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Isso acima de tudo é alarmismo (com interesses) e intoxicação total, com a cobertura das TVs e Jornais…


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Isso acima de tudo é alarmismo (com interesses) e intoxicação total, com a cobertura das TVs e Jornais…

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//CORONA VIRUS E O PEDITÓRIO//
Quando era mais cachopo, vibrava com teorias da conspiração. Houve uma fase, ali pelos 16, que tinha uma especial predileção pelas histórias de extraterrestres e da sua conivência com Governos de todo o mundo.
Cresci, tive que me render a que as conspirações não existem, porque as pessoas nem para escolher a salada costumam estar de acordo, quanto mais para gizar elaborados planos de domínio do mundo.
Mas há coisas que ficaram desses tempos. Uma delas é a de não dar para certos peditórios, que, não sendo, parecem-se com as histórias de conspiração.
O meu país não regista qualquer caso. Do que se conhece, a mortalidade deste virus é semelhante à de qualquer outro de uma gripe. Até aos 50 anos, a mortalidade, mesmo em grupos de risco, é próximo de nula. Não obstante, no meu país, já esgotaram as máscaras, há escolas a fechar, o espaço mediático está colonizado com este assunto. Há dinâmicas sociais que não consigo entender mas eu, desculpem a aparente soberba, para este peditório não dou.

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No Brasil ao menos 57.485 casos de dengue foram notificados ao Ministério da Saúde em 35 dias. Várias cidade já decretaram estado de epidemia.
Source: Epidemia ignorada: Brasil tem 57,4 mil casos de dengue em um mês
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Um ministro com ódio de estimação
O Ministro Augusto Santos Silva tem um ódio de estimação pelos Açores.
Já vem de longa data, desde que foi braço direito de José Sócrates.
Na altura detinha o pelouro da Comunicação Social e foi o ministro que pior tratou a RTP-Açores, deixando que ela entrasse no limbo da morte lenta.
Faz agora exactamente três anos que o Ministro dos Negócios Estrangeiros voltou a desconsiderar os Açores e os compromissos entre o seu governo e o Governo Regional.
Foi na célebre intervenção na Assembleia da República, ao considerar que os 167 milhões de euros inscritos no PREIT (Plano de Revitalização da Terceira), que deviam ser exigidos aos EUA para descontaminação ambiental, “valiam zero”!
E foi mais longe, confessando-se “absolutamente estupefacto” com as exigências açorianas contidas no PREIT.
“Ninguém aprova uma coisa que exige a um governo nacional que exija a um governo estrangeiro que financie em 167 milhões de euros o orçamento nacional do país sem sequer contactar antes esse governo estrangeiro”, criticou então o chefe da diplomacia portuguesa.
Veio a seguir um coro de protestos, com Vasco Cordeiro a lembrar ao ministro que ele tinha estado ao lado de António Costa, na ilha Terceira, onde foi assinado este compromisso.
Reconhecendo que tinha posto a pata na poça, Santos Silva veio depois em recuo, dizendo que aquela verba e o PREIT “eram apenas uma referência”.
Agora voltou a dar sinal de vida relativamente ao seu ódio de estimação.
Sobre a renegociação do Acordo das Lajes, que a Cônsul dos EUA nos Açores disse esta semana que competia a Portugal iniciar o processo, o Ministro dos Negócios Estrangeiros disse no parlamento, em resposta ao deputado Paulo Moniz, que Portugal não ia pedir a revisão do Acordo e depois ironizou, tratando-nos, a nós açorianos, como se fôssemos uns tontinhos que não percebem da matéria e que tinha outras prioridades relativamente às Lajes.
O que o ministro certamente se esqueceu (ou talvez não) é que Vasco Cordeiro, Presidente do Governo Regional, já há vários anos que vem dizendo que o Acordo devia ser revisto.
O ministro insultou-nos a todos e insultou o Presidente do Governo com a sua resposta irónica.
Vasco Cordeiro respondeu-lhe à letra, também com ironia, mas parece tudo inconsequente.
Já é tempo dos Açores tomarem uma posição conjunta – Governo e Assembleia – de protesto contra este ministro e pedir explicações a António Costa sobre este ódio de estimação por parte de Santos Silva.
É claro que nada vai acontecer.
Há outros interesses que rodeiam estas polémicas e estamos em ano eleitoral.
Mais: este ministro foi essencial ao famigerado governo de Sócrates e volta a ser a António Costa, porque os líderes partidários precisam de alguém que faça este papel, o de “quem se mete com o governo, leva!”.
Um ministro com este carácter não merece qualquer consideração de um povo.
Ainda vamos ver, quando ele se deslocar no próximo mês a estas ilhas, para um Conselho de Ministros, a ser tratado com abraços e pancadinhas nas costas.
A hipocrisia da política dá para tudo.
(Osvaldo Cabral – Diário dos Açores de 29.02.2020)

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Fiquei a saber pelas notícias, e não só, que “O processo que a Câmara Municipal da Praia da Vitória e o seu Presidente Tibério Dinis” disseram ter-me posto, afinal paira no ar como ameaça.
Passo a reproduzir a notícia do jornal Diário Insular: “Contra professor da UAç – Félix Rodrigues: Processo fica a pairar”.
“Está pronto para ser entregue aos tribunais o processo contra o professor da Universidade dos Açores, Félix Rodrigues, que tem sido das vozes mais críticas face ao problema da contaminação no concelho da Praia da Vitória, revelou ontem, em Assembleia Municipal, o presidente da autarquia, Tibério Dinis.
Afirmou que, por agora, o município não avançará com o processo cível, dado que o investigador não voltou a colocar em causa a segurança e qualidade da água abastecida à população. “Nunca mais houve nenhuma declaração sobre a qualidade da água fornecida pela Praia Ambiente. Havendo, estamos prontos para avançar”, disse o autarca.
DI questionou Tibério Dinis sobre esta posição. Pode ser entendida como uma ameaça? “Não. A partir do momento em que há uma pessoa que faz ataques à qualidade da água, ao serviço de uma empresa, as empresas têm o direito de se defender. A Câmara Municipal da Praia da Vitória é a dona desta empresa”, frisou.
A Câmara Municipal da Praia da Vitória anunciou que ia processar Félix Rodrigues em setembro de 2019, exigindo o ressarcimento dos danos patrimoniais à Praia Ambiente e dos danos não patrimoniais à Praia da Vitória.”.
Tudo isto ainda é mais coerente quando se informa que, de acordo com a mesma notícia:
“O presidente da Câmara Municipal da Praia da Vitória, Tibério Dinis, anunciou, ontem, ter entregue ao Ministério da Defesa Nacional um projeto de intervenção na rede de abastecimento de água do concelho que chega a cinco milhões de euros.
Esta medida apresentada em dezembro do ano passado ao Governo da República visa permitir a desativação dos furos que neste momento estão a ser monitorizados, substituindo-os por outras fontes de abastecimento.
O investimento seria totalmente suportado pelo executivo liderado por António Costa, dado que estes furos estão a ser monitorizados devido ao problema de contaminação de solos e aquíferos no concelho.
A contaminação nasceu devido à presença militar dos Estados Unidos da América, ao longo de décadas, na Base das Lajes.
Com a intervenção, passaria a ser utilizada a nascente da Agualva, um furo junto ao Clube de Golfe e um furo explorado pelo IROA, no Cabouco do Cume, sendo substituídos os três furos atualmente monitorizados.
Tibério Dinis sublinhou que os furos que estão a ser atualmente utilizados não colocam perigo à população, dado a qualidade da água cumprir todos os parâmetros legais. “Só os encerramos se quisermos. Não há razão nenhuma para o fazer. Se for necessário, temos outra fonte de água. O objetivo é desativá-los, também porque, independentemente da questão da contaminação, estas novas fontes de água têm mais qualidade”, explicou.
Sublinha que a “água de nascente é sempre melhor”.
A intervenção seria realizada nos mesmos moldes da empreitada de adução e abastecimento de água a Santa Rita/Juncal, isto é, sem custos para a autarquia.
Tibério Dinis avançou não ter por agora uma resposta do ministério responsável pela área da Defesa. “Introduzimos esse assunto em dezembro, numa reunião. Esperamos avançar o mais breve possível, mas sabemos que é um processo que, normalmente, demora”, adiantou, questionado pelo DI à margem da Assembleia Municipal.”
Finalmente: Eu não faço bluff e direi sempre alguma coisa sobre a água da Praia, se o que tiver que dizer for pertinente.

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CIVISA esclarece que fenómeno natural não tem origem vulcânica
Em virtude da descoberta de um buraco fumegante no passado dia 25 de fevereiro foi deslocada à ilha de Santa Maria uma equipa do CIVISA – Centro de Informação e Vigilância Sismovulcânica dos Açores que esteve hoje no terreno e atestou que “não estamos perante um fenómeno vulcânico”.
Fátima Viveiros, investigadora do CIVISA, esteve durante a manhã de hoje, dia 28 de fevereiro, a monitorizar a temperatura e a investigar os gases libertados no local junto ao Barreiro da Faneca e explica que “medimos temperaturas à volta dos 40 graus e existem gases a serem libertados. Para além do vapor de água que é aquilo que é visível, o gás que está a ser libertado é o dióxido de carbono que é um gás que existe quer nos sistemas vulcânicos, quer associado à decomposição de matéria orgânica”.
A investigadora garante que “na cavidade em que se observam mais emissões, o dióxido de carbono que está a ser libertado é proveniente da combustão e da decomposição da matéria orgânica, porque inclusivamente vêm-se pequenos pedaços de madeira dentro da cavidade.”
Os técnicos do CIVISA sublinham que a rejeição de estarmos perante uma contribuição vulcânica dá-se uma vez que “o fenómeno está circunscrito àquela zona, em volta não se encontram valores anómalos, e para além disso não tivemos outro sinal de actividade vulcânica, a sismicidade está muito tranquila portanto não é um fenómeno com o qual nos devamos preocupar”.
Todavia a investigadora deixa o alerta “a zona está vedada e deve assim permanecer porque o terreno está a ceder, hoje por exemplo que já choveu e com o calor que vem de profundidade irá continuar a ceder e pode inclusivamente abrir mais cavidades e por isso há o perigo das pessoas caírem e 40 graus podem causar queimaduras graves” e por isso a investigadora aconselha a população “ a seguir as regras e respeitar o perímetro de segurança imposto para evitar acidentes”.

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O primeiro caso de suspeita de infeção pelo novo coronavírus (Covid-19) nos Açores teve resultado negativo, revelou hoje o Governo
Source: Caso suspeito nos Açores com resultado negativo – Jornal Açores 9
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O presidente da Comissão Política de Ilha de São Jorge do PSD denunciou hoje que as repartições de finanças de Velas e Calheta deixaram de aceitar pagamentos em dinheiro, o que vai “condicionar a vida dos contribuintes, sobretudo os mais idosos”. “Desde o início de fevereiro que os serviços de finanças de Velas e Calheta […]
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Empresários do Turismo Rural pedem orientações sobre coronavírus
Na reunião da Assembleia Geral das Casas Açorianas – Associação de Turismo em Espaço Rural, com vista à eleição e tomada de posse dos órgãos sociais desta associação, não passou despercebido a doença infecciosa causada pelo Coronavírus (covid 19).
Depois de algum debate sobre estas preocupações, entendeu a Assembleia Geral desta associação, recomendar a o órgão directivo para “envidar as melhores diligências para junto da Direcção Regional de Saúde, recolher informações de como lidar para proteger as suas unidades e os seus clientes, perante a ameaça desta epidemia”.
“No pressuposto que estes estabelecimentos de alojamento recebem turistas de todos os continentes, nomeadamente o Asiático e Europeu”, argumentam os empresários do turismo rural.
“Sabemos que somos uma região isolada do espaço continental, mas porque a preservação deve ser a medida que urge a implementar”, concluem.
Na sequência de eleições estatutárias, a nova equipa dirigente das Casas Açorianas – Associação de Turismo em Espaço Rural, tomou posse.
Gilberto Vieira mantém-se como Presidente
Gilberto Vieira chamou a si gente dinâmica com peso na actividade, desde logo o Presidente do Conselho Fiscal, Manuel Bem, das Casas da Fajã , da ilha do Faial, que é contabilista certificado tendo como secretários Maria Salomé Medeiros da Quinta da Ribeira da Urze e Mónica Goulart da Adega do Canto, associados da ilha do Pico, lê-se no comunicado.
Como Secretário Geral tomou posse António Gomes, da Casa dos Vimes da ilha de São Jorge.
Conhecedor da actividade turística por diversas funções exercidas neste sector, o micaelense Rodrigo Rodrigues, é o Presidente da Assembleia – Geral, proprietário da Casa dos Barcos, localizada na margem sul da Lagoa das Furnas, tendo como secretários Alexandra Vieira da Casa da Igreja Velha e Aurélio Martins do Moinho das Feteiras.
“Outros dinâmicos elementos fazem parte da Direcção nomeadamente Ana Catarina Rodrigues da Quinta do Paraízo e Esmeralda Moreira da Quinta Nossa Senhora de Lurdes, da ilha de São Miguel”, anuncia a associação.
Consolidar a marca Casas Açorianas
Consolidar a credibilidade da marca Casas Açorianas é um dos objectivos da nova equipa, que engloba pessoas “que acrescentam uma nova energia à Associação de Turismo em Espaço Rural”.
Gilberto Vieira reafirma que “os objectivos da lista agora eleita passam pela continuação de um trabalho que nunca se pode dar por concluído, face aos constantes novos desafios que se vão colocando na vida de uma associação. Acresce que a equipa eleita engloba um conjunto de pessoas que acrescentam uma nova energia às Casas Açorianas e esse é um capital que nenhuma associação pode desperdiçar. É baseado num conjunto de ideias que sintetizamos no nosso programa de acção, proveniente de muitos contributos, que acreditamos estar perante um entusiasmante novo fôlego na vida da nossa instituição”.
Plano de Acção para 2020/23
Ainda com muita margem de afirmação, Gilberto Vieira esclarece que “é neste contexto, que esta nova Direcção propõe-se desenvolver um plano de acção para o triénio 2020/2023 alicerçado num conjunto de linhas orientadoras tendentes ao desenvolvimento da Associação e consequentemente, acrescentar mais-valias para os associados.
Esse trabalho implica, necessariamente, a consolidação de parcerias e a busca de outras, condição primordial para potenciar a visibilidade e eficácia das Casas Açorianas, em prol do desenvolvimento do Turismo Rural e do êxito dos empreendimentos que compõem a Associação”.
(Diário dos Açores de 29.02.2020)

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Diretora-Geral da Saúde explicou o que deve ser o “distanciamento social” recomendado como uma das medidas de prevenção do Covid-19 e anunciou que ainda não há casos positivos em Portugal, mas “há sete ou oito casos à espera de resultados”
Source: Graça Freitas: ″Não nos devemos beijar todos os dias e a toda a hora″ – DN