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A pressa é inimiga do desejo. No digital, onde a gratificação é imediata, aprender a saborear a espera torna-se um ato erótico em si. É o oposto da lógica do “swipe”: trata-se de construir intimidade emocional antes da intimidade física. Vivemos numa era em que o toque muitas vezes começa com um clique. As relações e o erotismo passaram a habitar o espaço digital, entre mensagens, emojis e videochamadas. Mas, num mundo que valoriza a instantaneidade, surge uma questão essencial: como criar desejo e conexão sem pressa, quando tudo começa com mensagens? O desejo começa na mente, não no ecrã
Source: Sexo e intimidade no mundo digital: como construir desejo sem pressa – ZAP Notícias

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Segundo André Ventura, o PSD aceitou 6 das 7 exigências do Chega para a criação da PSU; o líder do Chega avisa, porém, que o partido só viabilizará o diploma se for encontrada uma fórmula para excluir da prestação imigrantes que nunca tenham descontado em Portugal. O presidente do Chega, André Ventura, anunciou um entendimento com o PSD para que a autorização legislativa do Governo sobre a criação da Prestação Social Única (PSU) baixe à especialidade sem votação na generalidade, mas mantém divergências profundas com o executivo em relação à reforma laboral. As duas matérias estiveram em cima da mesa
Source: Chega fecha acordo com PSD sobre PSU. Reforma laboral sem fumo branco – ZAP Notícias

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Tensão vai aumentando com a presença cada vez maior de estrangeiros nesta cidade portuguesa, que até consideram abandoná-la por não se sentirem bem-vindos

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Vi um grafito e dizia: “O futuro não importa, o que importa é daqui para a frente”
Todos iguais e cinzentos conforme a norma”.
retiro do ChrónicAçores vol 5
Dantes, ao descobrirem terras a colonizar, os navegantes levavam padrões de descobrimentos assinalando a posse e futura conquista e missionação das terras, ora nas celebrações do dia 10 de junho de 2018, trouxeram de Portugal uma bandeira enorme para hastear no único mastro existente no local. Isso não dará a oportunidade a hastear a bandeira do arquipélago, símbolo dos Açores e do povo açoriano, que se diz Região Autónoma. Um jornal local comentava o alheamento da população face ao 10 de junho, um feriado, como o 5 de outubro ou o 1º de dezembro, sem ligação a este povo, para quem os feriados importantes são a segunda feira do Senhor Santo Cristo, Pentecostes, os padroeiros das freguesias, as comunhões dos filhos, e as festas da freguesia. Aí está a alma do açoriano em qualquer ilha.
Como escreveu Roberto Y. Carreiro
“Segundo um vizinho meu, antigo operacional dum movimento independentista e testemunha dos tempos conturbados do PREC, o aparato militar, securitário e de espionagem, que está montado na cidade de Ponta Delgada, faz-lhe lembrar os tempos áureos das campanhas de «dinamização cultural» a cargo da 5ª divisão. Tal como no passado, os forasteiros, trazem orquestras, bandas, palhaços, muita propaganda e orador convidado. Como nesse outro tempo as «autoridades locais» abrem a cancela para essas aves de arribação…” Por outro lado, o belicismo de mais de mil militares e armamento dos três ramos das FA (Forças Armadas) deve ser para esquecer que depois do 25 de abril, essas FA servem para defenderem interesses estrangeiros em países distantes a mando da NATO.
Cito o colega jornalista Tomás Quental:
“Mas eu pergunto: para essa celebração era mesmo necessário “encher” a cidade com viaturas dos três ramos das Forças Armadas, desde meios aéreos a meios terrestres de combate? Se é para afirmar a soberania portuguesa nos Açores, era desnecessário, porque os açorianos, na maioria, gostam de ser portugueses. Diria até que existem muitos açorianos que se sentem mais portugueses do que muitos continentais, a quem ouço dizer com frequência “entreguem isto a Espanha”… Se é para “embelezar” a cidade, também era desnecessário, porque a urbe tem beleza quanto baste, bem patente, nomeadamente, em monumentos, praças, avenidas e ruas repletas de edifícios de arquitetura bela e única, com uma frente de mar que lhe confere uma panorâmica invejável. Se é para mostrar aos açorianos o que são meios militares, também me parece objetivo obviamente desnecessário. Quando o Estado português assume não ter verbas para construir a nova cadeia na maior ilha açoriana, em que o estabelecimento prisional existente com 150 anos é uma vergonha em qualquer parte do mundo, proporcionando condições infra-humanas, é claramente uma falta de bom senso a ostentação de meios militares, só possível com muito dinheiro. Não aprecio e critico.”
Um país de desigualdades, injustiça e corrupção descontrolada que rouba dez anos de serviço aos professores e diz não ter dinheiro para lhes pagar, desperdiça milhões em fogos-fátuos de antigo Império à deriva como escreveu Patrick Wilken. Claro que para a maioria dos portugueses e dos açorianos quaisquer noções de uma total autonomia (leia-se independência) é anátema, mais fruto da ignorância das situações do que por meras razões políticas. Sempre se cumpriu a profecia – sabiamente preparada – de que quanto mais dependentes de subsídios mais bem acarneirados estariam os açorianos. De todos, são eles os mais subsidiados, totalmente dependentes de subsídios que servem para perpetuar o voto nos que os governam, qualquer que seja o partido ou a cor política. Para os portugueses nem sequer se põe a hipótese de abdicar das “ilhas adjacentes”, muito menos agora que estão prestes a acrescentar milhares de km2 à plataforma portuguesa marítima com todas as riquezas que a profundidade destes mares encerra.
A Fundação Francisco Manuel dos Santos, “Pordata” fez um estudo “Retrato dos Açores”, no qual revela dados preocupantes sobre a realidade insular. Na Educação, a taxa de abandono escolar entre os 18 e os 24 anos é mais do dobro da média nacional. Em relação aos jovens com mais de 15 anos, que 7 em cada 10 não completa o secundário, valores piores do que qualquer outra região. O ensino que temos atualmente é o fruto de muitas “experiências” anuais infelizes, desde os alunos transitarem sem saberem ler a outras, e os resultados estão à vista. Acrescente-se o facto de muitos pais não terem instrução (a velha 3ª classe era a norma e agora será o 6º ano) nem interesse em acompanhar os filhos, o resultado será sempre o de insucesso escolar e fracasso das políticas educativas, por melhores professores que haja (também os há, mesmo que minoria). Infelizmente, trabalhamos para a estatística. Os bons alunos sempre o serão, mas os restantes são a maioria.
Quando hoje um colega e amigo, professor continental, que até cá esteve uns anos a lecionar em mais do que numa ilha, me diz que somos todos portugueses de regiões diferentes, tive uma visão passadista que me fez lembrar um país uno e indivisível do Minho a Timor! E deu-me um arrepio pois esse é o argumento mais comum dos continentais quando confrontados com a minha sede de uma verdadeira autonomia açoriana (não falei de independência, mas de verdadeira autonomia, em federação ou outra espécie de união entre iguais e não pactos leoninos). A minha guerra não é esta, mas a da defesa e expansão da língua portuguesa e apenas me manifesto como cidadão residente do arquipélago.
E é por tudo isto que este 10 de junho me diz menos do que noutros anos em que se chamava “dia da raça”. Não irei ao beija-mão, nem verei as belezas que os açorianos vão mostrar ao corpo diplomático estrangeiro acreditado na capital do Império, continuarei a amar os Açores e a sonhar com o dia em que sejam autónomos e pares interpares com a “metrópole”, donos do seu destino e quiçá orgulhosos da herança ou origem portuguesa. Claro que sei, e nisso concordam alguns nativos, que há provincianismo e falta massa crítica e intelectual, muitos temem a verdadeira autonomia e mais ainda a independência. Este é o país em que vivemos, e raramente se discutem os problemas: educação, saúde e justiça. Sempre longe da corte os açorianos vão ter as imagens televisivas em que serão retratados e irão usar e abusar do voyeurismo, já totalmente acostumados a novos paradigmas de vida em que deixaram de ser escravos pela via física para o serem pela via da mente.
Um Governo Regional autêntico, sem ser filial de Lisboa, reclamando a verdadeira autonomia sem se arvorar em defensor dos interesses dos que sempre exploraram os ilhéus, sombrios e persistentes personagens que perenizam monopólios. Arrivistas com iniciativas pequenas e isoladas. Limitadas como as ilhas e o país.
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na minha longa carreira orgulho-me imenso de ter feito o 1º trabalho de localização (tradução) no mundo quando trabalhei como Diretor De Comunicação no Dept of Housing, Health and Community Services, Sydney 4 brochuras em 18 línguas vejam aqui excertos
visto assim parece tão simples e fácil que ninguém adivinha os desafios em várias línguas que isto causou…
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Anaya Raj estava desaparecida há 42 dias e foi agora encontrada junto à fronteira com o Paquistão. Pode ter planeado fuga com namorado. Ainda não se sabe como nem porque deixou Portugal. A adolescente de 13 anos que estava desaparecida desde 27 de abril, em Vendas Novas, no distrito de Évora, foi encontrada na Índia, numa zona próxima da fronteira com o Paquistão, a milhares de quilómetros de Portugal. Segundo o Jornal de Notícias, a menor identificada como Anaya Raj já regressou ao país, acompanhada pelo pai, que se deslocou à Índia para a trazer de volta para junto da

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Mais de 40% dos projetos que se candidataram ao RJAAC não receberam qualquer resposta positiva. Não posso, em consciência escrever que não receberam apoios, porque aquele regime não é suposto dar apoio, é suposto investir na Cultura, com “c” maiúsculo. A atual diretora regional deve conhecê-lo bem, porquanto integrou várias estruturas que no passado beneficiaram […]
Source: Opinião: Alexandra Manes | Mais enriços, menos Cultura – jornalacores9.pt

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Cláudio Rocha Júnior já tinha sido condenado a cinco anos de prisão por tráfico de droga.

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