Festival de rap leva ao Brasil….

Festival de rap leva ao Brasil músicos de Angola e Portugal

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Tertúlia João Araújo Correia

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programa da RTP I sobre a Austrála

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CURSO DE VERÃO EM MACAU

O Curso de Verão de Língua e Cultura Portuguesas atraiu mais de 500 candidaturas, mas a Universidade de Macau apenas pôde aceitar a inscrição de 370 alunos. “Não é uma grande diferença, mas há mais candidatos do que houve no ano passado. Sobretudo, são muitos os candidatos da China, porque há mais universidades que estão a ensinar português”, explicou à Rádio Macau a coordenadora da iniciativa, Maria António Espadinha, lembrando que, por questões relacionadas com a logística, com a data do curso – este ano, mais tardia – e com o facto de estar a decorrer outra formação de português na Faculdade de Direito, não foi possível satisfazer o interesse de todos os estudantes. De acordo com a docente, o número de alunos inscritos para este ano é “teoricamente” semelhante ao do ano passado. A diferença, segundo explicou, é que, em 2013, houve alunos de Macau que se inscreveram, mas apenas apareceram uma ou duas vezes. Este ano, para evitar um cenário do género, as inscrições dos alunos financiados pelos Serviços de Educação e Juventude foi feita nas próprias escolas. O curso vai decorrer no campus da Taipa, uma despedida que agrada a Maria António Espadinha: “Para mim é muito agradável e para os alunos também, porque alguns vão ter alguma dificuldade em adaptar-se a estar mais longe. Estando aqui no campus velho, ficam na Residência da Ásia Oriental e podem ir a Macau com mais frequência, é mais simples para eles”, disse. Este ano, o curso conta com um total de 12 turmas, divididas em quatro níveis de ensino, a maior parte das quais de nível intermédio. Segundo a Rádio, o formato do curso é semelhante ao de edições passadas: de manhã, há aulas; à tarde, actividades, que passam pelas danças folclóricas, a arte e visitas a museus. A novidade serão as aulas de canto coral, que, segundo Maria António Espadinha, contam com uma grande adesão por parte dos estudantes. O Curso de Verão terminará a 6 de Agosto.
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Posted by: Henrique Manhao <hjmanhao1@yahoo.com>

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MORREU ANTIGO DIRETOR DO JORNAL o CLARIM, MACAU

Morreu Albino Pais, antigo diretor do jornal católico de Macau “O Clarim”
Albino Pais, de 73 anos, dirigiu O Clarim durante cerca de 28 anos, até meados de 2013, altura em que regressou a Portugal.

- See more at: http://www.netmadeira.com/noticias/internacional/artigo/72783-morreu-albino-pais-antigo-diretor-do-jornal-catlico-de-macau-o-clarim#sthash.Lojm06j3.dpuf

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A importância do novo acordo ortográfico para a difunsão da língua portuguesa como língua estrangeira

(2014, 07). A importância do novo acordo ortográfico para a difunsão da língua portuguesa como língua estrangeira. TrabalhosFeitos.com. Retirado 07, 2014, de http://www.trabalhosfeitos.com/ensaios/a-Import%C3%A2ncia-Do-Novo-Acordo-Ortogr%C3%A1fico/54832536.html

 

http://www.trabalhosfeitos.com/ensaios/a-Import%C3%A2ncia-Do-Novo-Acordo-Ortogr%C3%A1fico/54832536.html

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notícias página global 14 julho

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Onze professores do Ensino de Português no Estrangeiro foram despedidos

Onze professores do Ensino de Português no Estrangeiro foram despedidos

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Onésimo hoje no jornal Público

Micaelense dos Açores, açoriano de Portugal, americano em casa na Brown University. Cidadão torrencial que procura espaços de liberdade, para se espraiar. Vulcão raramente adormecido….
PUBLICO.PT

O nome que aparece nos livros: Onésimo Teotónio Almeida. Mas é o Onésimo. (Ficou com o nome arrevesado da lista) Micaelense dos Açores, açoriano de Portugal, americano em casa na Brown University. Cidadão torrencial que procura espaços de liberdade, para se espraiar. Vulcão raramente adormecido. Escritor, filósofo, acadêmico.
Hoje, no Público, por Anabela Mota Ribeiro.

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GOA DOS AFETOS

 Goa: Portugal no património, ruas e nomes, mas também em afetos

Do património, às ruas e nomes até à missa em português, a herança deixada em Goa não se faz só de reminiscências. Por força de afetos, embora longe, Portugal parece por vezes estranhamente perto, sobretudo para quem chega.

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PORTUGUÊS EM GOA

Fundação Oriente promove português em Goa

Instituição divulga a língua portuguesa no estado indiano.

Por Agência Lusa.

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notícias página global 13 jul

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já foi nomeado o júri do Prémio literário 2014 Açorianidades

http://www.lusofonias.net/premio-literario-aicl/2014-07-04-08-21-03.html

 

 

veja o regulamento do prémio em

http://www.lusofonias.net/premio-literario-aicl/premio-literario-aicl.html

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Angola, crescimento e desenvolvimento humano

 

baia luanda
A teoria das ciências económicas contemporâneas advoga a mensuração do crescimento, não apenas pelo resultado da capacidade produtiva que um aís pode gerar mas também a sua transformação em benefícios socioeconómicos dos habitantes residentes no mesmo.
As empresas, independentemente da sua classificação (públicas, privadas, mistas), dimensão (pequena, média, grande) e ramo de actividade (produtora de bens e/ou serviços), são por excelência os “corpos” vocacionados para a produção de bens e serviços, que vão ao encontro das necessidades e satisfação da sociedade de consumo, saliente-se, que por conseguinte determina o aumento da produção (crescimento económico), baseada nos índices de procura quer interna (consumo local) quer externa (consumo externo).
Ora, na prática, para que o acima aludido tenha lugar, é imperioso haver um ambiente económico (micro e macro) estável e infra–estruturas de suporte (rede rodoviária, ferroviária, logística, água e energia eléctrica) em quantidade e qualidade bastantes.
Se por um lado os aspectos micro do ambiente económico estão intimamente relacionados à empresa por si mesma (estrutura, organização, recursos e valências) e sua relação com o mercado (fornecedores, oferta, procura, concorrência e etc.), por outro lado, os aspectos macro também são factores que influenciam o desempenho das empresas, com realce para as pequenas e médias. Um dos exemplos típicos é a taxa de juro que incide sobre os financiamentos concedidos ao investimento.
Ora, o crescimento das infra-estruturas de suporte à economia nacional têm relação implícita e explícita de causa e efeito sobre o crescimento da economia. Ou seja, por um lado, a existência das mesmas (qualidade e quantidade) não está directamente relacionada aos factores de produção disponíveis aos “fazedores” de bens e serviços, as empresas, mas, por outro, sua inexistência é factor condicionante à capacidade produtiva das mesmas no que concerne aos custos operacionais e sua implicância no preço do produto no mercado, influenciando desta forma a oferta e a procura.
O primeiro aspecto do dilema acima responsabiliza inteiramente as empresas, cujo objecto é a produção quantitativa e qualitativa (aspecto último, sobre escrutínio da sociedade de consumo, na selecção do melhor, cumulativo ao seu poder aquisitivo) de bens e serviços ao dispor da sociedade. Para a prossecução de tal desiderato, deve a empresa munir-se dos recursos capazes (financeiros, técnicos, tecnológicos e de recursos humanos), optimizá-los e maximizá-los, no sentido de, e de acordo com a necessidade do mercado, satisfazer as necessidades do mercado, que traduz-se no acréscimo dos níveis de produção da mesma. Tal aspecto está também relacionado com a concorrência, ou seja, a entrada de outros sujeitos no mercado.
O segundo aspecto condiciona a produção à escala do mercado pela (in)existência, deficiência, ineficácia de infra-estruturas de base para alavancar a produção e o crescimento, ou seja, estão acoplados à produção, custos adicionais (energia eléctrica, água, saneamento básico, apenas para citar estes exemplos) cujos efeitos se repercutem na produção à escala desejada pelas empresas, beliscam a qualidade da mesma e, por fim, afectam no preço e na carteira do consumidor final.
O impacto da inexistência, carência e precariedade das infra-estruturas, desestimula as médias e pequenas empresas, (que não sobrevivem à severidade do mercado em que estão inseridas e, desta forma, têm o seu ciclo de vida encurtado), encorajam a formação de monopólios por parte das grandes empresas capazes de suportar, e estas, por sua vez, digladiam com a produção importada, quando existente, isto é, nalguns sectores da actividade económica.
Entretanto, um ambiente económico áspero, associado a ausência, carência e precariedade das infra-estruturas de suporte à produção nacional, reflecte-se directamente na vida do cidadão nos aspectos que se seguem: Estagnação do nível de produção (bens e serviços) limitando o acesso e a consequente sobrevalorização dos mesmos; diminuição do poder aquisitivo; ausência de poupança; Estagnação do mercado de trabalho; etc., em suma degradação da qualidade de vida.
Nos termos do acima, pode-se aferir que, de uma maneira geral, a qualidade de vida da generalidade dos cidadãos angolanos ainda está aquém do desejado, e é necessário que, no quadro do Plano Nacional de Desenvolvimento, se tenha em atenção a materialização de condições tangíveis e intangíveis, favoráveis ao exercício da actividade económica, tendo como prioridade a produção e disponibilização de energia eléctrica e água às cidades (centros de serviços), municípios (centros da indústria extractiva, agro-pecuária e transformadora) cujas potencialidades sejam por demais evidentes, sem descurar os acessos (por via rodoviária, ferroviária, marítima, aérea) às zonas de produção (bens e serviços), paralela à política de fomento e atracção ao investimento principalmente das pequenas e médias empresas.
Norberto Benjamin
Expansão, 04 de julho de 2014

 

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Universidade lusófona dá bolsas GuinÉ Equatorial

Universidade Lusófona dá bolsas a estudantes da Guiné Equatorial

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