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Cabana de 15 m² feita em 10 dias nos Açores usa madeira de cedro, fundação leve e isolamento eficiente para unir sustentabilidade, beleza e autonomia.
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Cabana de 15 m² feita em 10 dias nos Açores usa madeira de cedro, fundação leve e isolamento eficiente para unir sustentabilidade, beleza e autonomia.
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Os dois agentes terão ainda obrigado um imigrante a beijar-lhes as botas e deixado a vítima com uma lesão permanente no olho resultante das agressões. O Ministério Público (MP) acusou dois agentes da PSP de crimes graves de tortura, agressão e violação, num processo que descreve um padrão de violência extrema contra pessoas detidas em várias esquadras de Lisboa ao longo de 2024. As vítimas, segundo o despacho de acusação, eram escolhidas pela sua especial vulnerabilidade, incluindo imigrantes, toxicodependentes e pessoas em situação de sem-abrigo. Um dos episódios ocorreu na noite de 9 de maio de 2024, quando uma mulher,
Source: Agentes da PSP acusados de “crucificar” mulher e tentar violar imigrante com bastão no ânus
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Hoje celebram-se , infelizmente, dois anos sobre a última vinda da Nini a esta casa, nossa habitação desde 2005.
A medicamentação após a passagem de ano de 2023 não estava a surtir efeito, tendo sido necessário aumentar doses e morfina, o sofrimento aumentara. O Dr Carlos Pavão (entretanto falecido por doença prolongada o ano passado) como a conhecia bem, tentou o efeito placebo psicológico de a mandar para casa, a fim de que isso pudesse despertar a sua força e resiliência e fazer efeito onde a medicina tinha falhado. Infelizmente, ou era demasiado tarde ou nada havia a fazer, pois não resultou, antes pelo contrário.
Recordo aqui do Diário desse ano de 2024:
dia 15 chegou finalmente a casa, vinda do Hospital só pelas 22.30 (desde as 15.00 que esperava o transporte de ambulância de Bombeiros). Conheceu a cuidadora Magda (o filho foi aluno dela) e esteve entretida a falar com ela, apesar de muito cansada pela espera da ambulância, trocando impressões sobre como seriam os próximos tempos, o tipo de apoio a prestar, que cuidados mais necessários na sua presença (de manhã, almoço e ao fim da tarde) e nas suas ausências. Depois conseguiu dormir até pelas 03.20. Começou a piorar sem que a medicação surtisse efeito.
A crise era tanto real quanto psicológica, com a respiração sempre a piorar. Momentos de pânico para mim. Chamei a filha, a dormir no andar de cima, na falsa (a cadela Leoa não saiu da cama dela, deitada aos seus pés) para vir ajudar. Deu-se o máximo de oxigénio da bala (o portátil era insuficiente) e morfina, mas sem resultado nem melhoria visível, cada vez mais agitada e com dificuldades em respirar mas conseguia comunicar.
Pelas 10.00, após horas de aflição, medo e inquietação pela gravidade de nova crise, a viatura de emergência médica levou-a de novo para o Hospital, dizendo que devíamos tê-los chamado mais cedo, mas ela não queria nem deixava, na esperança de estabilizar a respiração e os níveis de saturação do oxigénio. Saiu em grave crise, na companhia da filha Bebé, pedindo aos enfermeiros que a não deixassem cair, cheia de medo pelo transporte de regresso ao HDES. Já doutras vezes ao entrar na ambulância sentada na sua cadeira de rodas, pedia encarecidamente aos enfermeiros que a não deixassem cair. Estava aterrorizada e nunca caíra. Só me lembro dela ter caído em agosto passado quando tentou fechar a passadeira elétrica e se lesionou com gravidade. Seria daí esse horror a cair?. Pelas 15.30 a médica disse que estava mais calma, estabilizada, aguardava na urgência a ida para a Pneumologia onde iremos vê-la no horário 18.00-20.00. Deu lá entrada apenas pelas 19.00 estabilizada, muito debilitada.
Quando foi para o Hospital eu e a filha imaginávamos ser ainda possível que ela recuperasse alguma coisa, nenhum de nós estava preparado para aceitar derrota ou um desfecho final. Nenhum de nós se apercebeu que a degradação do estado geral de saúde se vinha acentuando, dia após dia. A nossa esperança, a crença na sua capacidade de superar esta crise como superara sempre as 1001 crises anteriores era superior a uma análise fria ao seu estado de saúde. A partir desse dia seria uma escalada até dia 26, como ficou narrado em “Diário de um homem só, uma viagem interior (ChrónicAçores vol. 8)”.
Ainda hoje me debato com a não-aceitação da sua passagem a outro estado, outro universo. Isso está bem evidenciado no ChrónicAçores vol. 9 “Diário de um Homem só II, Manual para viúvos” ontem colocado em linha em https://heyzine.com/flip-book/779e68c3d3.html.




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A flat earther named Ayhan Dalgic recently posted a comment on another thread that was such a concise collection of classic flat earth fictions — a kind of flerfdom greatest hits — that I thought I would do a line-by-line debunk and get them all out of the way at once.
If he had read anything on this space, he would know that everything he said has been debunked thousands of times. But why not a 2001st — that’s what we’re here for, right?
His statements are in plain text. My comments are in bold.
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A repórter em causa, Hannah Natanson, escreve sobre a atividade do Governo de Trump, para o Post e faz parte de um grupo de jornalistas que recebeu o Prémio Pulitzer em 2022 pela cobertura do ataque ao Capitólio.
Source: FBI faz busca a casa de jornalista do Washington Post a pedido do governo
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O presidente norte-americano, Donald Trump, foi filmado a insultar um trabalhador que o chamou “protetor de um pedófilo”, durante uma visita à fábrica da Ford, no Michigan. Ainda assim, Casa Branca defendeu o chefe de Estado, tendo apontado que Trump teve uma atitude “adequada e inequívoca”.
Source: Trump insulta operário que o chamou “protetor de pedófilo”. “Apropriado”