Mais amor, mais orgasmos, e mais respeito,

Cisexual, Transsexual, Transgênero, Trans*, Transfóbico, Disfórico, Transição, Bissexual, Bigênero, Trigênero, Muitigênero, Poligênero, Pangênero, Omnigênero, Demigênero, Apragênero, Maverique, Binário, Não-binário, Queer, Genderqueer, Género-fuído, Genderflux, Andrógino, Andrógina, Andrógine, Agénero, Gênero-neutro, Intergênero, Dyadic, Genderindifferent, Graygender, Gay, Hetero, etc.

Certamente é preciso um desses masters em «Identidade de gênero» para compreender tanta palavrinha, e mais quando muitas delas são definições absurdas.

Eu nego-me, pois para mim só existem PESSOAS e sua sexualidade e identidade de gênero são questões da sua SOBERANIA e LIBERDADE sexual e afetiva dentro do âmbito da intimidade das pessoas (embora a expressem livremente) e não sou eu quem se vai intrometer nelas, como também não vou dar um trato diferente (positivo ou negativo) uma pessoa em função da sua identidade de gênero.

Tanta definição e teoria de gênero dá de comer a muitos charlatães, mas não soluciona os problemas de gênero dessas pessoas. Tanta classificação e diferenciação só serve para a marginação (ou automarginação) da gente.

Mais amor, mais orgasmos, e mais respeito, e menos merda de psicólogos ianquis!

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Publicado por

lusofonias.net

Chrys Chrystello jornalista, tradutor e presidente da direção e da comissão executiva da AICL