Bali, Indonésia, ‘paraíso’ ou depósito de lixo? – Mar Sem Fim

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Bali, Indonésia, paraíso ou depósito de lixo? As agências de turismo chamam de ‘paraíso’, mentira contumaz. Bali e suas praias estão lotadas e plástico.

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EU TB NÃO QUERO A TAP

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É IMPRESSÃO MINHA OU TÁ TUDO DOIDO?
Este avião é um Illyushin IL62 da Interflug…
A Interflug era a companhia aérea da extinta DDR…
Porquê este avião?
Porque acho o desenho encantador e porque serve de base ao que vou escrever…
A DDR tinha nos apoios do estado ás empresas o seu grande mote…
Tudo na DDR era público…
Não havia qualquer iniciativa privada…
Com a queda do Muro de Berlim, chegou-se a uma constatação óbvia…
As empresas não eram competitivas…
Até o complexo químico de Bitterfeld, era obsoleto quando comparado com as empresas ocidentais…
A Interflug durou pouco mais de um ano, após a queda do muro, sendo absorvida pela Lufthansa, a qual rápidamente tratou de a rentabilizar…
Isto vem a propósito de a TAP, ter necessidade de uma injecção de
três mil milhões de euros, para garantir a sobrevivência da empresa no imediato…
Façamos um pequeno exercício mental…
Quantos de nós viajámos na TAP nos últimos anos?
Quantos de nós nos sentimos donos da TAP?
Quantos de nós concorda com a injecção desta verba numa companhia que apresenta sempre défices enormes nas suas contas?
Injectar dinheiro na TAP é como ir para a cama com a Giselle Bundchen e ser impotente…
Não serve de nada…
Acenam os governantes com a companhia de bandeira…
Várias companhias de bandeira fecharam, e ninguém deixou de andar de avião…
Vejamos…
A belga Sabena fechou…
Os belgas deixaram de andar de avião?
A Swissair fechou…
Os Suiços deixaram de voar?
A Alitália fechou…
Os Italianos deixaram de voar?
A Interflug fechou…
Os alemães de leste deixaram de andar de avião?
Mas mais…
A Pan American fechou…
Os americanos ficaram em terra?
A TWA…
A Varig…
E tantas outras que fecharam por não serem rentáveis…
Hoje em dia com o aparecimento das low cost, como a Ryanair ou a Easyjet, a concorrência aumentou, e o cliente recorre a elas por razões óbvias…
Em 2018 fui a Berlim…
Voltarei em breve e espero por tempo indeterminado…
Fiquei apaixonado pela cidade e pela sua dualidade urbanistica, social e cultural…
Voltarei por isso…
Em 2018 fui na Easyjet até ao aeroporto de Schonefeld…
Para cá vim na TAP a partir de Tegel…
Sabem a diferença entre as duas?
Na Easyjet paguei muito menos pela mesma viagem…
Avião igual…
Tudo igual…
Na TAP deram um sanduiche de pasta de atum…
Na Easyjet não…
Mas a diferença de preço no bilhete dava para comprar
20 arrobas de Atum em pasta…
Deixar injectar numa companhia insolvente uma verba destas é antes de mais uma falta de respeito para um povo cujo país é dos mais pobres da Europa…
Imaginemos que um hospital custa essa verba…
O que faz mais falta?
Um equipamento permanente de saúde ou uma companhia na qual poucos de nós havemos de viajar ao longo da vida?
Ainda ontem ouvi o Presidente Marcelo afirmar que a TAP faz falta ás comunidades Portuguesas…
Wrong Answer…
Por exemplo uma das maiores comunidades Portuguesas, que reside no Canadá, usa a AirTransat em vez da TAP…
Porque é mais barato….
A comunidade Portuguesa no Brasil usa a Azul em vez da TAP…
Porquê?
Porque é mais barato…
Injectar 3 mil milhões de euros na TAP é brincar com o nosso dinheiro…
Porque afinal pertencendo à esfera pública, a companhia pertence-nos…
Como estou a pensar ir para Berlim, vendo a minha parte…
Fala-se em 300 euros que cada Português vai injectar na companhia…
Eu vendo a minha parte por 2 couratos em Vila Franca e um café no Cantinho do Pintor em Alenquer…
Pelo menos tenho a certeza que fico de barriga cheia…
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COMO O PS DILAPIDOU A SINAGA

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Anterior governo “não agiu de forma correcta sempre numa atitude crispada e arrogante contra os accionistas continentais” da SINAGA Jorge Castanheira Cruz foi 16 anos administrador da SINAGA. Fala da ascensão e queda da empresa numa altura em que o Governo dos Açores decide pela sua extinção
Correio dos Açores – A fábrica de açúcar SINAGA chegou a ser relevante no contexto da actividade económica dos Açores até que, agora, o Governo decidiu extinguir a empresa. Pode, em traços gerais, falar da ascensão e queda da SINAGA? Jorge Castanheira Cruz (antigo administrador da SINAGA) – Desde os anos 70 o consumo de açúcar na Região Autónoma dos Açores começou a decrescer desde das 10.000 toneladas para as 6500 toneladas e a produção de beterraba em São Miguel decresceu consideravelmente. Faço notar que em 1986 a produção de beterraba era apenas de 6.000 toneladas o que equivalia a 600 toneladas de açúcar produzido. Das 200.000 toneladas de beterraba produzida na década de 60 apenas 3% eram produzidas no ano de 1986. Ao longo da sua história recente, a SINAGA – no tempo em que Emanuel Sousa era Presidente do Conselho de Administração – debateu-se com uma concorrência feroz de empresas nacionais que até eram suas associadas perante a incompreensão de alguns poderes ao criar restrições ao comércio do açúcar produzido na Região no espaço nacional. Quer descrever, em pormenor, este período e qual o seu impacto na empresa? Temos que considerar dois períodos distintos: Um, em que a Administração Geral do Açúcar e do Álcool (AGAA) tinha um monopólio de distribuição do açúcar no continente. Um outro, o período em que o monopólio desta empresa pública acabou e as duas refinarias de açúcar nacional passaram a controlar o mercado continental e a Região Autónoma da Madeira Estas duas empresas, posteriormente, vieram a ter uma posição acionista na SINAGA de 38% do capital após comprarem as acções pertencentes ao Grupo Bensaude. Com uma produção por parte da SINAGA diminuta era impossível concorrer com as empresas continentais que abasteciam o mercado com 300.000 toneladas de açúcar com ramas de cana importadas. Chegou a ser Administrador da SINAGA já num tempo em que nem tudo era um “mar de rosas” para a empresa. Qual a estratégia que seguiu nessa altura? Os estudos feitos sobre a matéria apontavam para a viabilidade da SINAGA a médio prazo? Fui, inicialmente, administrador da SINAGA e, no último ano, presidente do Conselho de Administração. Nessa altura definiu-se como estratégia aumentar a produção de beterraba em São Miguel através da mecanização da cultura, criando-se para efeito a Sociedade de Desenvolvimento Agrícola na qual eram também accionistas as duas fábricas tabaqueiras e uma fábrica de chicória. Assim, em dois anos, conseguiu-se atingir uma produção de 65.000 toneladas de beterraba das quais resultaram numa produção de açúcar de 6500 toneladas, quantidade esta praticamente suficiente para, na altura, o abastecimento regional. Porém, foi ainda necessário proceder, a muito custo, junto da Comissão Europeia à alteração do regulamento comunitário permitindo à SINAGA importar ramas de beterraba da quota comunitária (preços muito baixos) que permitia a custos marginais e em complementaridade, viabilizar então a SINAGA se a exportação de açúcar das mesmas se pudesse efectuar para a Madeira e continente. Foi possível, nessa altura, exportar para a Madeira, mas para o continente a SINAGA nunca teve abastecimento de ramas suficientes para, a custos marginais, ser concorrente a nível nacional. Sem o acordo das refinarias nacionais, era impossível atingir tal objectivo. Estamos sempre a falar de uma pequena indústria comparada com as duas grandes refinarias nacionais. Não lhe parece que devia ter havido um plano de negócios que, aproveitando a capacidade da SINAGA, pudesse diversificar o seu portefólio numa altura em que o mercado ainda tinha pouca oferta? A capacidade financeira da SINAGA nos anos 80 era diminuta embora tenha obtido resultados positivos durante vários anos que chegaram a atingir, num determinado momento, 126 milhões de escudos. Porém, e apenas utilizando uma conta corrente para abastecimento, a SINAGA era uma empresa sem passivo financeiro. Faço notar que o açúcar é um comódite e a procura não se faz pela marca, mas pelo preço. Relembro que, a partir dos anos 80, as pequenas fábricas de açúcar na Europa foram absorvidas pelas grandes indústrias dado a sua pequenez em termos de competitividade. Restaram apenas as grandes cooperativas europeias de beterraba. Neste período de dificuldades, os governos regionais de então poderiam ter feito mais pela SINAGA? O quê? E de que forma? Neste período, apenas a SINAGA conseguiu modernizar tecnologicamente parte do seu equipamento com o apoio do Governo Regional e uma compensação financeira pelo facto de estar obrigada a praticar um regime legal de fixação de preços máximos bem inferiores àqueles que poderia realmente praticar. Este regime foi alterado pelo Governo Regional passando a empresa a ficar condicionada pelos preços do açúcar que as refinarias nacionais poderiam colocar na região e pelo abastecimento de ramas altamente problemático na Política Agrícola Comum, com as quotas de beterraba a serem reduzidas drasticamente e os apoios comunitários à cultura serem extintos. Tais factos conduziram falência da empresa beterrabeira DAI no continente. O Governo dos Açores, quando assumiu a maioria do capital da SINAGA, agiu da forma correcta para garantir o sucesso da empresa? Nas decisões tomadas, os pequenos accionistas foram tidos em conta? Quer explicar? Não agiu de forma correcta, p pre uma atitude bastante crispada e arrogante contra os accionistas continentais. Nunca compreendeu o quadro da Política Agrícola Comum e os problemas que uma pequena indústria tem em termos de abastecimento de ramas de beterraba. Lembro que logo de inicio definiu uma estratégia altamente surrealista de exportar açúcar para a Polónia de forma a viabilizar a empresa. Nas reuniões das assembleias gerais em que tive oportunidade de participar como acionista minoritário nunca foi apresentado qualquer estudo nem sequer uma estratégia delineada para o futuro da empresa, muito embora diversas vezes solicitada, a fim de decidir o sentido de voto dos accionistas privados sobre o futuro da empresa que, entretanto, tinham sido afastados da Administração. Recordo que a SINAGA, nessa altura, comprava açúcar à RAR para ser embalado com a marca SINAGA nos Açores pensando que os consumidores compram o açúcar pelo rótulo da empresa e não pelo preço. Mais surrealista foi a relação financeira estabelecida com a fábrica de cervejas Melo Abreu. Qual delas em pior circunstância em termos financeiros? Que rumo deveria ter seguido o Governo, enquanto sócio maioritário, para viabilizar a SINAGA? A beterraba deixou de ter viabilidade para a produção de açúcar ou, no seu entender, havia alternativas para manter a indústria? Muito se tem falado sobre a construção de uma nova unidade industrial de produção de açúcar, mas ainda não vi qualquer estudo que suporte a viabilidade de uma pequena unidade industrial no sector açucareiro europeu, com a actual Politica Agrícola Comum. Relembro, mais uma vez, que o açúcar é um comódite e é com tal que deve ser encarado e gerido. Quer acrescentar algo mais, no âmbito desta entrevista, que considere importante? Fui 16 anos administrador da SINAGA e os meus conhecimentos sobre este sector não vieram da função pública mas foram aprendidos, ano após ano, pelo contabilista e altamente conhecedor da matéria de então José António Mota Amaral e pelos administradores das duas empresas nacionais altamente competentes que estavam representados no Conselho de Administração. Por último, pois vejo muitos a pensar e a analisar uma nova fabrica mas gostaria de ver as suas conclusões. Realço que o sector do açúcar deixou de ser o principal negócio das refinarias nacionais. Aguardo com alguma curiosidade o estudo sobre a nova empresa de açúcar que pretendem instalar relembrando que a rentabilidade da cultura e a rentabilidade da indústria são coisas diferentes e que só a politica as pode tornar coincidentes mas devem estar cientes dos custos que tal decisão acarreta. João Paz

#Verificamos: É falso que Instituto Virológico de Wuhan e Pfizer são de propriedade da GlaxoSmithKline | Agência Lupa

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Quase todas as informações empresariais citadas em texto que circula no WhatsApp estão erradas

Source: #Verificamos: É falso que Instituto Virológico de Wuhan e Pfizer são de propriedade da GlaxoSmithKline | Agência Lupa

Meninas dão o pito aos rapazes e ficam a aguardar a gancha

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Meninas dão o pito aos rapazes e ficam a aguardar a gancha
Hoje Domingo é dia 13 de Dezembro, dia de Santa Luzia.
Em Vila Real manda a tradição que as meninas de Vila Real ofereçam o pito aos rapazes. Mas eles ficam em dívida.
A 2 de Fevereiro , dia de São Brás , terão de dar-lhes a gancha . Uma tradição que começou por ser religiosa e que com o tempo ganhou cariz popular.
O pito é um doce, feito de massa quebrada em forma de quadrado cujos cantos são dobrados para dentro, guardando no seu interior doce de abóbora e canela.Tem o formato de uma espécie de penso antigo, que com pomada no meio se colocava na vista quando havia problemas” e a relação com Santa Luzia terá a ver com o facto de ela ser a “padroeira dos doentes com problemas de olhos”.
A gancha é açúcar e água. Assim simples. Um doce típico de Vila Real em forma de bengala, inspirado no báculo de São Brás, que foi bispo, e cuja associação não tem uma explicação muito bem definida. A gancha é só mesmo água e açúcar. Este vai numa panela ao lume e fica líquido, depois verte-se sobre uma banca de pedra e conforme vai arrefecendo é moldado .
S. Brás é o padroeiro das doenças da garganta porque, diz a lenda , quando um dia, uma criança estava engasgada com uma espinha na garganta e não havia maneira de lha tirarem. Então, São Brás usou uma espécie de gancha feita de açúcar e meteu-lha na boca. A criança colaborou porque a gancha era doce e conseguiu tirar-lhe a espinha. A partir daí ficou a tradição da gancha”.
Não há registos históricos de quando começou a tradição.
Mas esta tradição repete-se, ano após ano.
Uma troca que também já se estende a familiares e amigos, e que não dispensa uma boa dose de brejeirice.
Image may contain: food, text that says "Não se esqueça de dar o pito!!"
Fernando Paes Moreira-Bazooka and 2 others
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