use máscaras, tem aqui dezenas de artigos científicos a provar que deve usar

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“My data-focused research institute, fast.ai, has found 34 scientific papers indicating basic masks can be effective in reducing virus transmission in public — and not a single paper that shows clear evidence that they cannot.”

You can make your own at home.

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  • Gonçalo Peres Tive que reforçar isso com a minha avó ontem, porque estava a ir na cantiga que lhe está a ser transmitida na televisão.
    Esta desinformação que tem havido em torno da utilização de máscaras, inclusivé por entidades oficiais portuguesas, está a levar muSee more
  • Antonio Araujo It is good to have evidence, but masks are a no-brainer. When something has such clear mechanism, low cost, and apparent lack of downside, it takes evidence to refute its use, not to recommend it. It has a high prior. And in decision theory, you go witSee more
  • Maxim Simões De Abreu Jaffe Sou a favor de instrumentos e medidas de segurança em geral e máscaras em específico, inclusive usei uma máscara (acho que tipo N95) no supermercado no outro dia (já tínhamos máscaras compradas antes da pandemia)! Como bom etológo no entanto tenho uma See more
    Risky business: safety regulations, risk compensation, and individual behavior
    INJURYPREVENTION.BMJ.COM
    Risky business: safety regulations, risk compensation, and individual behavior

    Risky business: safety regulations, risk compensation, and individual behavior

    • Leonel Morgado Tens aqui 34 artigos a dizer o que para mim é óbvio: para quem não é profissional de saúde, as máscaras, mesmo que meros lenços, funcionam de forma relevante (25% da eficácia das cirúrgicas).
      https://tiny.cc/maskswork
      masks-research
      DOCS.GOOGLE.COM
      masks-research

Texto português do século 16 mostra eficácia da quarentena – Sociedade – Correio da Manhã

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Quarentena ou o isolamento podem impedir a globalização de uma doença como a covid-19, que já provocou mais de 30 mil mortos.

Source: Texto português do século 16 mostra eficácia da quarentena – Sociedade – Correio da Manhã

açores a epidemia em 1918

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E continua o caráter tardio da política açoriana, para além do fim das ligações interilhas; do estabelecimento de lazaretos e encerramento das estradas de acesso ao aeroporto… o descontrolo cívico, para já em Rabo de Peixe (ver 1.º comentário). Lembro que em 1918, a Ribeira Grande foi o concelho mais descontrolado da ilha de São Miguel: “[…] A 5 de novembro a epidemia grassava com bastante intensidade por todo o município da Ribeira Grande, atingindo mesmo o Administrador do Concelho, razão pela qual o comandante da diligência militar assumiria essas funções . No “Açoriano Oriental” dessa semana, foi noticiado o estabelecimento de zonas médicas, com fundos que chegaram da capital e o fornecimento de alimentos e roupas a pessoas pobres. Foi proibido temporariamente o fabrico de queijo de vaca, para que o leite fosse utilizado na alimentação dos moribundos e recebido apoio médico por intermédio de um médico e quatro enfermeiros de Lisboa. O preço do álcool desceu e mudaram-se as peças no xadrez sanitário, passando o quintanista da vila do Nordeste para a Ribeira Grande. A intervenção do Alto Comissário da República nos Açores foi fulcral no desenrolar das medidas adoptadas, como adiante se explicará […]” in “A Grande Guerra nos Açores”, Letras Lavadas (2014); Caleidoscópio (2017). A malta de Rabo de Peixe tem que perceber que não se brinca com a vida dos outros. Patrulhamento intenso, 1.º aviso e ao segundo, caso passeie sem motivo aparente, detenção. Após alguns casos, serviria de exemplo a todos… (imagem IAC-azores.org)

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a china e os chineses em 1930

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A CHINA E OS CHINESES VISTOS POR UM PORTUGUÊS

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Miguel Castelo Branco

Os chineses vistos por um português

“Tendo visitado a China em 1930, António Lopes publicou no Diário da Manhã, Diário de Lisboa, Novidades e Voz de Macau uma série de reportagens sobre o Império do Meio. Texto de claro pendor sinófilo e declarada admiração pelo marechal Chiang Kai Schek, publicado no ano do início da guerra entre a China e o Japão (1937), exalta as qualidades da civilização chinesa e contém impressões sobre Macau, Hong Kong e Cantão”, Miguel CB – Os Portugueses e o Oriente: Sião-China-Japão (1840-1940). Lisboa: BN, 2004.

1. Ordeiros e trabalhadores
“São simpáticos os chineses. E entre todos os tipos humanos conhecidos eles são, sem dúvida nenhuma, dos mais merecedores da nossa consideração. Porque são ordeiros, trabalhadores, hábeis, empreendedores, bons chefes de família, económicos e respeitadores das leis e dos contratos. Nem todos os povos possuem tais e tantas qualidades”.

2. Preconceitos e estereótipos
“Geralmente, quando se fala dos chineses, vem logo à superfície a pirataria e a corrupção – as piores coisas que se encontram na China – mas raras vezes se lembram as boas qualidades, como se na Europa não existissem ladrões e assassinos, e os bandidos da Calábria; e como se na América não andassem à solta milhares de gangsters e um bom razoável número de Lampiões”.

3. Gente honrada
“São honrados os chineses, e homens de palavra, apesar de a pirataria e a corrupção darem por vezes a impressão do contrário. A maior prova dessa honradez está na maneira, única em todo o mundo, como os bancos chineses trabalham com os seus clientes, proporcionando-lhes toda a qualidade de operações bancárias, mesmo empréstimos, sem qualquer documentação, e apenas sob palavra [de honra]”.

4. O lugar de Portugal
“Convém acentuar aqui que Portugal não aparece envolvido em nenhum dos graves conflitos com a China nem em nenhum dos grandes negócios que animam a acção dos estrangeiros (…). Tanto no seu próprio interesse, como no interesse da China e do mundo, Portugal deve retomar o seu lugar de outrora, movimentando e criando riqueza, mas, como sempre, sem atentar contra os interesses chineses e sem criar ódios que os outros [britânicos, americanos, etc] têm criado com os seus exageros e as suas violências”.

ESPERO QUE NENHUM DESTES INFETADOS FOSSE DOS QUE QUERIAM IR DE FÉRIAS

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Só espero que destes 15 casos novos, comunicados hoje, não tenha ninguém dos que querem ir de férias…era uma grande chatice ficarem com as férias estragadas.
Como era de esperar, os casos começam a aparecer e se NÃO FICAR EM CASA, será sempre um meio de transporte do VÍRUS.

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Texto de Gustavo Carona médico Anestesista e Intensivista

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Pedro Tradewind Salgueiro to COVID-19 Açores

Diário de um Médico Intensivista

Isto assusta.
Há muito que acredito que a coragem não é a ausência do medo. A coragem é o que sobra quando a motivação ultrapassa o medo. Porque medo temos todos. Mas o que eu tenho visto à minha volta é uma motivação que me emociona. Vejo os fracos a fazerem-se fortes, vejo os fortes a transformarem-se em super-heróis. Mães de família a fazerem do Rambo um bebé chorão. Vejo gente com uma garra e com uma fibra, que me faz agradecer ao mundo por partilhar o ar que respiram. Vejo uma união, uma coesão que parece um muro de escudos dos Vikings. Se um cai, todos os outros juntam-se mais fortes. Já caíram alguns: “deu positivo” e vão para casa desfeitos de cabisbaixo, não pela doença em si, mas porque por uns tempos não podem ajudar. Mas ajudam. E muito. Agarram-se aos livros, ao estudos infinitos, aos vídeos que saem a cada hora, e mastigam a “matéria” para todos nós. Custa mais estar em casa, do que estar a trabalhar. Eu dei negativo. Foi das esperas mais dolorosas da minha vida. Nunca fiquei tão contente por poder trabalhar. A quarentena é um luxo a que nós não nos podemos dar. Assumimos que estamos infectados e separam-nos da nossa família e amigos, a sonhar com o dia em que voltemos a dar um abraço.
Todos nós já chorámos. Quem não chorou aconselho seriamente que o faça. Mas por fora estamos a sorrir, estamos fortes, e estamos motivados.
A merda das máscaras e dos fatos, são quentes, são desconfortáveis, e fazem comichão. É um suplício que só tende a piorar.
É horrível ter de falar com os familiares pelo telefone. Imaginamos a ansiedade de quem está do outro lado da linha. Prometemos dar o nosso melhor, as pessoas sabem que sim. Falamos sempre a verdade. Mas não é fácil porque estamos todos a aprender. Apesar de devorarmos tudo o que da China e Itália nos chega em termos de ciência (muito obrigado aos que fazem ciência no meio desta catástrofe!! OBRIGADO), há sempre um caminho individual e de grupo que temos que ser nós a percorrer. Isto assusta, principalmente pela projecção que podia ser um dos nossos.
E não é nos ventiladores que isto me preocupa mais (também me preocupa), é nos recursos humanos. Formar médicos e enfermeiros e auxiliares, em Cuidados Intensivos demora anos. Os que cá estão são incríveis, mas onde é que se vai buscar mais?
Isto assusta. Mas com toda a sinceridade assusta-me mais os danos colaterais deste confinamento. O impacto psicológico de quem não sai de casa, a violência doméstica, os que morrem por falta de afectos, os que vão para o desemprego e os que estão a passar fome. Pensem que mais do que nunca há uma linha que une a humanidade e só #vaificartudobem, se alguns tirarem os zeros das contas para dar aos mais pobres.
Deu-se a primeira alta dos Cuidados Intensivos. Estava ao lado dela quando a ligamos ao ventilador e quando passados uns dias lhe retiramos o ventilador para voltar a respirar sozinha. Se me vir um dia na rua, não vai saber quem eu sou, mas eu vou levá-la comigo para sempre. Sempre foi assim a vida de um Intensivista. A primeira batalha está ganha e vieram lágrimas das boas aos olhos a toda a equipa, mas a guerra ainda nem começou.
A coragem é o que sobra da motivação quando ultrapassa o medo. Motivem-se com o Amor ao ajudar quem mais precisa, hoje e sempre.
Texto de Gustavo Carona/Comunidade Cultura e Arte
O Gustavo tem 39 anos é do Porto e é médico Anestesista e Intensivista. Já fez 13 missões humanitárias e escreveu o livro “O Mundo Precisa de Saber”.

Chinesa presa contaminando supermercado na Austrália e outra sendo filmada na Itália – Que loucura

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https://youtu.be/eobZy8jcGp8

https://l.messenger.com/l.php?u=https%3A%2F%2Fyoutu.be%2FeobZy8jcGp8&h=AT23ZS2PB5BIozZikIe0hNTRman7J2quCOh3OqFuJh9-aqF0vcZa8Bsz57aoNfNOy5M20ZSlAP7LbeZCYHt9pOeGjvZ4T8Y8vLsxoyDxeqg16zLcZWJ2-W_cm91HwcF_Ig

há privilegiados em portugal em tempo de covid19

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QUEM DISSE QUE O COVID 19 TOCA A TODOS ?
REPUGNANTE LUXÚRIA
(É um texto longo mas vale a pena ler)

“Em Portugal existe, pelo menos, uma pessoa a recorrer a um jato privado para recolher a família espalhada pelo mundo e recolocá-la numa ilha paradisíaca.

A Quintessentially Portugal, multinacional de serviços de consierge de luxo, não revela a nacionalidade do membro (nem a ilha de destino), mas confirma tratar-se de um residente em Portugal. Tutores à distância, chefes de cozinha em casa, produtos gourmet, máscaras e gel de álcool ao domicílio são alguns dos luxos mais procurados, entre portugueses e estrangeiros com morada em território nacional, de acordo com a informação fornecida por Paulo dos Santos, CEO da Quintessentially Portugal e para a região de África, que se escusa a revelar o número de sócios. Ainda mais difícil de detetar são os possíveis milionários e bilionários a residir em Portugal, que recorrem a estes serviços por meios próprios ou sem intermediários.

(…) Para os mais precavidos (ou paranoicos), lidar com o coronavírus passa por garantir no local de recolhimento um médico e uma enfermeira, além de kits de diagnóstico e a sua própria unidade de cuidados intensivos, apavorados com a escassez de ventiladores, caso tenham sintomas. Chefe de cozinha, tutor para os filhos e massagista (para aliviar a ansiedade) são outros dos luxos. Toda esta logística é operacionalizada na residência, na casa de férias ou em barcos, pessoais ou alugados.”

(LEIAM MAIS NESTA NOTÍCIA DO EXPRESSO).

Na crónica ‘Sem Preço’, a jornalista Catarina Nunes escreve sobre a corrida aos jatos privados e às ilhas paradisíacas (há um caso em Portugal), e o emagrecimento das fortunas dos mais ricos do mundo