as injustiças da dita justiça

Manuel Rosa

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Enquanto a justiça deixa políticos, banqueiros e vigaristas roubar e rirem-se de nós, a injustiça por vezes deixa-nos com vontade de chorar……

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Estou solidário com Manuel Moniz!

Manuel Moniz é uma personalidade multifacetada: jornalista, músico e produtor de plantas aromáticas. Admiro a forma – digamos assim – harmoniosa como ele tem, ao longo dos anos, sabido conjugar essas actividades tão diferentes, sendo que todas lhe dão satisfação e realização pessoal.
Durante vários anos, foi o “executivo” do velho jornal micaelense “Diário dos Açores”, onde prestou bons serviços e deixou a marca do seu inegável talento, em reportagens, artigos de opinião e notícias.
Entretanto, deixou o jornal, ao que parece, na sequência de uma elevada multa que lhe foi aplicada por decisão judicial. Um trabalho jornalístico está na base do processo. A empresa proprietária do jornal, a igualmente velha mas também prestigiada “Gráfica Açoriana, Ldª”, recusa pagar parte da multa.
Face à elevada multa, Manuel Moniz tem já uma ameaça de penhora da sua casa e lançou um pedido público de ajuda para tentar inverter esse processo. É uma situação que nunca devia ter chegado a este extremo!
O presidente do Conselho de Administração da “Gráfica Açoriana, Ldª”, Américo Natalino de Viveiros, só pode estar mal aconselhado nesta matéria. Um homem como ele, que foi deputado à Assembleia Constituinte, secretário regional no Governo da Região Autónoma dos Açores e presidente de uma empresa pública, tem uma imagem a defender e a preservar. Penso eu! Conduzir o processo em questão até ao extremo não credibiliza ninguém!
Manuel Moniz, enquanto jornalista do “Diário dos Açores”, foi pago como tal. Com certeza! Mas há valores que não são possíveis de pagar em dinheiro. Ele, de facto, prestou bons serviços ao jornal e garantiu quase só a publicação do mesmo durante muito tempo. Na situação em causa, a “Gráfica Açoriana, Ldª” deveria reconhecer isso e contribuir para o pagamento da multa.
Custa-me assistir a essa situação, sem que surja alguém, pelo menos que eu saiba, que ajude as partes em litígio a encontrarem – com a dignidade que todos têm e merecem – uma solução consensual e amigável: longe dos tribunais, com recato e superioridade de espírito. Façam um esforço nesse sentido e, certamente, haverá o entendimento próprio das pessoas de bem.
Gosto muito da “Gráfica Açoriana, Ldª”, fui seu funcionário há muitos anos como jornalista, mas estou solidário com Manuel Moniz, uma solidariedade que já manifestei e que, neste momento, reafirmo, sem qualquer hesitação e com toda a convicção.
Se eu, com este modesto texto, puder contribuir para uma solução do problema em causa, ficarei muito feliz, porque tenho consideração por Manuel Moniz e tenho também consideração pela “Gráfica Açoriana, Ldª”.

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Chrys Chrystello jornalista, tradutor e presidente da direção e da comissão executiva da AICL