da Costa, Virgílio Vieira – falta moderador
Sábado, 22 maio 2021 (18h00 AZOST) Rosa Simas, Graça Castanho, Célia C Cordeiro – falta moderador
Há a hipótese de escolher futuramente DENTRE ESTES ASSOCIADOS novas sessões entre o colóquio de Belmonte e o de Ponta Delgada
Afonso Teixeira Filho
Agenor F De Carvalho
Alda Batista
Ana Maria Franco Botelho
Ângelo Cristóvão
Antonio Callixto
Cliceu Laibida
José Soares
Maria Do Socorro Pessoa
Maria Luísa Timóteo
Mario Chiapetto
Sónia Palma
Tiago Anacleto-Matias
Painel Açores
| Eduardo Jorge Brum João Paulo Constância sócio |
| Leonor Sampaio Silva Sidónio Bettencourt |

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– Diário dos Açores de 20/01/2021) — with
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Interview with Luis Cardoso on RTP ‘Todas as Palavras’ on the occasion of the release of his latest novel ′′ O Plantador de Arboboras ′′ / ′′ The Pumpkin Planter “.Arkuiris editions have published Catherine Dumas’s translations of two novels by Lu ís Cardoso: ′′ Requiem for Alain Gerbault ′′ and ′′ The Year Pigafetta Closed His World Tour ′′
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29 anos menos 18 dias depois do meu pai, a minha mãe deixou-nos órfãos 5.2.1992)
DEP RIP Mãe Maria Beatriz de Magalhães Alves Chrystello20.3.1923-18.01.2021 
ao longo da vida escrevi alguns textos para ela e que selecionei e agora evoco em sua homenagem
2011, A UMA MÃE DEPRIMIDA – CRÓNICA 106, 28 AGOSTO 2011
Normalmente são os mais velhos quem dá conselhos aos mais novos, e os incentivam a lutarem contra as adversidades, mas aqui vai haver uma pequena inversão de valores pois à minha mãe deu-lhe agora com esta linda idade de 88 ½ anos para andar desanimada e deprimida. Nem se entende bem por que razão, pois o país está de vento em popa rumo à sua destruição final e a aprestar-se para se tornar num rodapé da História.
Mas afinal que há de novo entre este país hoje e aquele que deixei em 1972-1973? Uma pequena diferença chamada democracia que diz respeitar o voto popular, mesmo que não sirva para nada. Se os antigos senhores do Estado Novo tivessem descoberto esta aspirina…tinha-se poupado a Revolução dos Cravos e seus heróis. Hoje há liberdade de expressão de imprensa, mas com ela – como dizia Eça – não se pagam dízimos nem a hipoteca da casa. Uma mãe nunca se deve cansar pois tem todos os dias da sua vida para dedicar aos filhos e netos e tem uma enorme responsabilidade em esperar que eles atinjam as metas que se propuseram. Nesse particular, foste bafejada com o tardio amadurecimento do filho varão que, sem cabeça para os negócios, enveredou por uma via literária que te deveria encher de orgulho para dizeres MISSÃO CUMPRIDA.
Claro que todos nós sabemos que esse caminho foi tortuoso, passado em longínquos locais (ainda é) e com mais escolhos do que aqueles que a tripulação do Vasco da Gama encontrou na primeira viagem do caminho marítimo para as Índias. Mas chegou a bom porto e se não mercadejou com os locais teve o mérito de ver reconhecido parte do seu esforço em prol da língua de todos nós.
Mais razão para depressões teriam os teus filhos e netos cujo futuro é sombrio e sem se vislumbrar melhoria possível num decénio ou dois a não ser emigrar. Deves passar em revista o quão afortunada tens sido, pela vida conjugal sem divórcios que são hoje moeda comum, pelos filhos que não sendo perfeitos são bem melhores dos que se veem por aí, o mesmo se podendo dizer dos netos que tantas alegrias te deram e companhia fizeram num mundo em que a maior parte dos netos nem sabe quem são os avós. Claro que tens razão para andares deprimida, os ossos já não são o que eram, a memória de quando em vez prega umas partidas, o frio sente-se mais, os amigos vão escasseando e cada vez há menos gente da tua geração com quem conversar. Mas, se olhares em volta nos que foram mais bafejados pela roda do dinheiro verás que são bem menos felizes do que tu, quer em saúde quer em momentos felizes.
Quem disse que o dinheiro traz felicidade deveria ser masoquista. Pode ajudar a retirar alguns contratempos diários e dar uma ilusória sensação de felicidade como aquela que tive durante anos, mas nada se compara a uma vida vivida para os fins que se conseguiram almejar e cumprir. A maioria da população mundial nem sabe para que vive ou por que vive. As convulsões que te rodeiam, a falta de valores e princípios por que sempre te regeste e que passaste aos teus estão seriamente comprometidas neste mundo sem valores ou com valores diametralmente opostos aos teus, e apesar da enorme maleabilidade e aceitação de novos paradigmas entendes que tudo isto mudou demasiado depressa e para pior.
Mas este discurso que muitas vezes partilho contigo não deixa de ser curiosamente idêntico ao que a tua mãe e outros usaram em épocas diferentes. Assim foi sempre ao longo dos tempos. Nunca o ser humano deixou de ser escravo da sua época e dos seus condicionalismos. Claro que quando te queixas quanto à meteorologia tens toda a razão, isto anda tudo às avessas do que era, em tempos idos, quando ainda havia quatro estações do ano e quando estavam associadas à agricultura, que como todos sabemos desapareceram do sistema. Nem agricultura nem estações, e teremos de inventar novos padrões para nos regermos ou fazer como aprendi aqui nos Açores: em vez de definir amanhã vou à praia, decidimos apenas quando o tempo deixa ir à praia.
Imagina tu que até o tempo nos tirou essa oportunidade de escolha. Crescemos – e educaste-nos – a acreditar no matrimónio como coisa inviolável até à morte, e hoje nem sequer se equaciona essa oportunidade quando as pessoas se juntam ou procriam, eu sou das últimas abencerragens a ainda acreditar nessa instituição talvez por te me ter servido tão mal das primeiras vezes que a tentei. No nosso tempo, que era o mesmo para ti e para mim, os filhos tinham um pai e uma mãe, hoje todas as combinações são possíveis e nem sempre as biológicas…nenhum dos teus netos ainda casou no sentido tradicional do termo e mesmo que o faça não terá o significado que teve para mim ou para ti. Dantes estudar para se tirar um curso abria as portas do emprego, hoje nada significa e muito menos a promessa de emprego. Poderíamos, neste momento, afirmar que isto eram razões mais do que suficientes para te deprimir, mas se pensarmos melhor deveria ser motivo de gáudio por ainda teres vivido num tempo em que as coisas eram brancas ou pretas enquanto hoje nunca têm aquelas cores, antes se metamorfoseiam de tons infindáveis de cinzento deprimente.
Se passares em revista as conquistas que atingiste desde o nascimento até hoje verás que nenhuma foi fácil e todas eram carregadas de esforço e sacrifício, abdicação e dedicação. No teu tempo as mulheres sabiam cozinhar e os teus filhos ainda recordam os teus pratos e os teus dons culinários. Hoje têm de pagar bem caro e nenhuma comida se lhes compara. O teu rolo de lombo de vitela fazia-me andar milhares de quilómetros e ainda tem um sabor único.
No nosso tempo as famílias mantinham contacto e os primos davam-se durante toda a vida, hoje as crianças nascem e crescem sem sequer saberem que têm primos. Ainda hoje lamento que eu e os primos primeiros, segundos e terceiros nos tenhamos apartado e nem sequer conhecemos os descendentes uns dos outros. Foi assim que antevi a minha família e quando a tive, o mundo em volta já tinha mudado. Tive de me socorrer das recordações, de revisitações e de revivalismos para dar à estampa em livro a narrativa desses tempos, cuja maior parte podemos considerar saudosos pelos bons momentos vividos. Não consegui passar aos filhos nem um décimo do que tu e o pai me passaram, mas convenhamos que é difícil, nesta era, um pai ou mãe competirem com a TV, PlayStation, GameBoy e computadores entre tantas outras coisas que existem hoje e os transformam em viventes de mundos virtuais.
Sempre tivemos as nossas diferenças, e quem as não tem? mas soubemos maduramente passar por cima delas e viver harmoniosamente melhor do que alguma vez sonhamos, sem nos atropelarmos nem às nossas crenças, cada um seguindo caminhos e trilhos que se não se cruzam também se não afastam. Chama-se a isto um equilíbrio saudável, cumpriste a tua missão como mãe e passei anos a tentar redimir-me daquilo de que era acusado.
Depois a 19 de maio Cristóvão de Aguiar autografou um livro para ti em que ficou escrito
Cumpri a minha quota-parte contigo e com o pai – em tempos e moldes diferentes – estabeleci uma paz duradoura e um entendimento. Haverá quem prefira chamar-lhe um pacto de não-agressão, mas creio que se trata antes do respeito mútuo que hoje existe. Não sei se estas linhas servirão para desanuviar a depressão que alegas ter e a falta de vontade de tudo, mas deveriam pelo menos fazer sorrir-te ao almoço e sentires orgulho nos filhos e netos que tens.
em 2013
8 de dezembro é o meu dia da mãe
mas calendários mudam-nos os políticos
e mandam que seja hoje
contrariado, obedeço
para te dizer, mãe,
errei quando te dizia
não pedi para ser nascido
bem hajas por isso
valeu a pena ter vivido
em 90 anos assististe a muita dor
preocupações, canseiras e desgostos
mas feliz de mim que ainda te dei
netos, alegrias e vitórias
livros, colóquios e memórias
fica connosco para partilhares
mais sonhos que tenho para te dar
em 2014
queria escrever um poema à mãe
neste dia que decretaram ser dia dela
mas não consigo esquecer o 8 dezembro
e aliás é dia da mãe todo o santo dia
queria escrever um poema à mãe
a pedir desculpa pelo que fiz
pelo que não disse e devia
pelo que preocupei e não alegrei
pelo que senti e não disse
queria escrever um poema à mãe
dizer da saudade dos afagos e ternuras
sentir o conforto da infância
viver o futuro que sonhaste
apagar as tristezas do caminho
as mágoas, dores e canseiras
queria escrever um poema à mãe
dizer palavras que nunca disse
escrever esta partilha de amor
lembrar os momentos protegidos
as admoestações benignas
mas nunca aprendi a dizer
amo-te mãe
+++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++
2007 (ChronicAçores)
A morte, como já disse, por diversas ocasiões, é tabu na sociedade ocidental. Não se prepara para ela nem se aceita livremente quando chega. Prefiro a maneira de ser e de estar em conformidade com os ritos orientais. Toda a vida é experimentada tendo em mente que a morte é o passo seguinte, o fim, o objetivo primário. A vida é a fase transiente e passageira, e não um desfecho em si. Apenas a curta etapa, a passagem por esta orbe que diariamente os humanos destroem.
No taoismo, o Tao é mais do que um caminho, a fonte de tudo neste mundo. Ao seguir o caminho, os taoistas aspiram à união com o Tao, e, com as forças da natureza. Isso implica livrar-se de preocupações e apego ao mundo material para concentrar-se no caminho, alcançando equilíbrio e harmonia na vida e conquistando a paz que vem da compreensão. Diz-se dos que atingem o objetivo que serão imortais após a morte física.
será lembrada nos momentos bons antes e depois da minha diáspora e por estas imagens que recolhi ao acaso
1941
1985

2002

2005

2013 90 anos

Digital
2017
1948
1973

1986

1951
1955
1958
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