Morre em Santarém à espera do INEM. “Pegue na sua mãe e vá para hospital” – Notícias ao Minuto

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Uma doente cardíaca de 73 anos morreu após 30 minutos à espera do INEM. Perante a demora, o técnico de emergência médica sugeriu ao filho da vítima levá-la ao hospital. E foi isso que ele fez. Quando a ajuda médica chegou, a família já estava na unidade hospitalar.

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proezas do nevoeiro SATA

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A SATA acaba de conseguir mais uma proeza. Depois destes dois dias no aeroporto e vários voos alterados ou cancelados, alteraram o meu voo PDL-TER para dia 3. O curioso é que na mesma reserva tenho o regresso TER-PDL para amanhã. Amanhã, dia 1!
Se alguém souber como se faz o regresso antes da partida, que me diga. Desta vez não é para uma amiga…
É muito nevoeiro… Até na cabeça de alguns.

Pedro Paulo Camara

Eu rio, mas é dos nervos. É que eu hoje já sobrevoei S. Miguel, já estive na Terceira, já regressei a Lisboa, já fui cancelado, adiado, colocado noutro voo, enfiado noutro autocarro para voar, expulso do mesmo e novamente cancelado, e agora aqui preso em Lisboa sem ninguém que nos diga em que voo estamos. Ieiiii

Robô agarra estudante em apresentação na China e vídeo gera debate

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Um robô humanoide supostamente perdeu o controle e agarrou uma estudante durante um evento universitário em Xi’an, na província de Shaanxi, no noroeste da China. O vídeo capturando o momento chamou atenção nas redes sociais. Os internautas já foram aos comentários debater se aquilo não foi um ato humano com segundas intenções. O caso aconteceu dura…

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Director de RH de hospital acusado de prender trabalhadora a uma cadeira – ZAP Notícias

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A trabalhadora terá sido presa com fita-cola a uma cadeira e impedida de se levantar, até que terminasse uma tarefe que não teria executado por “ter estado a enviar emails”. O director do Serviço de Gestão de Recursos Humanos da Unidade Local de Saúde Lisboa Ocidental (ULSLO) é acusado de ter prendido uma trabalhadora a uma cadeira com fita-cola para a obrigar a concluir uma tarefa. O caso, avançado pelo jornal Público, terá ocorrido há cerca de duas semanas no Hospital de São Francisco Xavier e foi denunciado pela Ordem dos Enfermeiros à Inspecção-Geral das Actividades em Saúde (IGAS). Segundo

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Acabo de ler a melhor explicação sobre o nosso nevoeiro: Catarina Valadão –

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Acabo de ler a melhor explicação sobre o nosso nevoeiro: Catarina Valadão – A região autónoma do nevoeiro

Há fenómenos meteorológicos e depois há o nevoeiro açoriano. O nevoeiro açoriano não é uma condição atmosférica. É um regime político. Instala-se, toma posse do território e governa sem oposição durante dias. Celebra a sua autonomia. A certa altura deixa de haver céu. Deixa de haver horizonte. Deixa de haver ilha. Há apenas uma espécie de fumaça branca onde se suspeita que depois dela existam vacas, montanhas e aeroportos. Os aeroportos, aliás, transformam-se numa experiência filosófica. Já não são infraestruturas de transporte. São centros de reflexão sobre a fragilidade da condição humana.

Ao segundo dia de espera, o passageiro começa a perder as referências temporais. Pergunta que dia é hoje. Ninguém sabe. Pergunta quando parte o voo. Ninguém sabe. Pergunta se existe voo. Ninguém sabe. O painel informativo converte-se numa obra de arte conceptual. Durante horas apresenta a mesma mensagem: “atrasado”, “divergido” ou “aguarde novas informações”. Os passageiros espalham-se pelo terminal como sobreviventes de uma expedição polar. Há quem ocupe estrategicamente três cadeiras. Há quem construa uma pequena fortaleza com malas de cabine. Há quem já tenha desenvolvido relações familiares profundas com o vendedor da loja Duty Free. Ao terceiro dia, começam a surgir comunidades organizadas. Há o grupo dos pessimistas, o grupo dos que juram ter visto uma aberta no nevoeiro e o grupo dos que acreditam que o aeroporto é agora a sua residência fiscal. O mais extraordinário é que as condições do aeroporto evoluem exatamente à mesma velocidade que as condições meteorológicas: nenhuma.

Fora não se vê um palmo à frente do nariz. Dentro também não se vislumbra uma solução. Os bancos continuam concebidos para impedir qualquer forma de conforto humano. As informações continuam vagas. Os carregadores continuam ocupados por aparelhos ligados desde a administração do primeiro presidente do governo regional. E todos aguardam. Os Açores conseguiram inventar uma experiência turística única: o campismo aeroportuário involuntário. É possível conhecer melhor o terminal do que a ilha. Observa-se mais o ecrã das partidas do que a paisagem. Colecionam-se mais vales de refeição do que fotografias. E depois do vale utilizado vem o anúncio final: “o seu voo foi cancelado”. De seguida chegam as mensagens das companhias aéreas, verdadeiras obras-primas da literatura minimalista: “Entre em contacto com a sua companhia” ou “Aguarde por novas informações”. Como se o passageiro ainda não estivesse precisamente a tentar contactar a companhia há horas, enquanto aguarda por informações desde a última era geológica. Nessa fase, resta apenas rezar para que a solução proposta não seja um voo dali a três dias ou, melhor ainda, uma recolocação noutro voo marcado para um dia em que a previsão anuncia, com entusiasmo, mais nevoeiro. Ao fim de vários dias, quando finalmente o nevoeiro se levanta, ninguém festeja a viagem. A viagem tornou-se secundária. Celebra-se apenas a descoberta de que o mundo continua a existir para lá das portas automáticas do aeroporto. E, por um breve instante, todos os sobreviventes olham para o céu azul com a mesma emoção de um náufrago que avista terra firme. Até ao próximo banco de aeroporto. Nota: Ao quinto dia ainda não vejo o céu azul… Mas, pelas minhas contas, já teria dado para ressuscitar um morto. Talvez D. Sebastião…

Ligações aéreas de e para os Açores condicionadas pelo nevoeiro – jornalacores9.pt

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As companhias aéreas TAP, Azores Airlines e Sata cancelaram hoje dezenas de voos devido ao nevoeiro que se abateu sobre as ilhas dos Açores, segundo uma consulta da plataforma Ana/Vinci. No aeroporto de Ponta Delgada, na ilha de São Miguel, o mais movimentado dos Açores, foram cancelados voos oriundos do Porto, Madeira, Terceira, Lisboa, Pico, […]

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Óbito/Jorge Barros: Departamento da UAçores lembra obra atenta à memória cultural do país – jornalacores9.pt

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O Departamento de Oceanografia e Pescas da Universidade dos Açores reagiu hoje à morte do fotógrafo Jorge Barros, lembrando a sua obra “singular, marcada pela atenção à paisagem, às gentes, aos gestos, aos rituais e à memória cultural do país”. Jorge Barros, que testemunhou Portugal ao longo de mais de quatro décadas, morreu na terça-feira, […]

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morreu EDGAR MORIN

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Tal como aconteceu com o nosso sefardita Bento Espinosa, exilado, banido da sua comunidade, excomungado e amaldiçoado com danação eterna, ao ponto de proibirem que o seu corpo recebesse terra no cemitério judaico de Amesterdão, Edgar Morin, em tempos defensor de Israel e aclamado por quantos nele reconheciam um intelectual de primeira plana, é hoje insultado no dia do termo da vida centenária. Morin passou a ser odiado assim que manifestou desgosto moral perante o que considerava a repetição histórica da violência genocida e deu um brado de indignação pelo facto de os descendentes de um povo que foi perseguido e massacrado serem hoje os algozes dos Palestinianos. Ao designar o genocídio de Gaza e a matança indiscriminada de civis, mulheres e crianças como a mais sinistra página do nosso tempo e denunciar a passividade e o silêncio do mundo, Morin foi calado em vida. Não é, pois, de espantar que o seu funeral não convide a grandes exuberâncias carpideiras e que a reserva mental triunfe.

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