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covid não ataca no shopping???

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Se fosse o Primeiro de Maio, uma acção sindical, a Festa do Avante! ou o Congresso do PCP, apesar de terem seguido todas as normas da DGS, imagino o escândalo que seria, o que se falaria na comunicação social, nas redes sociais, na AR… Contudo, como não se discute nada de importante ali, mas se está a fazer o que mas se quer que a malta faça, consumir e não pensar, aí a vida já não importa e não existe pandemia!
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Presidente do Governo dos Açores admite auditoria à SATA e quer “responsabilização” – Açoriano Oriental

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O presidente do Governo dos Açores respondeu à proposta da UGT de realização de uma auditoria à SATA, afirmando que “esta já é praticamente uma inevitabilidade”, e pediu a “responsabilização dos gestores públicos”.

Source: Presidente do Governo dos Açores admite auditoria à SATA e quer “responsabilização” – Açoriano Oriental

herança portuguesa em Solor

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Forte de Nossa Senhora da Piedade de Solor. Fica hoje na Indonésia. Foi construido em 1553 por padres dominicanos portugueses. Era a base do nosso comércio com Timor quando os portugueses ainda não se tinham instalado lá. Atacado várias vezes por javaneses e holandeses que obrigaram os portugueses a refugiar-se no reino de Larantuka, ali perto. Hoje está quase em ruinas mas é preciso recuperá-lo pois é um marco fundamental das relações de Portugal com a Indonésia e Timor-Leste. Já contactei a Gulbenkian que tem recuperado algumas igrejas lá ao pé na ilha de Adonara. Estive lá o ano passado.
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José Bárbara Branco, José António Cabrita and 9 others
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osvaldo cabral 24 anos

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24 anos
Quase dois meses depois da noite eleitoral de 25 de Outubro, o PS ainda não encontrou um registo consistente como maior partido da oposição.
Continua a viver num estado de negação e com uma postura arrogante nas suas intervenções, nada consentânea com o perfil sério e responsável do seu líder.
Um congresso antecipado para definir estratégias e outros protagonistas, talvez fosse mais aconselhável, caso contrário arrisca-se a ficar, também, 24 anos na oposição.
A chamada intempestiva do Secretário da Saúde à Comissão Parlamentar dos Assuntos Sociais foi um erro estratégico, de inabilidade política, parecendo uma avidez de vingança, mas resultando num ir à tosquia e sair tosquiado.
Quem está envolvido numa imensa trapalhada com a questão das máscaras defeituosas, numa incapacidade que revelou para resolver problemas sérios no acesso aos cuidados de saúde e na gestão ruinosa do HDES, que esteve colado às trágicas mortes ocorridas no lar de Nordeste, deveria ser mais recatado na abordagem destes assuntos.
A forma como também abordou, esta semana, o parecer do Tribunal de Contas sobre a Conta da Região, a evolução do emprego e do PIB, é outro sinal de que tudo se mantém na mesma nos corredores do partido, não percebendo ainda o que se passou na noite de 25 de Outubro.
Os avisos deixados pelo Tribunal de Contas são bem elucidativos do péssimo caminho que os governos anteriores escolheram na gestão da coisa pública, resultando no maior endividamento de sempre, de responsabilidades futuras gigantescas, várias gestões públicas na falência e no coma financeiro, como é o grande imbróglio da SATA.
Neste particular, é interessante ver a quantidade de gestores dos Conselhos de Administração dessas empresas públicas colados como lapas aos lugares de nomeação política, sem colocarem os seus lugares à disposição dos novos titulares das respectivas tutelas.
A fechar a semana veio ainda o relatório do Conselho Nacional da Educação sobre o Estado da Educação 2019, que coloca a nossa região, mais uma vez, na cauda dos piores resultados do insucesso e abandono escolar.
Negociamos mal o Plano de Resiliência, com uma estratégia errada de fortalecer políticas da administração pública, em vez de injectar a bazuca na economia privada para criação de riqueza e manutenção de empregos.
Vir dizer, por outro lado, que vamos beneficiar de um reforço das transferências do IVA, não é reforço nenhum, por se tratar tão somente do cálculo sobre o que nos é devido de IVA nos termos da Lei de Finanças Regionais.
Dizer que o PIB cresceu acima da média no ano passado, esquecendo os dois anos anteriores em que nos afundamos e divergimos, é continuar em negação.
Assim como não é totalmente esclarecedor afirmar que a dívida pública face ao PIB é de 43%, quando não se pode comparar com o critério nacional, já que não temos despesas de soberania (tribunais, polícias, exército, marinha, força aérea e por aí fora). Não é por acaso que o Tribunal de Contas fala em endividamento galopante dos últimos anos pré-pandemia, a evidenciar problemas estruturais muito graves.
Insistir, também, nos números do desemprego, sem explicar o que está por detrás do fenómeno com os chamados “desempregados invisíveis” e os que estão nos programas ocupacionais, é teimar em esconder o problema com uma visão cor de rosa da realidade.
Basta olharmos para a comparação entre Novembro de 2019 e Novembro de 2020 (ver quadro abaixo), para se perceber que temos menos 32 desempregados e mais 504 ocupacionais!
E é preciso não esquecer que quem está a segurar estes empregos, com a corda ao pescoço, são as empresas, que pagam impostos e continuam a alimentar o orçamento público.
Vamos terminar um ano que, por mais que o queremos esquecer, irá marcar as nossas vidas para sempre.
O novo ano é de esperança, mas é preciso estar atento às consequências que poderão surgir depois do fim das moratórias, dos apoios ao lay-off e do conjunto de ajudas económicas e sociais que provavelmente terá de ser prolongado.
No fundo, o que se pede, para além da resiliência, é de políticas de verdade, transparência e nunca esconder os problemas, sem esquecer um pouco de humildade, que faz falta em muitos políticos.
Foi assim que o PSD ficou 24 anos na oposição.
Repetir a mesma estratégia no PS é ficar condenado a outros 24. Feliz Natal… com segurança.

(

Osvaldo Cabral

– Diário dos Açores de 23/12/2020) — with

Osvaldo José Vieira Cabral

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árvores cortadas por gente que não percebe da poda

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Podas de árvores ornamentais: fala quem sabe
Se qualquer árvore pode muito bem viver sem a intervenção humana, por que razão se podam as árvores?
De acordo com o engenheiro florestal Rui Tujeira, num texto publicado na revista “Jardins”, nº 203, de novembro de 2020, as razões para as podas são várias, mas estão relacionadas com a necessidade de condicionar o desenvolvimento da planta, tendo em conta o espaço onde foi plantada, para a obtenção de uma frutificação mais abundante ou por motivos sanitários.
No mesmo texto, Rui Tujeira explica que “sempre que se efetua uma poda, está-se a desequilibrar os fluxos energéticos que a planta criou e com os quais está a contar para o seguinte período vegetativo. Cumulativamente, reduz-se ainda a capacidade fotossintética da árvore por supressão da área folear disponível”.
Podar uma árvore apenas para não ter de varrer as folhas ou porque é tradição anual é um erro que sai caro aos contribuintes e que prejudica grandemente as árvores. Num texto publicado no jornal “O Público” de 12 de janeiro de 2020, o paisagista Manuel de Carvalho e Sousa, depois de lamentar a incultura que continua a ser uma ameaça para as árvores afirma que uma árvore podada vive, em média, um terço do que viveria se não o fosse.
Francisco Coimbra, Consultor em Arboricultura Ornamental e antigo vice-presidente da Sociedade Portuguesa de Arboricultura, num texto publicado no “Jornal da Mealhada” a 27 de março de 2002, desmistifica um conjunto de “preconceitos que continuam arreigados na população” e que são responsáveis pelos “autênticos «massacres de motosserra» que destituem de dignidade e valor estético as árvores – ditas ornamentais – que marginam os nossos arruamentos e estradas.” De entre os preconceitos referidos o autor rebate os seguintes: as «rolagens» rejuvenescem e fortalecem as árvores” e as rolagens “são a única forma económica de controlar a sua altura e perigosidade”.
Os tão homenageados e citados, mas não ouvidos nem seguidos, arquitetos paisagistas Francisco Caldeira Cabral e Gonçalo Ribeiro Teles, no seu livro “A árvore em Portugal” afirmam perentoriamente que “A poda não é uma operação cultural normal das árvores de ornamento ou florestais. A poda só é uma operação normal em fruticultura. A poda de árvores de sombra ou de alinhamento, destina-se apenas a fazer face a situações de emergência…”
Mas o grande mal é, de acordo com vários especialistas, entre os quais Francisco Coimbra a “ainda quase absoluta ausência de sensibilidade para o papel da Árvore em Meio Urbano” que anda intimamente associada à falta de planeamento e esta leva a podas aberrantes que acontecem um pouco por todo o lado e de que é exemplo uma ocorrida recentemente na Avenida da Paz, no Pico da Pedra, onde foram decapitadas várias Grevíleas (Grevillea robusta), árvores, oriundas da Austrália que podem atingir 35 metros de altura e que foram plantadas em local desadequado.
Sobre o assunto referido no parágrafo anterior, Cadeira Cabral e Ribeiro Teles escreveram no já citado livro “… mas não vale a pena frisar senão que é indispensável no projeto atender às necessidades de cada coisa e saber prescindir do que se considera menos importante. Se não há espaço para a árvore é preferível plantar só o arbusto, ou mesmo só a flor e não contar depois com a tesoura para manter com proporções de criança o gigante que se escolheu impensadamente”.
Para terminar esta questão e para evitar más interpretações, afirmo que não estou contra todas as podas e muito menos defendo as árvores contra as pessoas, como alguém falho de argumentos e ignorante já tentou insinuar.
No que a podas diz respeito, partilho a opinião de quem sabe, como a do Engenheiro Vieira Natividade que escreveu que «o podador domina porque enfraquece, vence porque suprime… em boa verdade a vitória não é brilhante»! E de facto, devia dizer-se de uma poda o mesmo que de um árbitro: tanto melhor quanto menos se der por ela!” ou a dos arquitetos Gonçalo Cabral e Ribeiro Teles que escreveram que “o maior elogio que se pode fazer a um podador de árvores ornamentais é que não se perceba que a árvore foi podada”.
Teófilo Braga
(Correio dos Açores, 32315, 23 de dezembro de 2020, p. 19)
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bela catedral no arizona

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Canyon de Chelly in Chinle looks so otherworldly and absolutely gorgeous in this shot. A place like no other! 😍
(Photo by @davescapesart via Instagram)

Maria Fernanda Paes Moreira and Rui Arsenio

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Popular/ Arr. C. Criado: Los peces en el río – YouTube

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Foram vacinados contra Covid-19 e testaram positivo para AIDS !!

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https://www.facebook.com/rita.a.deca/videos/10221839013056880/
ENTRETANTO NA AUSTRÁLIA !!! O GOVERNO SUSPENDE INDEFINIDAMENTE A VACINA GENOCIDA !!!!
Foram vacinados contra Covid-19 e testaram positivo para AIDS !!
Escândalo na Austrália: Os voluntários da vacina australiana testam positivo para AIDS após receberem a vacina. O governo declarou a suspensão imediata desta vacina. A empresa australiana CSL anunciou a suspensão dos testes com voluntários para a vacina contra Covid-19 que estava sendo desenvolvida pela University of Queensland após a detecção de um número ainda por determinar de participantes que na fase 1 deram falsos positivos nos testes para detectar o HIV devido aos anticorpos gerados pela vacina.

ABANDONADOS OS QUE PRESERVAM A HERANÇA PORTUGUESA NAS FLORES

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Na ilha das Flores, o ano passado, em frente da ilha de Solor, onde os barcos que iam e vinham de Timor com madeira de sândalo se abrigavam dos tufões nas baias formadas no meio destas ilhas maravilhosas. Entre Maumere e Larantuka. Com os larantuqueiros, os topazes, os descendentes dos portugueses na Indonésia. Os descendentes de quem manteve a bandeira portuguesa nos mastros mesmo quando fomos ocupados pelos espanhóis. Estão completamente abandonados por Portugal. Pedem ajuda para fazer museus e guardar os vestigios portugueses, pedem professores de português. Mas ninguém lhes liga. Que escândalo ! Sinto uma profunda vergonha… Alguém pode ajudar ? Conhecem alguém na Fundação Oriente?
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Promotor responsabiliza-se pela demolição de obra “ilegal” da Calheta – Açoriano Oriental

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A Câmara de Ponta Delgada, nos Açores, informou que a empresa Asta Atlântida se responsabilizou “pela demolição das obras ilegais” das galerias comerciais da Calheta Pêro de Teive.

Source: Promotor responsabiliza-se pela demolição de obra “ilegal” da Calheta – Açoriano Oriental