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Covid-19. Um em três ex-doentes poderá ter danos graves para a vida toda

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O novo coronavírus SARS-CoV-2, causador da doença da Covid-19, pode provocar danos irreparáveis nos pulmões. Mas, há mais.

Source: Covid-19. Um em três ex-doentes poderá ter danos graves para a vida toda

campanha de férias VIVER AÇORES

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  • Filipe Tavares
    tSpoenf1s orhdeeldr

    Aos que não vislumbram as consequências positivas da campanha “VIVER AÇORES”

    O Governo dos Açores atribui um apoio até 150€ (+ 25€ de majoração), a quem se inscrever na campanha “Viver Açores” e apresentar despesas (de acordo com as regras) em serviços de transporte (avião, barco, aluguer de viatura), restauração, alojamento e outros serviços turísticos (excursões, visitas guiadas, whale watching, entre muitas outras actividades da oferta regional). O reembolso é realizado em 10 dias após a concretização da viagem.

    A campanha “Viver Açores” foi concebida para ter um efeito multiplicador na Economia Regional e engane-se quem pensar que irá conseguir fazer férias com os 150€ atribuídos, pois da forma como foi desenhada, a campanha não paga as férias de ninguém, dá apenas um “empurrãozinho” e terá um efeito muito positivo:

    1º o apoio não se destina apenas a um sector (por exemplo: não é possível usar o apoio somente na viagem de avião).

    2º para beneficiar do apoio, os utilizadores terão de realizar despesas mínimas (por exemplo: 15€ na restauração), quem consumir 14,5€ num almoço não poderá obter reembolso para essa refeição.

    3º ninguém fará férias utilizando somente o valor do apoio, terá forçosamente de gastar entre 3 a 5 vezes mais que o montante que irá receber.

    Ponto de situação
    O Governo alocou uma verba de 1.750.000€ para toda a campanha, estando já inscritas 1700 pessoas, o que totaliza cerca de 255.000€ do “bolo” todo (se considerarmos apenas 150€ por pessoa). Se cada uma dessas pessoas representar uma injeção de 600€ nos diversos negócios do turismo (150€ de apoio + 450€ de capital próprio) significa que as 1700 pessoas irão injetar nas economia regional cerca de 1.020.000€, correspondendo a 255.000€ de apoio e 765.000€ de capital próprio. Se for executada em pleno, a campanha poderá chegar a 11.666 açorianos e residentes no arquipélago.

    A campanha “Viver Açores” é um investimento direto nos açorianos e residentes no arquipélago, que irá dinamizar o turismo interno (necessário) e ter reflexo na receita das empresas da Região.

    Sobre Turismo em tempo de pandemia
    Se queremos contar com alguém, contemos em primeiro lugar com os residentes nos Açores, pois estamos “contagiados” pela solidariedade que temos de ter entre-ilhas, entre açorianos e conhecemos bem a nossa realidade. Mesmo que isso represente apenas 25% da oferta de alojamento disponível.

    Não ver o alcance desta medida só mesmo por falta de vontade ou distração, e para quem não vê, pode sempre continuar à espera de turistas de fora que, apesar de serem importantes, estão distantes e como tal, pouco sensíveis à nossa necessidade. Apoiemos cá dentro, viajemos cá dentro, aproveitemos esta campanha que é investimento nosso e que nos beneficia diretamente.

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  • Campanha ‘Viver os Açores’ conta já com cerca de 1.700 inscrições
    #COVID19 #coronavirus #Açores #GovernodosAçores #RetomaEconomia #TurismoAçores #ViverOsAçores #visitazores
    👉 Faça a sua candidatura: http://viverosacores.azores.gov.pt/
    📍 Consulte a Resolução do Conselho do Governo n.º 168/2020 de 16 de junho de 2020 – https://jo.azores.gov.pt/…/69e36034-f516-49e8-b…/pdfOriginal

somos dos AÇORES

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Luís Filipe Borges
51 mins ·
“Maybe now I get it. Maybe now, the next time I’m in Provincetown or Fall River and I ask somebody where are they from, I’ll understand what that look in their eyes is. They never say Portugal; they always say Azores. I think I understand a little bit what they’re missing.”

Anthony Bourdain, depois de visitar os Açores.

25 de junho de 1956 — 8 de junho de 2018
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Pedro Paulo Camara
Pedro Paulo Camara Estranhamente, ou não, sempre que vou viajar e me perguntam de onde sou, respondo sempre Açores. E sim…na maior parte das vezes lá tenho de explicar que é Portugal.
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· Reply · 25m
Andreia Luis
Andreia Luis Exactly. We are all Portuguese but the Azores Are not another country, it’s another place with different clime and views.
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· Reply · 23m
Marta Matias Scarlati
Marta Matias Scarlati com sua licença, vou “roubar”!! 🙂
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Filipe Freitas
Filipe Freitas Inspiring
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O “Castelo” finalmente está mesmo “Branco”

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Tomás Quental
1t7 tSemmSSpoidnsngorseid

O “Castelo” finalmente está mesmo “Branco”

Esta torre de pequenas dimensões, parecendo uma construção medieval, sem o ser, sempre despertou muita curiosidade, pelas suas características arquitectónicas únicas, constituindo para todos os efeitos um pequeno monumento, que há muito devia ter sido classificado como de “Interesse Municipal” pela autarquia concelhia de Vila Franca do Campo, na ilha de São Miguel.
O chamado “Castelo Branco” pertence a herdeiros do visconde do Botelho, engenheiro de construção naval José Honorato Gago da Câmara de Medeiros, descendente pelo lado materno da família Botelho de Gusmão, que detinha e penso que ainda detém nesta zona vastas propriedades agrícolas.
O “Castelo Branco”, assim chamado porque se assemelha a uma pequena fortificação, localiza-se no perímetro da freguesia de Ponta Garça, no concelho de Vila Franca do Campo. É propriedade privada, como referi, mas pode ser visitado a partir da Estrada Regional entre Vila Franca do Campo e Furnas.
Este edifício é muito antigo, embora se desconheça com precisão a data da sua construção. Em posição sobranceira num monte, serviu inicialmente para controlar as terras em seu redor pelos respectivos proprietários.
O gracioso e pitoresco “Castelo Branco” apresentava evidentes sinais de degradação. Finalmente, foi recuperado, apresentando-se bonito e altaneiro. Eu, que defendi várias vezes a recuperação do “Castelo Branco”, que agora, sim, está mesmo branco, felicito os proprietários pela obra de valorização realizada, para o que contribuiu também – estou certo! – o empenho há muito manifestado da Câmara Municipal de Vila Franca do Campo e da Junta de Freguesia de Ponta Garça. Muito bem!

procura parceiro para relação séria e duradoura?

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Nao procurem mais ta aqui o Homem da vossa vida… 😂😂😂😂

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Adriano da Silva

Quem nunca viu o CORONA – VIROS!/., ao vivo, aí está ele!!!…😅😅😅.

A falsa imagem de desenvolvimento e sofisticação Grande Lisboa

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Bom dia, amigos.
Aviso desde já que o texto de hoje é polémico e sem paninhos quentes.

Quem gostar, gostou.

Quem não gostar, pode riscar-me da lista de amigos.

Em primeiro lugar, gostaria de agradecer aos atrasados mentais da área da Grande Lisboa que, numa clara demonstração de desprezo e desrespeito pelo próximo, andaram por aí em festas e festarolas a infectar tudo e todos e agora, por causa desses idiotas, arriscamos um novo confinamento.

Em suma, Verão estragado.

Obrigado, pois.

Em segundo lugar uma nota para mim muito mais relevante.

Falemos então disso.

Em 1967, o País acordou para uma triste realidade.

Fruto das cheias que então afectaram a região da Grande Lisboa, os Portugueses descobriram, com alguma estupefacção, que havia centenas de milhares de pessoas a viver na mais negra miséria.

Na altura, tudo foi levado pela água, inclusive a vida de 900 almas.

Foi necessário uma desgraça para que se enfrentasse um problema – arranjar habitação digna para quem dela necessitava.

Seria contudo preciso esperar pelo 25 de Abril para que esse esforço fosse levado mais a sério, mas conseguiu-se.

Erradicaram-se as barracas.

Porém, volvidas mais de quatro décadas, o País volta a acordar para um pesadelo.

A miséria em que vivem centenas de milhares de pessoas na Grande Lisboa leva a que o surto de Covid se propague como fogo em estopa seca.

De repente, os Portugueses descobrem que há uma maré humana a viver com poucas ou nenhumas condições higieno-sanitárias no formigueiro dos bairros miseráveis de Loures, Lisboa, Odivelas, Amadora, Sintra e da Margem Sul.

As imagens transmitidas pela TV do bairro da Jamaica chocam as nossas almas cristãs, estragam-nos o jantar.

Hipocritamente, muitos benzem-se, falsamente horrorizados, e exclamam: Meu Deus, como esta gentinha vive!…

A questão é que poucos ou nenhuns gostam de falar do problema, pois isso equivaleria a reconhecer que se atirou para guetos uma imensidão de famílias.

Os que colocam o dedo na ferida são logo apodados de fascistas ou coisa pior.

Pessoalmente, pouco me importa do que me cataloguem.

Interessa-me apenas a correcção do problema.

E esse problema consiste no seguinte: qual a zona do País onde o Covid está em força?

Resposta: na Grande Lisboa.

Mas em que zonas da Grande Lisboa?

Resposta: nas zonas socialmente mais deprimidas.

Hoje, como ontem, a tragédia abate-se sobre os miseráveis.

A que se deve a existência de tanta gente a viver em tão precárias condições?

Vejamos.

Nas últimas três décadas, o número de imigrantes que demandaram o nosso País decuplicou.

De escassos 50 mil em 1980, passaram para meio milhão, atraídos pelo desenvolvimento que Portugal conheceu e pela expectativa de melhores condições de vida.

As mesmíssimas razões, aliás, que levaram mais de um milhão de Portugueses a emigrar na década de 60 do século passado.

Muitos desses imigrantes que procuraram o nosso País adaptaram-se, especialmente no que diz respeito a brasileiros e eslavos.

Estudaram, trabalharam, esforçaram-se e hoje pouco ou nada os distingue da população em geral.

A razão para isso foi simples – tratava-se, designadamente no caso dos eslavos, de mão-de-obra qualificada e acima de tudo com vontade de singrar.

Mas entre a mão-de-obra que Portugal atraiu veio também muita gente completamente desqualificada, a qual pouco mais tinha para oferecer do que trabalho braçal.

Gente culturalmente muito distinta, com usos e costumes enraizados e pouco ou nada disposta a abdicar deles.

Gente que fez pouco ou nenhum esforço para estudar, para se integrar, e que cedo compreendeu que a cultura do não-trabalho compensava.

Sobrevieram a inacção, a preguiça e os vícios, especialmente o alcoolismo e a droga.

E o dinheiro que não havia para os vícios passou a vir do tráfico e dos roubos.

Entre os que optaram por este digamos estilo de vida pontificam os que vieram dos PALOP, que ascendem hoje a 150 mil almas.

A estes há que acrescentar muitos outros que entretanto obtiveram nacionalidade portuguesa, mas que, como os seus pais e avós, vivem nos guetos para onde foram relegados e que, em muitos casos, também optam pelo não-trabalho, pois receber subsídios do Estado e traficar uns pacoletes é bem mais cómodo do que dar no duro.

Abraçar semelhante estilo de vida em Portugal não é aliás caso inédito.

Antes deles já a comunidade cigana residente no nosso país, forte de 40 mil indivíduos, o tinha feito.

E entre estes o problema será até mais grave – nove em cada 10 ciganos portugueses mal sabem ler e escrever.

É muito bonito e politicamente correcto sustentar que Portugal não tem um problema de integração com esta gente e propalar aos sete ventos que quem ousar denunciar isto é racista.

Claro que se poderá argumentar que vivem em condições difíceis e, não raras vezes, por vezes muito difíceis.

Mas também se poderá perguntar o que fizeram para melhorar as suas condições de vida.

Continuar a ignorar este problema equivalerá a enfiarmos a cabeça na areia.

Claro que poderemos dizer que é, basicamente, um problema de Lisboa, de Loures, de Odivelas, da Amadora, de Sintra ou da Margem Sul.

Poderá até ser.

Mas é também um problema de outras zonas do País, um problema grave, que urge resolver a todo o custo.

Portugal tem um desafio pela frente que terá de solucionar o quanto antes.

É assunto para resolver num mandato legislativo?

Não, não é.

Demorará pelo menos uma geração.

Mas creio que é mais do que altura de arregaçarmos as mangas e pormos mãos à obra.

E enquanto não houver coragem para dar um murro na mesa e dizer que a festa acabou o problema permanecerá e, pior do que tudo, terá tendência para se agudizar.

É mais do que tempo de enviar uma mensagem clara aos que, tendo escolhido Portugal para viver, não querem adoptar o estilo de vida do nosso País e preferem o regabofe, obrigando ao pagamento de uma factura que o País não pode e não deve suportar.

E essa mensagem nada tem de difícil: obrigar os jovens a estudar e os adultos a trabalhar.

Os imigrantes estrangeiros que não o quiserem fazer têm uma saída simples: voltar para onde vieram.

Os Portugueses que optarem pelo mesmo caminho têm também uma saída fácil: acabam-se os subsídios.

Subsídios para velhos e doentes?

Pois com certeza.

Plenamente de acordo.

Para malandros, Portugueses ou não?

Era só que faltava!

Chegados a este ponto, por favor não me venham com o discurso dos coitadinhos.

Coitadinho sou eu e tantos outros como eu, que andaram a dar no duro 40 anos e mais para termos uma reforma ratada por uma coisa chamada factor de sustentabilidade, que deve ser sinónimo de sustento para malandros.

Coitadinho sou eu e tantos outros como eu, que viram os melhores anos da sua juventude ser roubados por uma coisa chamada serviço militar obrigatório.

Coitadinho sou e tantos outros como eu, que sempre cumprimos a lei e nunca fomos presos.

O que não constitui impedimento para sermos obrigados a sustentar presidiários.

Coitadinho sou eu e tantos outros como eu, que sempre pagámos bambúrrios de impostos e pouco ou nada tivemos em troca do Estado.

Por tudo isso, por favor não me venham com discursos de coitadinhos.

Dispenso.

O caminho a seguir é pois claro: fazer um sério esforço reeducativo.

Importa educar, educar, educar.

E se for preciso obrigar terceiros a aprender que esta vida não é só direitos, mas também deveres.

Só assim será possível erradicar de vez um problema que ninguém parece querer ver e que nos envergonha a todos.

Mas também não é a fechar as pessoas em guetos que vamos lá!

A falsa imagem de desenvolvimento e sofisticação que a Grande Lisboa pretende passar não pode resumir-se à Linha do Estoril e ao Chiado.

E o resto?

É paisagem?…

Se nada for feito ninguém se poderá admirar que um simples vírus ponha todo o País em causa.

Uma boa sexta-feira para todos.

(da página do FaceBook de Jorge Alves)