o covid é menos perigoso do que se diz?

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TENHAM MEDO! TENHAM MUITO MEDO! MAS NÃO É DO VÍRUS (2)

O Cov-sars 2 é um Coronavírus, muito semelhante aos outros Coronavírus (há 6 espécies de coronavírus conhecidos a circular entre nós) e que causam nos humanos apenas sintomas ligeiros semelhantes aos das gripes leves. https://pt.wikipedia.org/wiki/Coronav%C3%ADrus.

Os Coronavirus são normalmente menos perigosos para a saúde do que os “Influenza vírus” (gripe das aves; gripe suína, ou gripe A, etc.), que são vulgarmente conhecidos como os vírus da “gripe”. Os influenza vírus matam pessoas de forma transversal a todas as faixas etárias. Este Coronavirus cov-Sars2, causador da doença chamada “COVID-19” é praticamente inócuo na população sem outras doenças – há muito poucos casos de vítimas que não apresentavam comorbilidades, ou seja, outras doenças muitas vezes graves, neurológicas, cardiovasculares, oncológicas associadas ao óbito.

https://covid19.min-saude.pt/cada-infetado-contagia-em-med…/

Em testes sorológicos realizados, há poucos dias, numa colaboração entre a Ordem dos Enfermeiros e a Fundação Champalimaud, verificou-se que, no Porto, 8,6% dos testados já tinham tido o vírus sem o saber, e em Lisboa essa percentagem foi de 6,5%. https://www.ordemenfermeiros.pt/…/testes-sorol%C3%B3gicos-…/

Se extrapolarmos para o resto do país, e considerarmos que 7% das pessoas estão nesta situação, o número de pessoas que já tiveram o vírus em Portugal é de cerca de 700.000 e não 28.000 como consta dos dados oficiais. Ora, tendo havido já 700.000 infetados e apenas 1.200 mortos, temos uma taxa de letalidade de 0,17% o que é um número próximo de um vírus severo da gripe sazonal.

http://www.insa.min-saude.pt/wpconte…/…/2019/02/S04_2019.pdf

Parece então que 96% dos infetados (672.000) não tiveram sintomas ou tiveram sintomas muito leves da doença – Neste aspeto é um vírus muito mais amigável para a maioria das pessoas, do que a generalidade dos influenza vírus ou gripes. Parece também que menos de 1% dos infetados precisaram de cuidados hospitalares – e na população com menos de 70 anos esta taxa foi inferior a 0,1% (cfr. Boletins da DGS)

Por outro lado, cerca de 50% das vítimas desta doença, no Mundo, eram pessoas que estavam internadas em lares de idosos. Em Portugal, 40% dos óbitos registaram-se nos próprios lares, fora do ambiente hospitalar https://pt.euronews.com/…/quase-40-das-mortes-em-portugal-p…

Lembro que a média de idade das vítimas da COVID-19 em Portugal é superior a 80 anos, quando a esperança média de vida em Portugal é de 78 anos.

Neste momento há apenas 650 pessoas internadas em Portugal com a COVID-19, das quias 112 nas UCI’s https://covid19.min-saude.pt/ponto-de-situacao-atual-em-po…/ Considerando que existem cerca de 50 grandes hospitais públicos em Portugal e outros tantos privados – temos uma média de 6 internados em cada Hospital, apenas um dos quais nas UCI’s. Morrem, em média, 350 pessoas, por dia, de diversas doenças, em Portugal (insisto – com uma média de 78 anos), a média diária de mortos da COVID – 19, desde 8 de março até hoje, foi de 17 pessoas por dia (insisto – com uma média de 81 anos). Claro que todas as mortes são lamentáveis, mas fazem parte da vida.

Parece-me também que não existem evidências de que o confinamento, e todas as outras medidas tomadas pelos Governos para limitar os nossos direitos e liberdades, tenha contribuído significativamente para conter a propagação da doença. – vide o que se passou nos países que nunca fizeram confinamento: Suécia (mesmo número de infetados por M habitantes apesar de mais mortes), Suíça (igual a Portugal), ou Israel (muito menos infetados por M habitantes), ou a contínua e diária redução de novos infetados e internamentos nos hospitais, ou nas UCI’s, com COVID-19, desde 4 de maio – início do nosso “desconfinamento”. A mesma situação verificou-se e está verificar-se nos outros países que iniciaram o “desconfinamento” mais cedo.

O futuro o dirá, mas parece-me, finalmente, que a tragédia/catástrofe económica que se desenhou no quadro das “imposições confinatórias” (julgo que esta nova expressão já é admitida da língua portuguesa). promovidas pelos governos em geral, e o português em especial, foi desnecessária e, para além de ter destruído a nossa vida social e emocional, causará seguramente muito mais vítimas, em todos os sentidos, que a própria COVID-19.

Para que a situação económica não se agrave ainda mais, atá ao ponto da irreversibilidade, apelo ao bom senso dos nossos governantes, dos “comentadores” e dos media para que, de imediato, mudem a narrativa da “guerra contra o inimigo invisível” e formalizem um pedido de desculpas a todos os cidadãos por se terem enganado no diagnóstico que fizeram das consequências desta doença, pondo em causa o futuro de milhões de pessoas, levantando, de imediato, todas as restrições aos direitos e liberdades dos portugueses, confiando que estes são suficientemente capazes para cumprir, por eles próprios, com os seus deveres de proteção das populações de risco, sobretudo dos idosos, seja em relação ao contágio por esta doença seja ao contágio de qualquer outra.

E, já agora, que foquem os seus esforços, campanhas, conferências de imprensa e noticiários, na proteção dos utentes dos lares públicos , geridos pela Santa Casa, pelas Câmaras Municipais e por IPSS’s – que são estes que de facto corriam e correm risco de vida, e que infelizmente continuam a morrer todos os dias da COVID-19.

Isto é só uma opinião, a minha, e para memória futura.

Um abraço a todos!

Os coronavírus são um grupo de vírus de genoma de RNA simples de sentido positivo (serve diretamente para a síntese proteica), conhecidos desde meados dos anos 1960. Pertencem à subfamília taxonómica Orthocoronavirinae da família Coronaviridae, da ordem Nidovirales.[1][2]

PT.WIKIPEDIA.ORG
Os coronavírus são um grupo de vírus de genoma de RNA simples de sentido positivo (serve diretamente para a síntese proteica), conhecidos desde meados dos anos 1960. Pertencem à subfamília taxonómica Orthocoronavirinae da família Coronaviridae, da ordem Nidovirales.[1][2]
Os coronavírus são um grupo de vírus de genoma de RNA simples de sentido positivo (serve diretamente para a síntese proteica), conhecidos desde meados dos anos 1960. Pertencem à subfamília taxonómica Orthocoronavirinae da família Coronaviridae, da ordem Nidovirales.[1][2]

ouçamos ana paula andrade

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“Encontros”

Ana Paula Andrade: Piano
Sofia Vidal: Viola da Terra

Música de Ana Paula Andrade, escrita para Piano e Violino.
Adaptado para duo de Piano e Viola da Terra.

Excerto do “Recital de Viola da Terra Online” de 17 de Maio de 2020.

Pode assistir ao Recital completo aqui:
https://www.facebook.com/rafael.carvalho.12935/videos/4653468801344905/

ou aqui: https://www.youtube.com/watch?v=dnVjflZ0jPg

-2:15

morrem mais com ventilador????80% NYC COVID-19 ventilator patients die, doctors want to stop using – Business Insider

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Ventilators are an extreme attempt to get oxygen into patients’ lungs, and some doctors want to find more efficient methods of treatment.

Source: 80% NYC COVID-19 ventilator patients die, doctors want to stop using – Business Insider

açores maio 2020 causa mortis

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citarei agora Zack Magiezi:

“Causa mortis: traumatismo craniano. Fruto de mergulho profundo em pessoas rasas.”

 

 

Estamos a falar evidentemente do bom povo português. A “raça abjeta” congenitamente incapaz de que falava (esse eterno frustrado) Oliveira Martins e que aqui poderia ter escrito:

Um povo cretinizado, obtuso, que se arrasta subjugado, sem lamúrias, a não ser à mesa do café enquanto vê o futebol pois a crise não lhe permite ter TV Sport em casa, sem um lamento, sem um gesto de rebeldia, tão pouco de raiva, nem que seja surda e muito menos de revolta. Um povo que se deixa levar, indiferente e passivo, por políticos sem escrúpulos, mentirosos congenitamente compulsivos, e por múmias silentes, em estado adiantado de decomposição mental, rodeadas de pompa e circunstância e dezenas de servis conselheiros pagos a preço de outro para bajularem. Afinal, a solução dos seus problemas poderia ser bem simples, a desobediência civil que deitaria abaixo esses castelos de cartas nas nuvens . Os pobres (de espírito) alinhavam sempre com os que pareciam ter o poder e assim os legitimavam. Sempre comeram e calaram, gratos pelas migalhas, ou moedas que os senhores feudais jogavam pelas seteiras do castelo quando a turba suplicava por tais migalhas para enganar a fome. Este povo inventou a padeira de Aljubarrota, a Maria da Fonte, a Velha da Ladeira (guerras liberais, São Miguel, Açores) e outras figuras lendárias para escamotear o facto de se tratar de uma populaça perenemente amodorrada e crassa, capaz de aceitar todos os sacrifícios. Basta atentar na lenda das tripas na defesa de Portucale. Povo de chapéu na mão, espinha dobrada até beijar o chão dos senhores feudais, que sempre o espoliaram, antes de recuarem, gratos e venerandos pelas migalhas, bendizendo a generosidade dos seus donos.

Eu vivi nesse país, nesse “sítio” de que falava Eça, nessa “piolheira” a que el-rei Dom Carlos se referia (um país de bananas governado por sacanas), também fui governado por gente como o douto Conde de Abranhos “Eu, que sou o governo, fraco, mas hábil, dou aparentemente a soberania ao povo. Mas como a falta de educação o mantém na imbecilidade e o adormecimento da consciência o amolece na indiferença, faço-o exercer essa soberania em meu proveito …” Ontem como hoje. O verdadeiro esplendor de Portugal.

contradição lexical no brasil

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23:59 – “Vai pra Cuba, vai pra Venezuela”.

00:00 – “Regime democrático militar já”. 🤦‍♂️

Em Brasília, manifestantes se concentraram em um ato em apoio ao presidente Jair Bolsonaro. A manifestação começou por volta das 10h e acabou no início da tarde, às 14h.

 

Em Brasília, manifestantes se concentraram em um ato em apoio ao presidente Jair Bolsonaro. A manifestação começou por volta das 10h e acabou no início da tarde, às 14h.

covid e muiltas no qatar

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CURIOSIDADE: SEM MÁSCARA MULTA DE 50.800 €!

No Qatar, um Estado do Golfo com 2,75 milhões de habitantes e 1,1% de Covit-19 infectados, quem for encontrado em público sem máscara, a partir de domingo, tem de contar com prisão até 3 anos além de multa até 50.800 euros.

Maior percentagem de infectados só há em São Marino e no Vaticano.

destruição de património em macau

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URBANIDADES


PATRIMÓNIO DE MACAU – A DESTRUIÇÃO DO BAIRRO ALBANO DE OLIVEIRA

Posted: 17 May 2020 04:08 AM PDT

Comandante Albano de Oliveira Governador de Macau (1947 – 1951)
O Comandante da Marinha, Albano de Oliveira, terá sido dos poucos governadores que Macau teve que conhecia previamente a então “Província”, por aqui ter passado parte da sua infância e juventude, conforme nos diz João Botas.
Deixou obra feita, como o Edifício das Repartições, agora denominado “antigo tribunal”, Escola Luso-Chinesa Sir Robert Ho Tung e, entre outras, as habitações para funcionários num bairro, inaugurado em 1949, que lhe tomou o nome e onde meus pais foram os primeiros habitantes.
O airoso bairro Gov. Albano de Oliveira, acabado de construír, e ainda sem árvores 1949.
Este bairro, de oito casas-moradias com jardins, quatro de um lado e quatro de outro, albergava 16 famílias, uma no rés-do-chão e outra no primeiro andar, com uma rua interior pelo meio, a Rua Governador Albano de Oliveira.
Um dos topos confinava com a Av. Coronel Mesquita, onde se situava o templo de Kun Iam e, mais acima, o Colégio D. Bosco com o seu campo de futebol de sete. Estava, podia-se dizer, distante do centro da cidade, de tal modo que todas as crianças conheciam os motores dos carros de cada um dos habitantes.
Nesse bairro viveram professores do Liceu, médicos, o director dos Serviços Meteorológicos, funcionários superiores, etc.
Na canícula do Verão passavam por lá vendedores diversos, de vassouras, espanadores e outros objectos para a casa, até ao homem que, com duas latas aos ombros, vendia papo-secos, gritando pang quenti. Passava também o homem do chi cheong fan (massa de arroz cozida a vapor e enrolada sobre si mesma, regada com molho de soja, molho de sésamo, molho doce, sementes de sésamo) ou o vendedor de lulas fritas.
Chü cheong fan (massa em forma de intestino de porco)
Esse bairro onde tantos viveram, como em todos os bairros de Macau, ganhou características com o tempo, convivendo os filhos dos habitantes, de diferentes idades.
À esquerda, o futuro advogado Francisco Gonçalves Pereira e o futuro engenheiro Raimundo Arrais do Rosário, hoje Secretário para as Obras Públicas, no bairro, já com arvoredo.
Em nome da verdade é preciso dizer-se que a qualidade arquitectónica era comum a muitos lugares do chamado ultramar português. Eram habitações que tinham um modelo comum muito parecido como se pode ver na fotografia abaixo, mas que nem por isso as tornava menos confortáveis e, sobretudo, iniciadores de memórias e afectos comuns.
Outros bairros muito próximos, situados ao longo da Coronel Mesquita e cruzamento com a Francisco Xavier Pereira, tinham características semelhantes.
O bairro Albano de Oliveira assistiu ao fluir de gerações e de memórias inesquecíveis para os seus habitantes.
Perguntar-se-á o que o torna tão especial para merecer este registo. Infelizmente não é pela positiva.
Com efeito, em 1983, governando com arrogância e autoritarismo – o também oficial da marinha, Almirante Vasco de Almeida e Costa, que viria a ter veleidades de candidatura à presidência da república (o mal que Macau sempre fez aos pequenotes, destituídos e vulgares) – determinou a destruição do bairro Albano de Oliveira para, em seu lugar, se implantar um conjunto de quatro torres assentes sobre uma plataforma que seria um parque de estacionamento.
O assunto causou alguma celeuma, tendo o jornalista Hélder Fernando, que viria a ser meu muito querido amigo, referido o assunto neste seu texto do Jornal Tribuna de Macau.
Indiferente, no seu todo-poderosismo, o Almirante Almeida e Costa deu ordem de liquidação.
A última casa a ser demolida
Meu Pai, que juntamente com minha Mãe foram os primeiros inquilinos do bairro, faleceu precisamente em 1985. Não teria resistido a esta visão de destruição. A dele, a nosso, foi a última casa a ser destruída, sob a sombra horrenda do prédio miserável e medíocre que espreitava por trás. Ficou a fotografia, testemunho da barbárie insolente e arrogante de quem, julgando ser eterno, deixou dúvidas muitas sobre a razão subjacente à decisão que tomou.
O edifício Pak Vai
A especulação imobiliária, nascida a partir dos finais dos anos 1960 é, por definição local, a utilização máxima da área de implantação disponível sem quaisquer preocupações estéticas, num completo desprezo por cérceas ou preocupações semelhantes.
Área originalmente destruída está delimitada a vermelho enquanto que a zona delimitada
a amarelo e vizinha do campo de futebol, foi mantida, provavelmente por estar confinada ao cemitério.
Em artigo próximo, abordarei com maior profundidade e documentação, o que foi o Património edificado de Macau.
Neste texto resta apenas a memória de um dos muitos bairros de Macau, que ajudaram ao reforço da identidade de Macau no seu todo.