França abre investigação a suspeitas de tráfico de crianças na Vinted – ZAP Notícias

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Anúncios de brinquedos com preços invulgarmente elevados e referências a idades, alturas ou tamanhos de criança levaram as autoridades francesas a abrir uma investigação. A Vinted afirma que não encontrou provas de ligação a tráfico infantil. A França abriu uma investigação depois de utilizadores das redes sociais terem dado o alerta para anúncios invulgares na aplicação de revenda em segunda mão Vinted, que suspeitam poder estar ligados a tráfico de crianças. O Ministério Público de Nanterre, a oeste de Paris, confirmou à AFP, na noite desta sexta-feira, que foi aberta uma investigação preliminar. Utilizadores da Internet denunciaram anúncios na plataforma

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INEM investiga morte (INÚTIL E DESNECESSÁRIA)de jovem após VMER estar inoperacional – Notícias ao Minuto

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O INEM está a apurar as circunstâncias em que uma jovem morreu, em Vila Real, depois de um alerta para uma paragem cardiorrespiratória e de se ter verificado a inoperacionalidade da Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER).

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Acompanhantes de pessoas com deficiência vão poder viajar gratuitamente — em algumas situações – ZAP Notícias

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Esta medida foi acordada entre as duas instituições no âmbito da revisão que está a ser feita dos direitos dos passageiros de avião, barco, comboio ou autocarro na UE e que ainda precisa de ser formalmente aprovada pelo Parlamento Europeu e Conselho da UE para poder entrar em vigor. O Parlamento Europeu e o Conselho da UE chegaram esta quinta-feira a acordo para permitir que acompanhantes de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida possam viajar gratuitamente de avião se se considerar necessário e a companhia aérea não garantir assistência. Entre as medidas que vão passar a constar na legislação europeia,

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obesidade-nos-acores

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ainda há dias 15 maio escrevi:

Ao chegar a casa, vi umas nativas a descerem a rua, dei comigo a ruminar que a obesidade tem aumentado imenso: 9 em cada 10 pessoas com menos de 50 anos estão irremediavelmente obesas. Pena é que não saibam vestir-se em conformidade, como a Nini sempre disse: calções justos numa padaria do tamanho de um campo de futebol não são o mais apropriado. Não estão gordas, muito acima disso. O seu número, por mera observação empírica, não deixa de crescer. Depois, admiram-se do aumento das doenças (diabetes, problemas cardíacos, etc.). Simultaneamente, vejo mais gente a caminhar, a correr, a marchar; obviamente, não são as mesmas.

 

 

nova cruzada, islâmica

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Não os chamem de refugiados. São homens em idade de serviço militar que vieram para o Ocidente inspirados pela sua religião e cheios de ódio. Representam um risco significativo para a segurança nacional de qualquer país..

eles são uma nova cruzada, islâmica e nós andamos a dormir estes anos todos…

não chamem isto de islamofobia, o Islão não é étnico, mas uma religião e tenho o direito de gostar ou não de qualquer religião

Find the Tee That Shares Your Faith

Um documento de 219 páginas, publicado a 17 de junho de 2026 pelo deputado Rupert Lowe (do partido Restore Britain), está a abalar o Reino Unido. Os números do relatório:

— Pelo menos 250 000 raparigas britânicas vítimas desde 1955 até hoje

— Gangues a operar em pelo menos 149 distritos em todo o território do Reino Unido

— Mais de 87% dos condenados têm nomes de origem muçulmana

Quem são os responsáveis? O relatório aponta para redes compostas predominantemente por homens muçulmanos paquistaneses. As vítimas — raparigas britânicas brancas em situação de vulnerabilidade — eram violadas, tratadas como mercadoria e, em alguns casos, submetidas a conversão forçada ao islamismo. O escândalo dentro do escândalo: as instituições sabiam. A polícia, os serviços sociais, as escolas e o governo ignoraram sistematicamente, abafaram e, nalguns casos, criminalizaram as próprias vítimas — durante anos, durante décadas — por medo de serem acusados de racismo. Por que razão existe este relatório privado? O governo de Keir Starmer recusou-se a iniciar uma investigação oficial. Lowe angariou fundos de mais de 20 000 cidadãos e conduziu a investigação de forma independente. O fenómeno das «grooming gangs» está, no entanto, comprovado há anos por inquéritos oficiais: Relatório Jay (2014), Relatório Crowther (2022), Auditoria Casey (2025).

 

. Os mesmos ativistas que não reagiram aos crimes das elites também não vão reagir a estes. Depois de o primeiro-ministro inglês se ter demitido ao ser revelado um inquérito que dá como provado que 250 mil crianças entre 11 e 13 anos foram abusadas e violadas por emigrantes islâmicos, não pararam de surgir revelações em toda a Europa, da França à Itália, à Bélgica e aos Países Baixos, à Dinamarca, à Suécia e à Finlândia. Os muçulmanos cresceram em duas décadas de 500 mil para 50 milhões e já tomam conta de cidades e subúrbios por toda a Europa. A situação tem sido escamoteada pela maioria “woke” quanto a crimes bem mais horrorosos e numerosos do que se suspeitava até então. Fiquei horrorizado ao ver o que se passa no Reino Unido e na Irlanda.

 

 

May be an image of text that says "Dr. Maalouf @realMaalouf A Muslim woman refused to shake hands with the Crown Prince of Norway during a citizenship ceremony. Shaking hands is 'haram', but seeking refuge in a non-Islamic country, receiving free housing and food, and living on welfare is 'halal.' Hypocrisy knows no bounds."

Pai que se atirou com a filha do 8.º andar já tinha ameaçado matá-la. Justiça falhou prazo – ZAP Notícias

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Mãe de Kiara apresentou queixa, mas recuou, dias antes da tragédia, dizendo que o marido de 33 anos “às vezes tinha devaneios”, mas que era “um bom pai”. Criança de quatro anos já estava sinalizada pela CPCJ. O homem que, na madrugada de domingo, se atirou da varanda de um oitavo andar com a filha de quatro anos ao colo já tinha ameaçado matar a criança para provocar sofrimento à companheira, segundo o JN. O homem, de 33 anos, e a filha do casal, Kiara, de 4 anos, não resistiram aos ferimentos na tragédia ocorrida pelas três da manhã de

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são jorge visto do ar

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O Erário da Indignidade: Quando a Cultura se mede a cêntimos e vidas

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O Erário da Indignidade: Quando a Cultura se mede a cêntimos e vidas
O ruído dos salões oficiais e a coreografia patética do Poder têm uma eficácia notável na ocultação da miséria que geram. Sob o verniz da dita “modernização administrativa” e da “uniformização de critérios”, o Ministério da Cultura e o atual Governo decidiram que o mérito artístico e a dignidade humana são variáveis descartáveis na folha de cálculo do Orçamento. A matemática da burocracia é fria, mas os seus efeitos são de uma violência e crueza absolutas.
​Recentemente, mais de uma centena de velhos criadores e agentes culturais foram confrontados com a amputação arbitrária dos seus parcos subsídios de subsistência, concedidos na aurora deste século pelo Fundo de Fomento Cultural. Sob o pretexto kafkiano de alinhar os apoios históricos com os “novos critérios da Segurança Social”, o Estado retirou a componente relativa ao mérito cultural, uns míseros e vitais 222€, restando a estes homens e mulheres uma esmola de carestia. O Estado português decidiu, com a canetada burocrática de quem nunca conheceu a escassez, que o mérito de uma vida dedicada à arte caduca ao fim de vinte e seis anos.
​A gravidade da situação atingiu hoje o seu zénite trágico. O Guilherme, um dos visados por esta purga tecnocrática, tentou pôr termo à vida em sinal de protesto. Encontra-se hospitalizado. O seu gesto, de um desespero absoluto, não é apenas um grito de socorro,é o espelho estilhaçado de um País que empurra os seus intelectuais e artistas mais vulneráveis para a valeta da indigência económica e do esquecimento. Quando um criador escolhe o próprio sacrifício físico como última forma de protesto contra a opressão de um Ministério, a tutela perde qualquer legitimidade moral para pronunciar a palavra “Cultura”.
​A atual Ministra da Cultura e o Executivo a que pertence parecem confundir a gestão do património humano e artístico com a contabilidade de uma mercearia de província. Invoca-se a “igualação segundo os mesmos princípios” para justificar o nivelamento por baixo, esmagando o direito adquirido, a segurança jurídica e a proteção da confiança. A igualdade de que nos falam é a igualdade do deserto: a uniformização na miséria. É de um cinismo atroz que, enquanto se multiplicam os discursos ocos sobre a importância das indústrias criativas e da inclusão social em sumptuosos palcos institucionais, se assine discretamente a sentença de morte financeira de cidadãos idosos, doentes e dependentes de terceiros.
​A Cultura não é um adorno estatístico nem um mero indicador macroeconómico para exibir em Bruxelas, é a memória viva e a dignidade de um povo. Retirar o reconhecimento do mérito a quem deu a vida à criação, sobretudo no momento da sua maior debilidade clínica e social, é um ato abjeto de profunda cobardia institucional. É a subversão total do Estado de Direito Democrático, transformado num Leviatã contabilístico que devora os seus próprios filhos.
​O sangue do Guilherme está agora nas mãos dos que desenharam e validaram estes despachos cegos. Não há retórica de comício ou comunicado de imprensa que possa branquear esta ignomínia. O Governo e a sua Ministra têm duas opções imediatas: ou revogam de imediato esta deliberação infame, repondo a justiça devida a esta centena de compatriotas, ou assumem definitivamente que a sua tutela não é a da Cultura, mas sim a da barbárie administrativa.
​Pela minha parte, perante a cobardia que assiste a este desmoronamento moral e legal, garanto que a indiferença não vencerá. Não assistirei impávida ao naufrágio destes criadores. Usarei de todos os meios legais, sem tréguas nem concessões, para repor a legalidade e esmagar esta atuação arbitrária, cega e profundamente desumana. A justiça que a política nega será arrancada nos tribunais.

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